História Meu padrasto - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook Taegi Namjin
Visualizações 50
Palavras 2.751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Lemon, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - One


   O maldito despertador toca alto irritando meus ouvidos e aumentando minha dor de cabeça. Aish, eu não deveria ter saído pra beber ontem com o TaeHyung. Agora, eu tô com uma puta ressaca que não vai passar tão cedo e hoje é segunda-feira, ou seja, tem aula. Que ótimo.

Eu não lembro de quase nada do que aconteceu.

Só me lembro de beber umas bebidas que eu nem sequer sei o nome, mas que eram muito fortes. Também me lembro de ter beijado o TaeHyung. Meu Deus. E eu beijei um estranho. Ele era mais baixo que eu e mais velho pela sua aparência, porém muito bonito e beija muito bem.

Eu queria me lembrar de como eu cheguei em casa sã e salvo e de como e onde está TaeHyung, mas nem disso eu lembro. Espero que ele esteja bem.

- JEONGGUK, VEM TOMAR CAFÉ. – Ouço minha mãe gritar do andar de baixo.

- JÁ VOU. – Respondi tentando criar coragem para levantar da cama.

Maldita ressaca.

Cambaleando consegui me levantar e ir ao banheiro.

Eu não sei que horas são então preciso ser rápido no banho.

Me despi jogando minhas roupas fedendo a álcool em qualquer canto e me enfiei em baixo do chuveiro tomando um banho de água quente.

Fiquei uns 20 minutos só me molhando, eu deveria ser rápido mas eu estava com ressaca e preguiça, eu mereço um bom banho.

[...]

Estava terminando de colocar meu tênis, ainda tinha que arrumar meu cabelo. Eu sou uma muito lerdo pra me arrumar. Até uma tartaruga é mais rápida e ágil que eu.

Arrumei meu cabelo de qualquer jeito, peguei minha mochila e desci pra tomar café da manhã.

- Bom dia, mãe. – Sentei me servindo.

- Bom dia, filho. – Sentou-se do meu lado. – Achei que você não iria descer pra ir pra escola. Você chegou muito bêbado ontem.

- Muito bêbado? – Eu estou imaginando minha situação. Que vergonha.

- Sim, muito bêbado. – Tomou um gole de café. – E eu te disse antes de sair que era pra você não beber tanto e tomar cuidado, porém você fez tudo ao contrário, não é?

- Desculpa, mãe.

Eu estou realmente envergonhado.

Eu geralmente não bebia e nem ia para baladas mas TaeHyung ficou a semana passada inteira me chamando pra ir com ele numa balada nova que abriu em Hondae, então eu acabei aceitando. Assim, como eu aceitei beber bebidas desconhecidas por mim e ainda beijei meu amigo e um estranho bonito.

Nunca mais vou beber desse jeito.

Eu espero não ter pagado nenhum outro mico além de ter chegado completamente bêbado em casa, sendo trazido por... Por quem mesmo?

- Eu liguei para o seu pai e disse que você bebeu demais. – Me olhou.

- Não precisava ter falado pra ele. – Imagina o que o meu pai deve estar pensando de mim. E a minha madrasta? Com certeza, já sabe também. Merda. – Por que você contou pra ele?

- Ele é o seu pai. – Levantou-se levando a xícara a pia. – Tem o direito de saber o que você faz e deixa de fazer. No caso, fazer tudo o que eu mandei você não fazer. – Cruzou os braços sobre o peito.

- Eu já pedi desculpa. – Mordi um pedaço de pão.

- Tudo bem. – Desfez sua posse de brava e se aproximou beijando meu cabelo. – Isso acontece. Coisas de adolescentes.

- Pois é.

Ainda tinha uma dúvida martelando na minha cabeça.

- Mãe, quem me trouxe pra casa?

- Ah, foi o-

Ding Dong...

- Eu já volto. – Deixou a cozinha indo atender a porta.

Quem poderia ser a essa hora da manhã?

Esse povo não tem o que fazer não? Eu hein.

- Jimin, que surpresa você por aqui a essa hora. – Ah não.

Tinha que ser ele? Por que Deus? Por que não mandaste outra pessoa aqui?

Jimin é o meu padrasto super, ultra, mega, espetacularmente, lindo e gostoso. Sério. Esse homem é perfeito.

Minha mãe e ele estão juntos a uns três meses.

Minha mãe trabalha no maior e melhor hospital de toda Seul e eles se conheceram quando ele foi fazer doação de sangue.

Eu conheci o Jimin oficialmente como namorado da minha mãe em um jantar em um restaurante caro.

Ele ficou o tempo todo me encarando, até quando minha mãe perguntava alguma coisa pra ele.

Como eu me senti? Caidinho por ele.

Um bobo apaixonado, bom eu estou apaixonado.

Eu juro que eu tento não me sentir assim e me “desapaixonar” por ele mas eu não consigo, eu sinto que a cada minuto, a cada vez que eu o vejo eu me sinto mais e mais apaixonado.

Perdão mamãe.

- Entra, fica a vontade. – Mamãe fechou a porta.

- Obrigado, com licença. – Ah, essa voz. Tão rouca pela manhã.

Jimin é sempre muito educado. Eu me impressiono com toda sua gentileza e educação que ele tem.

- Sente-se e tome café conosco.

- Eu já tomei café. Obrigado.

Eu posso sentir o seu perfume, e porra. Pensa num cheiro bom que esse homem tem.

- Olá, Jeongguk. – Sorriu para mim.

- O-Olá, Park.

Eu nunca chamo o Jimin pelo nome na frente dele e da minha mãe. E eles vivem falando para mim parar de chamá-lo pelo sobrenome e sim pelo nome. Mas, eu não consigo.

- JeongGuk, nós já falamos sobre isso. – Mamãe disse bufando.

- Não tem problema. – Jimin ajeitou seu blazer. – Se ele prefere me chamar de Park, então tudo bem. – Substituiu seu sorriso doce por um malicioso(?). - Desde que o JeongGuk continue chamando o meu nome, está tudo bem.

Oi? O que ele quis dizer com isso?

“Desde que o JeongGuk continue chamando meu nome.”

Okay, isso foi estranho.

Com aquele sorriso malicioso. Ele quis dizer que...

Meu. Deus.

- Filho, você está com febre? – Mamãe se aproximou, dessa vez tocando com as “costas” da sua mão, a minha testa. – Você está vermelho.

Sem nem perceber eu acabei corando. É tudo sua culpa, Park.

Falando nele... O Sr. Park está com o mesmo sorrisinho malicioso no seu belíssimo rosto.

- E-Eu tô b-bem. – Me levantei pegando a minha mochila. – E-Eu já vou pra escola. Tchau.

- Espera, filho. – Eu já estava quase saindo de casa quando ela me chamou. – Tem certeza que você está se sentindo bem?

Não.

- T-tenho. – Olhei para Jimin. Filho da mãe. – Eu vou me atrasar pra primeira aula, mãe.

- Eu vou dar uma carona pra vocês. – Jimin se intrometeu na conversa.

- Sério? Obrigado, meu amor. – Mamãe abraçou ele.

E ele não retribuiu o abraço.

- Eu vou pegar minha bolsa que eu deixei em cima da cama e já volto. – Correu pra escada. – Vão indo para o carro enquanto isso. Eu não vou demorar.

- Você escutou sua mãe. – Jimin chegou mais perto. – Vamos para o carro, Jeongguk.

Por quê eu sinto que isso soou como um duplo sentido?

Jimin entrou em seu carro, caríssimo por sinal.

Eu sentei no banco de trás, coloquei o cinto e uma música alta pra tocar nos meus fones de ouvido. Não estou afim de conversar com o Park. Não agora pelo menos.

[...]

- Tchau, filho. – Mamãe acenava da janela. – Boa aula.

- Boa aula, Jeongguk. – Park tirou seus óculos escuros.

- Tchau, obrigado. – Caminhei para o campo do colégio a procura do desgraçado do TaeHyung.

- JEONGGUK!

Escutei Jimin me chamando, e virei para trás. O que ele quer agora?

- DE NADA.

E sem dizer mais nada eles foram embora.

De nada? Pelo que? Eu deveria ter agradecido por algo?

Depois eu tiro essa história a limpo. Meu objetivo agora é encontrar o desgraçado do TaeHyung que me levou para aquela lugar.

Coitado dele na hora em que eu botar minhas mãos em seu pescoço.

O sinal tocou indicando o começo da primeira aula.

[...]

Me sentei no meu lugar, no fundo da sala.

TaeHyung não apareceu e provavelmente não vai vir nem pra segunda aula. Aquele imbecil.

- Bom dia, alunos.

Professor Seokjin entrou na sala animado, como sempre. Era segunda-feira e ele está animado. Como ele consegue?

- Vamos corrigir a tarefa que eu deixei para vocês fazerem.

E advinha quem não fez? Eu mesmo.

Vai ser um longo dia.

Jimin

Deixei Ji Yeong no hospital e dirigi rumo a minha empresa que a essa hora já estava com certeza funcionando a mil por hora.

Sorte a minha que eu tenho o Namjoon para cuidar dela quando não estou.

O sinal fechou e eu comecei a pensar na madrugada de hoje.

JeongGuk...

Ele me chamou para ir buscá-lo em Hondae.

 FLASHBACK ON 

Tinha acabado de chegar em casa. Eu estou exausto. Preciso de um banho, urgentemente.

Entrei no banheiro e estava começando a tirar minha roupa quando meu celular começa a tocar.

Peguei-o no bolso da calça, desbloqueando-o.

Fiquei surpreso ao ver quem me ligava.

Por essa eu não esperava.

JeongGuk.

Meu querido JeongGuk.

O menino pelo qual eu estou completamente apaixonado.

O problema? Eu namoro a mãe dele.

Parabéns, Jimin. Você é um idiota.

Dei um tapa em minha própria testa.

- Alô?

Eu ouvia uma batida eletrônica ao fundo e pessoas conversando.

- J-Jimin? – JeongGuk disse com dificuldade, certamente bêbado.

Também fiquei surpreso por ele me chamar de Jimin e não de Park.

- Onde você está exatamente JeongGuk? – Coloquei no viva-voz para poder vestir minha roupa de volta.

- Do l-lado d-d-de fora da b-balada.

Ele está muito bêbado.

- V-Vem m-me b-buscar, Jimin.

Ele está tão manhoso.

- Eu chego aí em meia-hora. – Já estava na garagem. – Não saia do lugar. Eu estou indo te buscar.

- O-Obrigado.

Desligou em seguida.

Estou dirigindo que nem um louco pelas ruas da capital. Eu preciso chegar logo em Hondae. Eu preciso buscar o meu menino e levá-lo para casa. Para a minha casa.

[...]

Por onde eu olhava, eu podia ver vários adolescentes com bebidas nas mãos, fumando um cigarro, dançando e se pegando.

Onde você está querido?

Ele disse que está do lado de fora da balada. Mas aqui em Hondae tem várias baladas. Me lembrei que abriu uma nova. Deve ser lá.

Estacionei em frente à essa balada e vi JeongGuk sentando encostado na parede.

- JeongGuk, acorda querido. – Sacudi seus ombros tentando acordá-lo.

Aparentemente ele está sem nenhum machucado. O que me alivia muito.

- J-J-Jimin? – Ergueu a cabeça passando a me olhar. – Você veio mesmo me buscar.

- É claro que eu vim, bebê. – Abracei-o.

- Estou feliz por você estar aqui. – Retribuiu meu abraço fortemente.

JeongGuk estava com TaeHyung. Então por que ele está aqui sozinho?

- Cadê o TaeHyung?

Se aquele filho da puta deixou meu bebê aqui sozinho e foi embora eu mato ele.

- Eu não sei. – JeongGuk disse sussurrando no meu ouvido me fazendo arrepia. – Ele sumiu. Eu procurei ele mas não achei.

TaeHyung considere-se morto.

- Vamos para casa, bebê. – Ergui ele do chão ainda abraçados.

Levei ele para o carro, colocando-o cuidadosamente no banco do passageiro e em seguida coloquei o cinto.

Acelerei saindo daquele lugar com JeongGuk, agora, dormindo tranquilamente.

[...]

Abri a porta do meu quarto com certa dificuldade por estar carregando JeongGuk nos braços.

Deitei ele sobre a minha cama, tirei seu tênis e sua jaqueta para que assim ele pudesse se sentir mais confortável.

- Oh, você acordou? – Fui até JeongGuk me sentando perto dele. – Como se sente?

- Com dor de cabeça.

- Eu vou buscar um remédio.

Fui buscar um remédio e um copo de água para ele na cozinha.

Não demorei a achar o que eu procurava, logo voltando para o quarto.

- Toma. – Entreguei o remédio e a água para ele. – Talvez você sinta dor de cabeça ainda mas não vai estar tão forte quanto agora.

- Obrigado. – Me entregou o copo vazio.

- Você quer tomar um-

O celular do JeongGuk começou a tocar interrompendo minha pergunta.

- Atende pra mim, por favor. – Seus olhos estavam lacrimejando.

- Tá bom.

Peguei seu celular na sua jaqueta e vi que quem ligava era Ji Yeong.

- Eu já volto.

Disse para JeongGuk indo atender o celular. Ele apenas concordou com um leve aceno.

- Alô?

Fui para o corredor.

- Jimin? Por que você está com o celular do JeongGuk? Você está com ele? – Ela está visivelmente preocupada. Eu entendo.

- Sim. Eu fui buscá-lo na balada. – Respondi tentando não ser grosseiro.

- Graças a Deus. – Suspirou. – Traga ele pra casa agora, por favor.

- Ele está muito cansado e com dor de cabeça. – Eu não posso levá-lo agora. Ele tem que ficar aqui comigo essa noite. – E ele também está fedendo a álcool. De manhã eu levo ele.

- O QUÊ? – Gritou do outro lado do celular me fazendo afastar o mesmo pela dor de ouvido que me deu. – TRAGA ELE PRA CASA AGORA, JIMIN. – Ela está furiosa.

- De manhã eu levo ele, Ji Yeong. – Aish.

- JIMIN, EU QUERO O JEONGGUK AQUI EM CASA EM NO MÁXIMO 20 MINUTOS. – Desligou na minha cara.

Puta.

Não adianta discutir agora. Vou ter que levar meu bebê pra casa dele.

Voltei para o quarto encontrando uma cena adorável.

JeongGuk dormindo com os cabelos bagunçado, com a boca um pouco aberta enquanto abraça meu travesseiro.

Eu poderia ficar horas ali olhando ele dormir mas eu tinha que levá-lo para casa.

Tirei uma foto dele para guardar aquele momento.

Ah, Jeongguk.

Eu ainda vou tê-lo na minha cama fodendo você.

Coloquei seu tênis nos seus pés e sua jaqueta para esquenta-lo.

Se bem que eu poderia esquentar o JeongGuk muito mais do que aquela jaqueta.

- Jimin, o que você está fazendo? – Perguntou com os olhinhos ainda meio fechados.

- Eu vou te levar pra casa. – Fiz um carinho em seus cabelos.

- Eu quero ficar aqui com você, oppa.

Okay, por essa eu realmente não estava esperando.

Oppa.

JeongGuk me chamou de oppa.

Aguenta coração.

- Eu também queria que você ficasse aqui, bebê. – Beijei seus cabelos. – Mas dessa vez eu tenho que te levar pra casa. Teremos outras oportunidades, ok?

- Ok. – Disse baixinho quase colado a minha boca. – Oppa, você é lindo.

- V-você também é lindo, bebê. – Beijei o canto da sua boca vendo JeongGuk corar. – Vamos.

FLASHBACK OFF

Deixei o carro na garagem pegando o elevador até o andar onde ficava a minha sala.

Ah, eu poderia ter feito tantas coisas com o JeongGuk naquela noite se ele não estivesse bêbado e nem fosse menor de idade.

Tenho que ser paciente e esperar.

O meu dia... Quer dizer nosso dia vai chegar.

E quando ele chegar...

A porta do elevador abriu e eu saí do mesmo indo para minha sala cumprimentando meus funcionários.

- Até que enfim você chegou. – Disse Namjoon sentado no sofá que tinha na minha sala.

- Bom dia, Namjoonie. – Disse sarcástico, afrouxei a gravata e coloquei a pasta que carregava sobre a mesa.

Namjoon e eu nos conhecemos no ensino fundamental. Nos tornamos grandes amigos e em pouco tempo e também... Bom, tivemos um romance, e tudo que eu aprendi sobre sexo eu devo a ele.

- Por que demorou? – Ignorou meu tom de voz.

- Eu não dormi direito essa noite.

E era verdade.

Fiquei frustrado por não ter meu bebê comigo.

- Transou com alguém a noite toda? – Disse com um sorrisinho.

- Bem que eu queria mas não. – Liguei o notebook para ver meus e-mails.

- O quê aconteceu? – Largou a revista que ele estava vendo e se sentou na cadeira a minha frente.

- JeongGuk.

Eu só preciso dizer esse nome para que Namjoon entenda.

- Ainda insiste nisso, Jiminnie.

Quem foi sarcástico agora foi ele usando meu apelido.

- Sim. Insisto. E não desisto.

- Quê poético. – Veio até mim. Parando atrás de mim fazendo uma massagem. – Se está com tanta vontade assim de trancar com um homem então deveria ter me procurado.

- Namjoon. Para. – Repreendi ele.

Eu sei que o Namjoon pode me dar um prazer dos infernos. Porém, não é ele que eu quero.

- Relaxa. – Voltou ao seu lugar. – Mas, se você quiser. Você sabe onde me achar. – Piscou. – Eu vou pra minha sala, trabalhar. Tchau.

- Tchau. – Voltei a olhar meus e-mails tentando me concentrar no meu trabalho mas a todo momento eu ficava lembrando do que aconteceu de madrugada.

Oppa...

Eu não conseguia esquecer isso nem por um segundo.

Ele estava tão manhoso quando me chamou de oppa.

Eu vou fazer você dizer isso novamente, Jeongguk.

Só que você vai estar gemendo.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...