História Meu rabinho Mommy! (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 364
Palavras 4.611
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, especial #HappyJiminDay vulgo um dos meus utts <333
E isso nem tava planejado, hein?

ATENÇÃO!
>>Se você não gosta desse tipo de coisa, então o que você está fazendo aqui? Não é pedofilia e nem incesto, é apenas relacionamento Mommy Kink.

Perdão por qualquer erro e espero que gostem <3

Capítulo 1 - Meu Território - Capítulo Único


Mamãe poderia ser mais atenciosa comigo. Eu sei que ela trabalha muito para poder manter a casa, a luz, a água e principalmente para me dar do bom e do melhor. Tudo bem também que quando eu peço ela vem me dar carinho, muito amor e mimos, mas ainda assim, gostaria que ela ficasse mais em casa comigo.

Eu não tenho palavras para descrever o quanto eu odeio aquele colega de trabalho que ela tem. Às vezes eu acho que ela o convida para vir aqui em casa só para me provocar e se for isso mesmo, está funcionando! Talvez ela não note, mas eu percebo quando ele coloca o seu braço ao redor de seu corpo, quando coloca a mão nas pernas dela, quando olha atrevidamente para os peitos dela. Ela é minha e eu não aceito tal atrevimento. E ele sabe muito bem disso já que eu sempre interrompo quando ele quer dizer o quanto gosta dela ou quando ele quer beijá-la, mas aí eu digo que quero ser acariciado por ela, que quero beijinhos ou até mesmo entro no meio dos dois para abraça-la para mostrar a ele que ela não precisa de mais ninguém além de mim.

Porém eu já demonstrei várias vezes para a mamãe o quanto eu o odeio, já que uma vez eu rosnei para ele, já mordi sua mão quando tentou tocar as maravilhosas pernas dela, já fiz cocôzinho em suas papeladas importantes da impressa, e ontem mesmo eu até fiz xixizinho na mamãe só para marcar território, mas ela não gostou muito e ficou brava comigo.

Flashback

“— Como você pode? – Fico a observando sentado na privada com cara emburrada enquanto ela tomava banho e esfregava a esponja aonde eu fiz xixi. -- Que nojo Jimin! Tudo bem que você é metade cachorro, mas você é metade humano também e sabe usar uma privada!

-- Não tire isso! – Digo como se fosse um latido feroz, mas para mamãe eu não era assustador ou intimidador. Odeio ela. -- Você é minha, ele não pode tocar!

-- E precisava fazer xixi em mim?

-- Sim, estou marcando território, meu território mamãe! – Digo mais manhoso do jeito que ela mais gostava tentando impedi-la de tirar a minha marcação.

-- Você é incrível! – Ela ri sarcástica. -- Vai ficar de castigo por ter feito isso! Já cansei de seus ciúmes bobo com Joshua.

-- Eu é que cansei dele vir aqui. – Cruzo os braços e estufo minhas bochechas. Mesmo tentando ser fofo para ver se ela mudava de ideia eu também estava realmente bravo. -- Ele acha que tem alguma chance com você.

-- Jimin, já chega e se continuar assim suas punições vai ficar piores!

-- Se ele continuar a vir aqui eu vou de algum jeito passar raiva para ele e vou fugir de casa! ”

Eu já sabia que ela não iria gostar, sei também que vou acabar recebendo uma bela punição e isso me deixa um pouco nervoso e ansioso. Já fazia um tempo que Mamãe não me punia já que ela andava me perdoando pelo o que eu fazia com Joshua. Em falar nele, se ele vier aqui em casa eu vou morder aquela bunda murcha só para mostrar que eu não o aceito mais aqui e ainda de brinde ganho pedaços rasgados da cueca e jeans. Faria isso com muito prazer e não me importaria a punição que levaria.

-- Cheguei! – Ouço sua voz e instantaneamente minha orelha esquerda se levanta para ouvir melhor os seus passos, mas fingia prestar atenção na televisão com a minha cara brava na qual ela achava fofa. – Como está? – Ela se senta ao meu lado acariciando minha orelha que estava levantada e imediatamente senti meu corpo inteiro se arrepiar.

-- Bem... – Sussurro apenas isso e ela ri. – O que foi?

-- Pro quarto... – Ela diz com um sorriso malicioso nos lábios e então engulo um seco. – Não esqueceu que seria punido pelo o que fez, certo? – Assinto com a cabeça sentindo um calor me invadir de repente. Tenho certeza que minhas bochechas estavam coradas. – Aproveite e me espere sem roupas. – Ela segura meu rostinho com suas duas macias e sedosas mãos, uma em cada lado do meu rosto e então beija as minhas bochechas. Aquilo fez meu rabinho balançar, eu amava seus carinhosos beijos.

Sem demoras eu subo as escadas. Não pude deixar de sorrir, eu sentia falta dela, quanto tempo nós não transamos mesmo? Ultimamente ela anda tão ocupada que eu até pensei que ela havia cansado de mim. E se para tê-la novamente fosse necessário eu levar uns bons tapas na minha bundinha, que assim seja, até porque eu adoro também.

Chego até o nosso quarto, bom, mas dela do que meu, até porque quando ela me põem de castigo eu durmo no sofá da sala. Fecho a porta devagarzinho e logo eu tiro minha camisa de mangas cumpridas, branca, meu short preto curto que deixava de fora as minhas coxas torneadas, as dobro e coloco em cima de um baú que tinha ali na qual a mamãe colocou minhas coisinhas de quando eu era apenas um filhote. Tiro minha cueca Box azul marinho e minha meia cinza de cano alto, as colocando logo em seguida no cesto para lavar roupa.

Completamente nú, vou em direção a cama e me deito no meio de barriga para cima só esperando ela chegar. Eu sentia o suor se formar em meu corpo, eu estava muito ansioso, a excitação estava se apoderando de meu corpo. Só de imaginar que ela irá maltratar meu bumbum, fazer punições que não me permitirão gozar tão cedo me deixava extasiado. Suspiro e olho para meu membro que já estava semiereto. Eu não podia me tocar, se eu o fizesse, minha punição será ainda pior e mesmo que eu gostasse, não queria que ela me deixasse excitado por quase uma hora inteira sem deixar eu gozar igual da última vez. Eu achei até que eu iria perder meu pau naquele dia. Ouço a porta abri e imediatamente olho em sua direção, nem percebi que deixei um sorriso de minha parte escapar.

-- Quer dizer que meu menino se comportou, é? – Ela se senta ao meu lado sorrindo para mim. Ah, ela estava tão sexy! Ela usava uma camisa social branca na qual eu amava e que ela usava para trabalhar. Toda vez que eu a via com essa camisa eu tinha vontade de rasgá-la e chupá-la em todos os lugares de seu corpo magnífico. Não usava um short ou uma saia de costume, apenas um lingerie preta de renda que por sinal se sobressaía na camisa social. As meias de renda preta que iam até as suas coxas caíram super bem em si. Ah, já estou louquinho para poder chupá-la! Aos meus olhos ela estava extremamente gostosa, perfeita como ela sempre foi. Queria poder tocá-la, mas infelizmente não posso. Seu cabelo está preso a um coque, eu o preferiria solto, mas ela não deixava de estar deslumbrante.

-- Sou um bom menino, mamãe! – Digo manhoso mordiscando meus lábios na qual tenho absoluta certeza de que estaria inchadinhos com esse meu ato. Assim como eu a analisei, a mesma retribuiu olhando-me sem pudor algum, da cabeça aos pés. Seu olhar intenso fez meu pênis latejar e meu corpo ferver.

-- Tem certeza? Então por que você está recebendo uma punição agora, Chimchim? – A mesma acaricia minha cintura, vez ou outra a apertando com força o que fazia ficar cada vez mais excitado. Eu sentia meu membro inchar cada vez mais.

-- Eu não gosto dele e você sabe... – Mudo de assunto. Aliás, ela estava certa. Faço um biquinho e consequentemente ela me dá um selinho e então fico envergonhado.

-- Que menino malvado! – Ela ri e dá um belo tapa no meu bumbum me fazendo soltar um resmungo, quase um gemido. Olho para meu traseiro vendo-o ficar imediatamente vermelho e então, Mamãe faz um carinho enquanto mordia os próprios lábios. Eu necessitava dela, mas sei que a mesma não cederia a mim tão fácil.

-- O que vai fazer comigo, mommy? – Pergunto com um sorrisinho nos lábios e depois os mordisco. Como resposta, ela suspira e começa a massagear minhas orelhinhas agora. Para aproveitar melhor a situação, fecho os olhos e forço minha cabeça em direção a sua mão como um pedido mudo para que a mesma continuasse.

-- Hum... ainda estou pensando...

-- Vai abusar do meu cuzinho? – Sussurro para ela e quando abro os olhos percebo que os dela começaram a se dilatar, como uma gata feroz na qual amo.

-- Você gosta, não é safado?! – Mamãe segura fortemente meus fios entre os dedos e os puxa em sua direção me fazendo gemer excitado.

-- Eu adoro quando a mommy me beija. –Sussurro mais uma vez, então ela me beija. Seus lábios macios em contato aos meus faziam meu corpo entrar em combustão.

São pedacinhos de carne macios e sedosos que eu nunca cansaria de experimentar. Tão gostosos com um leve gostinho de morango, o que me prova que a mesma estava usando um gloss. Nossas cabeças faziam uma dança sensual e eu sentia cada vez mais o aperto de sua mão de meus cabelos. Puxo seu lábio inferior não deixando de sorrir. Ela me desejava tanto quanto eu a desejava, mas ela era orgulhosa demais para ceder a mim antes de me punir.

Sua língua lambe a minha boca, abro os olhos, mas ainda os deixando-os semicerrados por conta do desejo e então olho em direção a sua boquinha avermelhada. Lambo sua boca também e depois lambo sua bochecha, seu maxilar e antes que eu pudesse lamber outro lugar, ela me puxa para beijá-la novamente. Dessa vez ela usa sua habilidosa língua para abusar da minha cavidade bocal, mas não reclamo nenhum pouco, pelo ao contrário, gemo manhoso com a sensação de minha língua ser abusada pela sua. Acabamos com aquele incrível ósculo com eu chupando com gosto sua língua a fazendo gemer em resposta. Sorrio vitorioso, me afasto com um gostinho de quero mais em si.

 -- Não aqui... – Sorrio sapeca e a mesma me lança um olhar sugestivo com uma sobrancelha levantada. Mamãe solta meus fios e então planta selares por meu pescoço, clavícula, peitoral aonde também dá uma chupada em meus mamilos me fazendo soltar um gemido de aprovação, lambe meus gominhos de meu abdômen até chegar a minha púbis lisinha deixando uma mordidinha ali também. -- Hummm... a-aí também não, m-mas eu gosto. – Digo entre gemidos já que ela deixava beijinhos pela a extensão de meu pau. Seus lábios em contato das minhas veias quentes me traziam uma deliciosa sensação.  -- A-Ah... hummm... – Reviro os olhos e mordo os lábios para tentar reprimir os gemidos. Ela ri o que causa uma ótima vibração na minha entradinha.

-- Gosta disso baby? – Assinto abrindo mais ainda minhas pernas para poder sentir mais a sua língua ser esfregada naquele lugar. Ela chupa, lambuza e até ameaça a entrar o que me fazia gemer em protesto quando se afastava. – Estou sendo muito boazinha com você babyboy...

-- Mommy, please! – Peço totalmente embriagado de tesão e ela não fez quase nada em mim.

Ela ignora meu pedido, entra no closet e sai de lá com uma corda, ela amarra meus braços na cabeceira da cama com as cordas grossas, mas antes de se afastar, Mamãe deixa um selar em meus lábios.

Ela se agacha e olha debaixo da cama ao meu lado, deixando seu bumbum bem empinado para mim. Que vontade de dar uma tapa ali, pena que eu estava amarrado. Ela se levanta com sua antiga caixa de suas botas que por sinal ela nem usa mais e agora aquilo era aonde ela guardava os nossos brinquedinhos. Ela coloca a caixa em cima da cama e retira de lá o gel lubrificante, o anel peniano em um formato de cachorrinho azul que prendia não só meu pênis, mas também os meus testículos com uma cápsula vibratória e uma bomba peniana.

Ela pega o anel peniano e lubrifica com o gel que de longe conseguia sentir o cheiro de menta e desliza sobre meu pênis me fazendo gemer manhoso em resposta por causa da vibração e então eu sinto um estalo em minha coxa. Seu olhar mostrava dominação e seu sorriso sapeca me fez deduzir que eu não poderia gemer. Assim que o anel estava ajustado em mim, mamãe despejou uma grande quantidade de gel em cima do meu prepúcio o que me fez revirar os olhos em puro deleite. Aquele líquido refrescante descia e me acariciava de uma forma deliciosa e agonizante, eu queria poder tocar para espalhar melhor, mas as cordas só me lembravam querer não é poder.

Mamãe foi ao closet novamente e voltou de lá com o separador de pernas e as colocou em mim, pegou o bomba peniana e o colocou em mim não tardando a fazer meu pau ficar preso com a pressão daquele negócio. Respiro fundo sentindo meu corpo mais suado do que o normal e como se não bastasse ou não fosse o suficiente para a mamãe, a mesma pegou da caixa um pênis vibratório para lá de grande, pegou a barra do separador de penas a levantando me fazendo ficar mais arreganhado para si e o enfiou lentamente em mim. Foi exatamente ai que eu não resisti e gemi o seu nome, um erro gravíssimo de minha parte e como punição recebo um outro tapa bem forte em minha coxa.

-- Você não quer que eu pegue o chicote, não é?

-- Mommy, eu t-te i-implo-ro! – Ela não me fez nada, mas mexeu o consolo simulando estocadas lentas, mas fundas em mim e ficou revirando aquela bomba em meu falo. Puxou mais pressão e eu pude perceber que meu falo estava ficando muito vermelho e inchado, ao redor do acrílico estava tudo embaçado e melado, com certeza por causa do gel e da minha lubrificação natural.

Ela ainda segurava a barra do separador de pernas para poder assistir a mesma metendo o consolo no meu cuzinho apertado e pelo seu sorriso, ela estava adorando. Não é como se eu estivesse odiando aquilo, pelo ao contrário, aquilo me estimulava cada vez mais, me dava vontade de gemer até minha garganta ficar dolorida, pedir para minha Mamãe fazer mais rápido, eu queria gozar litros naquele negócio que prendia meu pênis, mas o anel não permitia, queria poder chupar a Mamãe e ser chupado de uma forma avassaladora, enlouquecedora. Parecia que se eu não fosse tocado logo por ela eu poderia explodir e isso me deixava extremamente incomodado.

-- M-Mommy! Por f-favor, e-eu quero chupar v-você! – Dou um sorriso malicioso para ela que eu tinha certeza que a mesma não resistiria. – Deixa e-eu chupar a b-bucetinha q-quentinha e gostosa d-da Mommy, deixa? – Lambuzo meus lábios e a mesma geme em resposta.

Eu não ligava mais para nada, eu estava louco de tesão, eu queria tê-la entre minhas pernas e em cima do meu falo logo ou então eu morreria!

A mesma veio em minha direção e tirou a calcinha bem torturantemente na minha frente e sentou em meu abdômen para tirá-la completamente de seu corpo. Ela sorria atrevidamente com o meu olhar sobre seu íntimo. Totalmente livre de pelos, rosinha e com seu botãozinho inchado e molhado, pedindo por atenção de minha língua.

Ela veio em minha direção e deixou sua linda vagininha na minha frente. Sem perder tempo passo minha língua molhada e áspera por seu botãozinho sensível e ouço a mesma puxar o ar com os dentes, lambuzo meus lábios e deixo um selinho em sua entrada bem carinhosamente demorando a sair, o que resultou em um espasmo no corpo de Mamãe e logo beijo o seu botãozinho e depois dou uma chupada lenta e suave a ouvindo gemer manhosa a fazendo se esfregar em meus lábios semiabertos. Eu nunca gostei de chupá-la muito forte, com muita pressão, parecia que eu a machucava e eu gostava de ser carinhoso, até porque a vagina de uma mulher é extremamente delicada e sensível, mas se caso ela me pedisse eu o fazia com muito prazer.

Com lentidão e delicadeza, adentro minha língua quente e bastante úmida na sua entrada e então sinto sua bucetinha se contrair na minha língua e então gemo por aprovação. Ah, meu prepúcio estava tão molhadinho, tão duro, eu queria tanto tê-la naquele momento.

Gemia propositalmente para fazer vibrações em seu íntimo e como aprovação a mesma gemia e forçava o quadril em direção do meu rosto. Tentava tocar todas as direções de suas paredes dóceis e molhadas e me deliciava com aquilo tudo. Eu poderia chupá-la para sempre!

-- É m-muito gostoso!

Sua expressões eram como lenha para a minha fogueira, me incentivava a fazer mais e mesmo sentindo meu maxilar doer  por causa do oral, a vontade de satisfazê-la era maior. Ainda tinha o consolo em minha entradinha e essa se comprimia cada vez mais com as vibrações e com a ajuda dos gemidos de Mamãe. Tão excitada, tão minha! Eu não queria parar por nada, queria sentir seu gozo melar todo meu rosto e então fazê-la me beijar para ela sentir o próprio gosto, porém ela sai de cima de mim, gemendo arrastado e eu de reprovação.

-- É tão maravilhosa, eu que-ria continuar! – Digo com dificuldade por conta desses brinquedos. -- D-Deixa eu te m-morder, Mommy!

-- Talvez depois, baby.

Ela tira a pressão da bomba peniana de vai retirando devagar de meu falo. Por ter uma vagina de borracha na ponta a mesma ficou brincando com minha glande, tirando e colocando repetidas vezes naquela região e aquilo me agradava muito.

-- Hummm, eu queria q-que fosse a-a sua M-Mommy. – Assumo sentindo minhas bochechas mais quentes do que nunca e ouço a risada da mesma.

-- Você é tão adorável Chimchim.

Então ela guarda o bomba de volta a caixa e tira o consolo de minha entradinha, me fazendo gemer reprovando o ato. De lá mesmo ela tira seu strap on o que ocasionou varias piscadas em minha entrada e meu pau estremecer.

Em falar nele, estava totalmente inchado, melecado e da cabecinha ainda era expelida o meu pré-gozo em grande abundância que fazia meu pau brilhar diante a claridade. Meu sangue estava totalmente concentrado aquele pedaço de carne cheio de veias que saltavam para fora, comprovando assim a temperatura bem quente, mas tão quente que minhas bolas estavam decidas e aquilo me deixa sem sanidade alguma.

Quando menos percebi ela me desamarrou, tirou o separador de pernas e me colocou de bruços me deixando apenas com o anel peniano, automaticamente me empinei em sua direção levantando meu rabinho mostrando meu ânus provavelmente vermelho, inchado e suplicante por ela só esperando o momento em que fosse ser penetrado, porém não aconteceu. Olhei para trás pelos os ombros e vi ela ainda se preparando, colocando o gel lubrificante. Chamo a sua atenção balançando o meu rabino na frente, ela me olhou e sorriu para mim sem mostrar os dentes, um sorriso aconchegante e apaixonante. Eu amo a minha Mommy!

-- Não s-seja tão m-malvada e deixa eu g-gozar em você... – Pedi piscando os olhinhos para ela que estala o céu da boca. As minhas pernas tremiam de pura ansiedade em recebê-la.

-- Está ficando muito abusado! – Ela dá um aperto forte em minha bunda e a afasta para poder ver o meu cuzinho. Sinto seus dedos me invadirem e então eu mordo com força meus lábios inferiores. --Vou fazer você gozar e sentir o próprio gosto, pequeno...

-- Hummm, então f-faça logo, please! – Rebolo em seus dedos que logo foram substituídos pelo strap on.

De começo fico sem reação, minha boca estava aberta mais nenhum som saia. Ela estava parada, esperando saber se podia começar. Puxo o lençol da cama entre meus dedos e suspiro sentindo o meu pré-gozo pingar de meu falo e com certeza molhar aquela cama.

-- Anww... M-Mommy... q-que gostosa! – Gemo em aprovação e então ela começa e me estocar lentamente por alguns instantes, porém aquilo já estava me enchendo e acho que ela havia percebido, já que eu rangia os dentes e gemia em deleite cada vez que eu sentia sua pele tocar meu traseiro. -- Me coma Mommy! Fode o meu cuzinho do jeitinho que você sabe que eu gosto... Humm, p-por favor!

Isso foi o suficiente para ela praticamente tomar posse de meu quadril com suas mãos e meter fundo com aquele pau de borracha. Eu nunca transei com ninguém além dela, mas eu poderia bater meu pé no chão e afirmar que ela fode como ninguém. Eu não conseguia prender meu gemidos e Mamãe não se importava mais com isso a um bom tempo.

-- Isso, i-i-isso! Aaaaanw, Mommie!

Sua mão toca as minhas costas para logo descer em direção ao meu prepúcio. Ela primeiro massageia minhas bolas que iam e voltavam conforme a velocidade e a pressão de suas estocadas e meu pênis não era diferente. Sua mão acolhe meu músculo me fazendo gemer roucamente e então ela começa uma lenta masturbação.

--Nha, v-vai, me t-toque!

E atendendo meu pedido, a mesma aumenta a velocidade da masturbação. Seus dedos trabalhavam excelentemente por toda a minha extensão, tocando desde minha base até a minha cabecinha já roxa, roçando em minhas veias fazendo meu sangue pelar.

-- E-Está tão quente, amor... aaah, que gostoso e m-meladinho você é, Mochi!

-- Só para v-você... – Solto uma risada sapeca, mesmo estando ofegante. Como se quisesse me provocar, ela para e puxa meus fios me fazendo bater em seu ombro.

-- Peça de novo, bebê. – Ela sussurra rouca e manhosa no meu ouvido. Me arrepio no mesmo instante. Solto um resmungo, eu já estava cansado, irritado por ainda não ter gozado e ela ainda para?

-- Mommy?

-- Hum?

-- Arregaça o meu cu logo e me deixa derramar na sua boceta. – Eu realmente estava fora de mim. Deixo um sorriso escapar de meus lábios e então sou surpreendido por um beijo desesperado de sua parte para logo em seguida ser jogado para ficar na mesma posição de antes. – A-AW! I-ISSO, VAI MAIS FORTE!

Eu não conseguia descrever em detalhes qual foi a sensação que senti quando ela voltou a me estocar com uma força avassaladora. Nunca achei que ela chegaria a esse extremo e eu não reclamo nem um pouco. Meu coração estava extremamente acelerado, eu podia sentir as células de meu corpo se agitarem, minha respiração estava mais ofegante do que nunca, com certeza iria gozar rapidamente. Sinto pena dos meus pulmões e garganta. Minhas paredes anais roçavam naquela borracha com força aproveitando para o melar com meu lubrificante natural também. Queria eu que ela pudesse me sentir de verdade.

Uma ideia surge pela cabeça e nunca me pareceu tão prazerosa quanto agora. Debruço sobre a cama a mostrando que eu nem conseguia mais aguentar meu próprio peso, mordo os meus lábios fechando meus olhos fortemente por ela ter acertado em minha próstata.

-- P-Pega no m-meu rabinho, Mommy, pega! Hummm...

Dito e feito. Ela segurou a base de meu rabo e a puxou com força para si me mantendo no mesmo lugar. Até doía um pouco, mas o prazer era mil vezes mais. Que brilhante ideia que eu tive. Parecia que tudo estava mais excitante, que me deixava mais excitado, mais duro. Meu rabinho e orelhas eram meus pontos fracos e ela me maltratando desse jeito me deixava louco.

-- D-Desse jei-to, puxa mais m-meu rabinho... onw – Ela acatava meu pedido na mesma hora e consequentemente acertava mais e mais a minha próstata me fazendo berrar de prazer. Até mesmo comecei a uivar, ah, essa mulher me mata!

Mas antes que eu dissesse mais alguma coisa, eu sinto meu orgasmo chegar com força, era como se eu me alto surpreendesse com meu gozo, como se o meu corpo não tivesse me informado que eu estava quase lá e eu até gozaria se não fosse pelo maldito anel.

- A-AA-AAH!

Meu grito sai fino, aliás, aquilo não deixava eu explodir de prazer. A Mamãe percebe e então se retira dentro de mim me fazendo ranger meus dentes e lançar um olhar reprovado para si. Ela retira o strap on o jogando em qualquer lugar, retira sua camisa e finalmente o seu sutiã, revelando seus maravilhosos seios para meus olhos famintos e intensos sobre seu corpo. Apenas meus, apenas minha.

-- Vai deixar eu te sentir também, mamãe?

-- Vou bebê! – Volto a ficar de barriga para cima já imaginando os jatos que irá sair de mim e sabendo que foi mamãe que os provocou me deixa ainda mais ansioso pra gozar e sei que não irá demorar, já que eu já estou hipersensível. – Hoje eu não fiz muitas punições para o babyboy, mas na próxima, se extrapolar, já sabe!

-- Hummm, então aprontarei o mais rápido possível... – Rio com a minha língua entre os dentes.

Mommy tira o meu anel peniano e suspiro pesado, me segurando para não derramar naquela hora. Só mais um pouquinho, só até eu estiver dentro! Ela pincela minha cabecinha em sua entrada e posso sentir o quanto ela estava molhada e então ela adentra de uma vez.

-- AAANW!

-- HUMM... ONW!

Gememos juntos e então ela rebolou toda manhosa em cima de mim. Sinto lágrimas quentes descerem de meus olhos, mas eu não estava triste ou tinha sentido dor, eu chorei de mais puro prazer. Não tardou para que ela começasse a cavalgar em cima de mim sem pudor, fazendo seus peitos pularem e então não resisto e os trago em minha direção, chupando sem demoras os seus biquinhos como um filhote em busca de leite. Eu a ajudava indo de encontro ao seu quadril e no quarto se podia sentir o cheiro de sexo, o barulho molhado de nossos sexos se tocando e nossas peles se chocando. Cada um em busca de seu próprio prazer. Nossas lubrificações eram misturadas em seu interior e eu sentia meu melzinho sair com mais afinco, minhas veias ficarem maiores e roçar com mais força em suas paredes vaginais. Ela revirava os olhos e eu não conseguia mais chupar seus deliciosos seios, apenas gemer. Ela solta um gritinho fino fechando as pernas que consequentemente, apertando mais meu falo em seu interior. Eu vi seu prazer escorregar e melar completamente. Era quente, melado, veio dela e o melhor, era eu que o causei.

Então ela desaconchegou meu pênis se retirando de cima de mim e me fez ficar com os joelhos na altura de meus ombros deixando meu pau prá lá de inchado, suplicante e melado na direção de meu rosto.

-- Abra a-a boquinha, amor.

Acatei ao seu pedido sem nenhum protesto, a ideia não me pareceu ruim. A mesma iniciou uma masturbação de extrema rapidez, eu gemia manhoso e sensível, mesmo de boca aberta. Até que me surpreendo com meus jatos de prazer que foram espalhados por minhas bochechas, testa e então boca. Jorrei litros se assim poderia dizer. Mamãe pareceu querer também então colocou sua boquinha quente em minha glande e deixei o restante de meu prazer ser despejado em sua boca enquanto ela massageava meu períneo com os dedinhos e pressionava o meu frênulo com a língua me fazendo gemer em aprovação, revirar os olhos e ter mais espasmos que o normal. Mamãe tenta retirar todo o meu líquido apertando sem me machucar desde a base até minha cabecinha, para sair até a última gota e chupar a minha cabecinha em seguida.

Por fim, ela me beijou e acabamos por misturar meu prazer em nossas bocas. Como ela disse, acabei por sentir meu próprio gosto.


Notas Finais


Eu queria um Jimin Babyboy gente, alguém me dá um de natal? ^~^
O que acharam? Amo comentários, todos são bem vindos principalmente os de textão. Favoritem, sim? Não existe muito Mommy Kink nesse site então vamos mostrar que é tão bom quanto Daddy Kink, certo?

Ótimo! :D

Me sigam meus amores @Xeque_Mate

Vamos nos amar <333


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