História Meu "ruivo" pervertido - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Exibições 35
Palavras 664
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 20 - Eu não preciso de você


Fanfic / Fanfiction Meu "ruivo" pervertido - Capítulo 20 - Eu não preciso de você

Kentin e os garotos do terceiro ano terminaram de montar o palco. Os meninos foram ajudar a arrumar os instrumentos e as caixas de som. Tentei ajudá-los um pouco, mas era inútil.

Fiquei sentada na beira do palco tocando violão junto de Kim. Nathaniel parecia estar brigando com Kentin, mas apenas ignoramos.

– Fernanda – parei de tocar quando Kim chamou meu nome.

– O que?

– Castiel – ela apontou para a entrada do ginásio.

– Ah, já volto – entreguei o violão para ela e fui ao encontro de Castiel.

Ele estava com a mesma cara fechada de sempre. Castiel me olhou e continuou com a mesma cara. Ele me irritava...

– O que você quer?

– Nossa – falei – Você é quem fica o dia inteiro dormindo.

– Você não tem que se meter comigo.

– Ao que eu me lembro, ontem você tentou tirar minha roupa no saguão.

– Que seja...

– Você vai ficar assim?

– E o que você quer?

– Ah, vai tomar no cu também – falei.

– Que grosseria – ele disse finalmente abrindo um sorriso.

– Agora você ri?

– Cala a boca, anã. Já quer que eu comece a te provocar?

– Não pedi nada.

– Sei.

– Ei, abaixa um pouco – eu pedi e ele se curvou.

– O que foi? – envolvi o pescoço dele com meus braços e pressionei meus lábios contra os dele em um beijo rápido.

– Isso foi para tu esquecer aquela foto. Eu estou com você agora, lembra?

– Ta bom, agora eu preciso arrumar os instrumentos – ele se afastou de mim sorrindo.

– Fernanda, posso fazer com você? – Lisa apareceu atrás de mim com a cara toda suja de farinha.

– O que houve?

– Ah, nada. Eu e Rosalya fizemos uma guerra com o que sobrou da farinha.

– Então, o que?

– Fala pro Lysandre passar no meu quarto às 7.

– Lysandre?

– Sim. Ele é meu amigo, nós vamos juntos.

– Ah claro... – falei.

– Ta... Nós conversamos um pouco, hoje, mais cedo. Só que não é nada demais. É tipo você e o Castiel?

– Sabe que eu e Castiel ficamos direto, não sabe? – ela ficou com uma expressão desesperadora e eu apenas ri – Eu falo com ele, pode deixar.

– Valeu – ela sorriu e voltou para a cozinha.

Me aproximei do palco e fui até onde Lysandre e Castiel estavam. Eles estavam montando a bateria enquanto escutavam música. Fiquei os observando encostada em uma caixa de som.

– Fernanda?

– Oi – falei.

– Minha irmã falou para você ir pegar ela às 7 – falei olhando para Lysandre.

– Certo... – ele falou ainda arrumando a bateria.

– Você me paga – Castiel falou olhando para mim.

– Hã?

– Vem aqui – ele pegou meu pulso e me levou até o vestiário.

– O que foi agora?

– Podia usar uma roupa que mostrasse menos, não?

– Por que está reclamando disso agora?

– Quer mesmo saber? – ele perguntou com o sorriso malicioso dele.

– Pela sua cara, melhor não.

– Boa garota.

– Mas o que você quer?

– Me vingar.

– Que? – ele pegou meu rosto e pressionou seus lábios contra os meus.

Fiquei imóvel durante um tempo, mas depois voltei a sentir meu corpo. Ele se separou de mim para pegar um pouco de ar e ficou me encarando, como se quisesse que eu concordasse com algo. Ele colocou uma de suas mãos na minha cocha esquerda e subiu passando por baixo da minha saia.

– Castiel... – falei sentindo meu rosto arder.

– Eu?

– Por que agora?

– Eu preciso disso.

– Para, por favor – falei.

– Fernanda...

– Não ainda.

– CASTIEL! – ouvimos a voz de Rosalya do lado de fora do vestiário.

– Eu falei... – olhei para ele ainda nervosa.

– Foi mal, então.

– Deixa pra lá... Só esquece isso – arrumei minha saia e me sentei no chão ainda sem respirar direito.

– Você não vem?

– Vou ficar aqui um pouco – forcei um sorriso.

– O que você tem? – ele abaixou na minha frente. Continuei com a cabeça enterrada nos meus joelhos.

– Eu não sei. Sou uma idiota, pode ir.

– Fernanda...

– SAI, CASTIEL.

– SE VAI FICAR DE PALHAÇADA NÃO VENHA ME PROCURAR DEPOIS.

– ÓTIMO, EU NÃO PRECISO DE VOCÊ.

– Tudo bem, então – ouvi passos e logo soube que ele havia saído do vestiário. Eu estava sozinha.



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