História Meu Melhor Amigo - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Pearl Jam
Personagens Eddie Vedder, Jeff Ament, Matt Cameron, Mike McCready, Stone Gossard
Tags Amizade, Grunge, Pearl Jam, Romance
Visualizações 9
Palavras 654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


vamos direto ao que interessa né.
Um pequeno flash de Montana sofrendo.

Capítulo 2 - 2


Fanfic / Fanfiction Meu Melhor Amigo - Capítulo 2 - 2

Os meses que seguiram foram muito solitários. Jeff parecia ter esquecido de mim em suas novas aventuras e eu fiquei em Big Sandy apenas com Clara. Mas minha amiga não podia andar comigo pela cidade, pois seus pais tinham uma rotina apertada para ela, além de limitarem em algumas horas no Sábado para a gente sair livre por aí.

Não que meus pais fossem extremamente descansados comigo, porém pela cidade ser pequena e eles saberem que não teria como eu aprontar alguma coisa sem que eles soubessem, eu era livre para andar. Porém sem Jeff ou Clara eu não tinha muito que fazer.

E não vou negar, o fato dele não me ligar ou me mandar um Postal que fosse, só me fazia crer que ele havia esquecido de mim.

O fato de sua família morar ao meu lado não facilitava para mim. Eu via seus pais e Barry todos os dias e sempre esperava que ele fosse sair porta a fora, mesmo sabendo que ele não estava mais lá. Ou pela janela do meu quarto eu via parte da janela dele, que agora ficava sempre com a luz apagada. Eu sentia muito sua falta.

-Ei Nanica – escuto Barry me chamar enquanto estou sentada no gramado do fundo de casa. Ele abre o portão de madeira que conectava os quintais e chega mais perto – tudo bem? Não te vejo mais por aí como antes.

- Tudo tranquilo – falo meio desanimada – eu ando ficando mais em casa mesmo.

- Jeff não te ligou não é? – nego dando de ombros – ele só nos ligou uma vez. Não fique chateada. Pelo que entendi ele anda trabalhando em muitos turnos para se manter.

- Tudo bem, não precisa se desculpar por ele. Talvez se fosse eu no seu lugar, eu também não olharia para trás.

- Não é nada disso Montana, você está entendendo tudo errado. Meu irmão é louco p.. – ele para no meio da frase como se percebesse que falara demais, ele respira fundo e recomeça – o negócio é que ele anda sem dinheiro. Mas não demora manda notícias, ok?

-Se você diz – falo não dando muita atenção. – tenho que entrar e fazer meu dever. Te vejo por aí Barry. 

Levanto mais chateada do que antes, sem entender porque ele já havia ligado para casa, e para mim nem sinal de fumaça.

...

   Alguns dias depois, no meio da tarde, o telefone de casa toca.

-Alô – falo sem vontade, já esperando ser algum engano.

-Ouvi dizer que nesse número tem uma menina louca de saudades de mim – reconheço a voz dele e um turbilhão de borboletas toma conta do meu estomago.

-JEFF? Oh meu Deus! Como você está? – falo gritando sem conter minha alegria.

- Ei Tampinha! Eu estou bem e você?

-Bem também, nada de novo nessa “grande”cidade e aí, me conta tudo!

-Só trabalhando muito linda, a vida fora de casa não é fácil, mas é divertida. – ele fala e eu seguro minha respiração, ele me chamou de linda! Ah Jeff.

-E a banda me conta?

-Já estou me apresentando, coisa pequena, em pequenos bares, mas a adrenalina é algo fora do comum. Um dia você vai me ver Tampinha e vai morrer de orgulho de mim.

-Quem eu? Acho que não – falo brincando – eu já morro de orgulho de você.

-Não faz assim ok? Se você me fizer chorar agora, tenho um bando de marmanjos prontos para tirar uma com a minha cara para sempre. – ele fala baixinho.

- Tá bem, vou guardar meus elogios para quando te ver de novo.

- Isso mesmo – ele fala rindo – eu tenho que ir, só liguei para te dar oi e falar que estou vivo. Saudades de você.

- Eu também Jeff, muitas – mais do que você imagina, penso comigo

- Beijo Tampinha.

-Beijo Jeff, se cuida – e assim ele desliga. E eu não consigo tirar o sorriso rasgado da minha cara, nem mesmo enquanto durmo.


Notas Finais


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