História Meu Nerd Favorito (Adaptada Lutteo) - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Simbar, Sou Luna
Exibições 593
Palavras 4.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Esporte, Festa, Josei, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi,me desculpem pela demora..
Só hoje pude pegar o celular da minha mãe!😊
Bom gente,falta poucos capítulos pra fanfic acabar.
Espero que gostem desse capítulo,amo vocês!

Capítulo 12 - Aula de Surf


-Matteo-

 

-primeiro vamos treinar aqui na areia. – joguei a prancha no chão e subi em cima dela mostrando para Luna como ela deveria ficar – seus joelhos devem estar dobrados seus braços vão te dar o equilíbrio e seu pé tem que estar bem posicionado.

 

-ta, joelhos dobrado, pés firmes, braço dando equilíbrio, podemos ir agora?

 

-calma, quero que faça igual á mim . – ela colocou sua prancha no chão e subiu em cima da mesma fazendo a mesma posição que a minha.

 

-fiz certo?

 

-sim.

 

-então agora podemos ir. – ela saiu da prancha e pegou a mesma e me olhou eufórica enquanto seus olhos brilhavam.

 

-ok, vamos, mais por favor, não se machuque.

 

-farei o possível. – eu abaixei e prendi na perna dela a cordinha de segurança que havia na prancha, fiz o mesmo comigo e caminhamos mar á dentro quando chegou á uma profundidade boa eu parei e Luna fez o mesmo.

 

-agora deite-se na prancha e reme com a Mão, quando eu falar “já” você se levanta e fica naquela posição que eu te ensinei.

 

-ok, no “já”. – nos deitamos na prancha e remamos mar á dentro até eu avistar uma pequena onda vindo em nossa direção.

 

-Marrentinha, vou contar até três e você se levanta no “já” – ela assentiu – um... Dois... Três... Já – desengonçadamente Luna se levantou, ela conseguiu pegar alguns míseros segundos sobre a onda e logo caiu afundando, quando voltou á superfície me olhou frustrada.

 

-isso é mais difícil do que eu imaginava.

 

-foi a sua primeira vez, logo pega o jeito, você tem que firmar o pé e você não fez isso... Quer tentar de novo?

 

-quero! – ela subiu na prancha ficando deitada sobre ela e começou a remar com os braços, fiz o mesmo até a próxima onda aparecer, quando dei o sinal Luna se levantou e caiu sem antes terminar de se posicionar, eu ri dela e ela tacou água na minha cara.

 

-não ria, isso é serio, eu não tenho coordenação motora. – ela fez bico e eu lhe roubei um beijo.

 

-larga de ser dramática, fique ai eu vou te mostrar como se faz, presta atenção hein. – ela assentiu eu remei mais á frente até a próxima onda aparecer, subi em cima da prancha e dominei a onda gloriosamente, para um cara que estava á dois anos sem surfar fiquei feliz pelos míseros 30 segundos que consegui ficar sobre a prancha,quando cai voltei para perto de Luna.

 

-viu como se faz?

 

-vi mais não é tão fácil assim.

 

-morena, estamos no Havaí e tudo é fácil aqui, você consegue. – a incentivei ela sorriu para mim e me deu um selinho.

 

-vou tentar de novo.

 

Luna realmente era muito desengonçada sobre uma prancha e não conseguia de maneira alguma ficar sobre ela mais que cinco segundos, subia, caia, afundava, voltava á superfície, tentava de novo. Assim foi praticamente o dia todo até que no final da tarde, com o sol já se pondo e as ondas mais calmas Luna finalmente havia conseguido pegar uma onda, mesmo que tenha sido pouco tempo, mais ela conseguiu e com um sorriso de orelha á orelha ela veio em minha direção se apoiando na prancha para nadar.

 

-você viu, eu consegui!

 

-sim, esta de parabéns da próxima vez você já estará bem melhor.

 

-próxima vez? Vai me ensinar de novo? – seus olhos brilharam, ela subiu na prancha ficando deitada sobre ela de barriga para baixo, cruzou os braço fazendo de travesseiro para sua cabeça e me olhou docemente.

 

-claro que sim, você é craque no surf. – dei uma piscadela para ela que sorriu e depois olhou para o horizonte onde o sol já se retirava deixando a água do mar em tons laranja e azul escuro.

 

-isso é lindo – ela disse se referindo ao por do sol.

 

-é sim, mais não é mais bonito do que você. – ela me olhou sorrindo.

 

-que bonitinho mauricinho. – ela esticou a Mão para mim eu segurei a mesma e ficamos assim, cada um em uma prancha de mãos dadas olhando o por do sol.

Luna

 

Após o meu maravilhoso dia de surf ao lado do mauricinho mais doce do mundo, voltei para meu quarto tomei um banho relaxante, sai do banheiro secando meu cabelo com a toalha e encontrei Âmbar sentada na beira da minha cama com um sorriso de orelha á orelha.

 

-adivinha quem veio falar comigo hoje enquanto eu tomava banho de sol?

 

-a Barbie? – fingi animação e ela jogou um travesseiro contra mim.

 

-para com isso, você adora me desanimar hein – ela cruzou os braços fazendo um bico enorme.

 

-ta bom loira linda, desculpa, me conta quem foi falar com você? – me sentei ao lado dela que abriu um largo sorriso .

 

-o professor.

 

-sério? E o que ele te falou?

 

-bem, vou te contar a historia toda...estava eu tomando banho de sol, quando eu percebi que ele estava olhando demais para mim de um quiosque ali por perto – ela gesticulou com a Mão – e ai eu joguei um olhar para ele, é claro eu não iria perder essa oportunidade.

 

-finalmente esta aprendendo a ser direta, garotos não gosta de meninas enjoadinhas, eles querem mulheres que dá em cima mesmo. – eu ri .

 

-ta eu acho que fiz isso, mais deixa eu terminar – ela puxou um tanto de ar e arrumou a franja – então ele veio em minha direção com um sorriso mais do que perfeito e perguntou se eu queria tomar uma água de coco.

 

-minha nossa – arregalei os olhos – me diga que voc..

 

-não eu não aceitei é claro. – ela jogou a franja para um lado empinando o nariz convencida.

 

-como assim você não aceitou Âmbar? – olhei incrédula para ela que encolheu os ombros.

 

-ué, você não me disse que a gente tem que ser atirada mais tem que ser difícil também? Eu fui difícil.

 

-Âmbar é bem diferente, se você gosta muito do cara você tem que dar em cima, e é claro que você deve dar uma de difícil, mais você já fez isso o suficiente nas aulas dele, estamos de férias ele não esta nem ai se você é aluna dele ou não e poderia ter rolado alguma coisa.

 

Ela fez um bico ensaiando um choro e tapou o rosto com as duas mãos e se jogou de costas na minha cama, fazendo o cabelo loiro reluzente se espalharem volta da sua cabeça como um tapete de seda.

 

-como eu sou idiota, idiota – ela bateu na própria cabeça.

 

-chega de drama, você já fez a merda agora você vai ter que dar um jeito de contornar a situação.

 

Ela voltou a se sentar e me olhou curiosa.

 

-e como eu faço isso?

 

-você terá que chamá-lo para sair.

 

-O QUE? – ela gritou – eu não vou fazer isso não.

 

-vai sim, é normal Âmbar e você tem que fazer, eu fiz isso com o mauricinho e funcionou, com você deve dar certo também.

 

-é mais não se esqueça que quando você chamou o “mauricinho” para sair – ela falou a palavra fazendo aspas – ele te deu um belo pé na bunda e eu choraria na frente do Simon se ele fizesse isso.

 

-levei um belo pé na bunda mesmo, porém ele se interessou em mim e hoje estamos juntos.

 

-nem todo o caso é igual, não adianta eu não irei fazer isso.

 

-você que sabe se não fizer o Simon vai continuar curtindo as férias dele comendo as havaianas e você vai continuar chupando dedo e servindo de vela para mim e o Matteo.

 

Ele fez bico cruzando os braços e ficou assim por um bom tempo até que me olhou e suplicou.

 

-me ajuda, por favor.

 

Eu ri e comecei a lhe falar o meu plano que se ela fizesse certa seria infalível.

-Matteo-

 

Sem nada para fazer deitei-me na cama peguei meu celular e coloquei o fone de ouvido comecei a ouvir musica enquanto mexia no Notebook e como sempre varias mensagens do meu pai tinha ali, poderia-se dizer que ele me mandava “esta tudo bem?” diariamente, como se eu ainda fosse uma criança de dez anos, levantei o olhar para a sacada do quarto e vi um papel amassado em forma de bola no chão, me levantei tirei o fone de ouvido e fui até Lá, peguei o mesmo e li “esta tão ruim aqui sozinha ” olhei para a sacada ao lado e Luna tinha um caderno na Mao mostrando para mim uma frase “vem aqui?” eu li e o canto da minha boca se ergueu em um sorriso Luna fez bico e aquela carinha de pidona, eu fiz que “sim” com a cabeça sai dali fechei a sacada e o meu quarto e bati na porta ao lado, Luna abriu a mesma com um enorme sorriso pegou minha Mão e me puxou para dentro do seu quarto fechando a porta em seguida e então fui surpreendido quando ela entrelaçou suas pernas no meu quadril e me beijou correspondi o beijo á altura, deixei minhas mãos que até então estava em suas costas abaixar até sua bunda e depois suas coxas apertando ali e depois subi minhas mãos lentamente até suas costas e depois sua nuca segurando ali fazendo com que o beijo se intensificasse, senti ela puxar minha camisa me separei do beijo para deixar ela terminar de tirar a mesma ela jogou em alguma parte do quarto e então voltei a beijá-la como se não estivesse parado em momento algum, minhas mãos percorreram sua barriga e subi até seus seios dei um leve apertão ali enchendo minhas mãos ela gemeu entre o beijo e segurou meu cabelo com força e se separou do beijo posicionando minha cabeça em seu pescoço comecei explorar aquele lugar sentindo seu cheiro maravilhoso, até que...

 

-Luna AAAHHHH – ouvimos um grito extremamente agudo e nos separamos das carícias olhamos para a porta assustados e encontramos Âmbar com os olhos tapados porém nos olhando entre uma brecha de dois dedos, corei e olhei para Luna que também tinha as bochechas mais rosadas do que o normal ela desceu do meu colo arrumou sua roupa respirou fundo e arrumou a franja.

 

-oi Âmbar – ela falou sem graça enquanto se recuperava da respiração ofegante.

 

-gente...er, desculpa eu não..eu não iria imaginar poxa – ela olhou para mim e corou logo depois tapou o rosto de novo – ai meu Deus que vergonha.

 

-tudo bem Âmbar, mas o que você veio fazer aqui? Já esta tarde. – falou Luna

 

-nada..quer dizer, eu só vim aqui conversar eu estava sem sono.mais eu mudei de idéia, quer dizer...estou morrendo de sono – ela fingiu um bocejo – vou indo ok.

 

Ela não esperou Luna falar e saiu fechando a porta, ela me olhou com cara de culpada.

 

-pensei que eu tinha trancado a porta.

 

-é, mais não trancou... Que tal irmos para o meu quarto? Lá ninguém irá nos incomodar.

 

-tem razão, vamos mais eu não sei se vai rolar alguma coisa depois disso

 

-só sua presença basta – falei a abraçando por trás, dei um beijo em sua nuca e a vi se arrepiar.

 

-que bonitinho, mais eu sei que não basta não então vamos logo para seu quarto.

 

Segurei sua Mão e saímos do quarto destranquei meu quarto e girei a maçaneta para abrir a mesma.

 

-senhorita Benson, perdeu alguma coisa no quarto do Senhor Balsano? – é hoje, todo mundo tirou o dia para nos flagrar olhamos para trás e o diretor nos encarava sério enquanto sua careca brilhava de suor.

 

-er..oi senhor diretor, er..como? Não entendi sua pergunta. – Luna falou gaguejando.

 

-quero saber por que não esta no seu quarto dormindo?

Luna pareceu pensar em uma resposta e então olhou para o diretor, decidida.

 

-digo o mesmo senhor diretor, ou pensa que eu não vi o que o senhor fez. – ela colocou uma Mão na cintura e o diretor engoliu á seco.

 

-não sei do que está falando senhorita.

 

-pensa que eu não vi você paquerando a tia da recepção. – ela encolheu os olhos sorrindo maliciosa, o diretor novamente engoliu á seco e eu me segurei para não rir.

 

-aquilo não lhe diz respeito senhorita.

 

-pois bem, o que eu não estou fazendo no meu quarto também não lhe diz respeito.

 

-você esta quebrando uma regra.

 

-não estou não, não estou grávida e nem vou voltar dessa viajem grávida, e se tentar cancelar essa viajem por causa disso – ela se aproximou do professor e falou um tom mais baixo – conto para sua esposa o que vi. – o professor limpou a careca com um lenço.

 

-tudo bem senhorita, vá em frente – ela apontou para o quarto Luna sorriu vitoriosa e entrou no meu quarto me puxando em seguida antes de fechar a porta olhou para o diretor e sorriu irônica.

 

-tenha uma ótima noite querido diretor. – então ela fechou a porta e já não suportando segurar cai na gargalhada.

 

-como assim o diretor paquerando a tia da recepção?

 

-eu juro que inventei tudo, eu não sabia de nada mais parece que é verdade.

 

-uou...você é muito espertinha. – ela sorriu para mim e me jogou na cama ficando em cima de mim em seguida.

 

-ta, mais onde paramos? – ela se abaixou para me beijar e eu coloquei dois dedos em seus lábios.

 

-parece que gostou de comandar – estrategicamente me virei fazendo com que ela ficasse embaixo e mim – mais dessa vez quem comanda sou eu. - toquei nossos lábios em um selinho, dois selinhos, três e Luna tentou me beijar mais eu não deixei, deslizei meus lábios pela linha do seu maxilar mordi sua orelha e abaixei minha cabeça dando leves mordidas em seus pescoço até o colo depois dei beijos aonde havia mordido subindo até sua orelha e mordendo novamente ali,Luna já tinha sua respiração ofegante, minha Mão contornou sua silueta e parou em sua perna levantando uma por uma fazendo com que ela ficasse com os joelhos dobrados me ajeitei entre suas pernas e pressionei meu quadril contra o dela que suspirou cravando as unhas nas minhas costas, abaixei meu corpo até o final da sua barriga, fiz um caminho de beijos ali enquanto levantava seu blusa lentamente e então meu beijo chegou até seus seios com a língua contornei o bico de um dos seus seios enquanto minha Mão brincava com o outro ela gemia baixo e ofegava enquanto eu brincava ali então subi meu corpo e a beijei com fogo suas mãos escorregaram de meus ombros até a barriga e por fim terminar no botão da minha calça ela abriu o mesmo e deslizou o zíper lentamente depois abaixou a minha calça até onde a seus braços alcançaram terminei de tirar a mesma e então terminei de tirar sua blusa depois voltei a beijá-la, ela passou suas unhas pelas minhas costas e por fim terminou em minha bunda cravando a unha ali.

 

-au. – falei e ela riu.

 

-desculpa, eu sempre quis fazer isso.

 

-sempre?

 

-sim, desde que reparei no tamanho da sua pompis.

 

-você não presta – falei rindo e voltei a beijá-la ela colocou uma das mãos dentro da minha cueca, passou a Mao pela minha  bunda novamente e depois acariciou meu membro que já pulsava soltei um gemido rouco com esse toque e Luna me olhou maliciosa

 

-gosto de estar no comando.

 

-você nunca provou ser comandada, ira provar isso hoje.

 

Tirei sua calça e beijei sua intimidade por cima da calcinha ela suspirou pausadamente, tirei sua calcinha e pude perceber o grau de sua excitação, beijei sua intimidade e com a língua contornei seu clitóris ela se remexeu e gemeu baixo, segurou meu cabelo enquanto eu brincava com sua intimidade e ás vezes ela pressionava minha cabeça contra sua intimidade fazendo com que eu aumentasse os movimentos da minha língua, antes de Luna se entregar ao orgasmo eu parei e subi meu corpo ela me olhou com desaprovação.

 

-por que parou? – perguntou ofegante.

 

-por que ainda não terminou. – voltei a beijá-la e então me livrei da minha cueca e por fim a penetrei soltamos um gemido uniforme e com as estocadas nossas respirações ficaram desalinhadas em nossos pulmões, Luna contornou meu corpo com suas pernas e me empurrava contra si fazendo os movimentos de vai e vem ficarem mais frenéticos e intensos e antes de chegarmos ao orgasmo reduzi a velocidade das estocadas e Luna me olhou com aquela carinha pidona.

 

-tortura não – Ela falou baixo e ofegante.

 

-Eu te amo – beijei sua boca e voltei a aumentar as estocadas e então gloriosamente explodimos em um orgasmo, ainda ofegante toquei nossos lábios em um beijo e quando nos apartamos ela sorriu para mim daquele jeito lindo e doce, tirei as mechas do cabelo ruivo que estavam grudados em sua testa suada e beijei ali e então com a respiração mais normalizada me deitei ao lado dela a trazendo para se deitar em meu peito, cobri á nos dois com o edredom e tateei a criado mudo ao lado, peguei o controle do ar condicionado e liguei o mesmo.

 

-o que acontece com você? –Luna me perguntou fazendo careta.

 

-que? Eu gosto de dormir com o ar ligado.

 

-vai ficar resfriado qualquer dia desses.

 

-não vou não, meu organismo já se acostumou. – ela bocejou – esta com sono? – ela assentiu – então dorme meu anjo – beijei sua testa e ela suspirou afundando o rosto em meu peito, repousei minha cabeça no travesseiro e por fim adormeci.

-Matteo-

 

Abri os olhos preguiçosamente senti um peso sobre meu corpo abaixei o olhar e encontrei Luna deitada sobre meu corpo ainda nua os braços cruzados apoiava a cabeça ela me olhava com um meio sorriso.

 

-bom dia bebê. –ela falou carinhosa e me deu um beijo.

 

-bom dia anjo, esta acordada desde quando?

 

-faz pouco tempo, estava pensando em fazer uma coisa. – ela falou encolhendo os olhos, em um movimento estratégico me virei fazendo ela fica em baixo de mim .

 

-se for a coisa que eu estou pensando em fazer eu aceito. – me abaixei para beijá-la mais ela tapou minha boca com a Mão fina e pequena.

 

-não é isso a coisa que eu quero fazer. – ela riu brincando com uma mecha do meu cabelo.

 

-então o que é?

 

-correr. – ela mordeu o lábio inferior e eu levantei as sobrancelhas.

 

-correr? – ela assentiu – por quê?

 

-por que sim, eu quero correr na praia – ela deu com os ombros e depois me olhou com aquela carinha de pidona – vamos?

 

-esta parecendo meu pai, com essa historia de atividade física. – fiz careta e ela apertou com as duas mãos minhas bochechas.

 

-só estou com vontade de sentir a morfina percorrer meu corpo.

 

-morfina? – levantei de novo as sobrancelhas.

 

-sim, aquele hormônio que faz a gente se sentir bem depois da atividade física.

 

Eu cai na gargalhada com o erro de Luna e ela me olhou sem entender o motivo de estar quase chorando de rir.

 

-o que foi? – quando ela falou isso eu me lembrei de “morfina” e comecei a rir de novo e vi que ela já estava ficando nervosa mais a “morfina” que estava em mim não permitia que eu parasse de rir e então ela emburrou a cara e virou o rosto para o lado até que me concentrei ao Máximo para parar de rir e beijei sua bochecha.

 

-é endorfina moreninha.

 

-ah – ela pareceu pensar no que falou e me olhou brava – mais não precisava rir daquele jeito da minha cara, me senti uma idiota – ela ainda de braços cruzados voltou a virar o rosto para o lado.

 

-é a idiota mais bonitinha que já vi – beijei sua bochecha

 

-minha nossa que bela forma de me elogiar, por que não diz que me odeia e pronto – ela falou brava.

 

-você fica uma graça bravinha – ela não esboçou nenhum gesto e então eu suspirei derrotado – ok, vamos correr. – ela então sorriu e lentamente se virou para mim, segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou.

 

-você é um amor mauricinho – ela sorriu para mim e eu continuei com a minha cara de derrotado – agora saí de cima de mim para mim vestir minha roupa. – ela deu um tapinha em um dos meus ombros e eu me deitei ao seu lado, olhei para ela esperando ela sair de debaixo das cobertas para que eu apreciasse a visão do paraíso mais ela não o fez, ao contrario me olhou séria.

 

-vira pra Lá – ela apontou para a parede.

 

-eu não, por quê?

 

-vira pra Lá fortinho, não quero que me veja – ela corou tapando o rosto com as duas mãos e eu sorri de canto.

 

-não precisa ter vergonha de mim marrentinha.

 

-mais eu tenho, por favor, vire-se para Lá. – suspirei mais uma vez derrotado e me virei de costas para ela, ela se descobriu fazendo com que eu sentisse o vento frio entrar de baixo da coberta e depois de um tempo ela apareceu na minha frente já vestida e beijou minha bochecha.

 

-vou pro meu quarto vestir uma roupa de malhar, depois aparece por Lá. – eu assenti e ela saiu fechando a porta, eu sabia o quanto ela demorava para se arrumar e então fiquei mais um tempo na cama curtindo o cheiro da morena que estava no travesseiro e no edredom, seu aroma, uma mistura de doce e amargo  penetrava em minhas narinas queimando-me era como sentir o cheiro das nuvens, o cheiro do amor era um cheiro tão bom que eu me negava em parar de sentir.

 

Após um bom tempo ali deitado enquanto namorava o travesseiro em que Luna havia dormido, me levantei fiz minha higiene e por fim vesti minha roupa de malhar – algo que eu não tinha colocado na mala, mas meu pai me fez esse favor – sai do meu quarto e bati na porta ao lado,Luna abriu a mesma estava com um short de malha com mais ou menos um palmo e meio – da minha mao – de curtisse e uma blusa de alça grossa porém de um pano tão fino que mostrava a cor do seu sutiã, um rosa florescente.

 

-não vou correr com você desse jeito.

 

-não, não, não, não me venha com ciuminhos bobos – ela colocou as mãos na cintura – deveria estar feliz por me ver assim.

 

-feliz? Feliz em saber que todos os marmanjos vão babar em você?

 

-sim, isso significa que você tem um mulherão do seu lado e que é só sua. – ela passou os braços no meu pescoço ficando na ponta dos pés e então me olhou com aquela carinha de “chantagem” – por favor, não implica com isso.

 

-tudo bem, seu ponto de vista tem um pouco de lógica, tenho um mulherão desse só para mim – sorri de canto e lhe dei um selinho em seguida ela me soltou eu a abracei pela cintura e caminhamos hotel á fora – só minha - falei convencido e Luna riu de mim.

 

-ta, mais não se ache por causa disso, por favor.

 

A praia estava cheia eu e Luna escolhemos um lugar mais reservado da praia para correr o que fizemos em uma hora e depois Luna já pedia para descansar enquanto respirava ofegante.

 

-que tal uma água de coco? – perguntei enquanto ela recuperava o fôlego.

 

-seria maravilhoso.

 

Voltamos até a área mais movimentada da praia e avistei um quiosque onde vendia água de coco.

 

-se importa em ir Lá comprar sozinho? Preciso descansar e eu encontrei A Âmbar ali – ela apontou para um lugar e avistei a loira deitada em uma cadeira de praia enquanto conversava com Gastón e Nina. – tudo bem, pode ir, chego Lá em dois minutos. – ela assentiu e saiu e direção aos amigos eu fui até o quiosque que estava lotado e enquanto eu esperava para ser atendido uma mulher loira com pele bronzeada parou ao meu lado sorrindo para mim.

 

-aloha! – ela falou sorrindo e eu fiz o mesmo sem hesitar em olhar para seus trajes, um biquíni bem pequeno.

 

-aloha – falei já percebendo os blefes que iria dar conversar com uma havaiana sem saber pronunciar nada alem de “aloha”

 

-é estrangeiro?

 

-sim, pensei que fosse havaiana.

 

-eu sou, mas fiz curso para inglês, espanhol e Frances.

 

-uou, - falei impressionado e ela riu.

 

-meu nome é Samanta.

 

-o meu é Matteo – estiquei minha mao como gesto de cumprimento ela segurou a mesma porem ficou na ponta dos pés e beijou minha bochecha, se Luna visse aquilo causaria possíveis discussões então após o cumprimento afastei-me á dois passos da loira e ela movimentou-se dois passos para perto de mim.

 

-esta gostando do Havaí?

 

-sim é um belo lugar, belas praias.

 

-e o que achou das havaianas? – ela se aproximou mais de mim e eu engoli á seco quando senti seus fartos seios roçarem meu peito.

 

-aloha bitch, da licença que esse tem dono. – Luna milagrosamente apareceu e empurrou a havaiana para trás fazendo a mesma tropeçar e cair no colo de um outro homem, ela se levantou brava e olhou para a morena que teve que levantar a cabeça para encarar a loira que era bem mais alta do que ela.

 

-oh Matteo você tem um hamster de estimação? – falou a loira provocando Luna que encolheu os olhos e abriu a boca incrédula.

 

-o que essa vara de cutucar lua esta falando de mim? –Luna falou a provocando e eu me segurei para não rir...

 


Notas Finais


O que acharam do capítulo? Me contêm?
Comentem meus amores!❤❤❤


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