História Meu Paciente - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Zeref
Tags Lucy, Meu Paciente, Nalu, Natsu, Yushi Mizuna
Exibições 104
Palavras 2.553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo, como vocês estão? Eu melhorei da gripe -dança-

Estava lendo alguns textos e decidi simplificar um pouco a minha escrita, então esse capítulo contém as novas mudanças. Caso não gostem e prefiram a escrita antiga podem falar, eu particularmente achei a leitura mais fácil assim, cof cof. Modifiquei a escrita do primeiro capítulo e a sinopse também, mas, nada que altere o roteiro da história.

Yumi está aqui antes da hora, mas, eu estou tão empolgada que não resisti, já havia terminado então... muhahahaha

Boa leitura, espero que gostem (/‿\✿)

Beijos, beijos.
(ˆ⌣ˆ)ε`●)

Capítulo 3 - Novas emoções


Fanfic / Fanfiction Meu Paciente - Capítulo 3 - Novas emoções

“Oh doce ignição, seja o meu fusível

Você não teve escolha, você precisa escolher

Se despeça do ontem

Diga adeus, estou a caminho

Mas no fim, nós todos

Viemos do que veio antes.”

 

Quinta-Feira, 23 de outubro de 2016 – Casa da Heartfilia 6h45min

 

As mechas douradas tapavam seu rosto de maneira gentil. O relógio ressoou barulhento, abismando a Heartfilia que se ergueu em um salto. Ela continuamente se esquecia de modificar o timbre do seu alarme, assim, despertando assustada. Estendeu os braços estalando sua coluna pausadamente, o efeito após se espreguiçar era adorado por Lucy. Cambaleou rumo ao sanitário, executando sua higienização matinal.

O apartamento abrigava dois indivíduos: o inicial era Lucy a proprietária do local e o seguinte se chamava Happy, era o cúmplice mais leal da loura e continha cinco anos. O gato acinzentado percorria atrás da dona a todo instante, os orbes amarelos analisavam cada movimento de Lucy, bem como se permanecesse à defendendo a cada momento. A Heartfilia agachou seu tronco, fitando o pequeno animal.

- Bom dia. – Acariciou seu cangote. – Você está com fome, não é Happy? – Pronunciou, escutando um miado como resposta.

Lucy andou em destino a prateleira da cozinha, apanhando um pequeno saco de ração. Depositou até metade da vasilha e apreciou o amável gato. Happy a enfrentou areando-se em sua perna com meiguice, conforme reclamava.

- Oh. – Suspirou. – Desculpe, esqueci de agitar a comida em seu pote. – Articulou, depositando a mão sobre a cabeça em forma de protesto.

Ao terminar de se ajeitar a loura descansou os olhos no espelho percebendo que faltava algo. Observou que suas mechas douradas estavam soltas. Elas desciam lisas ainda no comprimento dos ouvidos e em sua extensão desenvolviam ondas robustas, atraindo aceitável atenção. Suspirou exausta, apanhando um pregador ao seu lado e o depositando em sua carteira. Estava atrasada, o processo mais rápido consistia em amarrar o cabelo no trabalho.

Ajustou seus papéis junto a bolsa e seguiu rumo a entrada, depositando um beijo em Happy antes de se ausentar. Trancou o acesso e desceu as escadas em orientação à rua, analisando o incrível céu mesclado de nuvens brancas e azuis. Na metade do trajeto a loura aguardava Lisanna, que residia a poucos minutos da Heartfilia. De segunda à sexta ambas iam juntas trabalhar. A loura avistou um alvo branco percorrendo em sua direção.

- Lucy! – Articulou exausta.

- Lisanna!? Está tudo bem? – Advertiu preocupada.

- Eu me atrasei. – Expirou. – Preciso fazer mais exercício, estou morta. – Assegurou ainda fatigada.  

Lucy fitou a amiga em meio a gargalhadas. Testemunhar Lisanna pálida do aspecto que era estar nessa condição com o rosto por inteiro corado era um tanto cômico para a loura. Ambas caminharam até o colégio S. Fairy Taiil dialogando sobre distintos eventos. Cana, Lisanna e Lucy eram amigas desde o ensino médio, inclusive a faculdade as três concluíram juntas.

- Lisanna. – Suspirou. - Aquela sensação. – Pausou, quase com os olhos marejados. – Ela.. ela voltou. – Concluiu melancólica.

- Lucy. – Indagou. – Fez o que eu lhe pedi? – Disse, arqueando uma sobrancelha.

- Não tenho tempo para escrever um diário. – Bufou. – Além do que. – Descontinuou inesperadamente assim que fixou os olhos no garoto de cabelos róseos que ingressava no colégio.

- Além do que? – Lisanna atraiu sua concentração observando a loura confusa.

- Esqueça. – Afirmou. – Vou tentar, certo? – Tocou a cabeça da amiga depositando um beijo em sua testa e prosseguiu em destino a sua sala.

Antes que pudesse concluir qualquer tarefa ajeitou o tapete de cor lilás e deitou o corpo sobre ele. As penugens contidas na tapeçaria eram extremamente macias tornando o movimento agradável. Lucy apresentava a estranha mania de reclinar em qualquer ambiente e admirar o teto quando se sentia ansiosa.

- Lucy, eu... – Cana pausou a sentença observando a amiga. – O que diabos você está fazendo? – Questionou assustada.  

- Estou relaxando. – Proferiu com a voz tremula.

- O que houve? – A morena articulou admitindo as doidices da amiga.  

- Ele... – Choramingou. – Me ligou. – Completou a frase inquieta.

- Você. – Rosnou. – Não atendeu, certo? – Indagou, irritada.

A loura somente se levantou enfrentando Cana. Os orbes outrora vivos estavam suprimidos e acabados assim como o íntimo de Lucy.

- Falou com ele, não é? – Disse entredentes. – Você nunca vai sair disso, Lucy. – Cana estava perplexa. – Esqueça Kyoma! – Aumentou seu tom de voz proferindo um barulho estridente.  

- Vá embora. – Sussurrou entre os soluços.

Cana abandonou o local, fula. Não importava o número de vezes que ousou ajudar Lucy, a loura era teimosa o suficiente para continuar se ferindo. 

 

Colégio S. Fairy Tail – Quadra do Colegial 11h52min

 

- Natsu, usa o passe de peito¹! – Pediu Gray. – Você vai ferrar o time assim. – Rosnou, impaciente.  

- Cala a boca seu pedaço de merda. – Contestou. – Olha o Laxus te marcando. – Enfrentou o loiro apressado.

O rosado moveu seu corpo avançando em direção a cesta. Passou entre os adversários que o marcavam intensamente e executou um gancho² obtendo assim o ponto da vitória para seu time. O apito ressoou encerando a aula. Várias garotas correram em orientação a Gray e Natsu, os louvando a respeito do jogo de basquete.

- Cara, você viu a loirinha? – Investigou Loki rumo ao vestiário.

- Bonita, mas... – O rosado coçou a cabeça. – Sei lá. – Riu sem humor.

- Bonita? Sério? Aqueles seios eram gigantes. – Retrucou o ruivo.

- Vocês são idiotas. – Disse Gray, dando de ombros.

- Olha, Gray. – Loki se aproximou. – Sua namorada é bem gostosinha, só por isso vou ignorar seu comentário. – Discorreu, provocativo.

- Ora, seu. – Rosnou. – Quer ficar com o olho roxo de novo? – Importunou.

- Pode vir. – Disse, abrindo um sorriso.

- Da para parar vocês dois? – Natsu pronunciou descendo um tabefe na cabeça do moreno.

- Você quer brigar também? – Gray enfrentou o rosado furioso.

- Sabe que perde. – Assegurou presunçoso.

- Olha. – Loki sacou um pedaço de papel contido no armário do rosado. – Você tem consulta com a Lucy. – Garantiu, sorridente.

O rosado retirou a folha das mãos do ruivo e analisou atento.

- Droga. – Pousou a mão sobre a cabeça. – Eu estou atrasado. – Agrupou os pertences em passo acelerado e partiu rumo a enfermaria se despedindo dos amigos.  

Natsu desceu as escadas pulando dois degraus de cada vez. Passou pelo refeitório e por fim avistou a sala de Lucy. Antes que pudesse ingressar na consulta ouviu uma voz familiar o chamar.

- Natsu! – Zeref o atingiu sorridente.

- Zeref! – Disse, ingrato.

- Obrigado por seguir seus horários. – Afagou o cabelo do irmão. – Você está imundo, por falar em horários. Não cumpriu a parte do banho? – Retraiu uma careta.

- Estava na aula de educação física. – Bufou. – Acabei atrasando. – Revirou os olhos.

- Oh. – Tocou o nariz. – Lucy é uma grande amiga, vou pedir a ela autorização para que você possa usar o chuveiro. – Ponderou o chamando.

Zeref bateu na porta da loura esperando a mesma liberar a entrada.

- Pode entrar. – Lucy rebateu.

Natsu e Zeref adentraram no consultório observando a loura emitir um grunhido descontente.  

- Zeref? – Questionou, arcando a sobrancelha. – E Natsu. – Revirou os olhos.

- Lucy, perdão pelo incomodo, mas, encontrei meu irmão no corredor e digamos que ele não teve tempo de jogar uma água no corpo. – Pausou observando o rosado. – A sua sala é a única que contém chuveiro, poderia ceder ele por uns minutos? – Indagou educado.

- C-Claro. – Balbuciou. – Natsu é meu próximo paciente, sem problemas. – Enfrentou o rosado sem humor. – Vou comprar uma água. – Pronunciou.

- Erza está lá fora. – Espiou amedrontado. – Ela se encontra de mau humor. Boa sorte. – Comunicou o moreno, retornando a sua sala.

- Ótimo. – Exprimiu. – Vou ser obrigada a permanecer aqui. – Arrostou Natsu.

- Enfim. – Suspirou. – Estou indo. – Adentrou no sanitário arrancando a camisa.

A loura tapou os olhos envergonhada.

- Poderia fazer a gentileza de se despir no banheiro e de preferência com a porta fechada? – Disse irônica.

- Como se você odiasse ver um homem sem camisa. – Reclamou, fechando a abertura.

- Idiota. – Arquejou.

Os livros em sua prateleira e mesa permaneciam um caos, a sensação de que um ciclone acertou ambos os lugares era real. Lucy havia se lembrado de ajeitá-los após disparar o olhar em meio a bagunça. Apanhou um bocado em cima de sua mesa e arrastou para o seu devido lugar. Quando terminou a tarefa a loura experimentou um hálito quente próximo ao seu pescoço a fazendo se arrepiar. Girou o rosto pausadamente para examinar o indivíduo.

- Ah, é você. – Revirou os olhos. – Sua mãe com certeza lhe ensinou sobre modos, você poderia começar a praticar. – Sorriu irônica.

O rosado encarou o braço da Heartfilia que se indicava arrepiado.

- Seu corpo parece ter gostado. – Falou atrevido, arqueando a sobrancelha.

- Vou ignorar seu comentário. – Disse, tentando abrir passagem.

- Calma, precisa de ajuda? – Aproximou o rosto ao de Lucy. 

- Não. – Empurrou o rosado descontente.

- Já pensou em ser mais simpática com as pessoas? – Interrogou, se assentando próximo a mesa.

- Já pensou que sou sua psicóloga e não. – Cortou, cerrando os dentes. – Enfim, vamos começar logo. – Disse insensível.

- Aposto que um certo homem te magoou muito. – Fitou a loura, curioso.

Os orbes castanhos de Lucy arderam de raiva ao ouvir tais palavras.

- Não interessa a você. – Pronunciou, birrenta.

- Parece que acertei. – Riu da careta que surgiu no semblante da loura. – Fica calma, você é atraente, talvez a mais bonita que já conheci. – O rosado foi interrompido por Lucy que sustentava uma expressão de choro.

- Você disse a mesma coisa que ele. – Colocou a mão sobre a boca e tropeçou na bancada. – Porque? – Contestou.

- Oe? Luce, você está me assustando. – Observou a loura, confuso. – O que aconteceu? – Indagou, se aproximando da loura.

A Heartfilia nada pronunciou e correu em direção a saída do colégio. Prosseguiu pela rua, apressada até cruzar uma esquina. Interrompeu os passos em meio ao soluço, lambuzada em suas próprias lágrimas. Os fantasmas aos quais tentava fugir estavam invadindo sua vida sem ao menos pedir licença. Se recostou na parede ao lado, buscando conforto.

- Ora, ora. – Zombou o homem.

O desconhecido possuía cabelos esverdeados e uma certa cicatriz próxima aos olhos. Aparentava ter uns 52 anos e exibia um semblante ameaçador.

- Quem é você? – A loura perguntou espantada.

- Não importa. – Aproximou-se de Lucy, apertando seu pulso. – Ver uma mulher bonita e delicada chorando dessa maneira é tão cruel. – Sorriu malicioso. – Posso lhe ajudar.

- Não, você não pode. – Natsu surgiu no local, empurrando o homem. – Vá embora! – Avisou, arrancando a loura para trás do seu corpo.

- Você quer brigar, Natsu? – Encarou o rosado, lambendo os lábios. – Eu a vi primeiro. Pouco me importa se é sua namorada. – Disse cético.

O homem partiu para cima do rosado que desviou em passo acelerado. Ousou desferir socos e chutes em Natsu que permaneceu na defensiva.

- Eu não gosto de brigas. – Articulou, interrompendo o soco do homem.

- Cale a boca. – Investiu rumo ao rosado que bufou.

- Tudo bem. – Revirou os olhos. - Não tenho escolha. – Elevou o braço em destino ao rosto do estranho que apenas com um único golpe caiu desacordado.

A loura enfrentava a ocasião extasiada. Que porcaria acabou de acontecer ali? Se perguntou inúmeras vezes, observando o fato.

- Vamos embora. – Disse assustado. – Se alguém descobrir eu estou ferrado. – Rosnou. – Da próxima vez, não sai correndo igual uma maluca. – O rosado pronunciou.

Lucy permaneceu em silêncio o caminho todo. Chegando a sua sala se encostou ainda encarando Natsu.

- Você conhecia aquele homem? – Perguntou se recordando do diálogo. – Ele disse seu nome. – Concluiu.

- É o faxineiro do colégio. – A enfrentou, incrédulo. – Como você nunca viu ele aqui? – Perguntou.

- Verdade. – Assegurou, induzindo as mãos em suas mechas. – Havia me esquecido. – Suspirou perplexa.

- Obrigada Heartfilia. – Disse irritado. – Provavelmente você me presenteou com uma incrível suspensão. – Arquejou.

- Ah. – Fixou os orbes no rosado. – Ele é um funcionário e você bateu nele. – Abriu um sorriso. – Obrigada, apesar de ser contra a violência. – Indagou.

- Como se eu tivesse escolha. – Bufou. – Não queria acertar o velhote, mas, fazer o que. – Cruzou os braços, afrontando a loura. – Agora me explique, Luce, por quê saiu correndo? – Arqueou uma sobrancelha.

A loura desceu o olhar e descansou os orbes castanhos no chão. Depois de uma dose de adrenalina resfolegou e emitiu uma resposta.

- Fui noiva uma época. – Dominou o choro. – Ele se mudou e em seguida me mandou uma carta explicando o motivo da nossa separação. – Elevou o olhar para Natsu novamente. – A frase que você falou antes foi a explicação dele. – Articulou chorosa.  

- Você saiu por aquela porta antes que eu pudesse terminar a frase. – Murmurou. – Estava dizendo que, além de linda e meio maluca você parece ser uma pessoa que se importa com os outros, isso é raro, Luce. – Se aproximou da loura, secando uma lágrima que escorria em seu rosto.

O som estridente da passagem sendo aberta com nenhum cuidado, refletiu pelo local. Erza permanecia imóvel e furiosa analisando Lucy e Natsu. Por pouco não estourou a maçaneta.

- Er. – Foi cortada.

- Lucy, não diga nada. – Fuzilou o rosado. – Vamos, Natsu. – Exigiu. – E se você entrar em alguma briga novamente eu vou te expulsar. – Assegurou sem humor.

Natsu mirou Lucy bem como se dissesse ‘eu avisei’. A Heartfilia arriscou proteger o rosado, entretanto, fracassou. Enquanto Erza arrastava o garoto para sua sala, Lucy suspirou, partindo rumo ao refeitório. Pediu sua bebida predileta e enxergou Cana e Lisanna confortáveis em uma mesa.

- Oi meninas. – Discorreu contente.

- Ora, ora. Passou o surto? – Cana provocou.

- Cana! – Lisanna advertiu. – Esses eventos são complicados. – Mirou a amiga, emitindo conforto.

- Foi estranho. – Abriu a latinha animada. – Simplesmente passou. – Sorriu.

- Por um acaso, sabe. – Conteve o riso. – Esse ‘estranho’ está relacionado ao irmão do Zeref? – Indagou a albina.

A loura se engasgou com o refrigerante. Seu rosto corou como uma brasa.

- C-Claro que não. – Garantiu mentirosa.

- Ouvi sobre uma briga. – Lisanna discorreu. – Natsu estava envolvido e defendendo alguma garota. – Afirmou. – Parece ser um bom partido, afinal a maioria sai correndo. – Disse brincalhona.

- Sério? Não sabia. – Fingiu. – Pessoas que brigam são descontroladas. – Alegou arriscando mudar o assunto.

- Claro, violência é horrível, mas, ficar ao lado de alguém que não se importa com você também é, não é Lucy? – Cana prendeu o olhar na loura.

- Está irritada, não é? – Investigou apreensiva.

- Claro, não me conformei. – Rosnou.

- Cana. – Lisanna a afrontou. – Calma, Lucy ainda vai conseguir. – Afirmou.

– Vocês irão ao chá de bebê de Mavis, certo? – Lucy trocou o assunto.

- Ah, sim. É amanhã. – Lisanna suspirou, notando algo.

- Sim, iremos. – Cana rebateu, brincando com o canudo.

- Esqueci do presente. – A albina tocou a testa, abismada. – Preciso sair mais cedo. – Indagou. – Até amanhã garotas. – Apanhou a bandeja e caminhou em passo acelerado até a saída.

- Já estou indo também. – Cana se ergueu, mau humorada. – Até. – Articulou seca.

- Até mais, Cana. – Suspirou derrotada. – Ela vai ficar assim um bom tempo. – Sussurrou.

Voltou a sala recordando as palavras de Natsu, embora aparentasse ser um idiota o rosado era diferente, ele se importava. Sorriu involuntariamente e seguiu rumo a sua casa, afinal o dia seguinte seria cansativo para a Heartfilia.

 

"Você é aquela que

eu queria encontrar

E qualquer um que

tentasse te negar

Deveria estar maluco."

                 


Notas Finais


Passe de peito¹ – Trazendo já bola junto ao peito, com o peso do corpo na perna coordenando movimento dos braços com os pulso, a bola à frente do corpo, lançá-la com as mãos na direção do movimento.

Gancho² – O jogador de posse da bola, dribla em direção à cesta mantendo seu corpo entre a bola e o adversário. Para, olha para a cesta, salta girando o corpo no ar com o lançamento da bola em movimento circundante do braço, caindo de frente para a cesta.

Sempre vou colocar trechos de músicas que se relacionem com o capítulo ou a história.

Comente sua opinião. Criticas, elogios e ideias são bem vindos. Cof, cof. ◠‿◠


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