História Meu Melhor Erro - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Big Brother Brasil
Personagens Ana Paula Renault, Daniel Manzieri
Tags Ana Paula, Bbb16, Daniel, Pauniel
Exibições 86
Palavras 2.475
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, leiam as notas finais e boa leitura, se é que alguém ainda vai ler :/

Capítulo 20 - Capítulo 20.


ANA PAULA

Março de 2017

Sou oficialmente apresentadora do Vídeo Show ao lado do Joaquim Lopes. Há seis meses, desde outubro. Assinei um contrato de dois anos e eu não poderia estar mais feliz.

Tirando a parte que Daniel sente ciúmes de Joca. Sempre explico que a temática do programa, é humor.

Sempre dançávamos juntos,  ele me elogiava eu o elogiava, mas apenas trabalho. Afinal Joca tem namorada,  agora. As coisas mudaram.

Mas o ciúme de Daniel,  nem é a minha principal preocupação nesse momento.

Na verdade, é o contrário disso, a falta disso. Sinto que ele está distante ultimamente, só pensa em trabalho.

Olhei para a cabeceira da cama e lá estava o registro de nossa primeira viagem, fora do Brasil. Uma foto tirada na frente do Opera House, em Sydney.

Passamos uma semana na Austrália, a escolha do país, foi dele, e eu concordei.

Foram dias maravilhosos, muita praia, e festas, e romance . Isso sem contar, algumas viagens que fizemos pelo Brasil.

Sempre decidiamos de última hora. Surgia um assunto sobre uma cidade, quando estávamos de bobeira, e tempos depois estávamos fazendo as nossas malas.

Sul e Nordeste, foram nossos principais destinos. Isso quando ele, não fazia uma surpresa de última hora, chegando de repente, nos hotéis, onde eu havia me hospedo.

Terminei de responder alguns twtees, e de twittar, e olhei para o Daniel. Ele estava totalmente concentrado, na mesa, onde se encontrava seu notebook.

— Dani,  vem deitar, amor — chamei ele.

Ele nem tirou os olhos do tablet.  Apenas mumurrou um "Daqui a pouco,  eu vou"

Bufei exasperada.

O que está achando acontecendo com nós dois? Eu não queria brigar, mas era preciso. Ao invés de aproveitar os momentos, do meu lado,  quando eu estava em casa, ele simplesmente, preferia trabalhar.

Levantei da cama, e parei na frente dele, colocando a mão na cintura.

— Chega, Daniel. Precisamos  conversar.

Ele levantou os olhos.  E eu continuei:

— Você tem trabalhado demais. Nem tem tempo para nós — disparei.

— E você tem? Sempre viajando, eu quero ter mais tempo com você, também. No carnaval, então...

Sim, tivemos alguns problemas no carnaval.  Ao mesmo tempo, que estava orgulhoso, por eu ser uns dos destaques de uma escola do grupo especial, do Rio.

— Eu te falei, no carnaval seria puxado. Dani, eu nunca tinha desfilado numa escola, antes, como destaque, exigiu muito de mim. Ensaios — relatei. — E apesar dos inúmeros compromissos, da agenda apertada, eu estou aqui,  Daniel. Estou morando com você,  como você pode achar que não está bom, desse jeito?

— É que, é sempre assim,  trabalho para você é diversão.  Mas não é assim com todo mundo —  reclamou.  — Existe toda uma parte burocrática,  chata, mas você não entende, não é mesmo?

— Minha empresa está crescendo a cada dia — continuou. — Eu sei que as coisas não estão do jeito que sonhamos,  mas eu estou fazendo isso justamente por nós dois. Para comprar a nossa casa. E realizar nosso casamento. Eu dou valor a cada centavo que ganho, já passei por dificuldades financeiras quando morava com a minha mãe.

Era isso? Comecei a sentir culpada, Daniel estava ralando para poder me oferecer o melhor. 

Será que ele não entendia que a melhor coisa que poderia me oferecer é seu sentimento? Enquanto estivermos juntos,  eu estarei bem.

Fiquei sem saber o que responder.

— Eu não poderia imaginar — foi tudo o que eu disse.

— Eu quero viver numa casa grande,  aconchegante, onde a gente possa criar nossos cinco filhos — falou sorrindo.

Nossa conversa tinha passado de uma briga, para uma conversa descontraída.

 Isso me fez sorri, também. Estávamos mudando muito. Nosso relacionamento, amadurecendo.

— Cinco filhos? — questionei, sorrindo. — Não é muito?

— Não acho muito, eu quero cinco — afirmou sorrindo, também.

— Tudo isso? Três, no máximo, vai? Talvez um cachorro. Gosto de cachorros.

— Isso, então três filhos e um cachorro, pode ser?

Eu ri.

— Pode ser, estamos combinados.

— Você tem razão,  chega de trabalhar por hoje —  concordou,  deixando o tablet da cabeceira e levantou.  —  Vamos deitar.

Suspirei.

— Na verdade,  antes eu queria te mostrar uma coisa, antes — avisei.

Daniel me olhou, preocupado.

— O que foi, anjo? É coisa séria, é?

— Sim é sim,  eu acho que você deveria ver, ler e me dizer o que acha — respondi.

— E o que é?

Fui até a gaveta onde havia aguardado a pasta, com o papel do contrato.

Por mais que eu estivesse convicta quanto a minha resposta, e seria não,  seria interessante ouvir a opinião de Daniel.  Ele é muito sensato, quando precisa.

Ele leu o contrato em poucos minutos, com uma expressão séria. Estava concentrado. 

Quando terminou, olhou para mim:

— Bem,  eu  estou impressionado.  Isso é uma proposta de emprego quase irrecusável, anjo — falou,  entregando os papéis, para mim.

— Pois é, a Paula Cristina me disse a mesma coisa — comentei. 

Ele me olhou fixamente.

— Pensei que você estivesse realizada na bancada do Vídeo Show — comentou,  passando a mão pela barba.

— Eu estou essa é a melhor fase da minha vida. Está tudo perfeito, mas...

— Mas...?! — repetiu.

— Tenho que levar em consideração essa possibilidade.

— Na Europa. Seria bom para sua carreira,  mas isso te deixaria ainda mais longe de sua família,  seus amigos...

— E de você — completei.

Daniel assentiu.

— Em Londres. Eu teria que ficar um ano,  gravando um programa de viagens. Eu iria receber em Euros.  É um contrato milionário.

— Tem tudo à ver com você — disse Daniel.

— Eu vou dizer não.

— Não diga que não quer.  Porque acho que nem você tem essa certeza.

— Você tem um prazo não é?

— Sim, eu tenho — confirmei.

— Aproveite bastante, você deveria considerar a possibilidade de dizer sim ... — ele fez uma pausa. — Ou você quer... terminar comigo?

Terminar? Eu não podia está ouvindo aquilo.

— Não, eu estou te contando.  Eu amo você. Eu não quero ir para tão longe assim — falei, beijando o rosto dele.

— Não faz sentido. Seria egoísmo da minha parte.  Eu sempre sonhei com a bancada,  e agora estou lá.  Não posso jogar tudo para o alto.

— Mais cedo ou mais tarde, você vai se cansar de mim. Sou um cara simples, que gosta meditar, você não vai me querer, para sempre.

— Daniel, nós não mudamos, por causa do outro, somos diferentes, mas não vou desistir de você, por isso. Sei que não. Você é diferente, mas eu sei que se eu não estivesse com você,  Daniel,  eu provavelmente estaria sozinha.

Ele sorriu.

— Não importa aonde eu esteja, em Minas, Nordeste, Estados Unidos, eu sempre vou voltar para você. Sempre.

— É só que eu te amo demais e tenho.medo de te perder — revelou ele.

— Não vamos nos perder nunca mais.

          Alguns dias depois...

Era sempre a mesma coisa. Aeroportos, check-in, hotéis, eventos.  Uma rotina que eu havia me acostumado.

Afinal sempre gostei de uma vida agitada.  Mas eu estava a maior parte do tempo no Rio de Janeiro,  agora.

Mandei uma mensagem para Daniel, pelo WhatsApp, avisando que eu já estava de volta ao Rio, dentro do táxi.

Assim que abri a porta, ele veio em minha direção, me beijando, com vontade.

Me separei para olhá-lo.

— Isso tudo é saudade? — perguntei.

— Sim, muitas saudades — respondeu,  me beijando de novo,  dessa vez,  aprofundei o beijo, enquanto minhas mãos tocavam o cabelo dele.

Daniel continuou me beijando , me levando em direção ao quarto. E me encostou na porta.

Ele parou o beijo, com selinhos e olhou em meus olhos.  Foi quando eu percebi que ele estava tenso.

— O que foi? — perguntei.

— Nada — respondeu, e colocou a mão, na maçaneta. — É que eu tenho uma surpresa pra você — completou.

— Supresa?

Pronto. Foi o suficiente, para o meu coração disparar. Daniel era muito romântico. O que será que ele havia aprontado dessa vez?

— Pode entrar — ele disse.

Respirei fundo e entrei, depois dele.

O quarto estava irreconhecível. Parecia até outro lugar. Todo iluminado, com luzes vermelhas e amarelas escuras.

Flores por diversos lugares,  e uma garrafa de vinho, e duas taças.

E a cama de lençóis brancos, estava repleta de rosas vermelhas.

— Você gostou? — perguntou incerto.

Virei para ele.

— Você ainda pergunta? Eu amei, mas porque tudo isso?

— Você merece, só por isso.

Sorri.  Daniel era mais do que eu poderia esperar de um namorado. Sorrindo,  eu fui até a garrafa de vinho.

— Depois bebemos o vinho. Quero algo mais doce, para iniciar a noite —
falou, pegando a taça e colocando de volta no lugar onde estava.

— Minha doce, Ana — sussurou.

Ele me colocou com delicadeza na cama, e subiu em cima de mim.

Voltamos a nos beijar, e todas aquelas roupas, se tornaram um incomodo, para nós dois.

Retirei e camisa dele, e ele se livrou da calça, para em seguida, retirar meu vestido leve, me deixando apenas com minha calcinha fina.

Ele sorriu só ver meus seios descobertos, e o segurou com as duas grandes mãos, acarenciando, para  seguida colocar o mamilo esquerdo na boca.

Segurei a cabelo dele, com força enquanto ele mordiscava o bico, ele fez o mesmo com o direito.

— Eles são perfeitos — sussurou ele.

Uma de suas mãos, desceram pela minha coxa, e sem delicadeza, rasgou. minha calcinha.

Ele penetrou um dedo, e eu arfei com seus movimentos lentos.

— Tão molhada.

Arquiei minhas costas,  quando ele colocou o segundo dedo.

Comecei a sentir os espasmos, e gozei sem nem te-lo dentro de mim.

Fiquei ofegante, deitada ao lado dele.

— Só o primeiro orgasmo de muitos nesse dia — ele prometeu.

[...]

DANIEL

Estava morrendo de saudades de ficar assim, com Ana. E ainda discutimos no outro dia. Também, dessa vez, para compensar, eu decorei nosso quarto, deixando num clima bem romântico.

Fizemos amor, para matar a saudades, na cama coberta de pétalas de rosas. Com champanhe,  chantilly,  morango.

Senti tanta saudades de ficar assim, com ela. Amando sem pensar mais em nada.

Enquanto ela descansava, eu fui para o banheiro preparar um banho de banheira, para nós dois, coloquei rosas na água, e hidratante. Deixei ela exausta, e ela precisa relaxar, um pouco.

Eu não sabia como fazer aquilo do jeito certo. Sempre fui muito romântico, mas estava realmente desesperado.

Um pedido de casamento, era isso.  Comprei a aliança,  e preparei esse clima,  até aqui,  ela adorou mas...

E se ela dizesse não? Uma vez tivemos uma conversa, assim que nos conhecemos.  Será que ela mudaria de ideia sobre casamento, e perderia o medo, por minha causa?

Segurei o anel em minha mão e voltei ao quarto.

Ana olhou para mim,  deitada na cama e sorriu.

— Ana, eu pensei em muitas formas de fazer isso, mas sinceramente nenhuma parecia boa o bastante.

Caminhei me aproximando ainda mais.

— Resolvi agir com o meu coração.  Ser o homem simples que sempre fui para te dizer, que eu não quero mais ser apenas seu amante.  Apenas o homem que te satisfaz na cama,  quero ser também,  seu melhor amigo, aquele com quem você poderá contar,  sempre.

Nesse momento eu me ajoelhei e mostrei a aliança:

— Ana Paula Renault, você me daria a honra de ser minha esposa?  Casa comigo?

[...]

ANA PAULA

Aqueles olhos verdes me encaravam ansiosos a espera de uma resposta.

E eu fiquei sem reação com suas palavras.  Corri até ele, com os olhos marejados, emocionada.

— Sim, sim, sim — respondi o abraçando. — É tudo o que eu mais quero,  meu amor

— Minha noiva — ele disse, olhando em seus olhos.

Sorri com a novo status.  De namorada à noiva e depois seria esposa.  Meu coração disparou com simples pensamento.

— Faça amor com a sua própria noiva — pedi.

— Seu pedido é uma ordem — ele respondeu,  me colocando na cama novamente,  deitando em cima de mim.

As peças íntimas foram tiradas rapidamente,  assim como a boxer de Daniel.

Ele me penetrou devagar e permaneceu nesse ritmo torturante. Enquanto me beijava e dizia que me amava.

Ele estava fazendo tudo tanta calma, que minha vontade era pedir para ele ir, mais rápido. Ele estava ainda mais carinhoso do que normalmente era.

Mas eu queria aproveitar cada momento. Podíamos sim, ir bem devagar.

Íamos em casar, eu teria Daniel para sempre comigo. Isso acalmou meu coração, de me fez me entregar as carências dele.

[...]

— Estou com fome — avisei ao sentir minha barriga roncar.

Olhei para a janela,  havia escurecido. Havíamos passado horas na cama, nos amando. Além da rodada,  na banheira.

— Estou com fome, de você — disse ele, beijando meu pescoço.

Daniel estava insaciável.

— Eu quero mais, só estou com fome. Minhas energias se foram, culpa sua, gastei todas as minhas energias com você — falei.

— Não posso fazer nada, você é tão  gostosa, tão boa, que eu quero sempre mais de você. Consegui deixar você cansada?

Sorri,  sim ele conseguiu me cansar.

—  Exausta, mas saciada —  respondi.

— Ainda bem.  Agora vou trazer seu jantar — informou saindo da cama.

Depois voltou, com una bandeja.

O jantar estava uma delícia, e eu comi rapidamente, afinal estava faminta.

[...]

Não me lembro de ter tantos orgasmos numa única noite. Se Daniel queria fazer da noite em que pediu em casamento, inesquecível, ele se superou.

Uma de suas mãos estavam entrelaçadas na minha.

— Essa aliança está ainda mais linda, do que quando a comprei. Ela ficou perfeita em você . Agora só falta uma coisa.

Olhei para ele.  Não poderia imaginar mais nada.

— Ainda falta alguma coisa?

— Sim,  marcar a data.

— Vamos com calma, meu amor. Você acabou de pedir em casamento.

— Calma?  Eu acho que não posso esperar muito.

— Por quê não pode esperar.  Não vamos nos apressar. Para fazer uma festa linda,  muito bem organizada.

— Que mês? — perguntou.

— Que tal  daqui a seis meses? Setembro?

— Seis meses?  É muito tempo.

— Não acho que faz tanta diferença assim. Já moramos juntos.

— Casamento é diferente.  É oficializar tudo.  Senhora Manzieri,  já pensou?

Sorri ao me imaginar com o sobrenome.

— Precisamos de tempo, para organizar tudo.

— Tá certo.  Mas acho que devemos  contar que estamos noivos. Tirar uma foto de nossas mãos, com as alianças

— Será?

— Claro, pode contar para todo mundo. Quero que todos saibam, o mais rápido possível: Seus fãs. Todo mundo tem que saber. Que você vai ser minha mulher.

Tiramos a foto de nossas mãos com as alianças.

— Estou tão feliz, que nem consigo parar de sorrir. — falei.

Daniel também permanecia com aquele sorriso lindo, quando respondeu:

— Eu também não.


Notas Finais


Depois quatro meses, eu estou de volta. Acredito que tivessem pensando que eu desisti de MME, mas na realidade eu desisti do shipper, mas hoje senti saudades de pauniel, fui reler os capítulos e me dei conta de que os capítulos estavam todos prontos só preciso revisar, por isso eu voltei para terminar essa fanfic.


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