História Meu professor de história - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~Jiminzito

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Babyboy, Daddy, Professor
Visualizações 43
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


AAAAA to aqui denovo
MANO eu acho que esse capitulo ficou muito merda, mas é o quem tem pra hoje, perdoem e não desiste de mim ;-; amo todos vocês e continuem acompanhando ❤ Muito obg e boa leitura. Perdoem os erros ortográficos (Se tiverem. )

Capítulo 9 - Finalmente


Fanfic / Fanfiction Meu professor de história - Capítulo 9 - Finalmente

Acabam as férias, voltando as aulas normais, a vida normal, e o pensamento sobre ontem na festa ainda não saia da minha cabeça, eu não entendia, não entendia como eu poderia amar um homem e algo do tipo, isso é estranho, mas eu queria ver ele hoje, depois da escola, eu preciso ve-lo. Me lembro deg quando ele me disse que poderia ir na sua casa qualquer dia pra jogar, talvez "jogar", possa servir pra alguma outra coisa hoje.

Chego na escola, mas cedo do que das outras vezes, nada de especial, nossos olhares continuaram os mesmos, apesar de que eu prestava mas atenção nele, e no seu sorriso. Merda! O que estou pensando?! Ah, eu sou completamente idiota, na verdade ele que é, pra que ele foi me beijar assim? Sem dizer nada antes e sem ao menos perguntar se eu gostava de homens?!

Não tiro isso da minha cabeça, indo a sua direção depois da escola, e colocando a mão em seu ombro por trás.

B: Você não vai me deixar ir na sua casa? -Sorrio ajeitando minha mochila no meu corpo, olhando pra ele que estáva em cima da moto.

R: Uh..Não sei... Se você fizer o dever de casa, eu deixo. -Ele deu uma risadinha, pedindo pra mim subir na moto. -Mas eu sei que você só quer por causa do Fifa, não é?

B: E se for? -Sorrio subindo na moto, ele retribui o sorriso, sabia que eu estáva só zoando.

Após chegar em sua casa, coloco meus pés naqula rua, descendo da moto e indo até a porta, enquanto ele tirava suas chaves do bolso e abria a mesma, entrando, e me puxando pra dentro com cuidado.

R: Tem algo pra confessar pra mim, não tem? Eu sei que foi pra isso que você veio aqui. -Falou enquanto ajeitava meu cabelo e olhava, com um olhar sério.

B: N-não, eu não tenho nada, só estou aqui pra jogar com você, como sempre. -Eu parecia estar nervoso, era meio, digamos.. Novo pra mim.

R: Não vai me explicar essa história das mensagem anônimas? Apesar de que sempre soube que era você, esse seu jeito não me engana nem um pouco. -Ele apertou minhas bochechas, que já estávam começando a ficarem vermelhas.

B: Eu... B-bem.. -Coloco a mão no meu rosto, cobrindo ele todo, se tivesse de explicar algo, não daria para encara-lo. -Eu não vou mentir, sempre pensei em algo com você, no começo, eu pensava ser apenas admiração, já que você é um homem, mas, eu não sei direito por que fiz isso e faço, eu só, sinto tão nervoso perto de você, mas é um nervoso bom...

R: -Sabe... -Sinto ele me abraçar, bem forte, levantando sua mão e acariciando meus cabelos. -Também sinto esse nervoso bom quando estou com você. -Ele tira minhas mãos do meu rosto, me fazendo apenas encara-lo, ele sabe que eu estou nervoso, parecia que eu ia desmaiar, mas meus olhos brilhavam tanto por ver-lo de perto.

Eu queria aquilo, aquilo que ele sabe o que é, apesar do nervoso, ele estava sendo gentil, ele sempre foi tão gentil. Deixo a minha timidez de lado, segurando em seu pescoço e ficando na ponta dos pés, até beija-lo, tinha a mesma sensação da primeira vez, mas não conseguia agir como se fosse algo comum de se fazer qualquer dia. Ele coloca as mãos em minha cintura, se aproximando de minha orelha e dizendo baixo.

R: Vamos para o meu quarto, ou vai querer ser castigado pelo seu daddy? -Me arrepio todo, confirmando que queria ir para o quarto com ele.

Logo o mesmo segura a minha mão e subimos as escadas, me deito na cama, ele se senta do meu lado, passando a mão na minha coxa. Não podia negar meu coração acelerado e os arrepios, não acreditava iriamos fazer aquilo, além de, por incrível que pareça, ter imaginado, nem conseguia perceber como chegamos até aqui.

Eu já estava ereto, ele também, dava pra ver a elevação de seu membro sobre a calça. Tiro minha roupa de baixo, ficando apenas de cueca, e chegando perto, sentando no seu colo com meu rosto vermelho.

R: Está tentando me provocar? -Ele segurou em minha bunda, apertando forte, enquanto eu mordia meu lábio, o que mais daria pra reparar em mim são minhas bochechas vermelhas.

B: Daddy... Eu..Posso? -Coloco sua mão em seu membro ainda na calça, logo após desabotoando, chegando com minha cabeça perto, olhando pra ele. Não sei o motivo de ter pensado em fazer isso, eu não sei fazer, não sei até o quão fundo posso ir.

Passo a mão por cima da cueca, tirando e corando mais ainda, era bem maior que o meu, era estranho estar fazendo isso. Coloco a minha boca na ponta, lambendo e começando a chupar apenas a parte de cima.

B: E-eu não sei fazer isso direito... -Digo sem o encarar, tentando ir mais fundo.

R: Você não faz ideia da expressão sexy que fez agora.. -Ele dizia sem preocupações, não deve ser a primeira vez dele, ele parece tão experiente. -Não precisa ir fundo se não conseguir... -Ele diz enquanto tento continuar, eu provavelmente estava fazendo errado.

Ele segura meu rosto, me aproximando, e olhando profundamente para mim, ele sabe que isso me dá arrepios. Dou um leve sorriso, deitando na cama, colocando a mão em meu rosto, e esperando ele agir, eu nunca consegui tomar muita atitude.

R: Não coloque a mão no seu rosto, eu quero te olhar. -Tirou minhas mãos novamente, olhando para os meus olhos e se posicionando de algum jeito. -Seu olhos são lindos. -Ele beija meu pescoço, sem deixar marcas, descendo até o meu membro, em que coloca a mão e vai fazendo movimentos de cima para baixo.

B: D-daddy...I-isso, vai me machucar, não vai? -Fecho meus olhos apertando, e segurando em seu ombro.

Ele faz que não com a cabeça, tranquilamente, passando a mão em minhas pernas e abrindo a gaveta da cabeceira da cama, puxando uma pomada ou algo do tipo. Aquilo era lubrificante? Ele coloca em minha entrada, sinto meio gosmento e volto a apertar meus olhos novamente. O mesmo então começa a colocar, doía tanto, mas o prazer era maior, principalmente com ele passando a mão no meu membro, com os mesmo movimentos, era ótimo. Eu começava a gemer, gemia que nem uma garota, eu estava com tantan vergonha, não conseguia abrir os olhos. Continuamos por um bom tempo, até que sinto ele gozar, se retirando e me deitando ao meu lado, nós dois respiravamos ofegantes.

B: V-você, d-disse que não doeria.. -Faço biquinho puxando o cobertor para esconder o meu corpo.

R: Eu machuquei? Ah..Foi mal Brad, não tinha como não acabar botando tudo, seus gemidos me faziam continuar tão excitado. Alguém já te disse que sua voz é meio... feminina as vezes? -Ele deu uma risada.

B: Minha voz não é feminina! -Me levanto e pego minha roupa. -E-eu tenho que voltar pra casa agora, já está tarde.

R: Certo, eu te levo até a saida, baby boy. -Ele coloca as roupas junto comigo, me levando até a porta e se despedindo.

Chego em casa e corro pro banho, isso deve ser um sonho, não é possível, eu não acredito que fiz isso...Com meu professor. Vai demorar muito até eu aceitar que fiz isso tudo mesmo de uma vez.


Notas Finais


Duvidas nós coments e até a proximaaaaaaaa s2


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