História Meu Patrocínio - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Konan, Naruto Uzumaki, Rock Lee, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, TenTen Mitsashi
Tags Drama, Gaaino, Hinata, Leeten, Naruhina, Naruto, Revolução Naruhina, Romance, Sasusaku, Traição
Visualizações 317
Palavras 2.669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha só quem voltou ♥
Sim, i'm back rsrs
Queria voltar antes da minhas aulas voltarem, e conseguir. No último momento.
Quero agradecer: ~SrtaSue; ~SrtaSue; ~Maria-Uzumaki; ~silviameier; ~jejenaruhina; ~Tamy839; ~Alice5550123;
~Morgiana_Saluja; ~UzumakiBru; ~RaianyMartins; ~Jujubschan; ~ClaudiaStocco; ~mariajaine18; ~Clecianyuzumaki;
~BarbaraJune; ~Johshippuden pelos comentários. E também quero agradecer aos novos favoritos.
Espero que gostem.

Boa leitura.

Capítulo 3 - III - Primeiro Encontro


Fanfic / Fanfiction Meu Patrocínio - Capítulo 3 - III - Primeiro Encontro

Hinata Hyuuga

O ridículo silêncio da minha casa sobrepujava-se diante de mim e Hanabi. Estamos sentadas, almoçando, uma de frente para outra e parece que somos completas desconhecidas. Sinto-me uma inútil. Você já conheceu alguém que sofre de ansiedade? Consegue reconhecer? Não é simples, principalmente por ser uma doença silenciosa, cruel e que se instala sem aviso prévio de forma definitiva.

Hanabi sempre foi uma criança extrovertida, engraçada e muito carinhosa. No entanto, quando ela trocou de escola sua personalidade mudou radicalmente, uma vez que ela estava entrando na pré adolescência. Além disso, interpretei sua angústia e chateações à saudade dos nossos pais, porque me sentia da mesma maneira. Que negligência a minha, enquanto comparava nossa tristeza e me preocupava apenas com trabalho e dívidas, minha caçula se afogava em sua própria mente.

Os momentos que ela ficava trancada no quarto, sem comer, sem vontade de fazer nada, eu pensava: “coisas de adolescente”, dei-lhe um espaço, como me odeio por isso. Há dois anos Hanabi sofreu uma crise, fiquei completamente desesperada sem saber o que fazer, pensei que ela fosse morrer, e aposto que ela imaginou o mesmo.

Conforme Hanabi me explicou, primeiro vem uma dormência no braço, depois uma tensão muscular, em seguida, os batimentos cardíacos ficam acelerados, que por consequência gera suor frio, dor de cabeça, tremores, náuseas, irritabilidade e boca seca. Isso tudo, resultante de uma angústia e insegurança exacerbada, que na minha ignorância não consegui enxergar. Ouvi um suspiro baixo que chamou minha atenção.

— A comida não está boa? — Perguntei, hesitante. Hanabi apenas brincava com a comida.

— Pelo contrário, está deliciosa, como sempre. — Ela soltou um sorriso fraco. Seu olhar voltou-se para janela, como se fosse a coisa mais importante a se fazer. Notei olheiras em seu rosto pálido, resultado de uma noite de insônia.

Antes que pudesse contrapor, a porta foi aberta abruptamente, revelando uma Tenten animada.

— E aí, feiosas! Não acredito que não me chamaram para almoçar? — Sua voz saiu irritada. Mas desde quando tenho a obrigação? — Por causa disso não vou contar pra vocês sobre meu encontro de ontem. — inclinei-me para frente. Esqueci-me completamente que ontem ela saiu com um Sugar daddy.

— E como foi? Conta logo! — Ordenei, sem esconder minha curiosidade.

— Não vou contar. — Ela fez bico. Tenten olhou para Hanabi e depois para mim, percebeu logo que minha irmã se encontrava naqueles dias ruins, suspirou. — Bom, não foi como eu imaginava. — Começou a falar, uma maneira de distrair todas nós.

— Como assim? — Indaguei.

— O nome dele é Rock Lee, ele explicou que seus pais eram fãs de rock e do lutador Bruce Lee. Achei muito estranho e bobo. — Ela riu, enquanto se servia da minha comida. — Ele tem quarenta e um anos, e tem um filho de dez chamado Metal Lee, tem lógica? Pensei logo: Que homem doido. — Até Hanabi sorriu. — Tirando esse fato e minha vontade imensa de zombar sobre esse nome horroroso, Lee repetia várias vezes sobre os jovens de hoje não ter o fogo da juventude, que a Internet os deixou preguiçosos e ociosos. — Fiz uma careta, não era esse tipo de detalhe que gostaria. — Essas reclamações se devem ao fato dele ser dono de algumas academias de esportes olímpicos. Ele foi jogador de vôlei durante muitos anos, mas se aposentou.

— Ele é pai divorciado? — Perguntei.

— Não, ele é viúvo. A esposa morreu vítima de um aneurisma. — Tenten franziu o cenho. — Enfim, apesar da loucura iminente, Lee demonstra ser um bom pai e me tratou com uma educação indescritível. — Contou com um brilho no olhar.

— E pra onde ele te levou? — Agora Hanabi mostrou interesse.

— Para um restaurante francês muito requintado e romântico. — Minha amiga suspirou, ela adora tudo que é de luxo. — Enfim, vou sair com ele outra vez hoje à noite. Lee me autorizou a comprar o vestido que eu quiser, mas não posso decidir sozinha. Por isso quero sua ajuda, Hanabi. — Pediu, esperançosa.

— Por que eu? Hinata pode te ajudar.

— Porque ela daqui a pouco volta ao trabalho e Hinata não tem bom gosto como você. — Revirei os olhos. — Vamos, por favor. — Insistiu, com suas mãos unidas em súplica.

— Não sei, não estou afim de sair de casa. — Tenten permaneceu com as mãos unidas, mas fez beicinho. — Tudo bem, eu vou. — Bufou.

— Obrigada, vamos agora. — A Mitsashi a abraçou.

— Agora? — Espantou-se, visivelmente desconfortável.

— Sim, ainda tenho que passar no salão. — Sorriu, ela demonstrava estar muita animada com o tal sugar daddy.

Hanabi levantou-se a contragosto. Não é fácil sair de casa quando se tem ansiedade, espero que ela não tenha nenhum problema, apesar dos pesares, ela se esforça para ajudar aos outros, mais que a si mesma. Direcionei um olhar de gratidão para Tenten por tentar distrair minha irmã.

Após a saída de ambas, senti meu celular vibrar. Hoje faz exatamente uma semana que venho trocando mensagens instantâneas com o Daddy de codinome Kuruma. Optamos por SMS, porque outros aplicativos são mais pessoais e possuem fotos que ainda não podemos trocar.

Enfim, ele foi o único e primeiro sugar que conversei. O assunto decorre sutilmente e nós falamos praticamente o dia inteiro. Porém, o pouco que ele conta é mais sobre seu trabalho, dos dois amigos que são seus sócios e algumas brincadeiras triviais para quebrar o gelo.

Peguei o celular visualizando a mensagem na tela, dizia:

— “Bom dia, está no trabalho? Estou hoje com um processo de divórcio muito difícil, graças aos meus amigos ficarei sem almoço”.

Soltei um sorriso. Ele parecer ser do tipo de pessoa que fala muito, que nunca falta assunto. Por causa da confidencialidade, o nome dos sócios não pode ser dito.

— Não seria boa tarde? Milagrosamente ganhei duas horas de almoço, mas já estou à caminho, antes que meu chefe volte. Boa sorte neste processo... uma pena ficar sem almoço, fiz uma torta de frango que não sei se pode ser considerado um.

Não menti. Só ganhei essas horinhas de descanso graças à Kurenai, que é um anjo em pessoa, ao contrário de seu marido que faz seus funcionários trabalharem feitos condenados.

De todo modo, sinto-me uma boba trocando mensagens. Entretanto, é uma ótima ferramenta para pessoas tímidas como eu.

— Você cozinha? Não acredito. Há anos eu não sei como é o gosto de uma comida caseira.

Lamentou. É perceptível a maneira culta e bem formal que ele fala, devido à sua profissão. O que de certo modo me deixa um pouco insegura e assustada.

— Bom trabalho, princesa! — Mandou por fim.

Senti um frio no estômago, e uma palpitação no peito. Ele me chama assim devido ao apelido que usei na rede social. Contudo, experimento uma sensação gostosa no corpo, que de certa forma me incomoda. Não posso deixar que coisas assim me deixem afetada, é apenas um contrato mútuo, tenho que me lembrar disso.
 

Naruto Uzumaki

Olhei para os dois folgados à minha frente com certa irritação. Mesmo ambos possuindo suas salas, eles insistem em ficar na minha, o que acaba atrasando nossos serviços, uma vez que jogamos muita conversa fora.

— Ela é bonita? — Gaara perguntou. Ele insista em saber sobre a sugar baby.

— Eu não sei, ainda não a vi pessoalmente. — Minha expressão foi de frustração. É estranho conversar com alguém sem saber como ela é realmente. — A foto do perfil só mostrava os cabelos pretos e os olhos estranhamente claros.

— Não vai convidá-la para sair? — O ruivo coçou o queixo. — Você sabe como é estritamente sigiloso. — Comentou, hesitante.

— É sério que você continua o incentivando nessa insanidade? — Sasuke remexeu na cadeira, irritadiço. Entendo sua insatisfação, ele é de uma natureza extremamente metódica, tudo que sai do normal, ele encara com estranheza.

— Não estou incentivando nada, ele escolheu a garota sozinho. — Defendeu-se.

— Garota? — Indagou o Uchiha.

—  Sim, ela tem vinte e dois anos. — Respondi, já esperando a bronca.

— É jovem, deve ser do tipo que procura alguém para bancar suas necessidades, existem muitas mulheres interesseiras. Não acredito que vocês dois são tão ingênuos em confiar num sistema tão suspeito como este. — Revirei os olhos.

— Mais um motivo para chamá-la para sair. — Gaara sorriu sacana.

— Não, ela mostrou ter bastante maturidade. Cria sua irmã sozinha. — Falei com certa admiração. No entanto, Sasuke me olhou com uma cara de “mais um motivo para minha desconfiança”. Vou lhe ignorar por ora.

— Devo mesmo convidá-la para sair? — Questionei.

Não vou negar que essa ideia não passou pela minha cabeça. Confesso que trocar mensagens com ela foi, de certo modo, um momento de deleitação, porém devo ter cautela, sem a intenção de me apegar.

— Mas é claro! Não está curioso? — Acenei positivamente.— Pois então está decidido, ligue para Sai e peça um encontro. — O Sabaku entregou-me o telefone. — Uma noite não ofenderá ninguém. — De certa forma ele tem razão, agora não convém voltar atrás.

— Certo... — Murmurei pegando o celular e digitando debilmente o convite. — Pronto, enviado. Estou ridiculamente inseguro de levar um fora. — Reconheci, desconcertado. De fato estou parecendo um adolescente inexperiente.

— O que enviou? — O Uchiha olhou-me com certa preocupação. Mostrei o visor do telefone no qual ele leu em voz alta.  — Gostaria de sair comigo esta noite? Entenderei se estiver ocupada. — Antes que pudesse receber qualquer tipo de zombaria dos meus amigos, ouvi o som de uma nova mensagem:

— Claro! Por que não?

E de repente meu coração disparou de forma demasiada.


✰✰✰

Mesmo ouvindo protestos e resmungos de Sasuke, acabei ligando. Sou responsável pelos gastos da sugar baby além do jantar, não vejo problema nenhum nessa exigência.

Solicitei em uma loja feminina muito conhecida aqui na cidade um vestido vermelho, que outro dia observei na vitrine. Não que eu tenha imaginado uma mulher dentro dele, todavia, pensei que era um belo presente.

Recebi algumas recomendações através de e-mail enviado por Sai, como por exemplo: não forçá-la a nada;  ser gentil e não ultrapassar os limites do respeito, entre outras coisas. No rodapé, tinha a seguinte frase:

“Você já trilhou muitos caminhos até se tornar o homem de sucesso que é hoje. Você é honesto sobre quem é, o que espera e o que pode oferecer. Você é um cavalheiro, um mentor que procura uma pessoa decidida, atraente e agradável para conversar. E isso, não é nenhum pecado. Tenha um excelente encontro!”

Soltei um sorriso. Incrível como eles têm as palavras certas para te acalmar e aliviar a tensão. Admito que sinto como se estivesse prestes a cometer uma traição contra minha esposa, nunca estive na presença de outra mulher antes. O que conforta essa situação é saber que não passa de um acordo mútuo e se for para não ter problemas de ciúmes exagerados de Konan, não me importo em pagar por isso.

Passei a mão nervosamente na nuca. Repentinamente, meu corpo foi contemplado por uma ansiedade desconhecida. Espero que essa confusão não me atrapalhe hoje à noite.

 

Hinata Hyuuga

Nervosa, envergonhada e medrosa. Assim que estou me sentindo dentro dessa limusine estupidamente imensa. Quase tive um pequeno enfarte quando encontrei o motorista me esperando na porta do meu apartamento. Karin havia me avisado, contudo não esperava uma limusine.

Quando cheguei do trabalho, havia uma caixa de presente na portaria esperando por mim. Dentro tinha um vestido longo vermelho, só pelo tecido macio e o corte demonstrava ser de grife.

Apesar de não saberem o tamanho que visto, a agência acertou no chute, porém ficou um pouco apertado na cintura, devido aos meus seios fartos. Devo reconhecer que é um belo vestido, ele possui um decote nas costas e no busto é completamente fechado com uma renda delicada.

O presente me incomodou um pouco, não sei se o acho controlador ou igualmente gentil. Ele poderia ter pedido para que eu comprasse, assim como aconteceu com a Tenten, sem contar que nem tive oportunidade de ir ao salão. O que ocasionou em uma trança mal feita, deixando minha franja solta. Na maquiagem não exagerei, apenas passei um batom vermelho e rímel nos olhos. Sem ajuda da Mitsashi, tive que me virar nos “trinta”. Hanabi estava trancada no quarto e também queria evitar perguntas sobre o encontro.

Não! Não é nenhum encontro, talvez uma reunião. Não sou ingênua, se ele quer amizade é porque é casado. Quando aceitei o convite foi apenas por impulso, uma curiosidade ou a sensação de adrenalina, o que agora está me causando arrependimento.

Meu celular vibrou, mostrando uma mensagem de Mei Terumi, a mulher que trabalha nesse ramo sugar. Além de várias regras que devo seguir, ainda recebo motivação. O torpedo dizia:

“Você merece o melhor que o mundo tem a oferecer e está preparada para agarrar uma oportunidade única. Quer um mentor, alguém que te apoie nos estudos ou na carreira, emocional ou financeiramente. Não se comparar com outras Babies e valorizar seu estilo único é sinal de plenitude. Seja sempre você mesma, autêntica, interessante e bonita do seu jeito.”

O carro parou, o que parecia ser um prédio de vários andares. O motorista abriu a porta pedindo para que eu descesse, pois o senhor Uzumaki estaria me esperando. Estagnei, é como se eu já tivesse ouvido esse sobrenome antes.

Desci do veículo com certa dificuldade. Visualizei um homem alto trajando um terno preto impecável, com as mãos no bolso, ele me olhava de maneira singular, quando decidiu se aproximar. Prendi a respiração, não é possível que seja ele.

— Princesa do Byakugan? — Sua voz saiu arrastada, visivelmente constrangido.

— Sim. — Murmurei baixo.

Definitivamente, sinceramente e honestamente, não esperava por isso. Não esperava vislumbrar olhos incrivelmente azuis, tampouco um rosto emoldurado por traços firmes e másculos, que combinou de forma sublime com seus cabelos loiros e despenteados. Não esperava por um daddy assim, não logo na primeira vez. Fiquei completamente desconcertada, posso apostar que estou completamente corada, o fervor nas minhas bochechas é prova disso.

— Então… Podemos entrar? — apontou para a porta, para a qual segui cambaleante, com ele vindo logo atrás de mim.

Entramos no elevador completamente constrangidos pela presença um do outro. Um silêncio vergonhoso perpetuava entre nós e na minha mente só vinham ideias de como fugir dali.

As portas se abriram e rapidamente um garçom apareceu nos levando para um lugar reservado no canto do restaurante. Nossa mesa é estrategicamente perto da janela, estamos no décimo primeiro andar, o que me preocupou um pouco a altura.

O tal daddy puxou a cadeira para eu me sentar como verdadeiro cavalheiro, e claro  agradeci completamente encabulada.

— Desculpe escolher um restaurante tão longe. Contudo, na real conjuntura que nós nos conhecemos, deveria ser em um local público. — O homem deu ombros. — Além disso, o noivado do meu amigo foi exatamente aqui e desde então senti vontade de voltar, no entanto, não tinha companhia. — explicou enquanto coçava a nuca. — A vista também é linda. — Ele apontou para o lado da janela.

A surpresa pelo vislumbre da paisagem foi inevitável. Do alto, podemos ver todas as luzes da cidade, prédios e carros transitando nas ruas. Parece um pouco estranho, mas a iluminação chama atenção de uma maneira romântica.

— Então, como se chama realmente? Estou curioso. — o loiro juntou suas mãos sob a mesa.

— Hinata, me chamo Hinata Hyuuga. — Sorri de forma involuntária. — E você?

— Naruto Uzumaki. — Ele pegou minha a mão e depositou um beijo cálido, o que me causou um rosto vermelho. — É um prazer conhecê-la. — Sorriu.

E que sorriso. Seus dentes brancos e perfeitamente alinhados o deixou ainda mais lindo. Definitivamente, posso dizer com exatidão que entrei em uma furada.

 


Notas Finais


Então, o que acharam?
Obviamente, o encontro continuará no próximo e claro o desenvolvimento também.
Gostei muito desse cap, porque também tinha em mente mostrar o quando a Hinata se importa com a irmã.
Não sei ao certo quando voltarei, mas não vou abandonar ♥
Beijos


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