História Meu Querido (Terrível) Diário - Capítulo 13


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


MDS

Capítulo 13 - A batalha final parte 2


NOITE 7

{POV Edgar}

Eu estava no meu quarto e eu vi as luzes vindo do banheiro e do closet, mas sabia que algo estava acontecendo de muito errado no lado de fora, eu iria checar pelo Skype, mas aparentemente, minha mãe não estava nem aí pro celular dela e a Isa provavelmente foi em algum lugar que esqueceu do celular.

Então decidir ir até lá ver o que estava acontecendo, mas, a porta estava trancada.

Um desespero subiu pela minha espinha, corri pra minha cama junto ao meu protetor de demônios.

{POV Isabel}

Eu fui a dispensa principal da casa, pois eu só faço coisas importantes e principais, aceita, e chegando lá só vi um monte de teia de aranha, mas nenhuma aranha, achei estranho, mas achei melhor voltar para o meu posto. Ao chegar na porta, ela bate na minha cara, me empurrando pra trás, eu caí no chão sentada.

Agora eu ouvia uns estalos baixinhos, como se fossem de um inseto.

Eu olhei pra trás e vi um monstro preto metade homem e metade aranha, eu me deseperei, mas não iria me refugiar não, eu eim, dei logo um chutão na cara do bixo, a cabeça dele girou 160° graus, ou seja ficou virada para trás, mas ele logo voltou para frente.

Eu me caguei toda.

Mas não iria largar meu corpo de bandeja.

{POV Richard}

Eu estava confuso com as luzes vindo do corredor que a Isa estava, claro, fui ir lá pra reclamar com ela, pois isso iria espantar os monstros.

Chegando lá, eu apenas vi a lanterna dela jogada no chão junto com o celular, a lanterna estava piscando, ora ligada, ora desligada .

Eu vou andando pelo corredor, devagar, e quando a luz apagou ficou por mais tempo que o normal, não me importei.

Quando ela ligou de novo, na minha frente, apareceu um homem, completamente branco, com os olhos fechados.

Isso já era bem assustador, mas aí a criatura abre os olhos, me assustando mais ainda, eu comecei a lentamente andar pra trás, quando eu senti que estava chegando nas escadas, o homem, na velocidade da luz fica na minha frente e me empurra, eu caio da escada, meu Deus como isso doeu!!!

No final da escada, quase inconsciente eu vejo o homem no topo me olhando, e indo para um dos quartos, não consegui ver, pois eu já estava desmaiado.

{POV Tiffany}

Eu estava simplesmente trancada no meu banheiro, a minha lanterna funcionava mal e porcamente, mas eu não iria desistir não, eu eim! Tive 2 filhos, eu sei muito bem como é me sacrificar pra ver a felicidade deles.

De repente, o espelhos quebra, e cacos voam pra todo lado, por sorte, não me atingi.

A porta do banheiro destranca, corro até a porta de entrada do quarto, mas essa sim estava trancada dessa vez.

Fiquei então sentada de novo na cama.

Quando olhei para o celular, vejo que a câmera do Richard está desligada e a da Isabel está virada pro teto.

Um homem branco papel aparece na câmera da Isabel, e ele tava pelado, como veio ao mundo, eu olho para ele, eu estava reconhecendo ele de algum lugar, mas meu celular desligou.

{POV Edgar}

A porta destranca. Ao sair no corredor vejo que a Isa não está no seu posto e sua lanterna está jogada no chão virada para a dispensa.

Isso provavelmente era um indício de que ela estava ali dentro, mas eu já vi como ela luta então minha mãe foi prioridade. Abri a porta dela e ela estava na cama.

-Ed!

(Exclamou ela)

-O que ouve?!

(Pergunto)

Ela me explica sobre o banheiro e sobre o Skype.

-Você provavelmente reconheceu ele, porque ele é o papai.

(Digo)

-Meu filho eu sou esquecida, você deveria saber.

(Se defendeu)

-Ok, mas agora nós devemos procurar os outros e encerrar essa "aventura".

(Digo apreensivo)

-"Simbora"

Chegando na escada nos deparamos com o Richard jogado e desmaiado no final dela.

-RICHARD!!!

(Grito desesperado)

Eu sacudia ele, mas ele não acordava. Eu comecei a chorar e me apoiei nele. Era um sentimento tão pesado e forte.

-Ai caralho, não pode nem mais dormir em paz.

(Diz Richard)

-Seu merda!!!

(Digo dando um tapa no rosto dele que até os vizinhos escutaram)

-Minha perna, eu acho que está quebrada.

(Diz Richard apontando para a perna)

-O que vamos fazer agora?

(Pergunta minha mãe)

-Mãe, chama a ambulância pro Richard que eu vou procurar a Isabel.

Minha mãe concorda acenando com a cabeça e eu subo as escadas.

Chegando na dispensa principal percebo que a porta está escancarada e não tinha ninguém lá dentro.

Vou até o meu quarto, a porta está trancada.

Chuto ela é a mesma abre violentamente. Algo me empurra pra dentro do quarto. Eu caio no chão, quando me levantei o quarto já não era o mesmo, eu estava de volta ao inferno.

Eu olhei ao meu redor, a porta não estava mais lá.

Na minha frente eu vi os dois monstros que eram na verdade as contrapartes do meu pai, e atrás deles estava Isabel pendurada por uma corrente e desmaiada.

-Nós queremos sangue, sacrifício e oferendas.

(Ambos os monstros disseram, simultaneamente)

-Eu entendo o que vocês querem, mas não acho que essa seja a única forma de se unirem.

(Digo, tentando convencer)

-Talvez tenha uma forma de fazer esse ritual sem sacrifícios, mas qual seria a graça?

(Uma voz ecoa pela sala)

-Quem é? Tem um terceiro?

-Não, mas não é uma má ideia. Eu sou Gabriel, o feiticeiro que separou o seu pai em dois.

(Disse Gabriel)

-Se você separou ele, então por que quer reagrupar-lo?

(Questionei)

-Bom, seu pai era um idiota. Ao separar ele, eu peguei a essência da maldade dele e a da bondade. Você deve ter notado que nenhum desses monstrinhos aqui foram bons com você, pois eu joguei a bondade fora e coloquei um pouco da maldade nas duas partes do seu pai.

Agora, se eu juntar ele, ele será o meu servo cruel!

(Explicou Gabriel)

-Você não vai fazer isso!!

(Exclamo)

-E quem vai​ me impedir? Você?

(Disse Gabriel em um ton sarcástico)

Meu corpo foi paralisado, eu estava tentando correr ou até mesmo gritar, mas eu não conseguia.

Eles então começaram o ritual.

Isabel foi deitada em uma pedra vermelha que tinha no meio da sala.

-O peculiar desse ritual é que poucas coisas são ditas, apenas as seguintes "o sangue do mais doce é servido para os reis e magos que os trouxe"

(Citou Gabriel)

Após dizer isso ele ergueu um punhal, o molhou em um cálice com vinho dentro e em seguido posicionou o punhal no pescoço.

Ao levantar o mesmo, Gabriel para, olha ao redor, e começa a inchar.

Seu corpo incha tanto que sua pele começa a se romper aos poucos, até que finalmente explode, e dá um banho de sangue e órgãos em todos os presentes na sala.

-Pronto, já teve seu sacrifício de sangue, seu babaca.


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA


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