História Meu Querido Tutor - Lutteo - Capítulo 7


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Personagens Originais, Rey, Sharon, Simón
Tags Gastina, Lumón, Luna, Lutteo, Matteo, Sou Luna
Exibições 152
Palavras 2.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E aí? Como estão?
Preparados para mais um capítulo.
Espero que gostem...

Capítulo 7 - Sintomas de Ciúme


Matteo acaba tendo uma ideia, ele sobe até o quarto de Luna e bate na porta. Ela abre e dá espaço para ele passar. – Eu estava pensando e como hoje está chovendo e faz frio, queria te convidar pra assistir um filme comigo depois do almoço.

- Um filme? Você está falando sério? Luna sente uma mistura de surpresa e susto. Ele nunca tinha a chamado pra nada, a não ser pra lhe falar “regras”.

- Sim, porque? Não gostou da ideia?

- Gostei, mas... Você é sempre frio e grosseiro comigo que eu estou até estranhando essa sua mudança de comportamento.

- Talvez eu seja bipolar, como você mesmo me disse um dia. Mas, então? Aceita?

- Sim.

- Ótimo. Vamos almoçar e depois assistiremos um filme na sala, pode ser?

- Claro. Luna desce ao lado de Matteo. Os dois almoçam juntos. Tamara nota um certo brilho no olhar de Matteo. Ela tinha certeza de que tudo isso era por causa de Luna. Na opinião dela, a menina teria aparecido para mudar a vida de seu patrão.

Miguel e Monica são bem recepcionados por todos na tribo indígena. Enquanto almoçam um prato típico deles, os dois contam tudo sobre suas vidas. Os índios ficaram maravilhados com tudo o que eles contaram. Tiveram até vontade de ir morar em Buenos Aires, estado que eles nunca tinham ouvido falar. Monica presenteia a todos, cantando algumas musicas. Os índios que não entendiam muito a língua espanhola das musicas, ficaram surpresos e felizes ao ouvir a voz da mulher. Miguel comenta que queria achar um jeito de ir embora dali o mais rápido possível, mas para sua desgraça, o cacique diz que é impossível ir embora dali. A Amazônia tem muitos perigos e seria muito difícil eles passarem por todos pra conseguirem voltar para Buenos Aires.

Depois do almoço, Matteo e Luna vão para a sala para assistirem o tal filme. A menina fica uma fera ao saber de qual gênero o filme se tratava. Terror. Ela morria de medo de assistir esses filmes. Os dois sentam-se lado a lado pra assistir. Assim que começa o filme, Luna começa a ficar tensa. Ela odiava esse tipo de filme e parece que Matteo tinha adivinhado isso.

- Matteo, não tem outro filme, não?

- Porque? Esse está tão legal.

- Aff. Fala sério né? Só você mesmo pra gostar desse tipo de filme. Claro, é homem e homem não tem medo dessas coisas. Vem cá, você já viu o que diz na capa desse DVD? É baseado em fatos reais. Reais, Matteo. Você tem noção disso?

- Luna, calma. É só um filme. Sempre que você fica nervosa, você fala sem parar?

- Si... Sim. Isso é uma mania que eu tenho.

- Mania chata, hein.

- Matteo.

- O que? Só falei a verdade. Mas até que você fica bonitinha quando não para de falar. Agora chega de conversa e vamos voltar a prestar atenção nesse filme. Olha, essa é a cena que eu mais adoro.

- Então quer dizer que você já assistiu esse filme?

- Sim. E confesso que é um dos meus preferidos.

- Que saco.

- Luna, fica quieta e assiste. Luna acaba cedendo e resolve assistir o filme. Ela solta vários gritos no decorrer do mesmo. Matteo acaba soltando gargalhadas ao vê-la tão assustada.

- Não tem graça.

- Ah tem sim. Você não imagina como a tua cara está engraçada.

- Cala a boca, Matteo. Luna fala e Matteo solta mais uma gargalhada o que acaba fazendo ela rir também. Em um certo momento do filme, a menina se assusta tanto que acaba por agarrar Matteo. Ela o abraça e ele fica sem saber o que fazer. A jovem se afasta um pouco e olha para o homem. Ambos ficam vidrados um no outro. Matteo alternava os olhares entre a boca e os olhos de Luna. Ela também fazia o mesmo. A menina decide ser mais ousada e acaricia o rosto do homem. Ela se aproxima e tenta beijá-lo, mas ele vira o rosto. – Desculpa.

- Tudo bem.

- Você é lindo, sabia? Matteo que até então estava com o rosto virado, assim que escuta Luna pronunciar a frase, a olha imediatamente e não consegue esconder um sorriso.

- Você também é. Os dois se olham novamente e se aproximam cada vez mais. Matteo toca no rosto da menina e fala. – A gente precisa parar de discutir o tempo todo. Vamos tentar ser amigos, ok?

- Tudo bem. Amigos. Luna responde, frustrada. Ela imaginava que Matteo fosse falar algo como se gostasse dela, alguma coisa assim. Ela sabia que não podia ter esse tipo de pensamento, mas estava morrendo de vontade de beijá-lo. O jeito com que ele a tratava a fazia querer descobrir mais coisas sobre ele. A curiosidade de saber como ele beijava, a fazia ter pensamentos nada inocentes em relação a ele. Ainda chateada, a jovem se afasta de Matteo e sente seu celular vibrar. Ela o pega e vê que é uma mensagem de Simón. – Matteo, o Simón está vindo aqui. Tudo bem?

- Ah, claro. O seu namoradinho. Ok. O homem fala e se levanta e não percebe que Tamara estava ali. – Se quiser terminar de assistir o filme com ele, fique a vontade. Ele “bufa” e sobe para seu quarto.

- O que deu nele?

- Ele está com ciúmes, Luna.

- Ciúmes?

- Sim. Não consegue nem disfarçar.

- Tamara, me avisa quando o Simón chegar. Eu vou subir pra falar com o Matteo.

- Eu te aviso, sim. Luna acena positivamente e sobe para o quarto de Matteo. Ela vê a porta entreaberta e decide entrar.

- O que você quer? O homem pergunta, friamente. Luna dá um sorriso e constata que o que Tamara falou era verdade. Ele estava com ciúmes dela. Luna se aproxima lentamente da cama e se ajoelha ao lado de Matteo que estava sentado na cama. Ela toca sua perna e ele se esquiva.

- Calma, eu só quero conversar.

- Porque não vai lá esperar o teu namoradinho?

- Porque eu quero falar com você. Você não gosta do Simón, não é?

- E que diferença faz isso pra você?

- Faz muita diferença. Você pode pensar que não, mas faz sim. Você tem ciúmes dele?

- Não, claro que não. Você não é nada minha. Luna acaricia o rosto de Matteo e ele a olha.

- Eu gosto de você. Sei que no fundo, você é um homem bom e carinhoso.

- Sabe?

- Aham. A jovem fala se aproxima de Matteo e lhe dá um beijo no rosto. Em um movimento rápido e brusco, o rapaz agarra a menina e a deita na cama, ficando assim por cima dela. Ele a olha e diz. – Você é minha, Luna. Minha, entendeu? Luna o olha e se surpreende ao escutar essas palavras. Como se tivesse se dado conta do que havia feito e falado, Matteo sai de cima da garota e a trata mal. – Sai do meu quarto, menina.

- Mas...

- Você não ouviu? Sai do meu quarto agora. Matteo grita. Luna chateada, sai do quarto e desce para a sala. Por sorte, Simón ainda não havia chegado. Assim que Luna sai do quarto, Matteo pega a primeira coisa que vê e joga contra a parede. – Droga. Eu não posso me envolver desse jeito com ela. É proibido. Ela é só uma adolescente. Não posso ter nada com essa menina, não posso. Sempre me controlei, porque não consigo me controlar perto dela? O homem estava furioso com si mesmo. Ele não podia se deixar levar por uma simples atração sem sentido. E Luna não merecia ser usada.

Depois de alguns minutos, Simón chega até o haras Balsano. Ele estava um pouco molhado. A chuva havia diminuído, mas ainda assim estava forte. Assim que o vê, Luna corre e o abraça. Os dois se beijam no exato momento que Matteo estava descendo as escadas. Ele vê tudo e coloca uma expressão de indiferença no rosto, mas por dentro... Estava com ciúmes. Luna sente que tem alguém os observando e pára o beijo. Ela se vira e vê seu tutor parado os olhando. Simón o cumprimenta e Matteo vai para a cozinha. O casal sobe para o quarto de Luna.

As meninas resolveram se reunir para comentar sobre o tutor de Luna. Todas acreditavam que iria sim rolar alguma coisa entre os dois. Jim era a mais eufórica e comenta o quanto Matteo era bonito. Nisso, todas acabam concordando. Apesar de tudo, ele era um homem charmoso, lindo e gostoso. Jim, a mais pervertida de todas... Faz um comentário nada inocente.

- Gente, como será que ele é na cama?

- Jim. Todas falam.

- Ai, mas é verdade. Deixa só eu encontrar a Luna. Com certeza ela deve saber.

- Jim, a Luna namora o Simón.

- Mas nada impede que ela fique com outro, Nina. Tudo bem ela namorar o Simón, mas também não vai ficar muito tempo com ele. Escreve o que eu estou dizendo. Ainda vai rolar alguma coisa entre ela e o Matteo.

- Olha, eu não sei de nada. Só quero que a minha amiga seja feliz. Âmbar fala. – Não importa se for com o Simón ou com o Matteo. O que importa é que ela tem que estar feliz.

- Isso é verdade. Nina fala.

Matteo passa pela sala e percebe que Luna e Simón não estão mais ali. Ele fica furioso só de pensar no que eles poderiam estar fazendo no quarto. Com ciúmes, o homem decide subir e ficar na porta do quarto de Luna. Ele queria escutar o que eles estavam conversando, se é que estavam conversando. Pois ele acreditava que os dois estavam tendo outro tipo de conversa, ainda mais com a chuva que estava lá fora. Momento propício para se fazer sexo.

Luna e Simón estavam abraçados. O garoto decide falar sobre sexo e deixa a jovem nervosa. –Meu amor, sei que não é momento e nem a hora pra falar sobre isso, mas quando vai acontecer a nossa primeira vez?

- Primeira vez? Primeira vez de que, Simón?

- Luna, você sabe do que eu estou falando. De sexo. Eu não aguento mais esperar. Preciso te ter por completo, meu amor.

- Eu... Eu sei, Simón. Mas... Mas eu ainda não estou preparada. Você sabe que eu... Que eu sou virgem e isso pra mim é muito importante. Eu preciso estar segura pra poder me entregar a você. Matteo se surpreende ao saber que Luna é virgem. Ele imaginava que ela não fosse.

- Tudo bem, eu entendo. Vou esperar o tempo que for pra você ser minha. Só minha. Simón fala e abraça Luna. Ela acaba lembrando que Matteo havia falado a mesma coisa. Que ela era dele. A jovem fica tensa e Simón percebe. – O que foi?

- Nada, nada. A garota fala e volta a abraçar Simón. O celular de Matteo toca e Luna se dá conta de que ele estava escutando tudo. O homem corre para seu quarto e atende o celular. Era um fornecedor de ração para cavalos, avisando que atrasaria a entrega. Luna e Simón ficam mais um tempo namorando e depois ele vai embora. Cansada, a jovem resolve tomar um banho. Já estava anoitecendo. Ela termina seu banho e troca de roupa. Estava com medo de encarar Matteo. Ela sabia que ele tinha escutado tudo. Com vergonha, a menina desce e pede para Tamara levar seu jantar para seu quarto. Matteo ainda estava tomando banho e não sabia de nada.

Ao passar pelo quarto de Matteo, Luna vê que a porta está entreaberta. Curiosa, ela entra em seu quarto e vê em cima da cama, a roupa que o homem iria vestir. Luna se aproxima e pega a camisa que estava ali. Ela cheira a camisa e sente o mesmo perfume que emanava do corpo de Matteo. Um perfume de homem forte, másculo, viril. A menina não tem como evitar pensar em ver o homem sem camisa. Como ele seria sem roupa? Ela ri de seu próprio pensamento e corre pra sair do quarto, pois percebe que o chuveiro já estava desligado. Ela volta para seu quarto e depois de alguns minutos, Tamara aparece com seu jantar. Matteo sai do banho e dá de cara com suas roupas remexidas. Ele da um sorriso. Tinha certeza de que Luna esteve ali e que tinha sido ela quem mexeu nas suas roupas.

Na Amazônia, Miguel e Monica passaram a tarde toda conhecendo as culturas indígenas. Era tudo muito diferente. Eles não tinham conforto algum ali. Monica não era muito metida e nem ligava pra essas coisas, mas Miguel já era meio “chato”. Ele não conseguia se adaptar a rotina de comer com a mão e em tigelas de barro. Monica acaba soltando uma gargalhada ao ver o marido derrubar comida na própria roupa. Seriam tempos difíceis para o casal ali na mata.

Matteo desce para jantar e pergunta por Luna. Tamara lhe diz que a jovem havia pedido para jantar no quarto. Ele estranha, mas não liga. A empregada sobe para pegar a bandeja com comida do quarto de Luna. Lá fora a chuva não dava trégua. Agora, começa até a ter trovoadas e relâmpagos. Luna deita e se cobre, morrendo de medo. Estava frio e ela acaba sentindo falta de Monica. Sempre quando chovia, Monica dormia com ela, pois a menina sentia medo de dormir sozinha quando dava chuvas fortes. Aos poucos, ela acaba adormecendo. Matteo que já tinha terminado de jantar, sobe para seu quarto, mas antes... Ele vai até o quarto de Luna. Ele abre a porta e a vê dormindo. A jovem acorda, mas finge que dorme. O homem se aproxima e senta ao seu lado. Lentamente, ele acaricia o rosto da garota e diz: – Como eu queria ter um pouco do carinho que você dá pro Simón, só pra mim. Eu adoraria receber os seus carinhos. Ele fala e a observa por mais um tempo, depois se levanta e se encaminha para sair do quarto. Luna “acorda” e fala.

- Matteo, eu adoraria te dar carinho. Vem cá. Matteo se assusta e se vira para olhá-la.


Notas Finais


Gostaram? Odiaram?
Matteo quase nem sente ciúmes né? Hehe.
Miguel e Monica estão ferrados. Será que eles conseguirão sair da mata?
O que acharam desses momentos de Matteo e Luna juntos?
Logo tem mais, aguardem...


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