História Meu Namorado De Aluguel - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~IchirukiBrasil

Postado
Categorias Bleach
Personagens Ichigo Kurosaki, Rukia Kuchiki
Tags Bleach, Ichigo, Rukia
Exibições 241
Palavras 2.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Intriga


Fanfic / Fanfiction Meu Namorado De Aluguel - Capítulo 15 - Intriga

Só depois de desligar e enviar o endereço, eu percebi que não estava vestida para me encontrar com alguém. Não que fosse um encontro. Mas era uma situação do tipo “estou a fim desse cara e quero que ele goste de mim, em vez de sentir pena, por isso não devia aparecer vestida com calça de ginástica e regata e sem nenhuma maquiagem”. Mas eu já tinha marcado.  Ou ele me via assim, ou eu desmarcava. Eu não queria cancelar. 

 

Não tinha importância, de qualquer forma. Ele viu o filme do meu irmão, e nele eu parecia, além de burra e superficial, horrível. E me preocupar com o fato de ele ter me visto horrível, além de burra e superficial, talvez me tornasse ainda mais burra e superficial, e era assim que eu me sentia. Mas eu queria muito vê-lo, então deixei tudo isso de lado. Meu dia estava péssimo, e pensar em vê-lo era o único destaque até agora.

 

Estava frio na sorveteria. Eu queria saber se tinham que manter a temperatura baixa por causa do sorvete ou se era só a preferência dos funcionários. Como consumidora, eu preferia um pouco de calor. Sempre ia parar nas mesas de metal do lado de fora.

 

Dei uma olhada em todos os sabores novamente enquanto esperava o Ichigo, sem saber se devia pedir ou continuar esperando.

 

— Vai pedir agora? — perguntou o funcionário atrás do balcão.

 

— Estou esperando uma pessoa — respondi novamente.

 

— Acho que estudamos no mesmo colégio. Seu nome não é Rukia?

 

Olhei para ele. Mais uma pessoa que eu não conhecia. Estar na liderança do conselho estudantil significava que muitas pessoas sabiam o meu nome sem que eu soubesse o delas, mas, ultimamente, isso me incomodava muito.

 

— A gente se conhece?

 

— Não.

 

— Que bom — falei com um suspiro, depois percebi que impressão isso dava. — Não que eu não quisesse te conhecer. Só pensei que tinha esquecido o seu nome.

 

Ele apontou para o crachá com o nome Kiriko.

 

— Ah. Certo. Eu só quis dizer que pensei que devia saber o seu nome sem olhar e... Deixa para lá.

 

— Vai pedir?

 

Ergui as sobrancelhas. Eu estava pegando o hábito do Ichigo?

 

— Ah, é. Você está esperando alguém. — Por que ele falava como se não acreditasse em mim? Eu não estava esperando havia muito tempo, estava? Olhei para o celular. Estava ali havia quinze minutos. Talvez Ichigo tivesse mudado de ideia. — Vou esperar lá fora..

 

É o que eu teria dito alguns dias atrás.

 

Vi a linha de confusão se formar entre os seus olhos.

 

— Então... — Olhei de novo para o crachá. — Kiriko-san. Está no último ano?

 

— Sim.

 

Eu assenti.

 

— Qual é a sua história?

 

— O quê?

 

— O que você gosta de fazer? Pratica esportes?

 

— Eu corro.

 

— Legal.

 

A porta se abriu, uma campainha soou, e eu me virei com um suspiro aliviado. Ichigo sorriu para mim. Ele estava usando os óculos dos quais eu quase havia esquecido. Ficava fofo com eles. Como eu pude pensar que caras de óculos não faziam meu tipo? Eu tinha a sensação de que qualquer coisa que Ichigo usasse seria meu tipo.

 

— Oi.

 

Ele nem olhou para minha roupa, como eu imaginei que faria. Só se aproximou, parou do meu lado e olhou os sabores.

 

— Quais são os melhores? — perguntou ao Kiriko.

 

— Não sei. Não gosto muito de sorvete.

 

— Quê? — Ichigo reagiu incrédulo. — Como um cara que não gosta de sorvete trabalha em uma sorveteria?

 

— Meus pais são os donos.

 

— Ah, faz sentido. Há quanto tempo eles têm a sorveteria?

 

— Vinte anos.

 

— Você cresceu aqui, então?

 

Kiriko apontou para o chão.

 

— Sim, cresci aqui.

 

— Criado com sorvete. Entendo por que você não gosta muito.

 

Kiriko riu.

 

— Eu odeio sorvete.

 

E é assim que você descobre a história de alguém, pensei. Como ele fazia isso com tanta naturalidade?

 

Ichigo sorriu para mim.

 

— O que vai querer?

 

— Hum... Pensei em rocky road, mas não gosto muito de castanha.

 

— Kiriko, a Rukia gosta do sabor da castanha, mas implica com a textura. Você pode tirar todas da massa?

 

Dei uma cotovelada nele.

 

— Na verdade, também não gosto do sabor.

 

— Então por que estava pensando em rocky road?

 

Dei de ombros.

 

— Não sei. Gosto tanto das outras coisas que acabo relevando a castanha.

 

— Rukia, você é estranha.

 

— Obrigada. O que vai pedir?

 

— Queria baunilha, mas aí pensei: “Baunilha é sem graça. A Rukia vai pensar que sou a pessoa mais sem graça do mundo”.

 

— É verdade.

 

— Daí, pensei: “Vou deixar o Kiriko escolher por mim”, mas ele também não ajudou. Muito obrigado, Kiriko.

 

— De nada.

 

— Agora acho que morango é a minha única opção. — Ele assentiu para Kiriko uma vez. — Deste tamanho. — E apontou para o copo médio antes de olhar para mim. — Você continua olhando para o rocky road. Por quê?

 

— Não sei. Parece muito bom, eu me convenço de que vou gostar dessa vez, mas não gosto. Nunca.

 

— Vou te salvar, então. Você não pode pedir rocky road. Qualquer outra coisa... menos baunilha, porque é sem graça. Quem pede baunilha? Não sei por que ainda oferecem.

 

Eu sorri.

 

— Na verdade, é o sabor mais pedido — Kiriko contou enquanto servia uma bola de sorvete de morango em um copo.

 

— Bom, agora me sinto validado. Devia ter pedido baunilha.

 

Fiquei tensa com a escolha de palavras. Aprovação. A coisa na qual, aparentemente, eu era viciada. Talvez eu devesse perguntar no Twitter que sabor de sorvete pedir.

 

— Quero o de caramelo crocante — falei antes de começar a sentir pena de mim. — Mesmo tamanho.

 

Cada um pagou seu sorvete, e nós trocamos o frio por uma mesa de metal do lado de fora. Ele sentou e levantou imediatamente, tirando do bolso da calça alguma coisa que jogou em cima da mesa, um livreto que havia sido dobrado ao meio e agora se desdobrava lentamente.

 

— Você disse que passaria as falas comigo. Eu não estava brincando. Preciso ensaiar. Vou apresentar a cena amanhã.

 

— Ah, é claro. — Peguei o roteiro, mas meus olhos continuavam fixos nele.

 

— Que é? — ele perguntou. — Está olhando para o meu cabelo como se quisesse pegar seu frasquinho de gel e me pentear pela terceira vez.

 

Eu sorri. Não estava pensando nisso. O cabelo era ele, e eu havia aprendido a gostar.

 

— Não. Eu gosto do seu cabelo. E dos óculos também, aliás. Fica fofo.

 

Ele os empurrou para cima no nariz.

 

— Senti os olhos cansados depois da viagem de ontem.

 

— Desculpa.

 

— Não, por favor. Eu queria ir.

 

Assenti e li o título da peça. 

 

— Um estranho casal. Não é aquela história de uma pessoa muito bagunceira com a outra neurótica por arrumação?

 

— Sim.

 

— E você é qual?

 

— O bagunçado. — E olhou para o livreto nas minhas mãos. — Ah, quer saber na peça? Sou o louco por organização. Felix.

 

— Espera. A bagunça é na vida real?

 

— É, não dá para notar?

 

— Você parece organizado.

 

— Eu sou bem limpinho. A bagunça é de outro tipo.

 

— Como assim?

 

— A coisa é mais ampla do que temos tempo para discutir. — E apontou para o roteiro. — Segundo ato, cena um.

 

— Bom, se você é uma bagunça, eu sou um desastre natural.

 

— O mais lindo que já vi.

 

Meu rosto ficou quente.

 

— Tudo bem. Segundo ato, cena um.

 

Passamos a cena duas vezes, e eu só tive que ajudá-lo uma vez.

 

— Você faz muito bem o papel de cara meio doido.

 

Ele inclinou a cabeça.

 

— Obrigado.

 

— Quem vai interpretar o Oscar?

 

— Outro aluno da turma.

 

— E ele é tão bom quanto você?

 

Ele me encarou e sorriu.

 

— Como vou responder? Se eu disser que não, vou parecer arrogante. Se disser que sim, você vai achar que eu não sou nada especial.

 

Girei a colher dentro do copo vazio.

 

— Eu queria poder assistir à cena.

 

— Seria chato para você.

 

— Não seria, não.

 

— Você gosta de teatro?

 

— Não sei. Nunca fui.

 

— Sério?

 

— Sério.

 

Ichigo pôs a mão no peito.

 

— Estou chocado, Rukia. Não sei se podemos ser amigos.

 

Quando eu me preparava para rir, ouvi uma voz atrás de mim que me paralisou.

 

— Rukia?

 

Fechei os olhos por um instante, depois me virei para Inoue.

 

— Oi.

 

Ela sorriu para Ichigo.

 

— Ashido, certo? Eu me encolhi, respirei fundo e disse:

 

— N...

 

Ichigo ficou de pé e me interrompeu.

 

— Sim. E você é...?

 

 

Ichigo sabia quem ela era. Mas a aparência inocente em seu rosto não revelava. Eu queria rir, mas me controlei.

 

— Inoue Orihime. A gente se conheceu no baile... Você não lembra porque estava ocupado com... outras coisas. — Ela olhou para mim, depois para ele de novo. — Não sabia que estavam juntos de novo. A Rukia falou sobre outro cara com quem estava saindo.

 

— Não, não estou saindo com outro cara — interferi depressa, temendo que Ichigo pensasse que eu estava dizendo às pessoas que estávamos saindo. Apontei para ele. — E também não estamos juntos de novo. Estamos só conversando. — Ela queria me encrencar com o "Ashido" contando que eu estava saindo com outra pessoa?

 

Inoue me mediu da cabeça aos pés.

 

— Acabou de sair da academia? Está com uma aparência tão... natural.

 

— Tem razão — disse Ichigo. — Ela tem uma beleza natural. —  Ele entrara no personagem. Até segurou minha mão, apesar de eu ter acabado de dizer a Inoue que não estávamos juntos. Olhei para ele, mas não soltei sua mão.

 

Inoue viu o livreto em cima da mesa.

 

— De quem é o roteiro? A Rukia disse que você fazia administração.

 

 

— Também faço um curso de teatro. É uma válvula de escape para mim.

 

— Que divertido. — Ela ajeitou a alça da bolsa sobre o ombro. — Usa óculos — comentou, quase como se fizesse uma lista.

 

— Quando não estou de lente de contato, sim.

 

— A Rukia nunca mencionou que você usava óculos.

 

Franzi a testa.

 

— Por que deveria ter mencionado?

 

— Bom, parece uma dessas coisas que você mencionaria. Enfim, vim fazer umas compras para a minha mãe. Sabe como ela é. Liga para mim, Rukia. 

 

A gente nunca ligava uma para a outra. Ela subiu a rua. Ichigo ficou ali parado ao lado da minha cadeira, segurando minha mão e observando Inoue

 

— Não gosto dessa menina.

 

Afaguei a mão dele, depois a soltei. Teria continuado de mãos dadas pelo tempo que ele quisesse, mas seus olhos brilhavam daquele jeito, como se ele tivesse acabado de fazer uma apresentação excelente. Eu não queria mais ser só uma coadjuvante nessa encenação.

 

Ichigo sentou, pegou o roteiro e o dobrou ao meio.

 

— Ela lembra de tudo o que você fala?

 

— Só para poder usar contra mim no futuro.

 

— Por que você anda com ela mesmo?

 

— Porque as minhas amigas gostam dela.

 

Ele olhou para a rua, onde Inoue não era mais visível.

 

— Eu piorei a situação?

 

— Não acredito que possa ficar pior. Está tudo bem. — Mexi a colher no copo vazio novamente e mordi o lábio. — Mas eu ia contar a verdade a ela.

 

— Eu sei, mas acho que devia contar às outras amigas primeiro.

 

— Tem razão. Tenho que contar às outras primeiro. — Eu tentava negar esse fato.

 

Tentava fingir que não precisava contar tudo a elas. Como se todas nós houvéssemos seguido adiante, superado. Mas não era assim que funcionava. Eu estava mentindo para elas, e não é isso que os amigos fazem. Eu precisava contar a verdade.

 

Alguns minutos mais tarde, vi Inoue sair da cafeteria no fim da rua segurando um copo.

 

— Já volto.

 

As palavras de Tatsuki ecoavam em minha cabeça. "Tenta ser legal com ela. A Inoue tem passado por tanta coisa..." Eu disse a Momo que ia tentar. E não estava tentando.

 

— Inoue!

 

Ela parou e se virou.

 

— Oi?

 

— Eu... — Não sabia nem como começar. Pensei nas coisas que ela falava quando estávamos todas juntas. Inoue tinha um relacionamento horrível com a mãe. No começo pensei que ela reclamava dos pais como todo mundo faz, mas, obviamente, era pior do que eu havia percebido. — Está tudo bem? Com a sua mãe?

 

— A Momo te falou alguma coisa? — Ela parecia brava.

 

— Não. Da última vez que almoçamos juntas, você comentou que tinha brigado com ela. Ainda estão brigadas?

 

Ela olhou para o copo térmico em suas mãos.

 

— Estamos sempre brigadas.

 

— Por quê?

 

— Ela quer mudar... de novo. Só quero que ela espere até eu me formar, até ir para a faculdade, mas ela está fugindo do homem cinquenta e um ou setenta e cinco. Perdi as contas. E já empacotou metade da casa.

 

Uau. Devia ser horrível. Eu não conseguia imaginar minha mãe juntando tudo emudando de casa cada vez que tinha um problema. Estava me sentindo mal por ela.

 

Lembrei que ela havia comentado alguma coisa sobre a mãe namorar demais. Homens horríveis, normalmente.

 

— Sinto muito.

 

Os olhos dela encontraram os meus e endureceram.

 

— Não é tão grave. A Momo disse que eu podia ir morar com ela por algumas semanas, se isso acontecesse.

 

— Ah. Bom, que legal. Isso vai ajudar. Só queria saber se você estava bem.

 

Ela olhou por cima do meu ombro, para onde Ichigo continuava sentado.

 

— Está fingindo que se importa porque está preocupada comigo, ou porque tem medo do que eu sei?

 

—  O quê?

 

Ela forçou um sorriso.

 

— Fica esperta, Rukia. Estou quase descobrindo. — Ela começou a se afastar, então disse sobre o ombro: — Noventa dias.

 

 

 

SIM, EU REALMENTE GOSTARIA QUE VOCÊS LESSEM AS NOTAS FINAIS.


Notas Finais


Ainda estou me recuperando disso " — Tem razão — disse Ichigo. — Ela tem uma beleza natural." Aww.

Essa semana é só isso, semana que vem vou postar dois capítulos. Desculpem, mas eu pensei que tinha postado nessa terça, minha irmã quem me lembrou. O motivo é o livro que estou lendo da mesma escritora de Namorado de Aluguel, Kasie West.

Vocês que tem acompanhado a escrita dela nessa adaptação, eu recomendo muito Encruzilhada. É uma duologia, Encruzilhada e Fração de segundo. Entorpecedor e apaixonante. Bom inicialmente é um triangulo amoroso, mas o casal oficial tem uma história muito bem definida e desenvolvida pilar por pilar. Como vocês estão acompanhando, Kasie faz tudo no momento certo, embora Encruzilhada seja mais ousado.

A protagonista é Addie Coleman, ela vive em uma sociedade reclusa do Texas afastada da sociedade normal, chamado de "Complexo". Lá vivem somente pessoas que nasceram com a capacidade de usar até 100% de seu cérebro, e que por causa disso desenvolvem habilidades mentais.

O poder de Addie é de investigação, quando posta em posição de escolha, ela pode ver seu futuro em cada possibilidade e escolher qual ela irá viver. Quando os pais dela se separam Addie se vê em uma questão: morar com o pai que deseja viver no mundo dos normais ou ficar com a mãe no Complexo. Com isso em mente, ela resolve investigar para saber qual futuro seguir. Ficando com a mãe, ela irá se envolver com o belíssimo e popular Duke, já com o pai ela conhecerá Trevor, um rapaz bonito e amável.

Qual caminho ela resolverá seguir? Esse é o embate do leitor.

Não fiquem com medo de que esse livro seja como Divergente e Jogos Vorazes que divaga muito. Não, a estrutura de Encruzilhada é totalmente objetiva e informal como Namorado de aluguel. Fácil de ler e estou recomendado, porque sinto que vocês vão gostar e se perder até a última palavra. Parte de eu ter feito essa adaptação era por vontade de que mais pessoa lessem Namorado de aluguel, que é um incrível.

Particularmente eu sou fã dos livros arcaicos com linguagens complicadas, mas pelo fato dos livros objetivos e práticos serem fáceis de se ler em qualquer lugar e em pouco tempo resolvi investir e só tenho encontrado ouro.

Pessoal leiam, e o melhor de tudo é que tem todos os capítulos, sem essa coisa de arrancar os cabelos até o próximo chegar. Além disso eu sei que o garoto (entre o Duke e Trevor) que vocês escolherem é o mesmo que eu escolhi e que Addie irá ficar. Como seu sei? Vocês são IchiRikis e ele é irresistível.

Aqui em baixo vou deixar o link de uma resenha e do primeiro livro para os interessados.

Resenha> http://www.mundodoslivros.com/2015/12/resenha-encruzilhada-por-kasie-west.html?m=1

Llivro
Site Issu> https://issuu.com/luanlineker00z/docs/encruzilhada_vol._1_-_kasie_West
PDF, epub, mobi ou ler online> http://lelivros.me/book/baixar-livro-encruzilhada-encruzilhada-vol-01-kasie-west-em-pdf-epub-e-mobi-ou-ler-online/


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