História Meu Primeiro amor - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Gay, Romance
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Palavras 2.239
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


mais um capitulo...

Capítulo 13 - Será que tudo está bem?


Erick*

Era muito bom estar em casa de novo, com meu namorado, meus amigos, sentia falta de tudo, até mesmo dos vizinhos chatos. A vida estava voltando ao normal, se é que posso dizer isso, enquanto estava em coma, Leticia, a dona da biblioteca, deu minha vaga para Caio, e ele e Bruno firmaram namoro, as vezes agora, Caio dorme aqui em casa ou Bruno vai para casa dele. Everaldo saiu da loja e entrou numa pequena franquia de mercados que o patrão dele abriu, ele agora era supervisor de pessoal, com isso ele começou a ganhar mais, vendemos a casa e fomos morar mais para o centro da cidade numa casa de três quartos, Pedro e Mateus vieram morar com a gente, Pedro agora estagia num escritório de advocacia está na faculdade de direito e Mateus abriu uma lan house que estava em falta ali. Leticia subiu meu cargo e ela abriu outra biblioteca numa cidade próxima, eu agora era como o curador. Com o aumento Everaldo voltou para a faculdade de educação física, por coincidência estamos no mesmo período, faltam apenas dois anos para formamos.

Já estávamos em agosto, eu estava pensando em sair com os meninos no meu aniversário, ir numa pizzaria ou algo do tipo. Mas Everaldo disse que já tinha pensando em fazer uma coisa e ele que ia escolher já que eu escolhi no aniversário dele, então deixei para lá. Estávamos voltando as nossas rotinas, acordávamos cedo íamos trabalhar e depois faculdade a noite, só ficávamos todos juntos nos finais de semana, faltavam três dias para o meu aniversário, hoje era dez de agosto, meu aniversario ia cair no sábado por sorte, então a comemoração seria no mesmo dia, a semana se arrastava e eu ficava ansioso para chegar sábado, um porque estava cansado da semana e outro porque estavam preparando alguma coisa para mim.

- Parabéns! – Acordei com todos me dando parabéns.

- Vocês querem que eu saia de casa?

- Para que, meu príncipe?

- Não sei, talvez precisem arrumar alguma coisa.

- Não está tudo certo.

Eles estavam escondendo algo.

- Humm, ok então, vocês já tomaram café?

- Sim, só falta você. E as pessoas que estão te esperando na copa.

- Quem?

- Oi Erick. Parabéns! Quanto tempo.

Eram Nora, Walace e Gerard. Fiquei muito feliz de ver eles, fazia muito tempo, então sentaram-se todos a mesa e ficamos batendo papo. Logo depois Everaldo chegou com uma coisa na mão.

- Amor eu disse que não queria presente.

- Mas não é um simples presente.

- Ah, não?

Ele se ajoelhou na minha frente e abriu uma caixinha com uma aliança de prata.

- Erick, você aceita se casar comigo e preencher mais a minha vida com você?

Eu fiquei sem palavras, olhei para cada rosto ali, todos sorriam e depois olhei para Everaldo, ao qual sorria lindamente para mim.

- Não vai responder não? – Disse Nora.

- O que? – Perguntei – Claro, que vou, sim! Sim! Sim! Infinitamente sim, você não precisava disso amor, já somos um do outro.

- Eu sei, mas sabe sempre sonhei em casar e queria que fosse com alguém especial como você.

Eu então beijei ele, longo e apaixonado.

- Eca, café!

E rimos.

- Bobo.

Ele então colocou a aliança no meu dedo direito, não quis tirar o anel, porque representava nosso início, eu coloquei no dedo dele também e ele não tirou o anel. Foi meu melhor aniversario, ele só se tornaria melhor se minha mãe estivesse junta, mas eu sei que ela adoraria ver aquele momento.

- Amor porque você está chorando? Algum problema?

- Não amor, tudo bem só me abraça.

Não ligava que todos estavam olhando, só queria sentir o amor de meu namorado, quer dizer a partir daquele momento ele é meu noivo. Eu me sentia muito bem nos braços dele, era reconfortante e acolhedor, me sinto seguro.

- Não estou triste amor, estou chorando de felicidade, você me faz feliz, me sinto feliz perto de você, não quero você longe nunca, não permitirei que ninguém me tire de você, levanta desse chão quero você ao meu lado, não abaixo de mim ajoelhado nesse chão.

Ele se levantou, me deu a mão para me levantar e me abraçou, todos aplaudiram e deram os parabéns. Ficamos um bom tempo batendo papo, segundo Nora o namoro dela e de Walace não estava indo bem, ela me confidenciou isso quando chamei ela para dar uma volta depois que vi ela cabisbaixa.

- O que está acontecendo Nora?

- Eu as vezes fico cansada, sabe? Ele fica fazendo gracinha quando não estamos sozinhos, fica querendo aparecer ser o melhor que os outros, fica me destratando na frente das pessoas, as vezes a gente briga e feio.

- Não fica assim. Isso é coisa de homem, eles querem aparecer na frente dos outros, esporem as mulheres como troféus, e na parte de te destratar e na questão de dizer que ele manda no relacionamento.

- Mas eu não gosto disso e ele sabe, quando estamos sozinhos ele se transforma completamente, vira outra pessoa.

- Na verdade não sei o que te dizer, nunca passei por isso eu e o Everaldo, nós...

- Eu sei como ele olha para você, com amor, com carinho, você tem toda atenção dele.

- Nora, não fica pensando nessas coisas, ele te ama, e tem medo de te perder.

- Mas se é isso tudo por que ele não muda?

- Se você quiser eu converso com ele.

- Você faria isso?

- Claro você é minha amiga, não quero te ver sofrendo eu falo com ele.

- Obrigado.

Voltamos lá para dentro, estavam todos na sala assistindo televisão, eu chamei Walace, e vi quando ele olhou para ela, estava acontecendo alguma coisa, fomos para a varanda de trás no mesmo lugar que conversei com Nora.

- O que foi cara? Você me chamou, mas não disse uma palavra.

- O que está havendo entre você e Nora?

- Nada, estamos bem.

- Não é isso que ela me contou, por que você não a trata do mesmo jeito em todos os lugares?

- Do que você está falando? Eu a trato do mesmo jeito em todos os lugares!

- Não, você não faz isso e sabe disso. Você trata ela mal perto dos outros para mostrar quem manda.

- Você não tem nada com isso!

Ele saiu a passos rápidos, mas segurei seu braço.

- Me larga Erick!

- Por que?

- Você não tem nada com isso, já disse então me larga que eu vou embora.

- Walace por favor, você é meu amigo vocês dois são...

Ele me deu soco na cara, larguei o braço dele.

- Não quero ver você nunca mais seu veadinho de merda, esqueça tudo o que já fomos um dia! Nora! Nora, vamos sair dessa casa agora, se você ainda quiser que eu seja seu namorado. – Disse ele já entrando dentro de casa.

- Cadê o Erick? – Escutei alguém perguntando.

Na hora que levei o soco, não sei o que aconteceu quando eu acordei estava no hospital de novo.

- Ele acordou gente.

Eu abri os olhos e estavam todos lá, todos menos Walace e Nora.

- O que aconteceu?

- Meu príncipe, que susto você me deu, você está bem? Aquele seu amigo te bateu e bem agitou um pouco as coisas na sua cabeça e como você não estava totalmente pronto, o médico disse que isso fez você desmaiar, mas foi só um susto mexeu com o labirinto e fez você perde os sentidos.

- A Nora foi embora com ele?

- Não sabemos, ela só saiu atrás dele depois que o Everaldo correu até o lado de fora da casa de vocês. – Disse Gerard.

- Quando poderei sair daqui?

- Agora, o senhor, senhor Erick deverá tomar mais cuidados, esse tiro que o senhor levou apesar de não afetar nenhuma parte importante do seu cérebro, mexeu com o nervo que vai até o labirinto, então qualquer pancada seja a mais fraca pode causar tonturas ou como aconteceu dessa vez um desmaio. – Disse o médico. – Agora você está liberado.

Everaldo me ajudou a levantar da cama, e fomos para saída, lá encontramos com Nora.

- Oi, olha eu vim pedir desculpa por ele e espero que você fique bem. Gerard estamos voltando para o Rio, tem um ônibus daqui há três horas, então dá tempo. Olha Everaldo, desculpa qualquer coisa e meus parabéns por vocês dois de novo. E então, Gerard vai?

- Vou sim, até mais pessoal.

- Nora, por favor... Gerard.

- Nos desculpe Erick...

E eles se foram deixando eu, Everaldo e os meninos. Voltamos para casa, não parecia a mesma de antes, falei que ia para o quarto, deitei na cama e chorei, eu havia perdido meus amigos, meus primeiros amigos.

Everaldo*

- Gente, estou preocupado com Erick, ele nunca havia ficado daquele jeito, a não ser quando a mãe dele morreu.

- Calma Everaldo. Ele vai ficar bem, nós estamos aqui. – Disse Pedro e os outros três concordaram.

Já se passavam das oito da noite, estávamos preparando duas pizzas para comermos, subi até o quarto para chamar Erick. Ele estava deitado de bruços, dormindo, sentei ao seu lado na cama.

- Meu príncipe?

- Hmm, oi amor.

- Fizemos pizza, vamos lá comer.

- É tudo culpa minha, sempre foi, agora perdi meus amigos.

- Não é sua culpa, ele cometeu um erro, todos cometem, você só tentou ajudar.

- Eles nunca mais iram falar comigo. Meu maior medo é ficar sozinho.

- Você não ficara sozinho, você tem a mim, ao Pedro, Mateus, Bruno e o Caio e estou pensando em termos um filho.

- Serio amor?

- Sim, não contei a ninguém, queria fazer surpresa, estava essa semana procurando lugares de adoção e achei alguns. Mas queria saber de você.

- É claro que sim amor, o que eu mais quero é ter um filho, e ter com a pessoa que eu mais amo nesse mundo seria uma das melhores coisas.

- Vamos descer então, o pessoal já deve estar cheio de fome.

 Descemos e contamos que iríamos procurar um lugar para adoção, todos ficaram felizes e quem eu mais queria sorrindo naquele era meu noivo, meu Erick. Estávamos felizes, estávamos como uma família. Aquela noite Caio ficaria por ali, ou seja, mais tarde pareceria que estava tendo uma suruba naquela casa. Comemos as pizzas, conversamos sobre tudo, Bruno e Caio nos perguntaram se poderiam morar com a gente depois que eles fossem maiores de idade, Bruno já morava, mas era meio que ilegal e era um pedido aceitável, nos praticamente já morávamos todos juntos e claro que aceitamos, fizemos um brinde e depois cada um subiu para seus quartos e bom o resto é com a imaginação de cada um.

Pelo que deu para perceber todo mundo transou, no meu caso foi demais, apesar de não podermos mexer muito na cama e o Erick não poder mexer muito sua cabeça, eu o permiti me controlar, deixei ele no controle e olha apesar de não acreditar em signos, acho que o leão interior dele despertou, se eu fosse o passivo estaria perdido, ele me obrigou a ficar em várias posições para ele brincar com meu pau, parece que ele sempre sabia quando eu estava prestes a gozar ele sempre interrompia, até que ele resolveu me prender na cama, amarrou meus pés e minhas mãos e foi sentando devagar, rebolando cada vez mais rápido e me mandando não gozar, ele dava tapas na minha cara e minha vontade de agarrar ele crescia cada vez mais e isso aumentava meu tesão, ele mordia meus peitos, me beijava loucamente, ele estava gostando, ele então viu que eu não ia mais aguentar segurar o gozo, saiu de cima de mim, me desamarrou o mais rápido possível e mandou eu gozar na sua boca, eu nunca tinha gozado tanto, depois deitei morto na cama e ele ao meu lado ofegante.

- Como foi ser o ativo dominado?

- Nossa amor, adorei, acho que poderíamos fazer mais vezes.

- Você me deixa assim, me leva a loucura.

- É, mesmo meu príncipe? Estou aqui a seu dispor, vamos dormir?

- Sim, mas parece que os outros não terminaram, dá para ouvir os gemidos daqui.

- Eles devem ter escutados os nossos e agora devem querer concorrer.

- A é então vamos mostra-los.

- O que? Fazer de novo?

- Por que? Não aguenta?

- Você duvida de mim? Vamos ver então, vou fazer você gritar nesse quarto.

Nossa ele sabe como me excitar, assim que ele me desafiou fiquei louco, comi ele de todas as formas, com carinho e brutal ao mesmo tempo, sempre tomando cuidado com a cabeça dele. Ao final, depois que gozei de novo, não com a mesma intensidade e volume da primeira, começamos a rir e ouvimos os outros também rirem.

- está aguentando aí Everaldo? – Gritou Mateus.

- Você me perguntando isso? Você dá conta do Pedro?

- Vocês dois são fracos o Caio é melhor. – Disse Bruno.

- Ei vão dormir, vocês não dão conta não, meu noivo aqui aguenta mais do que vocês imaginam o de hoje não foi nada. – Disse Erick.

- Então o Everaldo ta potente. – Disse Pedro.

- Esses idosos... – disse Caio

Todos ficaram rindo e se vangloriando mais um pouco e depois foram todos dormir.


Notas Finais


espero que tenham gostado do capitulo.


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