História Meu Outro Eu — Imagine Jeon JungKook (Incesto) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hentai, Imagine, Jungkook, Nevoradorafics
Visualizações 533
Palavras 1.484
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente, tudo bem? Então, já estava na hora de postar um capítulo dessa fic, né?
Acho que essa é uma das fanfics que mais tem me agradado ultimamente, e eu estou muito satisfeita com os retornos de vocês. Ah, e eu não revisei, então perdoem os possíveis erros rerere

Eu realmente estou muuuuuito feliz com vocês, eu não ligo para números, muito pelo contrário, mas poxa, cada fanfic minha tem mais de cem favoritos, algumas chegam a ter 200. Pode parecer pouquíssimo perto de escritoras famosas no Spirit, mas para mim é muito, já que na minha casa não cabem nem 50 pessoas jqjahaaj

De verdade, obrigada por me fazerem sorrir com cada favorito é cada comentário, vocês são especiais demais para mim e eu amo vocês, de verdade.

Perdoem eu ser essa cuzona e demorar para postar capítulos as vezes ksksks

Leiam as notas finais.

Capítulo 4 - Revenge;


Fanfic / Fanfiction Meu Outro Eu — Imagine Jeon JungKook (Incesto) - Capítulo 4 - Revenge;

Fiasco, definitivamente. O moreno olhava-me como um predador, do jeito que falava, realmente me marcava como "sua", mas se tem uma coisa que eu não sou é propriedade privada.

—Você está brincando com o fogo, Jeon JungKook. Um grande imbecil. – Ri sarcástica e apontei o dedo em sua face.

—Pode me insultar o quanto quiser, querida. Eu gosto de um "dirty talk". – O mesmo se pôs de pé à minha frente e segurou firmemente em minha cintura. —Quanto mais difícil, mais interessante.

—Primeiramente... – Empurrei levemente seu peito e ele foi para trás, resmungando algo que eu não pude ouvir. —Não me toque como se tivéssemos alguma coisa.

—Nós temos alguma coisa. – Interrompeu-me e eu ri.

—Não, Jeon. São negócios. Estou fazendo isso apenas pelo dinheiro, não é como se você pudesse me tocar. – Arqueei uma sobrancelha, me afastando. —Essas são as minhas condições, querido noivo.

Um sorriso ladino e convencido brotou nos lábios do mais velho e ele se sentou no sofá, pegou seu copo de whisky e bebericou em seguida.


—Tudo bem, querida noiva. Mas em breve eu sinto que essa marra toda vai passar.


—Tenta. – Desafiei.


—Tenho minhas armas, S/N. Em breve você terá conhecimento de todas. – Sorri cínica para o mesmo e peguei minha bolsa, pronta para sair do local. —Ah, quando sair, não se esqueça de fechar a porta.


Revirei os olhos. Jeon JungKook é o ser mais desprezivelmente ridículo que já tive o desprazer de conhecer. Saí em passos fortes pelo corredor do enorme hotel é apenas acenei para NamJoon na recepção.



—Jeon JungKook? O ricasso gostoso? – Luna se empolgou enquanto esperávamos nossas bebidas no bar de costume.


—Por que não anuncia logo num megafone? – Bufei e a mais velha me mostrou o dedo do meio. —É, mas lembrando que são apenas negócios. Esse cara não presta.


—A maior parte das pessoas com quem você se envolve não presta nem um pouco, querida. – Riu.


—Eu sei, mas–


—Mamãe, o moço do bar disse que tem apenas bolo de ervas. Posso comer esse? – Michael era tão inocente que chegava a ser uma graça.


—Querido, por que não vai até a padaria da frente e compra uns doces para você, uh? – Dei um beijo na cabeça sem cabelos do menino e ele sorriu fofo.


—Tudo bem, tia. Depois volto.


O garoto deu um beijo em nossas bochechas e então eu pude lhe dar um sorriso. Ele diz gostar de ver as pessoas felizes.


—Como eu ia dizendo, eu sei bem que tipo de pessoas eu me envolvo, mas ele é… Diferente. – Suspirei. —Parece que ele me oferece um perigo extra.


—Ah, S/N, eu não duvido nada que seja só mais alguma daquelas suas paranóias.


—É, mas geralmente minhas paranóias estão certas. – Rebati.


—Apenas tome cuidado, certo? Não quero vê-la em perigo. Me preocupo com você. – Ela bebericou sua cerveja e se apoiou sobre os cotovelos. —Mas e então, você pegou no pau dele?


—Luna! Não seja ridícula! – Nós rimos antes de Michael chegar com um sorriso no rosto.


—Tia, um moço na rua pediu para mim te entregar isso. – O garoto estendeu um papel dobrado em minha direção e eu franzi o cenho, analisando o mesmo vagarosamente.


—Obrigada, meu anjo. – Tomei o papel de suas mãos e abri a boca num perfeito “o”.


“O tempo não para, S/N. TicTacTicTacTicTac


–T”


—Querida? Você está pálida, o que diz aí? – Luna passou a mão em minha testa, enquanto levava uma garrafa d'água até minhas mãos.


—Tom. Ele está jogando comigo. Mas eu não vou deixar isso barato, não vou mesmo.



Take me down into your paradise


Meu apartamento pode não ser dos melhores, mas o espaço que me sobrava, era dado ao meu único amor verdadeiro: a dança.


Don’t be scared 'cuz I'm your body tipe


Meu quadril dominava a coreografia, junto às minhas mãos que passeavam por meu corpo. Era a melhor sensação do mundo, sentir-me a rainha do mundo por isso era incrível.


'Cuz you and I, we’re cool for the summer.


—Já disse que gosto como você dança, querida? – Meus pelos se arrepiaram e um grito agudo subiu-me a garganta, junto à sensação de ânsia que aquela voz rouca me proporcionava.


—O que faz aqui? Como entrou? – Virei-me rapidamente enquanto observava o homem à minha frente desligar meu rádio.


—Não posso querer visitar minha querida noiva? – Levou uma mão ao lado esquerdo do peito, numa falsa indignação. —E aliás, está atrasada.


—Atrasada para o que?


—É esquecida assim sempre? – Percebendo a minha confusão, ele estendeu-me uma sacola - que me fez arregalar os olhos, já que era de uma grife importantíssima e revirou os olhos. —Vista isso. Vou apresentar você aos meus pais.


—Mas já?


—E a imprensa também. Vá, ande logo. – O olhei tão profundamente que talvez conseguisse enxergar sua alma: podre e peguei as sacolas de suas mãos. Tudo pela grana.



—Uau, está linda, querida. – Sorriu, talvez um de seus mais potentes encantos fosse aquele maldito sorriso.


—Cale a boca. Vamos logo com isso. – Revirei os olhos enquanto passava pelo mesmo sem dizer mais nada.


Entrei no elevador, sendo seguida pelo mais velho que mantinha um sorriso completamente maldoso nos lábios. Pode ser que ele queira muito me sacanear e esse jeito galanteador é uma arma contra a minha pessoa.



Que casa enorme. Era só o que eu poderia dizer.


O jardim na entrada era praticamente maior do que o meu apartamento inteiro. Haviam muitas flores de cores variadas, mas perfeitamente combinadas. A fachada era branquinha com nome dos Jeon na frente.


—Arrume sua saia. – Pediu enquanto nós caminhávamos até a entrada da enorme mansão de seus pais.


—Ok. – Bufei e puxei um pouco mais a barra do tecido de cetim preto para baixo.


Jeon tocou o botão do interfone e pediu para abrirem – o que logo foi atendido: uma senhora baixa de cabelos grisalhos, que usava um uniforme cinza, sorriu para ambos, porém ainda mais largo para o Jeon.


—JungKook, querido. – Ele a abraçou sorrindo largo.


—Tudo bem, Samira? Onde estão os meus pais?


—Estão à sua espera na sala de jantar, querido. – Ele assentiu e me puxou para dentro.


Acho que o lugar era ainda mais bonito por dentro, nunca estive num lugar assim e meus olhos chegavam a brilhar, estava precisando esconder o meu encanto pelo lugar.


A sala de jantar era realmente enorme, e a mesa farta. Acho que tudo que eu como num mês estava sobre a mesa dos Jeon, e meio que desde que eu era uma criança, nunca tive uma mesa farta assim.


—Olá, mamãe. Pai. – O mais novo fez um gesto para que eu me sentasse e assim eu fiz. —Essa é minha noiva, S/N.


—S/N? Esse nome não me é estranho… – O Jeon mais velho olhou-me estranho. Parecia analisar meu rosto.


—O-Olá. – Praguejei mentalmente por gaguejar, a mãe de JungKook me olhava como se pudesse me fuzilar apenas com os olhos.


—Olá, querida. Então é você que me… – Tossiu. —Dará netos?


—Netos?! – Indaguei indignada e dei um chute na perna de JungKook, que estava ao meu lado.


—Ai! – Resmungou, fazendo os mais velhos nos olharem com o cenho franzido. —Netos, mamãe? Mas já?


—É, os Jeon precisam de gerações futuras.


—Não acha que está um pouco cedo demais, senhora Jeon? – Sorri envergonhada.


—Na verdade não. JungKook demorou demais para achar uma esposa e… – Ela acabou tossindo mais uma vez, só que agora, ela soluçava algumas vezes. —Eu só quero ter um neto antes de… Quero saber como é ser avó.


É compreensível.


—Então, onde vocês se conheceram? – Finalmente o pai do meu “noivo” se pronunciou.


—É, amor. – Sorri cínica, dando um chute em sua perna, enquanto ele me fuzilava com o olhar. —Fala 'pra eles onde nos conhecemos.


Isso vai ter volta, S/N. – Sussurrou. —Bom, nós nos conhecemos numa festa da empresa.


—Foi? – Desta vez foi ele que me deu um beliscão por baixo da mesa. —Ah! É, foi. – Disfarcei a careta de dor da melhor forma que pude.



O jantar passou rapidamente e graças a todas as divindades existentes, deu tudo certo. Bom, exceto pelo senhor Jeon, que me olhava como se estivesse procurando algo em meu rosto. Ele parecia me conhecer. Pelo menos eles gostaram de mim e nosso joguinho deu completamente certo.


Agora, JungKook dirigia para o meu apartamento, ele iria me deixar em casa antes de seguir caminho para sei lá onde ele costuma ir esses horários.


Assim que chegamos ao prédio, JungKook parecia paciente no elevador, suas mãos estavam em seus bolsos e sua testa suava, por algum motivo ele estava nervoso. Quando a porta do elevador foi aberta, fomos andando calmamente até o meu apartamento, enquanto ouvíamos apenas nossas respirações.


Abri a porta de madeira do local onde eu moro e suspirei, chamando o mais velho para entrar.


—Foi lega–


Minha fala foi cortada por um beijo feroz e apressado, o mais velho não havia me deixado sequer pensar no que fazer, apenas prensou-me na porta e puxou meus cabelos da nuca firmemente. Sua língua macia adentrou minha cavidade bucal e eu sentia suas mãos passearem por minhas coxas. Estaria mentindo se não dissesse que ele beija bem e tem uma pegada incomparável.


—Eu disse que teria volta, não disse, querida? – Sussurrou rouco, rente ao meu pescoço, fazendo-me estremecer.


Notas Finais


O que vocês estão achando, uh? Estão gostando? Eu devo continuar, uh?

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LINK DAS MINHAS OUTRAS HISTÓRIAS:

Fanfic de época com o nosso bolinho Jiminie — Caught in a Lie:

https://spiritfanfics.com/historia/caught-in-a-lie-imagine-hotjimin--bts-8332815


Meu Outro Eu — Imagine (Incesto) JungKook:

https://spiritfanfics.com/historia/meu-outro-eu-imagine-jeon-jungkook-incesto-9514576

OS — Pensamentos bobos meus — Eu abracei uma estrela:

https://spiritfanfics.com/historia/eu-abracei-uma-estrela-9409926

OneShot Imagine Jimin — Melhor Amigo:

https://spiritfanfics.com/historia/melhor-amigo-imagine-park-jimin-twoshot-9304939


TwoShot JiKook — Sweet Bunny:

https://spiritfanfics.com/historia/sweet-bunny-jikook-9294778



Long Fic do nosso bolinho, Yoongi. (Em processo de correção ortográfica. Terminada.): Primavera Fria

https://spiritfanfics.com/historia/primavera-fria-long-fic-bts-yoongi-7469447


Pequena OS de pensamentos bobos meus: Sua.

https://spiritfanfics.com/historia/sua-9244954


Meu primeiro Yaoi na plataforma: First Love — YoonMin.

https://spiritfanfics.com/historia/first-love--yoonmin--bts-8839273


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