História Meu Príncipe Mal Encantado - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Avenged Sevenfold, Avril Lavigne
Exibições 43
Palavras 1.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Bem-vinda ao inferno


Fanfic / Fanfiction Meu Príncipe Mal Encantado - Capítulo 1 - Bem-vinda ao inferno

AVRIL POV 

Cheguei em casa depois de passar a noite na casa da minha melhor amiga, meu irmão pediu pra mim sair um pouco pra ele e a banda ensaiarem e eu acabei ficando a noite toda fora, minha culpa, e você deve se perguntar "que banda?" "que irmão?", meu irmão se chama Matthew e ele canta na banda Avenged Sevenfold, e eu sou a Avril, irmã caçula do Matt, faço alguns vocals pra banda quando não estou com a minha banda, The Jack Jack's, e lógico quando estou de bom humor pra ficar olhando pra cara do cabeçudo do Brian Haner. 

Entrei em casa e a cena que vi foi meu irmão e seus amigos espalhados pelo chão da sala, meu irmão jogava vídeo game com Zacky, Arin cutucava Johnny com as baquetas, e o cabeçudo do Brian, insuportável, estava mexendo no celular. 

-Nossa peço pra você sair um pouco e você volta só no outro dia? - Matt começou a tagarelar assim que ouviu a porta fechar, ele pausou o jogo e ficou me encarando. 

-Desculpa, não foi a intenção. 

-Você mora comigo agora Avril, não quero você saindo e voltando só no outro dia. 

-Sério isso? Eu já pedi desculpas, não precisa de discurso. 

-Eu acho que precisa de discurso menina de família não volta de manhã do role – Brian adorava ficar cutucando, por esse e outros motivos eu odiava ele. 

-Por que você não vai se fuder? Que eu saiba a conversa não tem nada haver com você e toda a sua arrogância.  

-Ui desculpa. 

-Dude cala a boca – Arin disse tacando uma baqueta no insuportável. 

-Bem se precisar conversar comigo vou estar no meu quarto – Eu disse dando as costas pra todos e subindo as escadas entrando no meu quarto. 

Ainda não entendo porque meu irmão tem que ser amigo desse insuportável, não entendo o que continuo fazendo morando aqui, eu tenho certeza que minha mãe já conseguiu me perdoar do episódio do carro, eu devia simplesmente pregar minhas coisas e ir embora, não era obrigada a me submeter aquela humilhação, ele parecia que não tinha casa, vivia aqui dentro da casa do meu irmão, sempre me cutucando, inventando nomezinhos que só ele achava graça, e meu irmão pra me defender quando o assunto é amigos ele é um tapado, eles seguem a risca o "bros antes das vadias". A única parte boa de morar com meu irmão era a Val, ela vinha quase todos os dias depois do serviço dela pra ver o Matt, mas, ela acabava me fazendo companhia quando ele decidia que não queria parar de jogar video game pra dar atenção pra ela, quando fui tirada dos meus pensamentos por alguém que batia na porta. 

-Entra – Eu disse e meu irmão apareceu na porta com cara de cachorro que caiu da mudança - Algum problema? 

-Eu queria conversar um pouco com a minha irmãzinha só - Ele disse vindo em minha direção e se sentando ao meu lado na cama. 

-Fala, é algum problema com a Val ou coisa do tipo? 

-Não é problema com a Val, a gente ta bem conseguimos nos resolver daquela briga e tudo voltou ao normal, é sobre outra coisa que você não vai gostar e eu tenho certeza disso. 

-Como saber que não vou gostar se eu nem disse nada. 

-Eu sei porque sou seu irmão, eu te conheço melhor que esses seus namoradinhos que ficam um mês e você toca eles. 

-Não fala assim dos meus meninos, adoro ter companhia mas tenho o problema de enjoar muito rápido daquilo que cai na rotina, mas voltando ao problema, fala logo. 

-Aconteceu algumas coisas na casa de um amigo meu, e ele acabou sendo chutado da casa dele. 

-Você acha que me incomodo de ter um homem a mais morando dentro de casa é isso? 

-Não é pelo homem a mais morando dentro de casa, é quem é o homem a mais morando dentro de casa... 

-Matthew Charles Sanders quem é esse amigo? 

-É o Brian... 

-Você só pode ta de brincadeira comigo – Eu disse levantando da cama, Brian Haner e eu, morando no mesmo teto? É serio isso? Não pode ser. 

-Olha Avril você nem vai notar que ele está aqui. 

-Eu espero de todo o coração que eu não note mesmo, ou vou acabar matando ele, se ele não me matar antes. - Agora mais que nunca queria que minha mãe me perdoasse pela minha mancada e me aceitasse de volta em casa. 

-Também não é pra tanto Avril, ele não vai ficar muito tempo, eu prometo. 

-Promete mesmo? Porque se eu ver que ele ta bem acomodado eu moro na rua mas não moro nessa casa. 

-Eu não vou deixar você morar na rua. 

-Então é bom que esse problema se resolva o mais rápido possível. 

-Relaxa, confia em mim – Ele levantou da cama e me abraçou - Vai dar tudo certo. 

Eu não conseguia ver uma coisa que já começou errada dando certo, e eu quero que fique bem claro que eu só faço isso pelo meu irmão, porque sou uma boa irmã, isso é o que bons irmãos fazem certo? Aguentam a barra umas semanas pra ajudar o amigo egocêntrico do irmão, e tenta não matar o amigo e principalmente, não se matar, eu tinha que tentar pensar positivo pra não ter um ataque de nervos, o que eu podia tirar de positivo em ter Brian Haner de baixo do mesmo teto que eu? Vamos pensar.... Bem, acho que nada, e tenho quase certeza que nada de bom iria vir dessa estadia dele, e chegamos a conclusão, o que eu estou fazendo com a minha vida? Morando com meu irmão que é além de ciumento protetivo, não posso ir nem na padaria sem avisar ele de onde estou indo, com quem e a que horas volto, e agora temos um agravante no meio disso tudo, vou dormir apenas com uma parede me separando do inimigo, e é nessas horas que eu peço, mãe me perdoa, pelo amor de Deus me aceita em casa de novo.



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