História Meu Maior Pecado† (Yoonmin, Namjin) - Capítulo 21


Escrita por: ~ e ~thaliemessi

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Automutilação, Bangtan Boys, Bts, Daddyink, Jimin, Namjin, Suga, Yoomin
Visualizações 55
Palavras 1.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpe a demora bebês :( não me matem por favor, eu amo vocês ok? aqui um cap novinho para vocês, espero que gostem <3

tradução: Comido Vivo

Capítulo 21 - Eaten alive


 

Yoongi P.O.V.

 

Acordo no meio da noite sentindo algo me mordendo. Olho para baixo, tentando identificar o que estava causando isso e, quando olho para minhas coxas, encontro alguns roedores rasgando minha pele, alimentando-se dela.

Tento espantá-los mexendo-me, porém eles não recuam, então, com muita dificuldade, levanto-me, mas a dor que sentia em todo meu corpo faz minhas pernas fraquejarem, quase me fazendo cair. Os ratos haviam largado minha pele devido à altitude – não muito grande, mas o suficiente para que não alcançassem as feridas abertas em minhas pernas – entretanto, os cortes feitos por seus dentes afiados sangravam, manchado minha pele alva com seu tom escarlate.

Eles estavam presos aqui, famintos.

Tento afastar-me deles, porém acabo enroscando meus pés às corrente que prendiam meus pulsos, fazendo-me ir de encontro ao chão. Os roedores não tardaram a correr em minha direção, atacando-me novamente, dedicando-se a lacerar minha pele aos poucos. Era perturbador vê-los segurando pedaços de meu corpo com suas patinhas, devorando-os lentamente com seus pequenos dentinhos, vendo suas pequenas bochechas completamente sujas de sangue – o meu sangue – movendo-se com a mastigação.

Sinto como se pequenas patinhas percorressem minhas costas nuas, parando pouco abaixo de meus machucados. Olho para trás e, mesmo com a escuridão do cômodo, consigo enxergar quase perfeitamente eles lambendo o sangue – agora seco – presente nas feridas abertas de minhas costas, também raspando seus dentes em minha carne, tentando arrancar pedaços dela. Eu me debatia, tentando fazê-los me deixarem em paz, mas era tudo em vão. Estava vivendo um pesadelo.

Mesmo com a dor das mordidas, tentava dormir, pois estava cansado e precisava dessa noite de sono para suportar o que viesse a acontecer amanhã. Depois de longos minutos tentando fazê-los me deixarem e fracassando vergonhosamente, encontrava-me exausto e furioso. Resolvo, assim, tomar alguma atitude mais drástica: pego os ratos por seus respectivos rabos, lançando-os com força contra a parede mais próxima de onde estava. Escuto os baques secos de seus corpos indo de encontro à parede, logo em seguida, vendo-os caindo no chão, debatendo-se de dor e morrendo lentamente. Infelizmente, alguns não morreram com o impacto e outros conseguiram escapar de meu alcance, escondendo-se nas sombras ou indo em direção aos corpos de seus antigos colegas de imundice, provavelmente para se alimentarem dos restos deles. Apesar de tudo, eu não queria ter feito isso, mas eles não me deixavam em paz.

Porém, o que mais me assusta é que eu adorei ver eles se debatendo de dor, até a morte.

 

Jimin P.O.V.

Eram três e cinquenta da manhã e eu não estava conseguindo fechar os olhos para dormir, pois algo atormentava meus pensamentos e esse algo tinha nome e sobrenome: Min Yoongi.

Por algum motivo, ele não saia de minha cabeça e, sempre que sua imagem vinha à tona, ela vinha acompanhada de um aperto sufocante em meu peito, de uma sensação ruim que não consigo explicar. Além disso, para piorar minha situação, há dias que não o vejo, nem, ao menos, ouço falar dele, sendo que, a última vez que tive notícias do garoto de cabelos negros foi quando Jin me contou que havia descoberto, ao ir falar com os donos da casa assustadora ao lado da sua, que ele era seu vizinho. Sinto que tem algo errado com ele, algo que não posso impedir está acontecendo, mas o quê? Sinto-me tão inútil! Sinto como se ele precisasse de mim, mas não posso fazer nada a respeito disso.

Levanto-me para ir ao banheiro de meu quarto, mas, quando estava quase chegando ao meu destino, simplesmente travo; um grande aperto se instala em meu peito, esmagando meu coração aos poucos. A dor é tão intensa que faz minhas pernas bambearem e meus joelhos irem de encontro ao chão, enquanto minhas mãos agarram desesperadamente minha camisa por sobre o lado esquerdo de meu peito, em cima de meu coração. O que diabos está acontecendo?

Após alguns segundos, consigo recuperar novamente minha lucidez, tomando novamente o controle sobre meu corpo. Com medo, levanto-me do chão gélido de meu quarto e corro para debaixo de meus lençóis, tremendo. O medo consumia-me lentamente. Não sabia por que estava assim, apenas sentia medo, muito medo.

Alguns minutos depois, todo o medo que eu sentia simplesmente sumiu, como se nada dele tivesse existido, como se nada disso tivesse sido real, assim como um pesadelo. Enquanto tentava recuperar meu sono, perdi-me em meus pensamentos, pensando sobre tudo que já havia acontecido desde o dia que havia mudado de escola, desde o dia que vi Yoongi pela primeira vez, passando pelo dia que o ajudei a ir à enfermaria, até o dia que Jin disse que havia escutado gritos e gemidos na casa ao lado, na casa de Yoongi. Jin havia me dito que seus vizinhos eram estranhos, isso é Yoongi  e seu pai.

Tudo está se conectando: suas faltas, suas pernas aquele dia, os gritos, absolutamente tudo. Preciso investigar mais sobre isso.

Preciso ir atrás de respostas.

Antes de me entregar ao cansaço, decido conversar com meus pais e Jin amanhã, quero dormir na casa deste para investigar mais sobre isso, preciso saber o que acontece naquela casa.

Preciso descobrir os segredos da família Min.

 

Yoongi P.O.V.

 

Sou acordado, pouco tempo depois de ter conseguido adormecer, com a porta do porão sendo aberta. Rapidamente, levanto-me, ficando de joelhos, temendo que fosse meu progenitor e, caso fosse ele, o que faria comigo. Ouço passos descendo a escada, porém eles pareciam ser causados por sapatos femininos e, conforme o som no velho assoalho de madeira, ia aumentando, com a aproximação da pessoa, apenas torcia mais intensamente para que realmente não fosse meu Mestre. Pode ser qualquer pessoa nesse mundo, menos ele.

Permaneci de cabeça baixa, enquanto via, pelo canto do olho, sapatos femininos parados em minha frente.

- Olhe para mim, animal! – Reconheço a voz de minha “Madrasta”, logo a obedecendo.

- S-sim, Madame? – Pergunto relutante. Sinto o lado direito de minha face arder muito e vejo a palma de sua mão estendida em frente ao meu rosto, fazendo-me entender que eu acabara de receber um tapa da mulher a minha frente.

- Quem te deu o direito de falar?! Hein?! Animais não falam, esqueceu? – Ela esbraveja, desferindo outro tapa em meu rosto, porém, desta vez, no lado esquerdo. Abaixo minha cabeça, tentando mostrar-lhe submissão, pois não queria mais apanhar. Pouco tempo depois uma risada sarcástica ecoa pelo pequeno cômodo e, quando levanto minimamente meu olhar, sem ousar mover meu rosto, vejo que ela olhava fixamente para minhas feridas.

- Ora, ora, ora, parece que alguns ratinhos vieram te perturbar hoje, não? Essas feridas estão um nojo. Devemos cuidar delas, não? Você não pode morrer ainda, Yoonie, não depois de todo o trabalho que eu tive para conquistar o seu pai, só para mim, com você no caminho. Preciso te fazer sofrer mais, entende? Afinal, você foi a única coisa que me atrapalhou de tê-lo só para mim. Por que se dependesse só da sua mãe, nós já poderíamos estar juntos há muito tempo. Mas, não, você tinha que existir e atrapalhar tudo! – Ela dizia, enquanto seguia até o armário, aquele maldito armário. Volto meu olhar novamente para o chão, não querendo saber o quê ela tiraria de dentro dele, mas, quando ela se aproxima novamente, não demora muito para que eu sinta uma ardência insuportável em minhas costas, como se queimassem. Entretanto, reprimo o grito de dor. – Me mostre todas as suas feridas. Preciso jogar álcool em todas, sem falta – assim que ela termina de pronunciar, não demoro a expor minhas feridas a ela, até mesmo aquelas que não estavam em lugares nada favoráveis, como minhas nádegas. Conforme ela ia jogando o produto, eu reprimia gritos cada vez mais fortes e dolorosos que os anteriores. Aquilo ardia como o próprio inferno.

Após longos e torturantes minutos, ela finalmente dá-se por satisfeita, parando de jogar o conteúdo sobre meu corpo. Assim que ardência diminui um pouco, por causa da evaporação do líquido volátil sobre minha pela febril, levanto meus olhos, encontrando seu olhar fixo na parede oposta do cômodo, a parede que estavam os ratos mortos.

- Parece que você matou alguns dos seus amiguinhos. Você é um bichinho muito malvado e deve ser punido por isso. – Um sorriso ladino formava-se em seus lábios, um sorriso que fez com que todos os pelos de meu corpo se arrepiassem. Ela vem para mais perto de meu corpo e segura meu queixo com brutalidade, fazendo-me encará-la. – Você deve estar com fome, né, Yoongi? – “Não, por favor, isso não pode estar acontecendo, não, por favor”, era tudo que passava por minha mente naquele momento. – Então, por que não come aqueles pobres ratinhos ali?

- P-por favor, n-não – suplico já com a vista embaçada por causa das lágrimas acumuladas em meus olhos. Ela dá mais um sorriso sinistro, na verdade, um completamente psicótico.

- Animais não falam, Yoonie.


Notas Finais


Espero que tenham gostado bebês ^^ comentem e compartilhem bastante essa fic, vocês não sabem o quanto isso me incentiva, e se você tiver teorias sobre a fic também eu adoraria ler! nos vemos no cap que vem pequenos, Annyeong!


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