História Meu Professor De Sexo - Adaptação - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Carlos Sexo
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Palavras 546
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Capítulo 9


- O que significou aquela cena dentro do shopping?

- Pra você eu não sei, pra mim eu estava acabando com aquele sorriso idiota na cara da Clara e deixando meu recado pro paspalho do Pablo.

Eles chegaram ao prédio dela, Carlos dirigiu até um canto longe no estacionamento e subiu os vidros Fumê.

- Como assim deixando recado para o Pablo?

Enquanto ela perguntava viu Carlos travar as portas do carro e soltar ambos os cintos de segurança. Ele afastou um pouco o banco do motorista para trás e a olhou.

- Deixando claro para ele que você é minha agora.

Ela o encarou incrédula.

- Como disse?

- Deixei bem claro pra você ao iniciarmos isso que durante este tempo que estivéssemos juntos você seria minha assim como eu seria seu. Era este o recado que eu estava passando para ele.

- Carlos …

- Cale a boca Amanda.

Ele disse isso e inclinou-se para beijá-la com ardor.

O beijo foi furioso, efervescente e intenso.

Amanda amoleceu os músculos rígidos em segundos depois que sentiu os lábios dele colando nos seus.

A boca quente dissipou qualquer questionamento que ela tivesse e a ânsia de ser tocada de novo por ele, aflorou dando vazão aos desejos reprimidos.

Ela agarrou-o retribuindo a caricia com a mesma força e a mesma vontade.

Beijavam-se com fúria, tentando cada um aplacar sua próprias tensões nos lábios do outro.

O ar faltou e eles se separaram, com a distância, a consciência de Amanda voltou.

Ofegante ela disse:

- O que pensa que está fazendo? Acha que pode falar comigo desta maneira?

Ele riu acasalado.

- Ouça-me Amanda, isto é algo que você deve aprender a respeito dos homens, é algo muito importante. Todo e qualquer homem é possessivo. Não importa o quão dócil ele pareça, no fundo há um animal dominador. Existem homens que controlam isso e homens que não controlam. É instintivo.

- Suponho que você seja parte dos homens que não controlam. - ela disse com deboche.

- Errado. Controlo sim e controlo muito bem, porém é muito difícil fazê-lo com um imbecil babando em cima de sua mulher descaradamente.

Ela engoliu as palavras dele junto com um bolo que se formou em sua garganta.

- Não sou um objeto para ter dono.

- Não falo de possuir você como objeto. Falo de possuir sua atenção, seus desejos, seus sentimentos. Estou certo que me entende. Não é tão diferente assim com as mulheres.

- Isso pode ser até normal, mas não entre nós. Não sou sua mulher.

Ele a encarou com intensidade.

- Sim você é, e será minha mulher por dois meses. Será a mulher a quem eu possuirei com minha alma, a única mulher que levarei para minha cama, a única que dormirá nos meus braços. Mesmo que sejam apenas dois meses, você será minha mulher e será tratada como tal.

- Você está levando isso a sério demais Carlos. - ela disse trêmula pelo efeito das palavras dele.

- Sempre levo meus relacionamentos a sério Amanda, não sou um homem desonrado. Se é para ter você comigo, não importa por quanto tempo ou sob quais circunstancias, será intenso e será pra valer. Também não creio que você seja dada a aventuras.

Ela engoliu em seco.


Notas Finais


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