História Meu Querido Professor - Capítulo 2


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Exibições 96
Palavras 3.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá <3
Primeiramente eu quero agradecer por todos os favoritos e comentários no capítulo passado, muito obrigada mesmo.
Esse capítulo ficou um pouco longo, mas é meio que uma apresentação de alguns personagens. Ainda faltam alguns, que apareceram nos próximos capítulos, espero que gostem!
Boa leitura <3

Capítulo 2 - Welcome.


Fanfic / Fanfiction Meu Querido Professor - Capítulo 2 - Welcome.

"Seja bem vinda ao Johann Wolfgang Von Goethe, Diana." 

Continuei olhando para o teto sem ter o que fazer afinal eu não conhecia nada nem ninguém naquele colégio. Estava tudo calmo até eu ouvir um grande barulho vindo da porta, olhei assustada e me deparei com uma moça de estatura média, cabelos negros que batiam no ombro e um belo sorriso. 

- Opa, olá! - A moça sorridente disse me cumprimentando. 

- Olá! - Sorri de volta e me levantei para me apresentar. - Diana Fritzenwalden! - Estendi a mão para um aperto. 

A morena me surpreendeu ao recusar meu aperto e me dar um abraço apertado, gostei do seu jeito. 

- Meu nome é Natasha Rinaldi e não precisa ter toda essa formalidade! - Ela sorriu sincera - Aliás, vamos morar juntas!

Eu sorri e Natasha se jogou em sua cama, logo me bombardeando de perguntas. 

- De onde você veio? Por que quis estudar aqui? Você gosta de Fleetwood Mac? 

- Calma! - Ri com a rapidez da menina. - Bom, eu venho diretamente de Munique, sobre eu estar aqui... É uma história complicada, depois eu conto! E Fleetwood Mac? O que é? 

- MEU DEUS VOCÊ NÃO CONHECE FLEETWOOD MAC? - Ela arregalou os olhos de uma maneira muito engraçada. 

Continuamos nosso papo de entrevista, ela me disse que Fleetwood Mac é uma banda bem famosa, bom eu não sou muito antenada nas bandas, mas pelo o que ela me mostrou, é uma banda e tanto. 

Natasha é de Turim, na Itália e estuda aqui há dois anos. Seus pais a mandaram pra cá, pois era uma boa oportunidade e eles diziam que Natasha precisava de limites, que eles com sua rotina agitada não poderiam dar. Ela é uma das minhas três colegas de quarto, hoje eu conheceria Lisa, que daqui a umas horas já estaria no campus, pois estava de férias com os pais. Além de Lisa, havia Laryssa que só chegaria provavelmente amanhã, pois também estava atolada com os compromissos em família. 

A palavra família pesou sobre mim, estava com saudades de casa e eu não estava ali a menos que quatro horas. Mas eu estava começando a me acostumar com o lugar.

- NATASHA! – Fomos interrompidas por duas meninas que invadiram nosso quarto, pulando em cima da minha nova colega de quarto.

- Driele! Débora! – Natasha as abraçou fortemente, pareciam ser grandes amigas.

Enquanto Débora esmagava Nat com um grande abraço, Driele foi me cumprimentar, percebendo que eu estava sobrando naquela cena.

- Oi, eu sou Driele e aquela é a minha amiga louca Débora, moramos no dormitório ao lado. Você é a novata que vai dividir o quarto com as meninas, não é?

Débora e Driele são brasileiras e primas também. Estudavam no colégio há muito tempo, o que deixava ambas frustradas já que tinham o sonho de conhecer o mundo e mais pessoas, estavam cansadas das mesmas faces todos os dias. Mas apesar disso, tinham grande carinho pelo lugar.

- Espero que goste de olhar pra todas essas caras durante um ano! Já eu não aguento mais. – ela riu.

- Mas você adora ver aquela carinha do professor Fábio. – Débora brincava com a prima, que parecia não gostar da situação.

- Sério, já deu essa implicância que você tem comigo, eu odeio o professor Fábio, só de olhar pra cara daquele sujeito eu já quero vomitar. – Driele fazia gestos engraçados mostrando seu hoje pelo tal professor.

- Ele é tão ruim assim? – me intrometi no assunto.

- Na verdade não, eu adoro o professor Fábio, mas a Driele tem essa implicância com ele, eles não se dão bem desde o ano passado, quando ele começou a lecionar aqui. – Natasha falava com aquele seu jeito suave.

- Legal? Aquele homem legal? Diana, aquele homem é a pessoa mais egocêntrica, chata, prepotente, idiota... Eu não tenho mais nem adjetivos para descrever aquele homem.

- Gostoso pode ser um, gostoso, quente, charmoso... - Natasha se derretia pelo professor de biologia.

- Eu não sei o que vocês têm na cabeça, sinceramente. – Revirou os olhos enquanto a conversa continuava no quarto.

Eu estava adorando a companhia das meninas, elas faziam aquele lugar frio e cinza parecer mais colorido com toda aquela alegria. Mas tivemos que interromper nosso momento fofoca, pois a supervisora dos quarto passou avisando que o evento de boas vindas iria começar em uma hora e que deveríamos vestir nossos uniformes. As meninas foram para seus quartos e eu fui até o banheiro enquanto ouvia Natasha falar. 

- Você vai adorar o pessoal, são pessoas super do bem, os meninos também são simpáticos, são uns gatinhos se você quiser saber! - Natasha riu com o próprio comentário. 

- E como são os professores? São muito rígidos? 

- Alguns sim, alguns nem tanto, mas se tem uma que é a peste em pessoa, é a bruxa velha! - pude ouvir Nat resmungando. 

- Bruxa o que? 

- Ah esquece, vamos nos arrumar por que estamos atrasadas! 

Natasha era realmente uma piada. Continuei a vestir o uniforme, que era uma saia xadrez em azul escuro, branco e preto, camisa social branca e por cima o blazer com o símbolo do colégio, pelo menos não era feio. Arrumei meus longos cabelos e já estava pronta, assim como Natasha. 

Saímos do quarto e eu observava todas aquelas meninas saindo de seus respectivos quartos e conversando entre si. Quanto mais eu observava o lugar, mais eu notava como era enorme, poderia me perder qualquer dia. Natasha andava apressadamente, pois dizia que um dos melhores dias do colégio é o primeiro dia de aula e ela não queria perder um minuto. 

Chegamos à grande quadra de esportes e nos direcionamos para a arquibancada, onde muitos alunos já se encontravam em sua maioria os meninos.


Narradora P.O.V 

O pequeno Kimmich andava em direção à quadra quando sentiu um empurrão que o levou para o chão, belo jeito de começar as aulas, pensou ele. Como de costume já sabia quem era dono do ato. 

- Deveria olhar mais para frente e menos para o chão, pirralho! - Holger Badstuber acompanhado de seus amigos, Mats Hummels e Ignazio Abate riam do pequeno loiro derrubado. 

Badstuber é o terror da vida de muitos meninos do campus, principalmente dos mais novos. Filho de um grande empresário alemão, com seu jeito marrento e cara de poucos amigos, o perfeito bad boy, também era muito cobiçado pelas garotas. Junto a ele sempre estavam seus melhores amigos, Mats Hummels que era seu braço direito e Ignazio Abate que tinha Holger como um exemplo a ser seguido. 

Os três amigos continuavam a zoar o tímido Kimmich que obviamente estava em desvantagem, até que o mesmo sentiu um puxão forte o levantando.

- Por que não mexe com alguém do seu tamanho Bitchtuber? - Zlatan, o capitão da equipe de Karatê encarou Holger cara a cara enquanto Kimmich ficava de pé novamente. 

Zlatan Ibrahimovic é um sueco que após ser expulso de quase todos os colégios de seu país, foi mandando para o internato Goethe ano passado, como última esperança de seus pais, o que de certa forma deu certo. Zlatan melhorou através do esporte, mas seu jeito agressivo jamais o abandonaria. 

- Que bom ver você Ibrahimovic, como foi às férias com seus pais? Ah esqueci, nem seus pais querem saber de você! - Ignazio mexia com Zlatan que o encarava divertidamente. 

- Quem é você mesmo? - Ele o ignorava e apenas dava seu recado - Deixem o garoto em paz estão me ouvindo? Não terei pena em me acertar com os três se voltarem a perturbá-lo. 

Holger deu o sinal e os três foram embora furiosamente, Kimmich estendeu a mão para Zlatan o agradecendo fielmente. Ele a apertou fortemente deixando o loiro com a mão dolorida, mas ainda sim agradecido ele sorriu e foi ao encontro de seus amigos que o esperavam na quadra. 

Ibrahimovic ria com o jeito atrapalhado do garoto. Desde que chegou ao colégio ele observava as frequentes humilhações que Holger e seus amigos causavam em diversos alunos, isso o deixava irritado, pois jamais folgou com a injustiça. Como tinha certa fama de mal, Zlatan não tinha muitos amigos, mas tinha uma boa relação com os amigos de Kimmich que eram pessoas do bem. Entretanto, seu melhor amigo era Gerrard Piqué, com quem dividia o dormitório. O sueco andava em direção à quadra enquanto se irritava com a maldita gravata que tanto o incomodava e sentiu a mão de seu amigo, Piqué o tocar no ombro e juntos foram ao início das atividades escolares. 

Thomas Müller e Bastian Schweinsteiger corriam o mais rápido que podiam pelo corredor do setor B para chegarem a tempo na quadra. No caminho Thomas acabou esbarrando fortemente sem querer em algum aluno, Müller que levantava resmungando consigo, ajudou o menino a juntar seus pertences que haviam caído no chão com o impacto. 

- Me desculpe, é que nós estamos atrasados e bem... você também está! - Thomas tentava concertar todo o transtorno com o baixinho de expressão calma. - Que falta de educação a minha! Como se chama? 

- Paulo, Paulo Dybala! - Ele ria do jeito engraçado do alemão. - Está tudo certo, eu que estou totalmente perdido neste colégio e nem o vi passar! 

- Aonde é o seu quarto? - Bastian perguntou se manifestando. 

- Eu sou novo aqui e bom, é no último andar! - Disse ele mostrando seu papel. 

- Olha Thomas, ele é o novo colega de quarto! 

- Ah sim, seja bem-vindo garoto! - O sorridente Müller disse e deu tapinhas nas costas do menor. 

Os alemães acompanharam Dybala até o quarto, ignorando o fato de estarem atrasados. Paulo era um menino jovem e que não conhecia muito da vida, um Argentino de família judia. Como muitos outros jovens que aqui estudavam, seus pais o mandaram para que obtivesse acesso a melhor educação possível, sem interrupções do mundo lá fora. Era tímido, todavia era um rapaz de grande coração, algo que Thomas e Bastian, que estudavam há três anos no colégio e eram melhores amigos, observaram no jovem garoto. 

Depois de deixarem as malas de Paulo, voltaram a correr junto com ele para a quadra. Chegando lá, observaram seu amigo Kimmich e assim foram ao seu encontro. Os meninos apresentaram Paulo a Kimmich, que gostou muito do novo colega de dormitório. Conversas aleatórias rolavam enquanto Natasha e Diana se aproximavam dos amigos que conversavam animadamente, Basti sentisse triste por não ver sua namorada Sarah no primeiro dia de aula, pois a esperava ansiosamente. As meninas se sentaram e logo Thomas puxou assunto. 

- Oi, sou Thomas! - Disse a Diana. 

- Oi Thomas, sou Diana, é um prazer conhecê-lo! 

Ambos sorriram enquanto Natasha conversava com Bastian, que insistia em perguntar se havia notícias de Sarah, que repetirá várias vezes que só sabia o que todos sabiam, que ela ainda estava de férias com sua prima Kathrin Gilch. Driele e Débora se juntaram a turma, Débora estava muito mais animada do que antes, pois algo fez seu dia melhorar.

- Você o viu? Ele é lindo Driele! Quem será aquele homem? – Débora sussurrava para a prima, que apenas ria dela, pois não havia visto ninguém com as características que ela descrevia. Todo mundo conversava, colocando o papo em dia, falando sobre suas férias, até que foram interrompidos pelo loiro mais romântico do campus. 

- Veja só! Marco Reus entre nós? Achei que suas últimas palavras antes das férias estivessem sido "eu nunca mais volto para essa prisão" - Thomas imitava o loiro que o encarava com uma expressão vazia. 

- Não enche Thomas! - Reus sentou ao lado dos amigos com sua expressão séria de sempre. 

- Quem olha assim até pensa que é sério! Saudades de você, Reus, o poeta! - Kimmich abraçava o amigo de lado que tentava esconder o riso. 

Reus era o típico adolescente idealista dos anos 60. Ele acreditava plenamente na liberdade, na paz e no amor, talvez por isso fosse apelidado de Reus, o poeta. O que era bem irônico. Alguém que acredita tanto na liberdade, está trancado em um colégio interno. Logo ao lado do entediado Reus, o alemão mais charmoso do campus se fez presente. 

Erik Durm. Erik era um cara que se denominava como "espírito livre" e que tudo isso de internato não passava de uma máquina que formava outras máquinas para o mercado. Ano passado, Erik tentou fugir do colégio, algo que não deu muito certo, pois o mesmo teve que voltar. Durm observava todos aqueles rostos de sempre, todo aquele pessoal com quem iria conviver todo dia, só de pensar o mesmo já ficava entediado. Colocou seus óculos escuros, cantava mentalmente alguma letra do The Doors e pensava: 

 “Aonde aquele bastardo do Kroos se meteu". 

Kroos, Toni Kroos era o melhor amigo de Erik e compartilhavam de muitos pensamentos. Kroos passou as férias em Munique, curtindo a noite e as bandas do momento, o que deixava Durm com uma pitada de inveja do amigo, pois teve que passar as férias no interior. 

Enquanto Erik viajava mentalmente, Nina Weiss, Stephanie Kroos e Carolin Schulz entravam na quadra, recebendo vários olhares. Elas eram o perfeito estereótipo de meninas ricas e mimadas, só que ninguém ligava para isso, tirando elas. Nina era filha de um grande empresário alemão e sempre teve tudo do bom e do melhor, Stephanie é a irmã de Toni, entretanto ela era totalmente o contrário do irmão, que não suportava seu jeito, Carolin não era rica, veio de uma família húngara classe média, mas como andava com  Nina, agia como tal. Junto a elas estava uma pequena menina de cabelos negros e branca feito a neve, era Demy Celi, aluna novata que veio  da França e agora teria que dividir o quarto com Nina e sua meninas. 

Logo todos os alunos se encontravam devidamente em seus lugares, o diretor José Mourinho, conhecido por ser muito rígido, e seu atrapalhado secretário Jürgen Klopp se direcionavam ao meio da quadra, assim recebendo a atenção de todos. 

- Bom dia Johann Wolfgang Von Goethe! - Mourinho disse e o bom dia uníssono soou por toda a quadra. - Sejam bem-vindos de volta e aos novatos, sejam bem-vindos ao nosso colégio! Bom, não quero enrolar e vou ser bem curto! Hoje é o nosso primeiro dia do ano letivo, entretanto as aulas começarão amanhã, todos receberão seus devidos horários e também peço para que leiam todo o manual, pois sabem que o seguimento de nossa instituição é rigoroso e qualquer quebra de regras, serão punidos igualmente. Entretanto, chega de enrolação, quero apresentar aos nossos novatos, nosso corpo docente! 

Vários professores entraram e alguns receberam palmas calorosas. Logo todos estavam bem no meio da quadra, alguns não estavam presentes por motivos pessoais, mas  o diretor os apresentou rapidamente. Esse ano, depois de muitas negociações o internato finalmente conseguiu um apoio financeiro de um grande empresário italiano, Lapo Elkann, que o diretor Mourinho fez questão de apresentar a todo o colégio. Lapo foi chamado ao palco e recebido com muito entusiasmo.

- Driele, é ele! – Débora estava surpresa com a revelação e encantada ao mesmo tempo. Ela precisava conhecer melhor aquele homem.

A direção enrolou todos os alunos mais um pouco, mas logo todos estavam liberados para seus quartos. 

30 de Agosto de 1970. - 9:00AM. 

Diana P.O.V 

Acordava para meu primeiro dia de aula em Goethe, estava ansiosa pois gostava bastante de estudar. Natasha já estava de pé e eu já entrava no banheiro. Fiz minha higiene matinal e vesti o uniforme, peguei meus livros e sai com Natasha. Entretanto, sua primeira aula, era de biologia que ficava no outro lado do campus, então tive que seguir sozinha. 

Não sabia que horas batiam, mas não havia ninguém no corredor, logo pensei que estivesse atrasada, na correria acabei deixando meus livros caírem e os pegando apressadamente, sai correndo até a sala de número 6, fiquei feliz ao saber que o professor ainda não estava em sala. 

Entrei na sala e praticamente todas as cadeiras estavam ocupadas, só havia um lugar disponível, que era próximo à mesa do professor, o que me deixava um pouco receosa. Entretanto decidi sentar e apenas aguardar o início da minha primeira aula, que seria Literatura. Observava a vista através da janela que era ao lado do meu lugar enquanto meus colegas de classe faziam uma verdadeira bagunça, o que deixava preocupada caso o professor entrasse, mas apenas o ignorei e fiquei na minha, nesse momento eu desejava ter Natasha junto a mim. Ainda não havia conhecido o professor de Literatura, pois o mesmo não estava presente nas apresentações ontem, o que me deixava ainda mais curiosa por sua identidade.

Continuava ignorando toda a baderna. Procurei meu livro de Romeu e Julieta na intenção de termina-lô, mas para minha surpresa, não o achei. Fiquei desesperada ao notar que ele não estava junto a mim, não poderia sair de sala para procurá-lo, então apenas observava meu caderno com tristeza no peito. Estava totalmente perdida em pensamentos, até ouvir um grande barulho de livros sendo jogados contra a mesa que não ficava longe do meu lugar, era o professor de Literatura, que fez toda a sala ficar em silêncio diante sua presença. 

- Bom dia senhores! - O professor disse em um tom sério que se a igualava sua expressão. - Creio que conheço praticamente todos assim como me conhecem e sabem que não tolero qualquer forma de baderna! 

Professor Andrea tinha um jeito sério, um tom firme na voz, com um pouco de um sotaque italiano, creio eu. Mas aos poucos sua expressão ia se acalmando até que mesmo esboçou um sorriso. 

- Agora que estão com os ânimos calmos, posso me apresentar aos novatos! Olá aos novos alunos, sou o professor Andrea Pirlo e vou lecionar a disciplina de Literatura, podemos dar início ao nosso ano letivo? - Ele sorriu de lado e olhou por toda a sala e terminou com sua visão em mim. 

- Mocinha acho que deixou isso no corredor! - Ele disse me entregando meu livro.


Notas Finais


Gostaram? <3 Beijos e até o próximo.


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