História Meu melhor amigo é gay - Capítulo 13


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Categorias Originais
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Palavras 832
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi.
Consegui postar \o/

Capítulo 13 - Aceitação


Fanfic / Fanfiction Meu melhor amigo é gay - Capítulo 13 - Aceitação

Preciso terminar de contar para vocês como acabaram essas semanas que eu não dei sinal de vida. Certo, depois do Marcos ir embora e eu ficar pensando nele à noite, eu precisava dormir. O problema é que minha mente não desligava daquele sorriso lindo que eu ganhei dezenas de vezes naquela noite e, que eu queria mais umas centenas. Peguei seu número no bolso na minha calça e o adicionei, com a intenção de tentar conversar com ele naquele mesmo momento. Depois de alguns instantes, uma voz rouca e baixa atende e pede a identificação daquele que ligava. Falei meu nome e, depois de segundos, ouviu-se um suspiro e uma vozinha bem baixa, acho que para não escutar, dizendo "ai, que bom". Marcos estava feliz por falar comigo, acho. Perguntei como ele estava e tals. Com uns dez minutos de conversa, ele falou que iria à minha casa. Eram 00h27. Falei que teria aula nesse dia e falou que não havia problema, que se precisasse, ele me levava para a escola. A única coisa que lhe pedi era para não tocar a campainha nem buzinar. Dez minutos depois de finalizar a ligação, Marcos manda uma mensagem dizendo que chegara e que me esperava no portão. Meu coração pulsava animado, mas tenso. Eu descia as escadas na ponta dos pés, como aquelas crianças que iam na cozinha pegar doce à noite, peguei a chave da porta em cima da mesa e abri. Na luz da madrugada, Marcos estava encostado no carro de braços cruzados, sorriso no rosto e cabelos esvoaçantes. Eu fui ao portão, encaixei a chave e girei. Marcos colocou sua mão em cima da minha, depois em meu rosto, atravessando o portão ainda fechado. Pegou em meu cabelo e me puxou para perto de seu rosto. Sua respiração quente tocava meu rosto delicadamente e quando nossas bocas se juntaram, ele me puxou pela cintura. Meu corpo gélido tocou o portão, ainda mais gelado, enquanto eu colocava minhas mãos em seu peito. Infelizmente, tive que parar um momento para conseguir destrancar e a gente entrar em casa. Ao me ver, agora sem um obstáculo no caminho, Marcos me abraçou, apoiando sua cabeça no meu ombro. Suspirou no meu ouvido, dizendo que não queria mais ficar longe de mim. Completou me dando um beijo no pescoço. Meus pelos da nuca se arrepiaram e eu agarrei seu cabelo, sentido seu perfume mais e mais perto de mim. Peguei sua mão e fui levando-o para dentro de casa. Com nossas mãos ainda entrelaçadas, Marcos fecha a porta do meu quarto. Ele pega na minha cintura e me leva para um dos cantos, pega na minha nuca e abre a boca para que eu o beije. Coloco minha mão embaixo da sua blusa, deslizando para seu peito e para sua barriga novamente. Marcos me prensa na parede, me pega pelas coxas, me deixando na sua altura, alcançando perfeitamente sua boca. Eu entrelacei minhas pernas com sua cintura e meus braços estavam em volta da sua cabeça. Instantes depois, a luz do corredor se acende e passos podem ser escutados. Marcos me solta e vai se esconder dentro do meu guarda-roupa. Eu me jogo na cama, me cubro de qualquer maneira com o cobertor, esperando que minha mãe volte para seu quarto. Mas ao em vez disso, a porta é aberta e vem uma luz na minha cama. Eu começo a ficar nervoso e o suor escorre pela minha testa. Ela diz, "Lucas, por que não me avisou quando chegou em casa?!". Mas vendo que eu estava, supostamente, dormindo, sentou do meu lado e se abaixou para me dar um beijo. Antes de chegar na minha bochecha, ela falou em tom de indignação e frustração, "Lucas... não me diga que esse perfume que está na sua blusa não é seu. Se eu descobrir que você está saindo com outros meninos... ou não sei, fazendo coisas com eles... terei que comunicar seu pai urgentemente." Essas palavras fizeram eu suar mais ainda. O fato da minha mãe e, ainda pior, meu pai não me aceitarem, vai ser uma merda. Eu vou me fuder tanto. Aposto que Marcos ouviu isso também. Quando ela sair do quarto, eu dou um jeito de conversar com ele a respeito. Minha mãe encosta a porta, ainda com uma fresta de luz transparecendo. Dadas umas 3 da manhã, eu levanto e abro a porta do guarda-roupa. Marcos me abraçou forte. Me deu um beijo, outro e mais um. Me abraçou novamente. Me deu outro beijo, dessa vez na testa. Segurou minhas mãos suadas. Se dirigiu para a porta. Tentei ir atrás dele. Mas resolvi deixar ele ir. Ás 6, eu levantei e dei de cara com minha mãe, me olhando seriamente, encostada à porta. "Lucas, e aquele cheiro de perfume masculino na sua blusa ontem?". "Era meu perfume, mãe.". "Não, não era, Lucas.". "Mãe...". "Não quero saber. Vou falar com seu pai hoje mesmo e você dirá. Tudo o que esconde de nós.". "Mãe..."

...


Notas Finais


Sei que não ficou com mais de mil palavras. Mas do mesmo jeito, espero que tenham gostado.
Ah e obrigada. Pelos 95 favoritos.


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