História Meu Namorado É Um Psicopata - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Leticia_D

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Hentai, Homosexualidade, Lemon, Mistério, Originais, Shoujo, Sobrenatural, Yaoi
Visualizações 8
Palavras 859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Colegial, Famí­lia, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Esse ep ficou meio pesadão, por causa da depressão do Max. Eu queria pedir desculpas pela demora para postar...

Capítulo 4 - Perfect Family


Fanfic / Fanfiction Meu Namorado É Um Psicopata - Capítulo 4 - Perfect Family

P.O.V Max

Acordei

Estava no quarto, estava tão dolorido. Mal podia me mover direito. Meu corpo estava todo roxo e machucado, fora as “outras dores” causadas por coisas mais divertidas do que apanhar, você entende né?

Mesmo naquele estado, levantei. Tocando a ponta dos pés no chão, estava muito gelado. Levantei e fui até o banheiro. Levei um micro susto, mentira, foi um grande susto ao olhar meu estado no espelho do banheiro.

Tiro minhas roupas para tomar um banho, a cada peça a menos, mais machucados apareciam. Como eu fui ficar assim? Meus pais adotivos foram cruéis dessa vez. É claro, eles nunca me quiseram, mas por que? Porque me adotaram? Isso martela na minha cabeça todo momento.

Entro no box e ligo o chuveiro na agua morna, o dia estava frio —Demais— para tomar um banho gelado. Entro de baixo do chuveiro, a agua que caia cortava meu corpo de uma forma dolorosa. Se eu falar que comecei a chorar, vou ser fraco?

Após terminar o banho, vesti as mesmas roupas que tirei anteriormente. Procurei o Mikael pela casa mais ele sumiu. Sentei no sofá e decidi não ir à escola hoje, eu queria morrer ou sumir desse mundo.

Eu me cortaria se precisasse mais eu já estava bem mal. Olhei um ponto fixo por um momento estava tentando segurar o choro, mas acabei desabando em lagrimas. Meu celular estava do lado e não parava de tocar, meu pais adotivos e minha irmã não desistiam de ligar.

—Não aguento mais isso! —Pego meu celular e o arremesso contra a parede—

Começo a quebrar as coisas que eu encontrasse no caminho a casa se tornava um caos. Primeiro a sala quebro coisas de vidro que pareciam caras, quebrei o centro de vidro que avia na sala com um chute cortando um pouco meus pés. Na cozinha me divirto arremessando tudo contra os armários. Vou também a um dos banheiros dou vários socos repetidos no espelho do banheiro. As lagrimas escorrem dos meus olhos como se fosse uma cachoeira

 Estou ficando louco? Quebro tudo de vidro com socos e chutes, minhas mãos sangravam, mas não consigo parar. A porta da casa abre eu só escuto o barulho e sinto um abraço por traz.

—Pare com isso Mike!

Ele segura minhas mãos impedindo meus movimentos

—Eu não aguento mais! Minha vida inteira foi assim infernal, eles nunca me tratavam como filho. Nem como humano! Eles me tratavam como eu fosse uma espécie inferior aos humanos. Eu lembro quando eu era pequeno eles me trancavam no quarto o dia todo. Quando tinham eventos eles me obrigavam a ser o mais novo da “Família Perfeita”. Eu não quero mais viver assim! Eu quero morrer, me mate! Você pode me matar, eu permito, por favor!!

—Não seja ridículo! Eu nunca te mataria, desde criança eu te amo. Você não lembra, mas eu sim, e estou disposto a te fazer lembrar! —Ele me abraça com mais força do que antes—

—Venha—Ele me solta do abraço e me pega no colo, percebo que ele estava usando máscara, provavelmente porque estava fora de casa— Temos que sair, eles vão estar aqui em pouco tempo, eu vou cuidar de você Mike!

Ele me levou embora daquele lugar sem se importar com o apartamento, deixou as portas abertas. Descemos as escadas e saímos pelos fundos, saindo em um beco. Ele começou a correr quando ouviu o barulho das sirenes policias, eu escondi meu rosto no seu peito de um modo confortável. Fechei os olhos, permitindo apenas ouvir, a sirene, os passos do Mikael e as batidas do coração do mesmo.

 

Quebra de tempo

 

Ele conseguiu fugir do apartamento comigo. Acabávamos de entrar estava em um lugar desconhecido por mim. Ele me senta em um sofá:

—Você está bem? —Ele me olha preocupado e eu afirmo com a cabeça— Você está sangrando muito precisamos cuidar disso, ok?

—C-Certo...—Abaixo a cabeça—

Ele sai da sala em que eu me encontro. Aproveito para olhar o local. Acho que é uma casa...

Ele volta com uma caixinha medica nas mãos, e senta do meu lado. Abre e me olha:

—Mike... não tem anestésicos...

—Tudo bem...

Ele pega minhas mãos com cuidado, e começa a limpar com um algodão cuidadosamente até limpar tudo —sangue que não era pouco—. Ele pega linha de sutura e agulha.

—Agora vem a parte complicada. Vai doer, e muito. —Eu fecho os olhos e afirmo com a cabeça em uma forme de dizer: okay pode ir—

Ele começa, minha vontade era gritar alto de dor, mas seguro, fecho com força os olhos e mordo o lábio inferior.

 

Um tempo depois

 

Ele terminou a sutura nas minhas duas mãos, — e enfaixou— também enfaixou meus pés.

—Não faça mais isso Mike— Mikael estava com os olhos marejados—

—Eu não vou fazer mais, eu ju...—Minha fala é cortada por um abraço—

Se separando do abraço ele me deu um selar

—Sabe, você nunca vai fugir de mim, não é? —Ele se deita no sofá—

—Sempre ficarei ao seu lado! —Me deito sobre seu peito— Nunca esconda nada de mim então, ok?

—Ok —Ele me faz um cafuné—


Notas Finais


Ficou um pouco pequeno mas está ai, prometo postar com mais frequência


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