História Meu Pequeno Raio de Sol - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Tags Percabeth, Pernico, Solangelo, Wico
Visualizações 87
Palavras 1.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Escolar, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


10 MIL DE VISU E PASSAMOS DE 100 FAVORITO!!!!!!!!!!!!!!!
AMO VOCÊS <3 <3 AMO ATÉ MESMO ESSES LEITORES FANTASMAS.
SÉRIO! MUITO OBRIGADA!
Estou feliz, pois essa é minha primeira fanfic Yaoi e Solangelo!



Capitulo curto, mas atualizei e ele está muito fofo!

Capítulo 43 - Garoto da Morte e o Raio de Sol


Pov’s Will Solace.

-Isso ai é... – gaguejei. Como explicaria uma coisa daquela? – Argh... Bom, segundo meu pai, essas coisas é “consolo”, não só pelo vibrador. Diz ele se nós não estivermos juntos é pra só eu usar, mas se estivermos junto... – deixei a frase no ar.

-Entendi. – ele ri – Bem a cara de Apolo isso.

-Não sou de ficar vermelho que nem você, quase toda hora – ele revira os olhos – Mas naquele dia eu quis enfiar minha cabeça em um buraco e nunca mais sair.

-Uma vez Hades também quase me matou dessa forma... – ele faz uma careta ao se lembrar de algo – Eu tinha quinze anos e ele jogou não sei quantas camisinhas e lubrificante sobre mim, e tivemos “aquele papo”. Se ele não tiver mudado, tenho dó da Hazel.

-Sério que ele fez isso? – perguntei rindo e incrédulo.

-Sim... – ele disse.

-Meu pai desde quando eu era adolescente veio me falando sobre cuidado e tal... Mas... Nunca me senti desconfortável. – confesso – Apolo parece um adolescente em um corpo de adulto, então era como se eu conversasse com um... Amigo. – escolhi bem as palavras.

-Eu e minha mãe, apesar de ela nem sempre estar perto, temos um pouco dessa confiança. – ele diz.

-A minha mãe... – embargo.

-Hey, não precisa falar dela só por que eu falei da minha. – ele disse tocando meu rosto.

-Não, só que... Eu sinto falta dela. – falo.

-Hm... Você me fez lembrar Bianca... Vamos sair dessa bad? – diz passando as suas mãos delicadas em meu rosto.

-Vamos. – o beijo calmamente – Vem, me ajuda a escolher as roupas pro acampamento.

-Vixi! – ele diz se levantando da cama devagar, afinal ele estava um pouco machucado – Eu também tenho que arrumar as minhas... Que diabos de roupa eu levo?

-Como assim? – indago – Você nunca acampou?

Ele nega.

-Leva roupas normais e confortáveis, mas leve algo de frio, afinal durante a noite esfria bastante. – falo – Algo de banho também. Percy disse que lá tem cachoeiras. Só falta me dizer que não tem roupa de banho!

-Sim. Hazel me obrigou a comprar.

-Will! – Michael me chamou.

-Oi! – falei pedindo licença para Nico.

Sai do meu quarto. Michael estava no telefone.

-Tem problema se eu levar a Lou pro acampamento? – ele pergunta, tampando com uma mão o telefone.

-Você já não tinha a chamado? – ele nega – Sério, campeão, você é lerdo.

Michael me dá um dedo do meio e revira os olhos. Típico de irmãos.

-Chama sua garota cara. – falo e ele ri.

-O que era? – Nico me pergunta assim que entro no quarto.

-Meu irmão perguntando se era para chamar a Lou Ellen pro acampamento.

-Ela vai? – diz ele.

-Acho que sim. – falo dando de ombros. Nico faz o mesmo e começamos arrumar minhas roupas em uma mochila.

-Será que eu consigo comprar uma mochila dessas de última hora? – Nico pergunta.

-Não precisa. – falo – Aqui em casa tem outras, eu e Michael acampávamos com o nosso pai. Aposto que ele não se importa em emprestar.

-Que isso... Deve existir uma loja por aqui perto... – ele comenta.

-Pra que gastar tempo e dinheiro? – falo – Só aceite Nico, não custa nada.

Ele bufa revirando os olhos.

-Vou ir pra casa. – ele diz pegando seu casaco em cima da cama.

-Hey! – chamo.

-Que foi? – sua cara não era de muitos amigos.

-Cadê meu beijo de despedida? – faço uma cara de indignado.

Vejo sua expressão mudar.

-Dramático... – revira os olhos pela última vez antes de me beijar fervorosamente.

Sinto um arrepio com aqueles toques. Minha mão acariciava suas costas, enquanto ele segurava meus cabelos e sua língua se chocava ferozmente com a minha.

-Também te amo. – falo.

 -Te amo mais. – ele diz me abraçando e se aninhando no meu peito, com um SORRISO LINDO!

-Seu sorriso é lindo. – falo alto.

-O seu é mais. – ele diz.

-Não. Eu não tenho covinhas, e as suas parece com a do Harry Styles. – digo.

-Não acho... – ele diz.

-Pois eu acho e você, como o meu namorado, deveria aceitar isso. – mordo o biquinho que formou em seus lábios. – Além do mais, já que você me ajudou aqui, nada melhor do que retribuir o favor, indo com você.

Ele abre a boca para falar algo, mas ao ver minha expressão não diz nada.

-Só aceite, Nico. – falo com certa ironia.

-Tá pedindo para morrer, Solace. – fala.

-Eu sei... Eu sei...

-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

-E ai meu casal número um! Usaram camisinha? – Hazel cantarolou se enfiando no meio de nós dois.

-O mesmo para você e o Zhang! – Nico retruca.

Eu rio naquela discursão e os dois me olham feio.

-Ok. Ok. – falo – Eu vim sem segundas intenções, quero apenas ajudar Nico arrumar suas roupas.

Não demorou muito essa atividade, até por que iríamos acampar por dois dias e Nico gosta muito de repetir roupa.

-Tenho que tomar um remédio agora. – ele diz.

Deito na sua cama assim que ele sai, e parece idiota, mas fiquei sentindo o seu cheiro.

É tão bom...

Nico interrompe meus pensamentos com um tapa forte no meu bumbum.

-Para, Will! – ele diz – Parece um psicopata que grava até o cheiro pra depois matar.

-Isso doeu! – digo – Não sou um psicopata... Só gostei do seu cheiro!

-Desculpe. – ele diz – Acho que exagerei no psicopata.

-E na força também. – me calo ao ver que Nico me olha malicioso. – Pervertido.

-Eu? – se faz de desentendido.

Pego-o com cuidado e coloco no meu colo.

-Você. Está. Machucado. E. Eu. Não. Quero. Te. Machucar. Mais. – falo pausadamente. – E Hades me matar se estourar os seus pontos.

-Tá, tá... Já me disse isso uma trocentas vezes. – ele fala.

-Trocentas não existe, Nico! – corrijo.

-Ah, foda-se. – ele dá de ombros. – Gosta de música?

Não espera resposta. Sai do meu colo e pega seu celular na escrivaninha e volta com um fone.

-Só não me ponha em depressão com suas músicas. – falo provocativo e ele ri.

-Pode escolher algumas se você quiser. – ele diz deitando ao meu lado.

Nossas pernas se juntaram no automático.

-Nico. – o olhei.

-Sim?

-Eu te amo, Garoto da Morte. – rio do apelido que inventei.

-Eu também te amo... – pensa um instante – Meu Pequeno Raio de Sol.

E ao som de Lana Dele Rey, adormeci de mãos dadas com Nico.

A pessoa cuja qual tinha que ter ao meu lado todos os dias.


Notas Finais


Obrigada, mas uma vez!

Próximo cap é Acampamento.

PS: Não escuto a Lana del rey, mas dizem que as músicas são deprimentes ou triste. Corrige se eu estiver errada.


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