História Meu Primeiro Amor - (One Punch Man) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One-Punch Man
Personagens Genos "Demon Cyborg", Saitama "Caped Baldy"
Tags Drama, Ficção, One Punch Man, Opm, Romance Gay, Saigenos, Saitama X Genos, Shounen Ai, Yaoi
Visualizações 55
Palavras 576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Fluffy, Harem, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIEEEEE MEUZAMORES <3 Turu bom?

Atendendo pedidos, aqui está ele! *ta-daaa* ;u;

Na minha opinião (considerando que eles são só amigos) esse capítulo tá fofinho até (não muito), mas pode ser que vocês leiam e digam: "que merda"

Enfim, gosto é gosto.
Boa leitura, bb's <3

Capítulo 8 - Posso morar com você?


Fanfic / Fanfiction Meu Primeiro Amor - (One Punch Man) - Capítulo 8 - Posso morar com você?


"Será que o Genos vem hoje?"


Olhava desinteressado pra tv. Nada de monstros, nada de terroristas, nada de ladrões... As vezes eu ficava encarando o relógio e falando comigo mesmo.

"8 da manhã. Talvez eu devesse voltar a dormir".

 " — Não. Vá procurar o que comer, seu vagabundo" Imaginei meu estômago falando, depois de um ronco.

"Tem razão".

"Por que eu tô falando com meu estômago?"

Levantei do meu futon pra tentar fazer o pedido do meu estômago. Enfim, despir-me — olha que palavra chique — do meu pijama listrado e troco por uma camisa manga curta e um short até meus joelhos. Coloco minha carteira no bolso e um chinelo no pé. E lá vamos nós. Ao abrir a porta, me deparo com Genos sentado, "abraçando" as pernas.

— Genos?

— Sensei.

— Quê que 'cê tá fazendo aqui?

— Desculpe, senhor — ele levanta pra falar melhor comigo — Eu pensei em fazer companhia ao senhor... — *constrangido*

Olhando melhor... Genos tá molhado? Ele veio na chuva?

— Quando eu cheguei, Sensei provavelmente ainda estava dormindo. Então resolvi esperar aqui fora.

— Tem uma chave extra em baixo do tapete.

— Eu vi. Não queria invadir a sua casa sem permissão — ele me olha de cima a baixo — O senhor vai sair?

— Eu ia procurar o quê comer.

— Entendo. Melhor que leve um guarda-chuva, senhor.

— Isso pode esperar. Vem, entra. Vou pegar uma toalha pra você.

Eu abro o caminho pra ele passar. Assim que eu fecho a porta, Genos solta um suspiro abafado. Ele logo seiza (N/A: seiza é a forma de se sentar "em cima" das pernas, na cultura japonesa) em frente minha chabudai. Parecia acabado.

— 'Cê tá bem? — eu entrego uma toalha pra ele.

— Sim. Meu mecanismo só esfriou.

— Então... Você sente frio?

Me atrevi a perguntar. Estava curioso sobre isso a um tempo.

— Não exatamente. Mas meu corpo também sofre com as alterações de tempo, como os humanos — ele fala com uma voz rouca — Como o clima está úmido, meu corpo consome mais energia para me manter aquecido, o que me deixa um pouco cansado.

Dito isso, Genos esfrega a toalha na cabeça como se fosse na 'rola' robótica dele.

— Ô cacete, é pra arrancar os cabelos mesmo? — seguro as mãos dele.

— Assim como o senhor, eu não consigo sentir meu cabelo.

— Filho da puta. Me dá essa merda de toalha!

"Esse cara de lata tá me zoando?"

Genos parecia se divertir com aquilo. E eu também, confesso. Assim, uso a toalha que está entre suas mãos e passo vagarosamente sobre seu cabelo, tentando não puxar nenhum fio no processo.

— Sensei, seu corpo é muito quente.

— Como é, 'mano'?

— Sua temperatura corporal está de 37°C.

— Ah, é isso.

"Oloko'. Por um momento eu achei que ele estava me chamando de sexy ou algo do tipo".


A minha barriga ronca novamente.

"— To atrapalhando o casalzinho ai?" Imaginei o meu estômago falando de novo.

"Eu não gosto de homens, caralho"

— Desculpe, o senhor está com fome por minha culpa.

— Que sua culpa o quê? — ele levanta

— Vou comprar algo pro senhor.

— Nah, nem pense. Vamos a uma lanchonete juntos!

— Sim, senhor! — *processando* — Espera, Sensei! Eu tenho que perguntar uma coisa!

— Hm? O que é?

— Posso morar com você?

*processando*

— Não.

— Eu pago o aluguel — ele joga um 'bolo de dinheiro' na minha frente.

"..."

"Se acha que vai me comprar com dinheiro você está totalmente certo".

— Espero que não tenha esquecido a escova de dente.

.

.

.


Notas Finais


OIA EU DE NOVO *—*
Por favor, digam o que acharam! Dê sugestões ou elogios, ou críticas também, eu aceito. MAS INTERAJA COMIGO ;-;

Muito obrigado a todos que estão comentando, favoritando, acompanhando... Sugestando... Conversando... Enfim, me ajuda muito mesmo <3
Beijinhos meus amores *3*)

~~
Imagem do capítulo: eu não sei, sinto muito! (Se souber, diga nos comentários)
N/A = Notas do Autor
'...' = gíria ou palavra escrita errada propositalmente
*...* = Ação rápida que o eu lírico não quis descrever ou não achou necessário
"..." = Pensamentos do narrador (Saitama)
Sublinhado = lembrança
Negrito = grito ou fala mais intensa


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