História Meu Querido Servo - Yaoi - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~GretaHouse

Postado
Categorias Originais
Tags Yaoi
Exibições 250
Palavras 625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eai,me desculpem pela demora tive problemas tecnicos mas enfim vcs estao animados para o primeiro capitulo eu estou entao veja abaixo

Capítulo 2 - Capitulo 1


Fanfic / Fanfiction Meu Querido Servo - Yaoi - Capítulo 2 - Capitulo 1

Capitulo

   ― Acorde mestre. ― Chama Mark me cutucando. ― O senhor prometeu a Susy que ia matar aquela peste que ela odeia. Vamos lá... Levante-se.

―Acho melhor você desistir. ―Comenta uma voz que conheço bem. ―Esse aí só acorda quando bem entende.

Asa Negra, minha águia tão negra quanto à noite era uma chata.

―Cala-se. ― Dispara meu servo irritado. Ele não tinha muita paciência.

―Ele tem razão. ―Dessa vez é Flame, a raposa de Mark. ― Scoot só acorda quando quer.

―Vocês seriam muito mais úteis me ajudando a acordar o mestre. ― Fala Mark puxando meu lençol para ver se desfaz o casulo em que me enrolo toda noite.

― Não sou obrigada a nada. ― Diz Asa Negra.

Já cansado desse falatório, tiro as cobertas de mim.

― Pronto! Acordei para a felicidade de vocês.

―Felicidade? Só se for infelicidade, ô rei dos chatos. ― Zomba o que deveria ser um obediente animal de estimação, ao seu lado Flame cai na gargalhada.

―Mestre, eu já arrumei as nossas coisas. Só falta o senhor. ― Interrompe Mark antes que eu comece a estrangular minha águia.

 

Depois de tomar o café, me arrumei para nossa ‘’ viajem’’.

―Tudo feito. Já podemos ir?

― Sim, mestre. ― Responde Mark já com sua roupa de viajante e um belo sorriso no rosto.

E quando íamos sair, aparece do nada uma baixinha de cabelo castanho.

―CARAMBA! Não sabe andar como uma pessoa normal não Jane? ― Pergunto com o coração acelerado.

― Por que andar se posso me teletransportar? ― Jane dá de ombros antes de se virar para mim e Mark. ―Para onde estão indo?

― Vamos ir em uma viajem para matar a peste para Susy, senhorita Jane. ―Responde Mark com seu jeito cavalheiro de falar com as meninas.

― Ah, sim! A promessa que o Scoot fez para a Susy. Mas não sei porque você precisa ir, não é ti que faz as promessas e não cumpri. ―Fala Jane para Mark, mas se direcionando a mim.

―Olhe aqui queridinha, eu sei que prometo, porém acabo me esquecendo de cumprir. ― Digo cruzando os braços.

― Por que será que não acredito nisso nem por um segundo? ― Só escuto uma raposa e uma águia rindo atrás de mim.

― Eu estou falando sério, gente. Tenho memória fraca.

―Ok, ok! Eu já vou indo, cuidado pra não se tornar um idiota também Mark. ― Avisa Jane antes de sumir no ar.

― Vamos logo andando Mark.

Alguns passos depois nos topamos com Susy.

―O que foi agora?

―Soube que agora vão matar aquela peste. ― Ela soava um pouco brava.

― Nem sei por que prometo essas coisas. ―Resmungo baixinho antes de levantar a voz.  ―Espere um pouco, como você sabe disso?

―A Jane me contou. ― Então foi ali que ela foi parar. Poder se teletransportar como o a Jane ou ser super veloz como a Susy tinha suas vantagens.

― Sim, senhorita. Estamos indo realizar o favor que nos pediu. ―Sério? As coisas estão ficando repetitivas, vamos interromper a conversa.

― Cuida Mark, não temos o dia todo. ― Reclamo puxando meu servo. Lá atrás eu ouço Susy nos dizer algo.

― Boa Sorte. Irão precisar.

 

Extra

No sonho de Scoot:

― Ué, onde estou. ― Pergunto confuso apenas para ver um Mark quase sem roupas e em uma pose sensual me esperando em uma cama.

―Mestre, venha para os meus braços. ―Ele parecia tão carente e necessitado. ―Deixa eu te amar para sempre.

―Oh, se deixo! ― Sussurro antes de cair ao lado daquela coisa linda.

Fora do sonho de Scoot

―Asa Negra, o que será que o Scoot está sonhando?

―Eu não sei, mas não pode ser coisa boa.

CONTINUA


Notas Finais


Mais um capítulo revisado.


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