História Meu par perfeito - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grand Chase
Exibições 47
Palavras 1.395
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


olá!!!
mais um capítulo para vocês não morrem de curiosidade!!

Capítulo 9 - Neun


Fanfic / Fanfiction Meu par perfeito - Capítulo 9 - Neun

Arme ouviu o sinal tocar era a última aula, somente ela, Lass e Ryan vieram para a aula, depois de uma “noitada” era de se admirar que alguem conseguiria levantar cedo para ir a aula. Ela pegou os livros e o fichário e se dirigiu a porta passando praticamente correndo por Lass.

— Arme! Sera que você pode me esperar? — Ele falou um pouco irritado, ela o estava ignorando fazia um bom tempo.

— Não tem como, tenho muita coisa pra fazer. — Ela disse de costas para ele e começou a andar de novo.

Ele passou por ela correndo parou na saída da sala de aula.

— Pode parar de fugir de mim?

— Não estou fugindo.

— Como não esta, estou tentando me aproximar de você desde o início das aulas e a única coisa que você conseguiu fazer foi me evitar fora o intervalo que você passou no banheiro.

— Uma pessoa não pode passar mal e ir ao banheiro?

— Você estava passando mal? —  Ele perguntou agora preocupado.

— Não. — Ela falou se irritando.

— Então por que... — Ele ficou com raiva com a resposta começou a frase, mas foi logo interrompido.

— Não importa, não interessa, eu só quero ficar longe de você, não quero que você se aproxime de mim eu... — Arme começou a falar mas logo parou. — Eu... Estou assim por causa do que seu irmão disse, ele tem razão, alguma coisa poderia ter acontecido com Lin, e a culpa foi nossa porque... Eu estava acompanhando ela ao banheiro e você me puxou e eu fui com você e esqueci dela completamente e…

— Você mal conheceu meu irmão e ele ja te afetou, fico me perguntando como ele consegue ser extremamente desagradável. — Lass coçou a cabeça com uma das mãos e falou mais para ele do que para ela entender.

— A questão é... — Arme pegou a folha que ele a entregou na noite anterior. — Não quero estar perto de você... — rasgou o papel ao meio e o estendeu a Lass. — Não depois do que houve, fui irresponsável ao deixar a Lin naquele estado e tive de escutar algo que não estava preparada para ouvir de alguém que nem me conhece e tirou conclusões absurdas, eu nem li o que estava escrito... Só estou te devolvendo…

— Você é maluca! — Lass pegou a folha das mãos dela e a abriu segurando os pedaços na altura do rosto dela. — Foi você quem escreveu isso!

Arme leu seu nome no final e ficou séria deu um tapa na mão dele e ia começar a sair.

— Não fui eu quem escreveu, não é minha letra.

— AH Não? Entao você nem ao menos lembra do que escreveu, então vou ler. — Ele fechou a porta atrás dele e a fez se sentar em uma cadeira. — Eu não sei exatamente como falar com você, talvez seja pela minha falta de experiência com garotos, eu gostaria de falar pessoalmente, mas não tenho coragem suficiente pra fazer isso, estou um pouco confusa, um garoto nunca chegou tão perto de mim como você na noite passada, minha insegurança fez você se afastar de mim sem ao menos me conhecer, desculpe pelo tapa e também por ter fugido não fiz por mal eu pensei que você fosse me beijar e eu não queria, na verdade até queria mas... Seria meu primeiro beijo. — Ele leu tudo em um fôlego, ela arrancou os pedaços das mãos dele assustada, quem tinha escrito? Então ela reconheceu a caligrafia… Mas por que? Para ajuda- la?

— É assim que você se sente, confusa? Pelo simples fato de nunca ter beijado?

— Não foi eu quem escreveu, já disse. — Ela virou o rosto.

— Você não respondeu minhas perguntas? — Ele cruzou os braços e abaixou ficando com o rosto perto do dela, ele a viu enrubescer.

— É. — Ela falou apertando os punhos embaixo da mesa demonstrando nervosismo. Ele riu baixinho e afagou os cabelos dela com a mão em um sinal de carinho.

— E a outra pergunta?

— Você só fez uma. — Ele respirou fundo.

— Quer namorar comigo?

 

 

***

 

Lin passou a mão na testa e sentiu ela um pouco húmida por cauda do suor, abriu os olhos devagar e viu um ventilador branco rodando bem em cima dela, esfregou os olhos com uma das mãos, e se levantou devagar.

 Onde estava?

Ficou sentada sobre os joelhos e percebeu que estava vestida com uma camisa social branca, colocou as mãos nos seios e sentiu que estava sem sutiã, pelo menos continuava de calcinha, mesmo não estando em casa, estava calma, pois lembrou de ouvir Arme dizendo que a levaria para casa, provavelmente estava na casa dela. O quarto era Claro, ela estava em uma cama de casal, de um lado tinha um criado mudo na cor tabaco e do outro lado havia uma porta de vidro, impecávelmente limpa e uma cortininha de tecido leve que vinha rendada até os pés do vidro. . Na frente tinha uma estante de livros enorme e no centro do quarto havia uma cadeira, que ela não entendeu por que estava ali. Ela ouviu o som da porta abrindo devagar, passou a mão no cabelo e um fio de cabelo encostou em seu olho o irritando, ela abaixou a cabeça e coçou o olho com as costas da mão…

 

Assim que entrou no quarto Lupus não esperava pela cena que iria ver, Lin estava de joelhos em cima de sua cama com uma de suas camisas sociais que estava aberta até um certo ponto em que a imaginação ja conseguia ser aguçada.

   — Esta se sentindo melhor? — Lin escutou uma voz masculina e levantou a cabeça rapidamente.

— Espera. Você aqui?

— Muito prazer meu nome é Lupus. — Ele chegou perto contendo a vontade de avançar nela e colocou uma bandeja com suco e uma variedade de biscoitos perto dela. — É, você esta no meu apartamento. — Ele se sentou ao lado da bandeja.

— Você me trouxe para cá por que eu estava muito mal? Onde estão as garotas? Não cheguei a avi…

— Arme sabe que você esta comigo e na verdade você desmaiou nos meus braços então trouxe você para cá ja que não sabia onde você morava.

— hum... — Lupus ficou sério ao ver a expressão que ela fez de quem tinha entendido tudo.

— Você não vai perguntar? — Ela não tinha entendido o que ele havia falado e estava desconfortável por estar apenas usando uma camisa social e resolveu ocupar suas mãos com o copo de suco.

— Perguntar o que? — Ela levou o copo aos lábios e tomou um gole.

— Se nós transamos? — Ela quase cuspiu o que havia posto na boca e começou a tossir.

— Por que... Eu perguntaria algo assim?

— Geralmente é o que as garotas perguntam quando acordam no meu apartamento. — Ele falou e só depois reparou no que havia dito, ele a viu ficar vermelha, mas parecia ser pelo desconforto do que havia pronunciado.

— Que horas tem? — Ele olhou para o relógio no pulso.

— 14:00 horas.

— Já? Era para eu estar em casa.

— Eu te levo em casa, quando chegarmos la eu explico para sua mãe onde você estava. — Ela tinha se levantado, mas acabou sentando na beira da cama. Mãe, ela daria tudo para poder ter de explicar e levar uma bronca de uma. Lupus a viu ficar um pouco triste, mas não entendeu o que estava acontecendo, isso estava o deixando extremamente irritado, por que não conseguia interpretar os gestos dela, não conseguia decifrar sua personalidade.

— Minha mãe morreu. — Ela falou baixo, ele agora compreendeu o que houve, ele mencionou a mãe dela por isso ela estava assim. — Mas tudo bem você não tinha como saber. — Ela virou para ele e deu um sorriso, ele não conseguiu se segurar e a puxou para si fazendo a cair em cima dele, ele rolou o corpo e inverteu a posição, passou a mão delicadamente em seu rosto jogando a franja dela para um lado quando aproximou mais o rosto do dela a viu virar a face para o lado. — Lupus... — Ele ficou intrigado com o gesto dela, nenhuma garota o tinha rejeitado. — O suco derramou. — Ela voltou o rosto para ele e o olhou com uma expressão tímida o que o fez sair do devaneio, por algum motivo ele achou graça quando ela falou, e sorriu levantando devagar pegou a cadeira que estava no meio do quarto e se dirigiu a porta.

— Você fica linda enquanto esta dormindo. — Ele saiu fechando a porta atrás dele.


Notas Finais


Comments? *__*


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