História Meu maior medo é o meu amor - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jungkook
Visualizações 75
Palavras 3.162
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Isso não deveria ter acontecido.


Caminhava pelos corredores vazios da escola tentando encontrar minha sala, belo horário para ir ao banheiro Mary, faltando três minutos para bater o sinal.

Os corredores vazios dão a impressão que essa escola é muito maior do que parece, confesso que até parece um pouco mal assombrada, chegando perto da sala percebo que o professor ali dentro não é nada legal, seus gritos poderia deixar qualquer pessoa fora da sala surdo.

Bati três vezes na porta e recebo um silêncio em troca, segundos depois observo a imagem de um professor que chuto ter 1,80 de altura, grisalho e com a cara ranzinza.

— Quem é você? - perguntou rudemente.

— Sou uma aluna nova e...

— Chegou atrasada por quê?

— Desculpe, eu tinha ido ao banheiro...

— Os intervalos tem vinte minutos de duração e você foi nos últimos cinco minutos?

— Não sabia dessa duração.

— Agora sabe.

— Por isso digo que não irá mais acontecer - respondo da mesma forma deixando ele em silêncio.

— Ótimo, agora entre e se apresente para turma depois sente em algum lugar - deu passagem e eu prontamente entrei sendo encarada por todos da sala, uns 23 alunos.

— Bom dia, meu nome é Rosemary mas todos me chamam de Mary, até prefiro assim, espero que nos demos bem.

— Sente-se senhorita Mary.

Observei a sala e encontrei apenas um lugar vago, ao lado de um garoto com o capuz do moletom e a cabeça abaixada na última carteira da fila da parede, por as mesas serem em dupla vou tem que sentar com ele.

Andei até lá ouvindo a voz grossa e alta do professor retornar a sua aula, sentei ao lado do garoto que parece nem ter percebido minha presença, mas o que percebi foi seu perfume entrar por minhas narinas, um cheiro forte e gostoso.

Ajeitei minhas coisas em cima da mesa preparada para começar a copiar o que o professor escreveu no quadro quando o garoto se pronuncia:

— Todos te chamam de Mary mesmo? - não entendi sua pergunta mas acabo apenas concordando com um pequeno maneio de cabeça - vou te chamar de Rose para ser diferente - olho em sua direção e ele está na mesma posição de quando eu sentei.

— Não sei se ouviu mas eu disse que prefiro que me chamem de Mary.

— E não sei se você ouviu mas eu disse que te chamarei de Rose - ele levanta a cabeça e finalmente vejo seu rosto, sinto minhas bochechas corarem ao saber quem estava ao meu lado.

— Grosso - sussurro para mim mesma.

— Apenas revidei - ele acabou ouvindo.

— Não vai dizer seu nome também? - finjo desinteresse.

— Pensei que soubesse o meu nome - fico um pouco surpresa com o que disse.

— Como sabe disso - olho em sua direção e ele está sorrindo parecendo se divertir.

— Eu não sabia só estava brincando - coro mais ainda.

— Ah - abaixo a cabeça escrevendo no meu caderno.

— Mas eu respondo mesmo assim - ele fala próximo ao meu ouvido sussurrando - Jeon Jungkook.

Ele volta a abaixar a cabeça e eu trato de fazer meu coração se acalmar, o que está acontecendo comigo?


(...)


— Onde você mora? - levo um susto ao perceber a Suzan atrás de mim.

— Que susto! Quer me matar do coração? - coloco à mão no peito e o que ela faz é rir.

— Me desculpa, mas então, onde você mora.

— Em uma casa.

— Haha, que engraçado, é sério, posso te dar uma carona.

— Não precisa, tenho que ir no club almoçar.

— Oh vejo que já conhece o nosso ponto de encontro - ela sorri animada - nós se encontramos quase todos os fins de semana lá.

Apenas dei de ombros e comecei a caminhar para fora da escola com ela ao meu lado mexendo no celular, parece que ela vai comigo ao club.

Assim que chegamos percebo que tinha muitas pessoas almoçando também, mas pelo menos tinha uma mesa vaga ainda, nos sentamos e logo uma garçonete veio ao nosso encontro entregando um cardápio, pedi o prato da casa e um copo de suco de laranja, Suzan a mesma coisa mas ao invés de suco de laranja foi de maracujá.

— Sabe vai ter uma festa nessa sexta feira, está a fim de ir?

— De quem é a festa?

— Pelo que eu sei é de um garoto da minha aula de história.

— Você vai na festa de quem você não conhece? - solto uma risada fraca.

— Eu estava de boa na sala quando alguém me manda um papel dizendo sobre a festa então não vou recusar.

— Pode ter sido engano.

— To nem aí, eu fui convidada indiretamente, mas fui convidada.

— Então não tem do porque eu ir.

— Claro que tem!

— Qual?

— Fazer novas amizades.

— Não, obrigada, prefiro ficar em casa dormindo.

— Ah por favor, vamos nos divertir vai - ela junta suas mãos e faz uma voz fofa, mas acaba ficando assustadora.

— Eu nem tenho roupa... - invento uma desculpa.

— Eu te empresto.

— Acho que meu pai não vai deixar...

— Eu falo com ele, se precisar você pode até dormir na minha casa, assim você pode beber muito - da uma piscadinha.

— Não sou de beber.

— Você por acaso já foi em uma festa desse tipo? - a garçonete chega com nossos pedidos colocando na mesa.

— Na verdade todas as festas que eu já fui era de quinze anos...

— Tá decidido, você vai comigo sim nessa festa, você precisa aproveitar sua juventude.

— Está parecendo minha vó falando.

— Para você ver que até sua vó sabe o que é curtir a juventude.

— Você é tão engraçada - forço um sorriso - é sério não quero ir nessa festa.

— Posso saber por quê?

— Porque não gosto, porque não quero e porque acho irritante um lugar com muita gente.

— Ah vamos, por favor, isso nem são motivos coerentes.

— Tenho certeza que meu pai não vai deixar.

— E se eu falar com ele?

— Mesmo assim ele é muito protetor não me deixaria sair com alguém que mal conheço.

— Não custa tentar né, sei que no fundo você quer ir sim.

— Você vai perder seu tempo - ela mostrou a língua e voltou a comer dando fim naquela conversa, só estou rezando para o meu pai não deixar.


(...)


— O que? Como assim você deixou? - estava chocada com meu próprio pai por ter deixado de primeira eu ir a festa.

— Querida aceita, eu sempre consigo o que eu quero - Suzan estava ao meu lado com a mão em meu ombro.

— Filha eu só quero que você faça novas amizades, sei que nessa idade vocês gostam de curtir e eu não quero ser um pai chato que proíbe você de tudo, então pode ir e se quiser pode posar na casa da sua amiga também.

— Quem é você e o que você fez com meu pai?

— Engraçadinha, mas se era só isso eu vou subir porque estou cansado, deve ter pipoca no armário se quiserem.

— Tá bom boa noite.

— Boa noite tio.

— Boa noite meninas.

— Seu pai é muito legal.

— Ele é estranho mas tudo bem, vai querer pipoca?

— Não, eu já vou indo porque já está tarde preciso ir para casa, amanhã depois da aula podemos ir ver algumas roupas né?

— Eu não preciso, tenho muitas roupas que ganhei da minha mãe que não usei ainda.

— O que aconteceu com sua mãe?

— Parece que com o passar dos anos meus pais não se gostavam mais como no começo do casamento, resolveram então terminar o que tinham.

— Foi uma separação ruim?

— Não, os dois não estavam felizes juntos e eles acharam melhor assim.

— Faz muito tempo?

— Foi no ano passado.

— Você está bem com isso?

— Sim, eu percebia que eles não eram os mesmos, me sentiria culpada se eles estivessem nesse falso casamento por minha causa.

— Você deve ser um ótima filha.

— Eu tento - sorrio envergonhada.

— Eu vou indo, até amanhã - ela me dá um abraço e pega sua bolsa que estava no sofá saindo de casa logo em seguida.

Resolvi fazer uma pipoca e assistir algum filme, quando estava na cozinha observei a janela lá fora a floresta toda escura, tive vontade de tentar procurar aquele lobo novamente, uma loucura da minha parte colocar minha vida em risco mas aquelas olhos realmente me hipnotizaram, mas resolvi deixar de lado e apenas assistir o filme.

O barulho do microondas dizendo que a pipoca estava pronta foi soado então peguei uma vasilha e despejei o conteúdo na mesma caminhando até o sofá ligando a TV, pretendo ficar aqui até de madrugada.


(...)


A semana passou devagar com os professores enchendo os alunos de conteúdos, como se fôssemos robôs e que vamos conseguir lembrar de tudo aquilo para as provas, essas que já estou com medo de tirar nota baixa.

Suzan não parou de falar da festa um dia se quer me deixando cada vez mais louca, dizendo que vai ser incrível e que vou me divertir, se ela não parar de falar minha diversão vai ser acabar com a cara dela.

— Você vai na minha casa às 18:00 para nos arrumarmos ok? Cris e Lindsay também vão lá - Suzan aparece na minha frente assim que entrei na escola.

— Por acaso você estava me esperando chegar até agora?

— Sim.

— Você é louca.

— Só agora que percebeu?

— Na verdade desde a primeira vez que te vi já te achei louca, mas preferi não comentar porque se não você poderia achar grosseiro da minha parte.

— Idiota, mas enfim voltando ao assunto principal, eu quero maquiar você, eu amo maquiar as pessoas e você vai ser minha cobaia da vez - sorri grande.

— E se eu disser que não quero me maquiar?

— Daí eu vou te amarrar em uma cadeira e maquiar você a força - sorri simplista.

— Foi o que eu pensei - digo enquanto caminho para minha sala de aula.

— Isso quer dizer que você deixa eu te maquiar?


(...)


Assim que coloco meus pés no chão saindo do táxi, consigo ouvir de fora da casa o som alto tomando meus ouvidos, como eu suspeitava, tinha muitas pessoas fora em grupinhos, gritando, rindo ou se beijando com alguém, definitivamente aquele não é meu lugar.

— Parece que toda a escola está aqui - Cris que estava do meu lado disse, ela estava simples porém bonita, uma maquiagem leve, cabelos presos usando uma saia preta com uma blusa branca e um salto alto também preto.

— Pois é to vendo gente até do primeiro ano aqui - Lindsay do meu outro lado estava com um vestido azul escuro e um salto nude, seus cabelos estavam soltos e ela usava um forte batom.

— Pelo visto essa festa vai durar a noite toda, vamos entrando meninas - Suzan já estava a caminho da porta, ela que estava com um vestido vermelho e salto preto, o cabelo estava solto e sua maquiagem bem chamativa.

Eu estava com um vestido preto, um salto também preto, meus cabelos estavam soltos e minha maquiagem estava valorizando meus olhos, Suzan fez um belo trabalho devo admitir.

Assim que entramos parecia que meus tímpanos iriam explodir, todos ali estavam pulando e dançando, uma enorme mesa estava posta na sala com todo tipo de bebida, Cris me puxou até lá me estendendo um copo vermelho com um líquido rosa.

— O que é isso? - perguntei em seu ouvido para ela poder escutar.

— Prova, você vai gostar - disse de volta, já que é assim, levei o copo até meus lábios provando daquilo, era doce porém no final ficava um gosto forte na boca, realmente, eu gostei.

— Sabe o que eu ouvi agora mesmo? - Suzan gritou para nós três ouvirmos.

— O que? - Lindsay também gritou.

— Que os misteriosos da escola estão aqui.

— Oh meu Deus - Cris ficou surpresa - é sério isso? Eu nunca vi eles em festa alguma e justo na que eu não me arrumei muito bem eles vem - ela comenta brava fazendo todas rirem.

— Não se preocupe você está linda, com certeza terá chance com o Namjoon - falo isso e ela concorda com um sorriso malicioso no rosto.

— Exatamente, sei que consigo fisgar ele hoje à noite - depois disso perdi ela no meio das pessoas e só agora percebi que as outras meninas também saíram me deixando sozinha.

Resolvi fazer a mesma coisa que elas e tentar me divertir, passei por várias pessoas até estar em um lugar bom, comecei a dançar como se ninguém estivesse ali, escutando a música me envolver mexendo meu quadril conforme a batida, jogando meu cabelo pra todos os lados, aquela bebida me deixou animada.

Depois que terminou essa música começou outra ainda mais agitada, fui até a mesa e peguei mais um copo daquela bebida cor de rosa tomando de uma vez só, sentindo queimar minha garganta.

Voltei a pista ainda mais animada sensualizando pra quem quiser ver, não dando a mínima, rebolava, pulava, gritava como todos em volta até ter a sensação de alguém estar me observando, olhei envolta não encontrado ninguém com os olhos em mim, então voltei a dançar.

Senti mãos em minha cintura e alguém se encostando em mim, tentei me virar mas aquelas mãos apertaram mais forte minha cintura me fazendo ficar parada.

— Pare de provocar - o sussurro que ele deu em meu ouvido fez todos os pelos do meu corpo se arrepiarem, mesmo com a música muito alta consegui ouvir o que ele disse.

Depois disso sinto suas mãos se desgrudarem da minha pele e então me viro, não encontrando ninguém atrás de mim, ele simplesmente sumiu no meio de todos, me perguntei se aquilo não foi um tipo de alucinação.

Resolvo então pegar mais uma bebida, dessa vez sem álcool, para ver se me acalmo, apesar de ter sido uma sensação boa ter ele atrás de mim senti um pouco de medo ao ouvir aquela voz, parecia estar me ameaçando.

Encontro uma garrafa de água e bebo mais da metade dela, queria ir para casa, meus pés já estão doendo por não estar acostumada a andar de salto e como já disse não gosto de ficar em lugares com muita gente, isso aqui tá parecendo mais uma sauna de tão quente.

Caminho entre todos tentando encontrar pelo menos uma das meninas para avisar que vou embora, já que não trouxe o celular e também viemos de táxi, queria falar para Suzan que não irei dormir na casa dela, procurei por todos os lados não encontrando nenhuma das três então resolvo ir mesmo sem avisar.

Saio da casa já percebendo a diferença de ar, aqui fora está muito mais fresco, caminho pela calçada até um ponto de ônibus mais próximo, as ruas estavam vazias porém iluminadas pelo menos, mesmo a três quarterões de distância da casa consigo ouvir a música bem fraca.

Continuo caminhando não encontrando nenhum ponto de ônibus próximo, até que ouço passos atrás de mim, aquilo fez um frio subir pela minhas costas e comecei a andar mais rápido, ouvindo os passos atrás de mim também aumentarem.

Comecei a correr desesperadamente, aquilo não pode estar acontecendo comigo, conseguia ouvir meu coração batendo rápido pelo medo, seja quem for está atrás de mim correndo também, acabei pisando de mau jeito e por estar de salto acabei caindo, tentei me levantar mas sinto uma mão no meu braço me puxando de encontro a um peito.

— O que uma menina tão bonita está fazendo sozinha andando por aqui em? - sentia o bafo de bebida saindo de sua boca - é perigoso sabia? - ele solta uma risada debochada.

— Por favor não faça nada comigo - tentava me soltar, de nada adiantava.

— Ah mas eu quero fazer uma coisa bem legal com você - ele me puxa em um lugar da rua que é pouco iluminado me encostando na parede e passando a mão na minha bunda - tenho certeza que irá gostar também.

— Por favor não - senti uma lágrima descer pela minha bochecha, ele passou sua língua nojenta no meu pescoço, eu mesmo tentando não conseguia empurrar ele, sinto sua mão passar por minha perna levantando meu vestido - SOCORRO! - grito o mais alto que consegui e ele tampou minha boca com sua outra mão.

— Quietinha princesa, eu sei que vai ser difícil, mas vê se não chama muito a atenção - senti vontade de vomitar, ele deu uma risada e levantou meu vestido até minha cintura e passou sua mão por minha intimidade, tentava fechar minhas pernas, mas a dele estava no meio das minhas me impossibilitando, não conseguia controlar minhas lágrimas, se eu tivesse ficado na festa isso não taria acontecendo.

— Filho da puta - o homem foi puxado com força fazendo eu cair no chão, ele recebeu um forte soco no rosto o desequilibrando caindo também no chão, o meu "salvador" subiu em cima dele acertando vários socos no rosto dele, parecia que ele iria mata-lo, me levantei e fiquei observando aquele massacre, fiquei ainda mais assustada.

— Pare, você vai matar ele - gritei quando percebi que o homem já não estava se mexendo mais, o garoto parou de bater e levantou virando-se para mim - Jungkook?! - ele caminhou até mim e puxou meu braço.

— Saia daqui... - disse me empurrando fracamente na direção onde eu seguia antes - não me desobedeça - falou me encarando seriamente e o que eu vi me assustou mais ainda.

— Seus olhos... - sussurrei mais para mim mesma, eles estavam... Amarelos? - por que seus olhos estão dessa cor? - ele fechou os olhos fortemente e deu um passo para trás virando de costas.

— Não é nada, agora vá.

— Eu não...

— VÁ! - ele se virou e seus olhos estavam ainda mais amarelos, dava pra perceber de longe a raiva que ele estava sentindo.

Dei um passo para trás arregalando os olhos, mas continuei parada ali, quando vi que ele deu um passo para frente dei outro para trás.

— Não me faça acabar com você também - a ameaça saiu mais como um rosnado. Então corri, corri como nunca, meus pulmões já estavam clamando por ar, mesmo assim continuei correndo, até observar um ônibus vindo, acenei para o mesmo fazendo ele parar, quando subi e percebi que estava salva olhei para trás não vendo nenhum sinal de Jungkook muito menos daquele homem.


Notas Finais


Então gente foi isso, espero que tenham gostado.

Quero pedir mil desculpas por ter demorado para postar, eu não sei explicar direito o porquê da demora.

Mas o importante é que postei.

Saibam que não irei desistir da história ok? Eu demorei muito não só por falta de criatividade e de tempo mas também por não querer que vocês tenham um capítulo meio bosta.

Vou entrar em semana de provas então essa é minha desculpa por demorar a postar novamente.

Pois irei demorar, confesso.

Mas não desistam da história também por favor.

Compartilhem.

Comentem o que acharam.

E favoritem.

Até a próxima.

😘😘😘😘❤❤❤❤


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