História Meu Romeu - Capítulo 51


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren, Camren G!p
Exibições 407
Palavras 1.552
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boaaaa noite!!!

Aqui vai um pequeno capitulo só para dar uma atualizada!!!! Assim que eu ficar de férias postarei com frequência.

Capítulo 51 - Adoro fazer você gozar


Em sessenta segundos ela me deixa mais próxima do orgasmo do que consigo chegar em dez minutos sozinha. Inconscientemente eu me esfrego na mão dela, para tentar encontrar o momento mágico de sensação que vai me levar até o limite. 

— Esse olhar —, ela diz enquanto aperto minha cabeça nas almofadas. — Pertence a mim. A forma como sua boca se abre. Suas pestanas tremem. Esse olhar é todo meu. 

Então perco o ar, porque ela pressiona dentro da minha calcinha e a coloca pro lado. Ela nunca fez isso antes e... ohhhh, meu Deus, seus dedos... seus perfeitos dedos maravilhosos. 

Eu aperto os olhos fechados enquanto ela toca partes de mim que nunca toquei antes. Ela geme também, e pressiona sua testa contra a minha. 

— Jesus... tão lisinha. E pelada. Que porra está tentando fazer comigo? 

—Dulce — Estou ofegante e quase incoerente. 

— Não, sou a Lauren. Mas se tem alguma história que você queira me contar sobre sua colega de quarto, estou toda a ouvido. — Ela pressiona mais.

 — Não —, eu digo, mal capaz de soltar as palavras. — Dulce me força a fazer depilação brasileira. Por isso que estou lisinha. Dói pra caramba. 

Ela move as mãos mais rápido e não consigo manter os olhos abertos.

 — Neste momento, Dulce é minha heroína. Nunca senti algo assim. 

— Ai Deus... Nem eu.

 Então parece que ela está me beijando e tocando todos os lugares ao mesmo tempo e tudo é uma respiração pesada e ruídos graves. Ela aperta e faz espirais, até que eu ache que possa desmaiar de intensidade.

 — Adoro fazer você gozar —, ela sussurra, pouco antes de acontecer. 

Minhas costas arqueiam e todas minhas amarras se arrebentam e soltam. Ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus... Ela murmura uma aprovação enquanto me vê girar por camadas de prazer, e sussurra encorajamentos até que estou ofegante e largada ao lado dela. 

Uau. Apenas... uau. Os últimos tremores passam e eu derreto nos braços dela, mais do que relaxada. 

Infinitos dias de frustação e tensão sexual desaparecem, e estou tão pesadamente satisfeita que não consigo me mexer. Graças a Deus que uma de nós sabe como me desligar. Ela puxa minha calcinha de volta pro lugar. 

Eu respiro fundo, mas parece que leva uma eternidade para meu coração acelerado voltar ao normal. Quando abro os olhos, eu a vejo olhando para mim com uma expressão que faz minha pulsação acelerar novamente. 

Mas logo que nossos olhos se encontram, algo muda, e suas cortinas emocionais se fecham. Eu toco o rosto dela num esforço de mantê-la comigo. 

— Isso foi... fantástico. 

— É? 

— Nossa, sim. Então você está me dizendo que isso foi... o quê? Segundo passo? 

— Hum hum. 

— Uau. Segundo passo é foda. 

— Sente-se menos... frenética agora? 

— É. Me sinto como um bicho preguiça sob efeito de Valium. — Passo minha mão pela frente do jeans dela e sinto como ela ainda está dura. — Então, posso te ajudar a relaxar agora? Ela se tensiona. 

— Estou relaxada. 

— Primeiro de tudo, você quase nunca está relaxada. Segundo, essa parte de você está definitivamente tensa. Creio que ela gostaria de um pezinho no terceiro passo. Ou talvez até o pé inteiro. 

— Camila... — Ela se afasta e se senta do outro lado do sofá. — Não vamos fazer sexo esta noite.

 — Por que não? Ela se vira para mim. 

— Como você pode ser tão blasé sobre transar pela primeira vez? 

— Não sou blasé, só não acho que seja grande coisa. 

— Essa é a definição de blasé. Eu suspiro. 

— Tá. Ótimo, mas acho que estou pronta. E posso ver que você está também, então não entendo por que fica dizendo não. Quero dizer, não fica desconfortável? Não quer se aliviar? Ela me dá um sorriso safado. 

— Acha que todas essas idas ao banheiro durante nossa estadia com meus pais foram pra mijar? Você deve achar que tenho a menor bexiga do mundo. 

— Quer dizer, quando você estava no banheiro, você estava... 

— É. — Ela diz quase sem vergonha. Só a ideia dela se satisfazendo faz meu rosto queimar. 

— Na casa dos seus pais?! 

— Eu cresci naquela casa. Tenho me masturbado lá desde a puberdade. Além do mais, era isso ou caminhar o final de semana todo com o pau duro e, acredite, isso seria pior. 

— Mas se eu te excito tanto assim, por que não estamos peladas na cama neste instante? Ela se ajeita e corre a mão pelo cabelo. 

— Camila, estou ciente de que você é virgem, e tirando a dor que vai sentir da primeira vez, também vai ser um marco na sua vida. Nunca vai ter essa primeira vez de novo e eu... só não quero estragar isso para você. 

— Como diabos você poderia estragar? Não é que você não saiba o que está fazendo. Quero dizer, julgando pelo que você consegue atingir apenas com seus dedos, ter seu corpo todo vai balançar meu mundo. 

— Não estou falando sobre o sexo em si. 

— Então sobre o que está falando? Porque estou meio confusa aqui. Ela olha para as mãos. 

— E se fizermos e você descobrir que não posso ser a namorada que você precisa e terminar me odiando? A lembrança da sua primeira vez vai ser sempre ruim. 

— Por que você acha isso? Ela respira fundo. 

— Porque é o que aconteceu comigo. — Ela aperta as mãos e os nós dos dedos até estalarem. Leva alguns momentos antes de a ficha cair. 

— Oh! ?Kenea Ela foi sua... 

— Sim. 

Nos sentamos em silêncio por alguns segundos, e eu me sinto mal por duvidar que ela me queria. Nunca me ocorreu que ela estava tentando se certificar de que eu não caísse de cara numa relação sexual e acabasse me arrependendo. 

— Só não quero que você cometa os erros que eu cometi —, ela diz. Eu faço que sim. 

— Tá. Posso ver de onde isso vem. Seus olhos estão protegidos, mas com o tom do tesão que vi mais cedo.

 — Pode?

 — É. Meio que acho que... bem, é fofo da sua parte. Ela franze a testa. 

— Não me chame de fofa. Me chame de gostosa. Ou incrível. Ou bemdotada. Gatinhos são fofos, eu não. Tento não rir. 

— Tá. Ótimo. Você é gostosa, incrível, bem-dotada e fodona. Ela assente. 

— Melhor. Eu a cutuco com meu pé e ela agarra. Dá um leve aperto antes de levar para a boca para que possa beijar meu tornozelo. Ai, minha nossa senhora... 

— Então —, ela diz beijando minha canela — meu ponto é que eu posso ter um monte de questões, mas não desejar você não é uma delas. Tentar me controlar perto de você, por outro lado... — Ela olha direto para minha calcinha e pernas nuas. — É definitivamente um problema. Você me excita tanto todo o tempo que fico envergonhada de pensar quão curto meu pavio vai estar quando finalmente encerrarmos a questão. 

— Mas vamos encerrar a questão? Ela coloca as mãos nas minhas coxas e acaricia lentamente. 

— Talvez. Se tentarmos essa coisa de namoradas por um tempo, e você não quiser me matar. 

— É, vou correr o risco de dizer que mesmo que eu queira te matar, eu ainda quero fazer sexo com você. Tem certeza de que não quer fazer esta noite? Dulce tem, tipo, um milhão de camisinhas no criado-mudo. Ela não sentiria falta de uma. Ou de quatro. 

Ela joga a cabeça para trás e meio que grunhe, meio ri quando beijo seu pescoço. Sei o quanto ela gosta quando mordisco e chupo. Estou tentando fazê-la esquecer todos os motivos nobres pelos quais deveríamos esperar? Talvez. 

Tudo o que eu sei é que quanto mais tempo eu passo beijando-a, mais faminta ela fica. Ela acha que eu poderia terminar me arrependendo de dormir com ela. Eu duvido. 

Mas sei que se ela sair daqui esta noite sem fazer amor comigo, eu definitivamente vou me arrepender. Eu beijo ela toda, tentando destruir sua resistência. Seu peito é quente e uso lábios macios e dedos gentis. 

Quando levanto o olhar, eu a encontro me observando. Enquanto eu me movo mais para baixo para explorar sua barriga chapada, ela vira a cabeça para trás e solta o ar. Cochicho coisas em sua pele.

 Digo o quanto ela é bonita, quão especial ela é, o quanto preciso dela. Ela responde franzindo a testa. Não creio que ela acredite em mim, mas estou determinada a fazê-la. 

Quando volto à sua boca, ela me deixa ver mais o quanto quer e me beija tão profundamente que me deixa tonta. Quando busco o zíper de sua calça, ela se afasta, sem fôlego. 

— Achei que tínhamos concordado em não fazer sexo esta noite. 

— Não. Você disse que deveríamos esperar. Eu não concordei. 

— Mas você disse que entendia. Achou fofo. 

— Eu entendo e sua preocupação é fofa. Eu só acho que é completamente desnecessária. — Passo meus dedos no peito dela e vejo arrepios se formando. — Se você realmente não quer levar isso adiante esta noite, sem problema. Só me diga para parar. — Eu beijo o pescoço dela. Sinto o gosto da pele. Salgada e quente apesar do frio lá fora. 

— Faço o que você quiser. Ela agarra meus quadris enquanto me esfrego nela, mas ela não diz nada. — Quer que eu pare, Lauren? — Eu beijo sua clavícula, ela aperta os olhos fechados. — Ou quer que eu continue te tocando? Quando ela abre os olhos, há fogo lá. 

Profunda e faminta.

 



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