História Meu Rosado - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Michelle Lobster, Natsu Dragneel, Virgo, Zeref
Tags Nalu
Exibições 972
Palavras 1.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Capítulo de hoje com algumas revira-volta, desculpa a demora foi coisa de mais pra uma cabeça só. Espero que gostem e boa Leitura.

Capítulo 8 - Capítulo 8 - Namorada?


Quando eu acordei Natsu não estava. Na geladeira havia um bilhete informando que ele estava na faculadade e que iria na casa dos pais para exclarecer o mal entendido de ontem. Nunca pensei que ficar sozinha na casa do Natsu fosse tão entediante, eu a arrumei por completo, fiz algo para comer, coloquei minhas séries em dia e estudei. Quando notei já era cinco da tarde. Olhei pela sacada e a praça estava bem movimentada, algumas voltas não me fará mal.

Tomei banho vesti a calça legging preta e uma camisa branca que ia até minhas nádegas, prendi os cabelos em coque e calcei o tênis, meu celular, fones e pronto. Eu estava toda animada cantando Pink enquanto seguia o percurso que algumas mulheres, homens e idosos faziam pela estrada da praça. Sempre amei caminhar, e essa praça é a melhor, além de ser calma é movimentada e segura.

Na minha última volta parei para me exercitar, enquanto tentava tocar meus dedos dos pés sem dobrar os joelhos, senti uma presença atrás de mim, decidi ignorar, já que todos andam por aqui. Quando voltei a ficar ereta vi um homem de cabelos loiros e olhos negros com um sorriso malicioso. Atrás dele tinha dois armários de terno preto e óculos de sol.

– Olha só quem eu achei senhores – começou a falar vindo até mim – minha noiva fugitiva – senti meu corpo estremecer, como assim "sua noiva"? – Oh desculpe, não fomos apresentados, afinal, você fugiu no nosso casamento – prazer, Rufus Lore, seu noivo. – ele pegou minha mão e a beijou, e então notei que seu cabelo era longo

– Sinto muito senhor – puxei minha mão – mas eu não irei casar, nem com o senhor, nem com ninguém. Por isso aconselho a pegar todo o dinheiro que pagou ao meu pai pela minha mão, ele não é mais dono de mim, agora se me der licença. – passei pelo loiro e pelos dois armários e voltei o mais rápido que minhas pernas já cansadas aguentaram até o apartamento de Natsu.

Ele ainda não havia chegado, eu fiz a janta, e depois fui tomar banho. Após o banho escovei os dentes e por fim sai do banheiro, vesti a lingerie branca rendada e quando ia por a camisola a campanhia tocou, peguei um vestido qualquer e fui abri a porta já preparando a língua para reclamar com Natsu pela demora, mais para minha surpresa não era ele, e sim uma mulher.

– O Natsu? – ela indagou entrando no apartamento e sentando-se, sua postura era de alguém superior a mim, ela me olhou por rápidos segundos esperando a sua resposta

– Não está. Quem é você? – perguntei apontando pra ela com a escova de cabelo, ela me olhou novamente, dos pés a cabeça e riu

– Namorada dele, e você deve ser a empregada, não é? – N-Namorada dele? Olhei para a mulher sentada e pensei no Natsu, não, não pode ser, essa mulher está mentindo só pode! – Oh garota, não está me ouvindo não? – ela me chamou um pouco mais alto e eu a olhei confusa – Anda me trás um suco – estalou os dedos e eu revirei os olhos

– Eu não sou empregada! Se quer um suco vá e faça você

– Sua... – ela parou de falar e eu não entendi, até olhar para trás e ver o Natsu nos olhando paralizado, pela sua expressão deve ser verdade.

– Lisanna, o que faz aqui? – ele perguntou sério, ela sorriu e correu até ele o beijando

– Eu tranquei a faculdade amor, agora nós podemos ficar juntos, vendi meu apartamento e me mudei para cá, amanhã estarão trazendo minhas coisas, vamos viver juntos – ela deu pulinhos se afastando dele que permanecia estático.

– Luce... – Ele me olhou e eu neguei, senti as lágrimas em meus olhos mais as segurei.

– Não sabia que tinha namorada Natsu – sorri falsamente e ele notou isso

– Ela nã... – ele foi interrompido por outro beijo da mulher

– Amor, eu não acredito que não contou sobre nós – fez biquinho e Natsu a empurrou

– Lucy – neguei com a cabeça e fui para o quarto dele e peguei a mala que estava no clouset e comecei a jogar todas as minhas roupas nela – Lucy me deixa explicar...

– Explicar o quê? Que tudo esse tempo estava brincando comigo? Iria continuar com esses joguinhos até eu ceder e transar com você Natsu? E depois... Diria que tem namorada e me largaria não é?

– Claro que não, droga Lucy eu não estava brincando com você... – ele disse segurando meus pulsos

– Natsu me solta – gritei e ele me soltou – não quero saber de suas mentiras

– Lucy eu e aquela mulher não temos nada! – ele falou me virando para si – ela foi uma aventura, há três anos atrás, agora não temos nada. Não sei por quê ela está aqui agora, ou por quê está falando isso mais não temos nada.

– Eu não acredito em você. – deixei algumas lágrimas teimosas cairem, fechei a mala e sai do quarto com Natsu atrás de mim

– Lucy pra onde você vai? Você não tem ninguém pra recorrer, fica aqui, acredita em mim por favor – neguei e entrei no elevador ignorando seus chamados.

Por um lado ele estava certo, eu não teria ninguém a quem recorrer, meu pai deve estar irritado comigo, a Erza... Não, acho que ela não quer ver nem minha cara, Juvia mora longe. Não tenho mais ninguém. Fiquei andando pelas ruas já escuras da cidade, eu não tinha pra onde ir, e nem dinheiro para um quarto de hotel. Um carro branco e lindo parou ao meu lado, o vidro fora abaixado e a pessoa sorriu.

– Perdida, princesa? – sorri para o homem de fios loiros muito bem conhecidos por mim. Quer dizer, conhecidos dessa tarde.

– Não. – respondi e ele desceu do carro

– Então está fugindo de casa? – apontou para a mala

– Eu não diria fugindo – ri sem humor

– Me parece cansada, quer tomar um café?

– Não gosto de café, mais aceito um suco – ele sorriu e pegou minha mala pondo no carro, em seguida abriu a porta pra mim, entrei e ele logo em seguida partindo sabe-se lá deus pra onde.


Notas Finais


Até qualquer dia... E não me matem!

Se tiverem um tempinho, leiam minha nova fic: https://spiritfanfics.com/historia/unconditionally-6668262


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