História Meu professor park jimin - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Aluna, Jimin, Professor, Sexo
Exibições 318
Palavras 2.274
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Ficção
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura !

Capítulo 1 - Capitulo único


Meu nome é Isabela e acabei de completar 18 anos, estou um pouco atrasada no colégio porque fui viajar para encontrar com meu pai no Brasil , voltei a alguns semestres e a única coisa que penso desde que cheguei na Coreia do Sul é em meu professor de Matemática park jimin e  hoje contarei um pouquinho sobre a nossa história.

Como era costumeiro, no período da tarde, todas as quartas-feiras tinha aula de reforço. Entrei e lá  estava ele, parado próximo à mesa. As cortinas fechadas permitiram que, no momento em que fechei a porta atrás de mim, ele segurasse firme em meu quadril e me colocasse sentada em seu colo, abrindo caminho entre as minhas pernas seus dedos tocaram minha buceta e afastaram minha calcinha para que seu pau pudesse entrar até o talo me fodendo deliciosamente.

A cena  que infelizmente durou poucos segundos mas foi suficiente para bombear meu corpo de tesão, foi substituída por uma convencional conversa entre professor e aluna. A porta destrancada exigia discrição

O encontro que fazia minha imaginação tecer essas ideias e pensamentos já estava marcado para às vinte horas daquele mesmo dia. Por isso entrar naquela sala e ter que fazer a linha ” aluna santinha e sem interesse” me matava. O simples imaginar era capaz de me deixar molhada de desejo por aquele que por tantas aulas seguidas foi motivo de irritação e descontentamento, porque ele demorou tanto para me notar? Minha cabeça girava e foi difícil me concentrar.

Porque eu ainda tinha que esperar até a noite para poder fazer tudo que esteve preso apenas em minha imaginação e sonhos, ah e que sonhos! O encontro me parecia tão improvável, era algo que eu desejava tanto que começava a desconfiar se iria mesmo acontecer.

Durante todo o tempo que tivemos aula ele nunca disse uma palavra ou fez qualquer gesto que me incentivasse, porque nunca desisti?

Tive dois semestres de aulas com ele,  e em meu olhar nunca escondi o desejo que ele me despertava, cheguei a levar um antigo namoradinho pra que ele, quem sabe, sentisse ciúmes, mas ele sempre ético, sempre inabalável aos meus decotes, microssaias e pequenos esbarrões intencionais – como na vez em que derramei suco de laranja “sem querer em sua calça”. Foi sem querer também que com o olhar mais safado do mundo passei minha mão lá pra ver se tinha “molhado” Ah se não tivessem as calças, e claro, os olhos desconcentrados e perturbados do restante da turma ele não tinha me escapado.

Ah aliás eu adorava provocá-lo na frente dos garotos nerds da minha turma, eles me desejavam desde de o primeiro dia, mas eu nunca gostei de “garotos” e o fácil nunca me encantou, por isso, Que o professor jimin  era o que era pra mim. Ah como eu desejava aquele homem.

Ele nem seguia o padrão de beleza que a Coréia dizia que era pra ser . Mas pra mim era tudo como " Que se foda a Coréia pois ele é gostoso e lindo sim " , ele  era assim um Deus Grego, pelo menos para a maioria das Alunas que o mesmo dava aulas,  aquela voz que me faz delirar, braços tão musculosos perfeitos em sua forma, seu peitoral que em dias de calor apareciam mais sobressalentes em suas camisas, sempre brancas, me deixavam desnorteadas, nada comparado, é claro aos seus olhos, de um negro profundo, era a combinação perfeita com aqueles cabelos ruivos que lhe dava um ar de bom menino

Não sei até hoje como conseguia ir bem em sua matéria, era simplesmente impossível me concentrar nas coisas que ele falava, ele era professor de matemática e qualquer coisa que ele nos explicava me fazia pensar nas equações que poderíamos estar fazendo entre quatro paredes, num quarto de motel barato, em Paris, ou em que sabe, na minha casa, nos meu quarto, com as minhas roupas no chão e ele sobre mim, na verdade o lugar era o que menos importava, tinha vontade mesmo é de repente assim, no meio da aula, dar uma de louca, surtar e gritar para todo mundo e principalmente pra ele que eu o queria, que ele tinha o dever de me possuir ali mesmo na sala de aula, com meus colegas nerds e sem graça vendo, queria ali em cima da mesa no meio dos livros e da caneca de café que derrubaríamos com agitar de nossos corpos.

Nessa tarde, lá na sala com ele minha cabeça fervia. Depois de tanto tempo e tantas investidas da minha parte e ele resolveu me responder. Foi um simples: Tudo bem! Marcado. Seguido de um smile de carinha feliz.

Como ele podia ser assim?

Agora mesmo, aqui do meu lado depois de me responder, nada em sua expressão mudou. Tantas vezes eu já tinha deixado recados picantes e perguntas indiscretas, hora nas provas que lhe entregava, nos cadernos que lhe mostrava. Porque ele nunca fez nada? Porque agora? Porque essa noite?

Essa pergunta era a ultima da qual queria resposta, o que eu queria mesmo era ele, sem questionamentos, sem dúvidas e com muito tesão. Na mensagem que lhe enviara disse apenas:

-Hey, posso passar a noite e dormir contigo hoje a noite?

Mas foram tantas as vezes que ele não me respondeu que nem pensei para lhe enviar a mensagem, eu não sabia onde ele morava, como eu iria em seu encontro? Não queria lhe perguntar – Vai que ele mudava de ideia!  Será que ele respondeu assim também, pensando que não daria em nada, talvez por brincadeira. Não deixaria isso pra lá de jeito algum, de qualquer forma essa  era minha chance.

Movi céus e mundos e depois de oferecer até uma graninha para um de meus colegas nerds que eu sabia morar perto da casa dele descobri seu endereço. Peguei um táxi e apenas fui. Com as pernas bambas, o coração na boca, e o corpo inteiro ardendo de tesão e apenas um pensamento em mente: Essa noite ele será meu.

Quando cheguei as luzes estavam apagadas, pensei: Maldito, saiu para não correr perigo que fosse verdade a minha proposta!

Ok ok sem pânico, pensei comigo, se ele fez isso vai se arrepender! Mas logo vi que uma luz de um dos quartos se acendeu e junto com a luz meu desejo! Ah lá estava ele, longe dos meus colegas, da diretora e dos muros da escola que faziam o termo sexo entre professor e aluna tão pecaminoso, aos olhos dos outros, é claro, não aos meus.

Subi as escadas, e as minhas pernas tremiam, o porteiro fez como pedi, não lhe avisou, nada que um sorrisinho malicioso não conseguisse, eu tinha tudo com todos, menos com um, pelo menos até aquele momento.

Quando cheguei no número indicado pelo porteiro parei em frente e meu coração disparou e pela primeira vez minha consciência deu sinal de vida e eu pensei: E se ele for casado? E se ele realmente não me achar interessante o suficiente, será que fiz mal? Será devo voltar para casa? Bom, mas quando vi minhas mãos já tinham feito o trabalho e eu inconscientemente e sem respeitar minha pobre consciência, já tinha batido na porta. E então ela se abriu.

Por uns três e absurdamente longos segundos nos ficamos apenas nos olhando, fora da escola ele era ainda mais bonito, ele estava com os cabelos molhados e sem camisa, tinha pelo que percebi acabado de sair do banho. Sua expressão era uma mistura de espanto e pela primeira vez em tanto tempo – desejo.

Percebi também, nesses mesmos três intermináveis segundos que nós dois nunca tínhamos conversado nada que não fosse a respeito da matéria que ele lecionava. Sim, já que ele nunca respondia nada do que eu lhe mandava.  E quando entrei mesmo sem ele me convidar, afinal eu já estava ali, 

-Onde posso colocar minha bolsa? Eu falei  gaguejando e deixando jimin sem reação .

-Pode colocar em cima da, do, lá , aqui no cabide atrás da porta- Respondeu

Foi nesse momento que percebi que em sua casa, longe da figura de professor ele já não era mais tão seguro de seus atos. Meus pensamentos voavam e eu não sabia ao certo o que fazer e apenas respondi rindo e ele respondeu também rindo. E como ele era lindo quando sorria.

Aproveitei o momento para dar mais uma olhada ao redor percebi que o apartamento tinha a cara dele, era meio bagunçado, mas não de forma relaxada, era uma bagunça arrumada e seus livros estavam espalhados sobre o chão em frente a Tv. Os livros me fizeram lembrar dele e da sala de aula e isso me encheu de tesão, ele acompanhou meu olhar e fez uma cara de: É sou seu professor, lembra? Isso me fez pensar que o fato de ele ser meu professor não parecia ter o mesmo efeito sobre ele. Não parecia.

Porque quando voltei os olhos para os livros em um ato insensato de timidez quase que no mesmo segundo senti sua mãos em minha cintura, e de repente ele estava abraçado a mim e com a voz em meu ouvido sussurrou.

- Sempre achei que fosse brincadeira sua, não acreditava que você viesse. Mas que sorte a nossa que você está aqui agora.

Seguida dessas palavras que fizeram meu coração quase saltar pra fora do meu peito e minhas pernas ficarem formigando ele começou a mordiscar meu pescoço e orelha enquanto suas mãos percorriam meu corpo por baixo da blusa de renda que escolhi especialmente para essa noite. Ele me abraçava e me beijava por traz e eu quase que instintivamente comecei a rebolar e a roçar minha bunda em seu pau que pulsava por baixo da sua calça fina. Suas mãos pareciam saber exatamente o que fazer e horas apalpavam meus seios e outras horas desciam e formigavam meu ventre, ele fazia questão de chegar bem próximo da minha buceta que ardia e latejava implorando por ele, mas ele uma vez outra apenas passava as pontas dos dedos de leve com se tivesse provocando. A certa altura virei para ele e ele mais rápido me colocou em seu colo, eu agora parecia uma boneca em suas mãos, ele fazia o que queria comigo. Em seu colo ele me levou até seu quarto.

As paredes eram pretas, e a cama estava toda desarrumada, os lençóis estavam bagunçados e por isso eu podia sentir ainda mais forte o perfume, o perfume dele que por tanto tempo me atormentou estava ali tão próximo, aquela pele que me deixava em brasa eu agora podia tocar, morder… Ele era todo meu. O rádio invadia o quarto de canções do Radiohead e a luz fraca vindo da Lua passando pela grande janela próxima a cama me excitava ainda mais.

Quando ele me deitou na cama, ele me olhou, mediu cada pedacinho do meu corpo, e de repente fez uma cara de quem estava em dúvida. E eu assustada falei, com a voz quase rouca de medo

- Não desista agora, eu sei que você também quer! - falei e sussurro completei -Seu corpo e suas mãos me contaram!

Ele gargalhou e isso me assustou um pouco, nunca tinha o visto assim tão a vontade, ainda rindo ele respondeu:

- Não há a nada que pudesse me fazer desistir de ter agora, estava apenas pensando qual peça da sua roupa tiraria primeiro.

Dito isso quase enlouqueci de tesão e começamos a nos beijar com mais vontade e seu peito agora fazia pressão em meu corpo, suas mãos agora não aguentavam apenas brincar e me provocar, elas invadiam minha buceta e eu já era quase capaz de gozar antes mesmo dele tirar o restante da minha roupa e então quando não aguentava mais, ele parou me deixando ainda mais louca e entregue. Ele então começou apenas a me beijar, o corpo todo, ia me despindo enquanto cobria meu corpo de beijos, percorria meu corpo inteiro com sua língua quente, quando terminou de tirar minha meia calça me chupou com gosto e então gozei em sua boca. Foi intenso e me deixou completamente relaxada e vulnerável, satisfeita, mas a noite não iria terminar ali, não antes de eu mesma fazer com que ele sentisse o prazer que ele me proporcionou.

Depois de ficarmos alguns minutinhos apenas abraçados, recuperei o fôlego e o coloquei sentado na cama e sentei em seu pau, era grosso e me preenchia por inteiro. A única coisa que conseguia pensar era o quanto valeu a pena esperar cada segundo por aquela noite, durante todos os dias desde a primeira vez que o vi.

Suas  mãos controlavam o vai e vem, enquanto me olhava e beijava meus seios e mordiscava meus lábios. Sua língua parecia saber exatamente o que fazer e eu não o reconhecia. Aquele homem, meu professor, todo fechado e tímido não existia mais. E esse que eu conheci essa noite é ainda melhor.

Depois de rebolar por alguns bons minutos sobre o seu pau via em sua expressão que não aguentaria mais e então pedi para que gozássemos juntos e assim foi, ainda melhor do que o primeiro, fechando a transa mais perfeita.

Dormimos abraçados e transamos mais uma vez pela manhã e quando chegou a hora de ir embora antes que saísse pela porta ele me agarrou pelo braço e me falou .

- Comporte-se na escola, você é minha aluna! Lembra- Beijou minha boca, mordeu de leve minha língua . -Lá. Porque por aqui você é minha e eu faço com você o que quiser. Agora que sabes que sou teu, venha sem avisar, assim não tenho como lhe recusar.


Notas Finais


Desculpa se ficou tipo um cu
Mais uma amiga me deu coragem de postar
Bjos e obrigada por lerem
Bjos de panda ♥
Tomada que gostem mesmo por que eu acho que não sou muito boa nisso rsrs


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