História Meu Neko Sasuke - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha
Tags Aventura, Meunekosasuke, Sasusaku
Visualizações 2.402
Palavras 2.668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meu povo, como vão?
Sim demorei pakas, mas vcs sabem que minha vida é uma maior de bagunças e não tive a oportunidade para escrever o capítulo.
Eu estava pensando em juntar três capítulos de uma vez, mas não deu, pois se eu continuasse escrevendo eu não postaria hj, por isso eu cortei.
Ah, lembrando que a fanfic tem cinco fases, estamos na primeira.
Bom agradeço aos comentários e favoritos, amo vcs :3
Espero que gostem.
Boa Leitura.

Capítulo 6 - Neko o Deus.


 

M E U  N E K O  S A S U K E

- Fase I -

Se eu disser que eu sonhei com o pai do Garibaldo vocês acreditam? Bom, o Deus não sabia que eu estava arrastando uma asinha para ele, aliás, eu nem sabia se eu voltaria a vê-lo novamente. O cara era uma coisa de outro mundo, era lindo demais, e aquela imagem ficou gravada na minha cabeça como uma imagem prazerosa.

Sonhei que ele chegava em minha casa com um buquê de rosas vermelhas numa mão e um pote de nutella com um laço na tampa na outra. Eu só faltei morrer, não pelas flores, mas sim pelo pote de nutella. Não me lembro de todo o sonho, pois eu não costumava me lembrar do que eu sonhava, só sei que foi bom, e eu não queria acordar nunca. Quase me joguei pela janela quando o despertador tocou, indicando que havia chegado a hora de ir trabalhar.

Ainda vai chegar o dia em que eu me casarei com um homem podre de rico e que irá me tirar dessa minha vida sofrida de miséria.

Levantei-me da cama, me espreguiçando, as cortinas da minha janela estavam abertas e eu podia ver o sol de rachar lá fora e o céu azul e limpo. Era um dia lindo para um sábado, bom para pegar uma praia e um bronze. Mas eu não podia ter esse luxo, tinha que trabalhar para pagar minhas contas, e sem contar que eu tinha que estudar para os testes da semana que vem depois quando chegasse em casa.

Suspirei e procurei Garibaldo com o olhar, e o encontrei deitado num canto lambendo a sua pata fofinha e peluda.

- Bom dia Garibaldo.

Como meu gato era esperto, ergueu sua cabecinha para me olhar e miou, daquele jeito manhoso.

Deixei-o de lado e procurei o que vestir, e logo segui para o banheiro. Tomei um banho rápido e geladinho - por que eu sou pobre eu não tenho chuveiro quente -, fiz minha higiene matinal, coloquei minhas roupas, amarrei meu cabelo e passei um pouco de batom para que eu não ficasse com cara de anémica.

Fui para a cozinha preparar o meu café da manhã, Garibaldo entrou logo em seguida e começou a passar seu corpo peludo por minhas pernas. Esse danado deveria está com fome. Abri a geladeira e não me surpreendi quando percebi que tinha sumido algo dela.

Suspirei, tirei uma jarra de suco de dentro e um pote de margarina. Eu tinha que pegar o infeliz que estava roubando a minha comida.

Peguei o prato de Garibaldo e o enchi de ração e coloquei no chão para ele poder comer. Tomei o meu café da manhã sem café e logo fui para o meu quarto pegar a minha bolsa e meu celular. Assim que entrei na sala vi meu bichano perto da porta andando em círculos. Eu em.

- Já estou indo Garibaldo - abri a porta. -, daqui a pouco a mamãe chega.

Saí do apartamento e torci para que ele não aprontasse, percebi que aquele gato estava mais elétrico que o normal.

Desci aquelas escadas enquanto eu olhava a minha bolsa para ver se eu não tinha esquecido nada, e pelo jeito estava tudo em ordem. E quando meu pé pisou no último degrau e o outro no chão, meu corpo trombou com o de outra pessoa. Foi tudo muito rápido, tentei me equilibrar, segurando firme a minha bolsa, mas eu sentia que meu corpo não iria conseguir manter o equilíbrio, mas senti uma mão segurar firme o meu braço.

Ergui meu olhar para a pessoa enquanto franzia o cenho, mas quando meus olhos focaram no da pessoa faltou pouco para que eu tivesse um infarto.

Nunca se passaria pela minha cabeça que eu trombaria com Sasori Akasuna.

- S-Sasori? - eu tinha que gaguejar aquele nome que por muito tempo rondava a minha mente.

Sua mão soltou o meu braço quando percebeu que eu tinha conseguido o meu equilíbrio. Terminei de descer aquele degrau e parei a sua frente, eu podia sentir o nervosismo começar a me dominar.

- Olá. - ele sorriu simpático, enquanto franzia levemente o cenho, acho que por eu saber o seu nome. Sei lá, não estava pensando direito. - Desculpe, eu não tinha visto você descendo...

- Ah, tudo... Tudo bem, eu estava distraída. - eu comecei a rir como uma retardada, eu ficava desse jeito mongoloide quando eu estava nervosa, e principalmente quando se está de frente ao seu crush.

Sasori Akasuna era um cara ruivo e lindo que estava na minha turma de medicina. Lembro-me da primeira vez quando eu pus os meus olhos nele no começo do semestre, tinha sido amor à primeira vista. Eu havia formulado uma vida inteira ao seu lado na minha cabeça. A igreja onde nos casaríamos, o local onde passaríamos a lua de mel, e os nomes dos nossos futuros três filhos, dois meninos e uma menina: Sasoku, Kuraso e Sakuri. Os nomes seriam as junções dos nossos, como a Bella fez com a filha dela em Amanhecer. Cara era muito lindo.

Mas para a minha total tristeza aquele ruivo delícia nunca percebeu a minha existência, mesmo que meu cabelo chamasse atenção. Fazer o quê se minha vida era difícil, fica só na mente.

Agora ele estava na minha frente, olhando para mim.

- Nós estamos na mesma sala, certo?

Cara aquilo tinha sido um balde de água fria em mim. Por cara, o segundo semestre está chegando ao fim e você não percebeu a minha presença? Eu não sabia que eu era tão apagada assim.

- Sim. - respondi, mas parece que a minha voz transpareceu o meu despontamento. Acho que vou ter que passar esse posto de crush para outro, e já até tenho um pretendente.

Ele olhou para as escadas e depois para mim.

- Mora nesse prédio?

- Sim, terceiro andar. - franzi levemente o cenho, não me lembrava dele por aqui. - Você também mora aqui?

- Não. - sua voz saiu risonha, fazendo uma pequena covinha se destacar em sua bochecha. Ai que fofo, eu amo covinhas. - Vim visitar a minha avó.

- Ah. Bom eu tenho que ir, se não eu acabo me atrasando para o trabalho.

Ele sorriu mais, e se fosse há uma semana atrás eu acho que tinha me derretido como um sorvete.

- Sakura não é? - balancei minha cabeça positivamente. - Então Sakura, bom trabalho.

- Obrigada. - sorri.

Ele acenou com a cabeça e depois começou a subir aqueles lances intermináveis de escadas e sumindo na primeira curva.

Suspirei de um jeito idiota, e olhei as horas no meu celular e reprimi um palavrão. Cara eu já estava atrasada. Saí correndo para a saída do prédio, e dando um bom dia para o Jiraya que estava em seu posto assistindo não sei o que no celular. E eu aposto todas as minhas economias que aquele deveria está assistindo alguma pornografia.


❇ ❇ ❇


As pessoas não percebem que ficar comendo doces está contribuindo para que a tacha de glicose aumente em nível alto para contrair uma diabetes? E além do mais, quanto mais elas compram coisas doces, mas elas ficaram dependentes. Doce é como uma droga, mas de um jeito delicioso. E quanto mais essas pessoas ficam dependentes, mas elas irão procurar confeitarias para comprar aquela droga e alimentar seu vício. E isso era muito, mas muito trabalho para mim.

Puta merda, esse povo não sabe viver sem doce, não? Parecia que Tóquio inteira estava naquela confeitaria. Cara eu já estava puta por que eu estava trabalhando como uma escrava, com aqueles clientes chatos e irritantes enchendo a paciência.

O dia hoje tinha sido o inferno.

O sol escaldava lá fora quando entrei no prédio mais cansada como se eu tivesse corrido uma maratona. Demorei quase meia hora para subir aqueles lances de escadas, eu parava no meio e sentava para tomar um fôlego para depois continuar. E quando cheguei ao meu andar - e olha que é o terceiro - eu já estava colocando os bofes pela boca.

Entrei no meu apartamento, sentindo todo o meu corpo cansado, eu ainda tinha que estudar e se eu for tentar dormir eu com certeza só acordaria na segunda-feira, e se duvidar seriam às três da tarde.

Meu gato estava todo largadão no meu sofá como se fosse o rei da cocada. Sua atenção voltou-se para mim e logo saltou do sofá. Ás vezes queria ser um gato, pelo o que vejo do meu bichano, ele só come e dorme e não faz porra nenhuma, ao invés de mim que vive nesse sofrimento.

- Olá Garibaldo, mamãe chegou. - minha voz havia saído morta.

Miau.

Sorri cansada e fui para o meu quarto, escutando os passos macios do meu gato vindo atrás de mim. Joguei minha bolsa na cama e comecei a tirar meus tênis.

- Ai Garibaldo, a mamãe está morta, trabalhei como uma condenada.

Soltei os meus cabelos e voltei a prendê-los num coque alto, virando meu corpo em direção o meu guarda-roupa e foi nesse momento que o infarto quase me atacou. O grito logo escapou pela minha boca:

- Aaaaahh!

Meus olhos estavam arregalados diante do homem que estava em pé no portal do meu quarto e pelado.

- Ai meu Deus do céu, um tarado! - minha voz escandalosa ecoava por todo o quarto.

Meu coração batia tão rápido que eu podia sentir que ele pudesse sair pela minha boca a qualquer momento. Peguei meu tênis que estava no chão e joguei no desgraçado tarado, mas ele conseguiu desviar. Meus gritos doíam meus ouvidos, mas não importei.

- Ei.

Ele deu uns passos para frente e automaticamente subi em cima da cama e fiquei de pé, segurando a minha bolça que havia pegado e que usaria para a minha defesa.

- Não se aproxime seu tarado. - eu tentava a todo custo não olhar para aquilo que ele carregava no meio das pernas que balançava e Meu Deus como era grande...

Foco Sakura, tem um cara pelado querendo te estuprar!

- Espera...

- Saí daqui... Socorro, Socorro, me ajude!

- Sakura me escuta...

Joguei a minha bolsa na cara dele, o interrompendo quando ele já estava quase chegando na minha cama. Pulei para o chão e saí correndo para fora do quarto gritando como uma esquizofrênica:

- Socorro, eu vou ser estuprada, socorro, alguém me ajuda!

Cheguei à sala e meu pé escorregou e quase caí, mas continuei correndo até a porta e antes que eu alcançasse a maçaneta, meu corpo foi agarrado por outro e foi aí que meu desespero chegou a nível máximo.

- Ah meu Deus do céu é hoje que vou ficar descabaçada!

- Sakura, cala a boca!

Meus olhos arregalaram quando o escutei dizendo meu nome, que dizer ralhou tão assustador que acho que me mijei.

- Socorro...

Ele tampou a minha boca com a mão grande, me impedindo de gritar. Eu podia sentir o seu... O seu negócio roçando as minha bunda e isso só me fez ficar mais desesperada.

Pai nosso que está no céu, santificado seja o vosso nome... Como era mesmo o restante? Que droga, é melhor cantar. Celebrar é Cristo celebrar... Acho que agora vinha à parte das palmas.

Droga ele vai me estuprar, e me matar para em seguida arrancar os meus órgãos e vender no mercado negro.

Eu já falei que pobre só toma naquele lugar?

- Fica quieta, quer chamar a atenção dos vizinhos? - ele disse no meu ouvido, com a voz baixa e forte, fazendo-me sentir o seu hálito no meu pescoço. - Eu não vou fazer nada com você.

Meus olhos começavam a ficar marejados, enquanto eu fitava a minha porta fechada, o cara estava atrás de mim, pelado e me agarrado forte contra o seu corpo. Ele sabia o meu nome e estava querendo possuir o meu corpo.

- Olha, eu vou tirar a mão de sua boca, se você me prometer que não vai gritar. - ele começou, sua voz agora suave. - Você promete que não vai gritar?

Balancei minha cabeça para cima e para baixo, concordando. As lágrimas escorriam por meus olhos. Lentamente senti sua mão em minha boca afrouxar, e quando ele tirou totalmente a sua mão de minha boca e seu aperto afrouxou em meu corpo, consegui me desprender dele e corri para a porta e girei a maçaneta gritando mais alto que consegui:

- Garibaldo, me ajuda socorro... Hum, hum, hum...

O cara conseguiu me pegar novamente e me imprensou contra a porta virando meu corpo de frente para ele com a aquela mão na minha boca.

- O que eu falei sobre você não gritar? - sua voz era repreensiva enquanto as suas sobrancelhas negras estavam unidas.

Meus olhos arregalaram quando eu reconheci aquele rosto. Ai minha nossa senhora da nutella, era o Deus que estava a minha frente.

Como? Por quê? Onde? O quê? Como?

Eu estava cara com o meu futuro marido e pai de Garibaldo. E para a minha desgraça o cara era um estuprador. Bem que eu desconfiei que aquela beldade não iria querer saber onde eu morava atoa, ele queria mesmo possuir o meu corpo. Por um lado não seria tão ruim, já que eu sonhava com ele, mas poxa eu sou uma moça romântica e queria que a minha primeira vez fosse com muito amor e não assim desse jeito.

Meu rosto estava vermelho de vergonha por tê-lo visto pelado, e por tê-lo com o corpo pelado prensando o meu contra a porta. Mas acima de tudo eu estava com vergonha por ter ele ali, com aqueles olhos negros e misteriosos fitando os meus intensamente, que me fazia aquele frio percorrer o meu estômago.

- Olha, eu juro que eu não vou fazer nada com você. - seu tom era ainda sério e não tinha nenhuma malícia. - Fica calma, não precisa ter medo.

Engoli em seco. Será que eu podia mesmo confiar?

- Vou novamente soltar a mão de sua boca, e espero que dessa vez não grite, tudo bem?

Assenti novamente com a cabeça, podia sentir meu corpo trêmulo.

Novamente ele soltou a pressão que fazia com a mão em minha boca, e dessa vez eu não gritei, mas eu estava acanhada. Será que não iria aparecer ninguém para me ajudar?

- Você é aquele cara de ontem. - aquilo não havia sido uma pergunta.

- Sou.

- Cara, por favor, não me mata...

- Sakura eu não vou te matar. - ele me interrompeu, dizendo novamente meu nome.

- Como você sabe o meu nome?

Será que eu estava lidando com um tipo de stalker ou algo assim? Poxa, eu nem conhecia o cara e ele já sabia o meu nome. Isso está muito estranho.

O aperto de meus braços afrouxou, mas ele não o soltou, continuava me fitando intensamente, o rosto sério, mas um pequeno e quase nulo sorriso se abriu no canto esquerdo de sua boca.

- Te conheço mais do que você pensa.

Meu cenho franziu.

- Como você conseguiu entrar aqui? Espera... Era você... Não deixa para lá.

Por um momento eu havia pensado no ladrão de comida. Mas olhando aquele Deus/estuprador ou não estuprador na minha frente, eu tinha me lembrado de como ele estava ontem. Ele tinha uma aparência de gente que tinha grana.

- Eu moro aqui.

- Como é que é? - minha voz aumentou dois tons. - Cara você deve ter pirado ou fumado uns baseados, pois quem mora aqui sou eu.

- Eu sei, e eu moro com você.

Mesmo que aquela situação fosse intensa e totalmente meio assustadora, eu consegui soltar uma risada sarcástica.

- Você completamente não está puro.

Ele soltou um suspiro cansado, fechando os olhos como se buscasse paciência e depois voltou a abri-los lentamente e me fitou.

- Sakura, eu sou o seu gato.

- What?


Notas Finais


O que me dizem?
Sakura pirou quando viu Sasuke pelado, né? kkkkkk
E Sasori?
Gente preciso saber a opinião de vcs e lembrando que cortei o capítulo para poder postar hj.
Bom nos vemos semana que vem.
Bjs.


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