História Meu professor é Luke Hemmings - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Tags Luke Hemmings
Exibições 58
Palavras 1.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi meu povo lindo 😍 Mais um capítulo pra vocês, espero que gostem!!!

Capítulo 17 - Encontrão


Não conseguindo reagir direito, Gabriel toma pergunta pro pai 

- Então ela é minha prima distante que você disse que ia morar com a gente? 

- É ela sim. Ela e o irmão- diz Douglas- amanhã começaremos a mudança, o quanto antes melhor 

- Espera, amanhã? Não é um pouco rápido não? - pergunta Gabriel 

- Não, nos mudarmos pra cá amanhã não será um problema, né Isa? Até mesmo porque, em nossa casa atual, não teia espaço pra vc e seu irmão ficarem. 

- Não, não tem problema nenhum. - digo 

- Bom, então vamos comer, tô morrendo de fome. - diz Douglas. - 

Fomos todos para a cozinha almoçar, Douglas trouxe lasanha, sorte que era de queijo, de acordo com ele, ele já sabia que eu era vegetariana só não sei como. Ele ficou o almoço inteiro perguntando sobre como nossa vida (minha e do meu irmão) tinha sido, e eu procurava saber da dele também, já que a partir de amanhã moraremos juntos. 

Ele parece ser uma boa pessoa, não um golpista nem nada, até mesmo porque não sei quem iria querer cuidar de uma adolescente e uma criança assim de graça, tudo bem que meus pais deixaram uma certa herança pra gente, mas em nenhum momento Douglas perguntou sobre isso. 

Depois de almoçarmos eu e Luke fomos arrumar a cozinha enquanto Nena mostrava a casa para Gabriel e Douglas e meu irmão ficou na sala assistindo TV. 

- Quer dizer que você e esse Gabriel serão vizinhos de quarto agora. - pergunta Luke, sem nem olhar pra mim 

- Você sabe que não tem que se preocupar com isso, não existe nada entre mim e o Gabriel além de amizade. - digo 

- Eu sei disso, você sabe disse, mas ele não sabe. - diz Luke enquanto eu o olho de maneira estranha - ahh qual é, vai dizer que não notou o jeito que ele te olha?

- Não, até mesmo porque, ele não tem nenhum "olhar diferente" em relação a mim. Faz um tempão que a gente não conversa. 

Luke fica em silêncio, e eu faço o mesmo, não sei o que dizer. Não quero que o Luke tenha ciúmes, nem fique preocupado com isso, ele sabe que quem eu amo é ele, é só ele, Gabriel é um bom amigo, e agora, meio primo. 

Depois que terminamos, fomos os encontrar com Gabriel e Douglas que já estavam na sala. Nos despedimos, e Douglas disse que no dia seguinte eles estariam de volta com a mudança, para começarmos a ser uma nova "família", palavras dele e não minhas. Mas não o culpo por querer fazer isso dar certo, porque no fundo, mesmo querendo minha antiga família de volta, é bom saber que eu tenho mais alguém pra chamar de família, além de meu irmão e Nena, que eu já considero parte da família. 

Luke também vai embora, diz que tem umas provas finais da escola pra corrigir e diz que depois ele me liga. Antes de ele ir embora, olho em seus olhos e digo mais uma vez: 

- Não precisa se preocupar com o Gabriel, eu amo você, eu estou com você, então sem preocupações, ok? 

- Ok - diz ele com um leve sorriso no rosto, me dando um selinho demorado 

Ele entra no carro e vai embora, já eu, subo em disparada para o meu quarto, as surpresas desse dia me deram dor de cabeça, quem sabe se eu dormir um pouco passa. 

Acordo suando, resultado de um pesadelo que eu tive onde alguma coisa de ruim acontecia com o Luke e a única coisa que eu podia fazer era ficar parada e assistir, gritando o seu nome e chorando. 

Olhei no relógio eram 3:07 da manhã. Caramba, dormi quase doze horas, por que a Nena não me acordou?  

Levanto para beber um copo de água e lavar o rosto, pra tirar um pouco do suor. Pego meu celular e vejo 3 ligações perdidas do Luke e uma mensagem dele querendo saber o que tinha acontecido por eu não estar atendendo as ligações dele. Respondo falando que eu tive uma dor de cabeça e dormi o dia inteiro. 

Vou para a cozinha, bebe dois copos de água, e volto para o meu quarto, na volta vejo que a luz do quarto do meu irmão está acesa, passo de fininho pela porta e escuto um choro baixinho vindo de dentro. Entro no quarto rápido, para ver o que estava acontecendo e encontro ele abraçado a um dinossauro de pelúcia que ganho da mamãe e um macaco que ganhou do papai

- O que aconteceu gordo? - esse é o apelido que eu chamo ele desde que ele nasceu, naquela época ele era gordinho com cara de joelho, agora parece um tripinha de tão magro. 

- Saudades do papai e da mamãe. - diz derramando uma lágrima atras da outra 

Aquilo partiu meu coração de um modo que olha, foi difícil não chorar junto. Vou e me sento ao seu lado na cama, ele vem pra perto de mim e deita sua cabeça na minha barriga e eu fico fazendo carinho nele.  

- Também tenho gordo, e muita. 

- Eles não me chamavam de gordo, pra eles eu era tripinha. - ele diz 

- Eu sei, mamãe chamava você de bunda magra, e o papai chamava você de "veio", odiava quando ele te chamava assim. - digo rindo me lembrando disso. 

- Eu nunca entendi o por que ele me chamava assim, principalmente quando eu não queria comer. 

- Pois é, e você era teimoso pra comer né?! Só queria "caca-cola".  - digo 

- Será que eles tão vendo a gente, lá do céu? - pergunta 

- Estão, estão sim, eles sempre vão estar com a gente, lá no céu e no nosso coração, nos vigiando, cuidando da gente. - digo 

- Eu amo muito eles. 

- Eu também gordo, mais a gente vai passar por isso, juntos. 

Depois de um tempo em que ficamos quietos vejo que ele dormiu, os olhos molhado por causa das lágrimas, tomo isso como deixar pra chorar um pouco também. Difícil superar. A dor diminui com o tempo, mais nunca vai passar por completo, pois cada vez que eu andar em um cômodo dessa casa, sentir um cheiro, seja de comida ou perfume, cada vez que eu vir uma foto, eu vou me lembrar deles é a dor vai me atingir como um soco, mais eu tenho que me permanecer forte, meus pais iam querer isso. Durmo com esse pensamento também 

- Acordem dois. - abro meus olhos devagar e vejo Nena sorrindo gentilmente pra mim e meu irmão. - Douglas já está aí, e o café está pronto. 

- Obrigado Nena. - respondo 

Vou para o meu quarto, troco de roupa, faço as higienes pessoais e vou para a cozinha onde todos já estão na mesa. 

- Bom dia, trouxemos algumas caixas, e o caminhão vai trazer o resto mais tarde, se você quiser ajudar a descarregar o carro eu ficarei muito agradecido. - diz Douglas. 

- Bom dia, ajudo sim, depois do café. Estou faminta. - digo e me sento 

Depois de comermos, subo para o meu quarto, pego meu celular e vejo que tem uma mensagem do Luke, em resposta a que eu mandei ontem de madrugada. Ele estava dizendo que ia passar aqui em casa depois do café, para ver como é que estava a mudança, ver se Douglas precisava de alguma coisa. Que namorado prestativo é legal esse que eu arranjei. Sorrio com esse pensamento. 

Ao descer vejo que Gabriel e Douglas já começaram a descarregar os carros, pelo visto Gabriel dirigia carro também 

- Não sabia que você dirigia carro também, achei que sua moto era sua única "filha" - digo em tom de brincadeira. 

Não consegui deixar de reparar que Gabriel ficou muito bem de calça preta, bota e regata branca. UAU. Balanço a cabeça para afastar esse pensamento. 

- Quanto eu fui tirar de moto aproveitei e tirei de carro também. Dois coelhos com uma cajadada só- diz sorrindo 

Ele pega uma caixa e vai na minha frente, pego uma maior, que tampa a minha visão do caminho, então vou devagar. Ao entrar na sala, ponho a caixa no chão, mas, ao me virar, não vejo Gabriel atras e dou um encontrão com ele e nós dois fomos pro chão. Fiquei em cima e ele embaixo, olhando um nos olhos do outro assuntados. 

Ouço alguém pigarreando e ao virar a cabeça vejo Luke, parado na porta, com um olhar sério pra situação em que eu e Gabriel nos encontramos. Levanto rapidamente e digo: 

- Oi Luke, acabei dando um encontrão no Gabriel e a gente foi pro chão. - digo rindo 

- Percebi. - Luke sorri mas não com os olhos e logo em seguida lançando um olhar mortal para Gabriel que estava com um sorrisinho irônico no rosto olhando pro Luke 

Tô vendo que vai ser difícil fazer esse dois se darem bem 


Notas Finais


Um beijão e obrigado por continuarem acompanhando a fic mesmo com a demora pra postar os capítulo. Mas eu prometo que nas férias postarei com mais frequência. 😘💞❤️


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