História Meu querido criminoso - Capítulo 5


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Tags Frozinhaa, Meuqueridocriminoso, Tmj, Turmadamônicajovem
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Palavras 1.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi, genteeee! Como vocês vão? Bem? Espero que sim!💛
Trago á vocês mais um capítulo adiantado!💛
Obrigadaaaaa de coração por todos os comentários incríveis,os favoritos...💛
Vocês são os melhoressss!💛
Boa leitura.

Capítulo 5 - Foi ele


Fanfic / Fanfiction Meu querido criminoso - Capítulo 5 - Foi ele

No dia seguinte, fui despertada com a luz que atravessava aos poucos minha janela, á medida em que Magali puxava delicadamente as cortinas brancas do meu quarto.

— Mônica,acorda. A gente tá muito atrasada. Levantaaa! — chamou-me,com um tom de voz também sonolento.

— Nãoooo — grunhi,afundando meu rosto no travesseiro.  — Que horas são? 

— Sete e meia da manhã! — no momento que ouvi aquilo, arregalei meus olhos. Logo, me dando uma tontura por levantar meu rosto com tudo.

— Céus, por que não jogou um balde d'água em mim? — perguntei, me levantando roboticamente, sonolenta.

— Eu até tentei — Denise apareceu na porta,com uma xícara de café em suas mãos. — Mas quando você dorme nem parece que ainda está viva. Já ia até preparar seu funeral — brincou. 

Gargalhei, logo entrando no banheiro exasperadamente, lavando meu rosto e logo em seguida, pegando a roupa que Denise havia escolhido para mim,sem dúvidas, Denise é a pessoa com mais bom gosto que eu já conheci em toda minha vida. 

Após exatamente dez minutos, eu já estava devidamente vestida. Desci, peguei umas torradinhas que comeria no caminho e seguimos rumo á escola.
Hoje eu estava disposta. Era segunda-feira e, não teria aula com Cebola. Então assim,eu gostava de imaginar que ele não existia e que não estava enlouquecendo.

Perfeito! 

— Será que se eu matar o Xaveco eu vou presa? — Denise perguntou assim que entramos no terreno do colégio.

— Provavelmente — dei de ombros,procurando por uma vaga. — Por que você mataria o amor da sua vida?

— Por que... — ela parou para pensar. — Eu acho que gosto dele e ele só me faz sentir ciúmes. E eu odeio quando me fazem sentir ciúmes. Ou seja, oportunidade perfeita para mata-lo.

— Você não acha. Você tem certeza! — corrigiu Magali, tirando os olhos do celular. — E ele não te faz ciúmes. Você que é exagerada!

Concordei com a cabeça, fazendo Denise bufar. Ela odiava quando não tinha razão.

Estacionei na primeira vaga que encontrei e saímos dali,ainda conversando sobre a trágica vida amorosa de Denise. 

Ao pisar o pé no solo daquela escola, lá estava Cebola conversando com "seus" amigos e algumas garotas em volta.

Ótimo. Senti uma vontade imensa de revirar os olhos, mas me conti.

Cebola era como uma alma penada,está em todos os lugares.

Além de ter que aturar-lo todos os dias no colégio, ainda tenho que aturar ele com os meus amigos.
Maria Mello e Carmem surgiram logo atrás da gente,nos assustando.

— E aí, girls! — Carmem falou,dando um abraço em cada uma de nós. 

— Oi! — respondemos em coro. — Por que a aula ainda não começou? 

— O  professor passou mal. É aula vaga para os alunos que tinham Física — Maria respondeu, voltando o olhar várias vezes para Cebola.

Não amiga,corre desse.

— Não sei se me sinto bem ou mal por isso,acho que vou me sentir bem, por uma boa causa, teremos aula vaga! — Denise disse sorrindo. — Ai, mas coitado do professor né? Ainda bem que ele passou mal. E tomara que ele esteja bem.

Gargalhei alto.

A conversa começou a fluir, não estava prestando muita atenção, mas algo,que Maria falou,me fez despertar de pensamentos:

— Ele mora no meu bairro —ela disse, olhando diretamente para Cebola. Ergui as sobrancelhas, surpresa. — Eu vi a Ferrari ontem á noite e pelo que vi, a família dele é mais rica do que eu pensava. Talvez ele ganhe de Carmem e de você, Mô.

— Ei, não precisa falar que sou rica! Eu só tenho o suficiente para sobreviver...

— Ah,me poupe Monica! — Denise interveio,enquanto tirava uns livros do armário. — Seu pai é um engenheiro e sua mãe é a promotora mais bem respeitada pela justiça.  Nem vêm com essas histórinhas para cima da gente!

Revirei os olhos,cruzando os braços.

Eu realmente não gostava de dizer que tinha dinheiro, preferia mil vezes ser alguém normal com o suficiente para viver. Falo isso por que meu primeiro namorado só estava comigo por interesse ao dinheiro da minha familia,Ricardo foi o primeiro e único garoto a quem eu acho que fui intensamente apaixonada. Iria até o fim do mundo por ele. Contudo,descobri que ele estava me traindo com a vaca ruiva... Amanda. Pensei que já havia me machucado antes,mais ninguém me deixou tão dolorida quanto ele.

Mas no fim,não fiquei tão mal assim. Quando terminei meu namoro com Ricardo,ela deu uma boa de uma grande chifrada nele.
Respirei fundo,tentando levar esses pensamentos para bem longe.

— Mas não vamos mentir,ele é um gato! — Maria disse um tanto maliciosa, olhando diretamente para sua bunda enquanto ele caminhava em direção a sala.

Tá, infelizmente ele era mesmo lindo e tinha, sem dúvidas, bastente bunda. Mas,o que ele tem de beleza tem de maldade naquele coração podre,certo? Certo.

— Concordo mana — Denise disparou.

Tentei prender a vontade de rir. Elas são loucas...que tipo de garota gostaria de um cara como ele? Ah, se elas realmente soubessem quem ele é...

Nós começamos a seguir o mesmo caminho feito por ele. E eu,teria feito meu caminho normalmente se  não tivesse tombado com alguém. 

— Ai,meu Deus,me desculpa! Eu...— parei de falar ao ver quem era.

Ai.Meu.Deus. Não acredito!

— Monica! — Maurício disse, me abraçando fortemente. Retribui da mesma forma.

— DC! Você... voltou! Achei que estivesse ido para o colégio militar! — falei sorrindo, reparando que ele havia voltado mais bonito e sarado. E com um sorriso...minha nossa. Era lindo.

Uau. Simplesmente uau.

Maurício sempre foi um grande amigo desde o fundamental,viviamos grudados. Acho que foi um dos melhores amigos que eu já tive. Mas,todos já sabem que ele não achava o mesmo. Ele sempre teve,uma quedinha por mim.

— Pois é, ah, e você está mais linda que antes. Como pode uma coisas dessas? — disse, rindo. Ele estava me paquerando?Ai,céus,ele estava me paquerando. Senti meu rosto queimar instantaneamente.

Fiquei com dificuldade de respirar ao reparar novamente seu sorriso que poderia derreter qualquer uma e após muito esforço, conseguir falar:

— Awn, digo o mesmo de você! Vai para aula de História agora? 

— Não. Eu sou um ano mais novo que você. Lembra?

— Oh! É mesmo! Minha cabeça está ruim — falei encarando ele, rindo, o mesmo retribuia a risada.

— Ah...gente! Denise ainda está aqui tá bom? Nós ainda estamos aqui — Denise interrompeu, levando os braços para o ar.

— Qualquer dia a gente combina de sair. Beijos! — falei e ele assentiu.

— Assim espero — sussurrou em meu ouvido,logo disparando um beijo em minha bochecha.

Mordi o lábio inferior,um tanto tonta. Reparei o olhar malicioso das meninas,porém ignorei e continuei indo em direção á sala de aula. Assim que entrei na sala de aula,o professor abriu, para mim e para Denise, um sorriso extrextremamente falso. Tão falso quanto a peruca que ele carregava na cabeça.

— Oh,como é bom ter á presença das senhoritas na minha aula — ele falou,olhando diretamente para nós duas.

Nós duas não estávamos se sentindo muito bem ontem — inventei uma desculpa. Porém,era praticamente verdade,eu estava muito mal por causa de um certo ser. Já o caso de Denise...foi por que ela realmente não queria vim e resolveu matar aula comigo.

Estava me sentindo estranha. Não era de faltar aula ou fazer os professores chamarem a minha atenção. Mas não estou suportando mais a idéia de ter que aturar-lo perto de mim todos os dias do meu ano letivo. Isso era praticamente um sacrifício. Minha vontade  de sair gritando "Tem um assassino no colégio! Corram!" me consumia cada vez mais.

O professor respirou fundo,não estava esperando isso vindo de mim e deu início á sua aula.

— Você está péssima — me assustei com a voz baixa e calma de Toni soando em meus ouvidos.

— Notei — abri um sorriso forçado,vendo Toni concordar.

— Se quiser,podemos marcar de sair qualquer dia — começou. Conti minha vontade de revirar os olhos.

— Ah,claro.

Te vejo nos seus sonhos.

Abri um sorriso e comecei á prestar atenção ao que o professor falava.

Levantei-me da cadeira assim que o professor finalizou á aula,pegando o meu material e o guardando, afobada.

Fui até o refeitório com Magali e Denise ao meu lado,compramos nosso lanche e fomos até uma mesa que já fora ocupada por vários de nossos amigos.

A maioria que estavam lá eram meninas ,o que fazia atrair vários olhares masculinos do local. Cascão percebeu a ousadia de alguns meninos olhando demais para Magali e ele veio junto com seus amigos sentar conosco.

— E aí, meninas! — cumprimentou. — Amor! — disse, a dando um selinho apenas para provocar os outros garotos que tanto a observava. Percebi Magali se conter para não rir.

Entre esses seus amigos, Cebola estava lá. Respirei bastante fundo tentando esquecer sua existência. Mas era impossível, ele estava de frente á mim, o que me fazia, praticamente, ser obrigada a encarar-lo.

Maurício estava com uma cara da mesma forma que a minha, não fazia idéia o que seria. Mas ele estava, realmente, desconfortável. Estranho...

Uma conversa se formou ali,tentei me concentrar nos meus amigos e me soltei um pouco, voltando para a verdadeira Mônica. Aquela Mônica que era mais divertida antes de ver um assassinato...antes de conhecer ele.

Eu estava rindo enquanto estávamos lembrando de uma cena de Titi vomitando no sofá de couro da Carmem ano passado, o que a fez surtar e brigar com ele...e depois cair de bunda no vômito. Só que logo minha risada parou na metade, meu sorriso foi se desfazendo quando notei que o olhar de Cebola em mim, ele me observava atentamente como se...como se o quê? O que ele estava fazendo? 

Carmem, parou de rir enquanto olhava seu olhar atentamente, colocou á mão na boca em choque. Seus olhos já estavam úmidos, prestes a derramar lágrimas.

— Não... — choramingou, já derramando algumas lágrimas. A encaramos preocupados. — Meu irmão. Ele foi morto por recusar dar o dinheiro da empresa da minha família na noite passada para algum crimin... — ela não estava mais conseguindo falar mais nada, derramou ali mesmo lágrimas e mais lágrimas. Nimbus colocou sua cabeça contra seu pescoço, tentando ajuda-la de alguma forma.

Levantei o olhar para Cebola, ele também me olhava,um olhar indecifrável. Era ele. Quem mais poderia ser? De quem era típico matar pessoas se elas não derem exatamente o que ele quer?

Desviei o olhar em instantes para Carmem,entrando em pânico junto dela. Percebi Maurício da mesma forma, só que seu olhar estava derecionado para Cebola... DC também sabia dele? Uma dúvida surgiu. Provavelmente não. Cebola não chegaria a ser tão descuidado, certo? Errado. 

Frazir o cenho,notando todos indo abraça-la,fiz o mesmo.

Foi ele. O assassino está na mesma mesa que você, Carmem. Essas palavras quase se soltaram da minha boca calmamente,sem medo algum. Porém, no último minuto,conseguir me conter.

Ela poderia fazer justiça.

Poderia se eu falasse quem era. Eu sabia.

Mas não falei por que sou egoísta demais para dizer á alguém. Não tinha coragem suficiente para fazê-lo.


Notas Finais


<333
Cebola pouco cruel não é? 🙇
Tadinha da Carmem...😟
Pela primeira vez, não coloquei a Carmem como vilã. O que acharam? <3
E a Monica reparando na bunda do Cebola? KKKKKKKKKKK
Esperoo de coração que vocês tenham gostado.💛
Se gostaram,deixem seus comentários aqui! Vou adorar lê-los.💛
Beijão!


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