História Meu Namorado, Kookie. — BTS - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 14
Palavras 1.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HESROU HESROU! Nem sei como eu estou viva dps do show do Shawn hfeifi.
Boa leitura! ^^

Capítulo 10 - Revelações.


         Uma semana depois.

 

         Estava vendo a pequena Seul aos meus pés, havia acabado de me despedir dos meus pais. Felizmente, eu havia me reconciliado pelo menos com Minky e Gyuri, então eles também vieram se despedir de mim.

          Fiz um trato com meus pais; eu iria passar um ano em Deagu, e depois, voltaria para “debaixo de suas asas”. Por mais que transferência e arranjar um apê para eu morar demorasse, consegui tudo isso em pelo menos uns quatro dias, parecia que eu tinha mais sorte do que juízo.

          Segundo Hoseok, assim que JungKook ficou sabendo que eu iria para Daegu, o mesmo resolveu voltar para a sua alcatéia. Ainda doía falar de JungKook, mas me forçava a lembrar dos momentos bons que tive com o mesmo para quando ficar com saudades, poderia reviver as memórias.

             Não demorou muito, eu já estava pisando no solo de Daegu. Chamo um táxi e vou para onde ficaria meu novo apartamento, que ficava perto de minha nova escola. Observar o caminho foi bom, fez refrescar um pouco a minha mente. Assim que chego, vejo que praticamente do lado, havia uma loja de conveniência. Decido comprar uma garrafa d’água.

         Vou até onde fica a geladeira com várias opções de sucos, refrigerantes e águas. Pego uma garrafa e quando irei pagá-la, o senhor atrás do balcão estranhamente me lembra meu pai e Eun Hani… Chacoalho de leve a minha cabeça, achando que é paranóia minha ou saudades de meu pai. Quando o senhor me olha, parece que ficou emocionado, esperança tomou-o. Estranho, eu estava ficando maluca.

 

         Quando abro a porta de meu apartamento novo, não espero muita coisa dele. Ele era simples, pequeno. Uma pequena sala, uma pequena cozinha e um quarto com um pequeno banheiro. Deixo as minhas malas no quarto e pego meu celular. Enquanto tomava aquela água, a impressão que eu tive sobre aquele senhor não me deixava em paz. Ele lembrava muito a Eun Hani e meu pai.

          A minha vontade era de descer até lá e perguntar se a gente se conhecia, se eu já havia o visto.

           A curiosidade me venceu, vou até a loja de conveniência, pego um ramén e, quando eu iria pagar, o senhor ergueu seus olhos para mim e disse:    

         — Você não me reconhece? — Confesso que fiquei um pouco assustada, pigarreio.

         — Você me lembra o meu pai, Kim Taehyung. E minha colega de treino, Kim Eun Hani… Desculpe, eu não me lembro de já ter visto o senhor.

         Ele sorri com minha resposta, meu coração fica acelerado, eu estava com medo, curiosidade.

         — Que bom finalmente lhe conhecer, Soyeon. Eu sou o seu avô. Seus pais decidiram esconder você de mim por alguns erros que cometi no passado que me arrependo amargamente. Me chamo Kim Lee Joon. E Eun Hani é a sua tia, ela é minha filha que infelizmente, tive com Hani.

          Eu estava em choque, não conseguia acreditar nisto. Eu não sabia muito sobre meu avô, mas pelo menos sabia o seu nome. Kim Lee Joon.

         — Não sei se ficou sabendo do que aconteceu quando sua mãe ainda estava grávida de você — Balanço a cabeça negando. —, Mas mesmo assim, eu me arrependo de verdade do que fiz.

        Os olhos daquele senhor — ou melhor, meu avô — estavam marejados. Eu não soube o que fazer, eu saí correndo de lá.

 

            Cinco meses depois.

 

         Acordo com uma ligação de meu pai, eram apenas 3h30.

         — Alô? — Digo sonolenta.

         — Soyeon, sua mãe entrou em trabalho de parto.

         Me desperto na hora, tomo um banho rápido e compro a primeira passagem para Seul, que felizmente, seria daqui meia hora.

          Quando estava no avião, lembrei o que aconteceu depois daquele meu primeiro dia em Daegu.

          Depois que saí correndo da loja de conveniência, eu me tranquei no quarto, eu não sabia em quem acreditar. Não sabia se ele era realmente meu avô, se ele estava realmente arrependido. Mas com o passar do tempo, ele me mostrou que sim, era meu avô e sim, estava arrependido.

           Na minha nova escola, ninguém ligou por eu ser filha do Taehyung ou ex Trainee do JYP. O que foi um alívio para mim.

           Só voltei para mim mesma quando anunciaram a chegada do vôo. Eu agradecia por ter deixado algumas roupas em Seul, pois na pressa, não arrumei malas.

           Pedi um táxi e fui direto ao endereço da maternidade, meu pai havia mandado o endereço por mensagem. Por sorte, era madrugada e não havia trânsito, então cheguei em menos de vinte minutos.

            Quando desço do carro, vejo que JungKook e Hoseok também estavam descendo do carro. Ver JungKook novamente fez com que meu coração desse um pulo e, eu ficasse nervosa. Depois de um tempo que nossos olhares se encontraram, Hoseok me comprimentou quebrando a troca de olhares.

                 Meu pai estava nervoso esperando, estavam internando minha mãe. Abracei meu pai, estava com saudades do seu abraço. E precisava contar sobre meu avô…

— Pai, preciso falar com o senhor…  — digo e o mesmo concorda. Avisamos à Hoseok e JungKook que, se dessem notícias de minha mãe, era para correr nos contar.

Vamos para fora do hospital, lá, teríamos um pouco de privacidade.

      — Quando eu cheguei em Daegu, percebi que havia uma loja de conveniência bem perto do meu prédio. Eu fui comprar uma água e ele me pareceu muito familiar. Até que ele perguntou se eu reconhecia-o. Ele disse que era o seu pai — Olho para o meu progenitor e ele está com um semblante sério.

       — Então ele realmente abriu uma loja de conveniência… — O mais velho parecia pensar. — Eu voltarei com você para Daegu, apenas para verificar se você está mesmo segura lá e…

  — Não, pai, não precisa. Ele nunca fez ou tentou fazer algo de ruim para mim, disse que se arrependeu do que fez no passado  — digo interrompendo-o.

  — Soyeon, eu vou, por sua segurança.

Resolvo parar de insistir para que ele não vá, ele passa a mão sobre meus cabelos e logo deposita um beijo em minha testa.

Voltamos para dentro, Hoseok estava roendo as unhas de nervosismo, JungKook estava impaciente.

  — Namjoon ligou, assim que o bebê nascer ele virá para cá — Kook falou quando nos aproximamos dos dois morenos.

         — Eu tenho que tomar um café — Hoseok sai do local apressado, estava muito nervoso.

       — Kim Taehyung — chamou uma enfermeira, meu pai levanta a mão. — Já pode acompanhar o parto do seu filho.

    Meu progenitor praticamente corre para acompanhar a moça, deixando eu e JungKook a sós.

       — Você ainda tá bravo comigo — afirmo olhando para meus pés enquanto balançava os mesmos.

       — Quem disse? — Ele falou me olhando.

       — Precisamos terminar aquela conversa.

 


Notas Finais


Será que vai dar ruim ou dar bom?? TURURU....
Espero que tenham gostado! ^^ Kissus!


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