História Meu Silêncio - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Nathaniel
Tags Amor Doce, Castiel, Drama, Nathaniel, Violencia
Exibições 34
Palavras 1.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sinceramente gente, não vou mentir, pensei em desistir da fic, e de fato desisti por esse tempo todo.
Minha vida pessoal ta uma merda, mas vcs não merecem ser incomodados com isso.
A ideia dessa história é boa demais pra ser afetada.

Capítulo 7 - Quem eu era antes de você - V


Fanfic / Fanfiction Meu Silêncio - Capítulo 7 - Quem eu era antes de você - V

O resto da semana se passou tranquilamente sem novas novidades,  sábado e domingo eram os meus dias favoritos porque dormia com o Nathaniel, então essa semana eu iria para a casa dele.
 Por isso, hoje cheguei da escola e fui direto para o meu quarto separar as roupas que levaria para casa dele amanhã como todas as sextas feiras normais da minha vida.
 Meu pai dá duas batidas na porta já aberta, eu olho para ele e sorrio como comprimento, ele me sorri de volta e entra no quarto.
 - Olá, querida - ele me diz se sentando ao meu lado na cama.
 - Oi, pai - eu lhe respondo novamente sorrindo.
  Ele olha para meu serviço e sorri. Minhas roupas estavam todas jogadas pela cama e eu estava dobrando as que havia escolhido.
 - Nathaniel, amanhã? - ele da um largo sorriso.
 - Sim - eu solto uma risada aguda.
 -Eu vejo. - ele permanece com o sorriso no rosto - Querida, eu vou viajar amanhã cedo.
 Eu solto um longo suspiro largando a camiseta beje que estava dobrando sobre a cama.
 - Pai, você chegou domingo, me disse que iria ficar o mês todo. Você prometeu.
 - Sim, eu sei, mas olha, - ele pegou meu rosto nas mãos - é minha última viajem.
  Eu abri um largo sorriso, meu coração começou a saltitar no peito.
 - Está me dizendo que vai se aposentar?
 - Estou afirmando, essa é a última viajem.
 Voei no seu pescoço o abraçando com uma felicidade que chegava a apertar o peito de tão grande.
 Finalmente aquele trabalho que eu tanto destetava estava com seus dias contados.
 Finalmente eu não teria mais medo de que ele nunca mais voltasse ou que algo terrível acontecesse com meu pai. Eu teria paz.
 
 Ficamos conversando por cerca de meia hora até que meu pai desceu para tomar banho.
 Eu continuava a flutuar diante da noticia da sua aposentadoria, algo pelo qual eu havia esperado durante toda a minha infância e início da adolescência.
 O seu trabalho todo me enchia de medo.  
 A começar pelo fato dele nunca poder falar muito do mesmo. Ele é Detetive e não trabalha para a polícia local, isso é tudo que eu sei, tudo que me contou.
 Eu nunca soube nada sobre suas investigações, e por muito tempo isso me era frustante, mas eu desapeguei da ideia de investigar a vida do meu pai detetive.
 Ele também sempre foi muito admirado pelos polícais locais, já vi dezenas de vezes políciais conversando com ele aqui em casa e se calarem de repente em minha presença, o que sempre me dava uma vontade súbita de rir, por mim, eu ficava parada no local só para que não pudessem mais conversar, porém, sou uma garota educada, deixava que os moços retornassem a sua conversa a interrompendo diversas vezes, claro.
 Ouço meu celular tocar me tirando dos meus devaneios aleatórios, olho para a tela e vejo que que se tratava do Nathaniel e atendo contente.
 Ele me pergunta se estou bem, então começo a lhe contar sobre o meu pai e minha felicidade por finalmente tê-lo por completo e seguro perto de mim... Bem, não ainda mas quase, enfim, tudo vai bem, não podia ficar melhor.

 Acordei mais tarde no sábado, quando desci para cozinha tinha um bilhete do meu pai na geladeira.

Deixei dinheiro no potinho pra você, querida.
             Não gaste com coisas desnecessárias, mas
            caso gaste, deixei meu cartão também.
            Volto logo, te amo, filha.

 Sorri após ler o bilhete e subi para tomar banho.
 Depois de pronta mandei mensagem para o Nathaniel avisando que ele podia vir, peguei minha mochila e desci para a sala.
 Nathaniel não demorou para chegar.
 Coloquei minha mochila nas costas e fui até a porta para atendê-lo, assim que a abri ele agarrou minha cintura  e me ergueu do chão colando nossos lábios com força.
 - Oi, namorada - ele disse ainda me segurando.
 - Oi, namorado - eu lhe respondi lhe dando um selinho.
 Ele me  colocou delicadamente no chão e então eu tranquei a porta, caminhamos de dedos entrelaçados até seu carro, entrei no mesmo jogando minha mochila no banco de trás.
 - Como vão os ânimos na sua casa? - pergunto quando ele sai com o carro.
 - Está querendo saber se meus pais continuam brigando? Sim, Nina, a mesma coisa de sempre.
 - Por que eles não se divorciam de uma vez?
 - Status, amor, ele é o prefeito da cidade. O que diriam de um prefeito que não pode cuidar nem de seu próprio casamento?
 Eu paro para pensar sobre o assunto, eu provavelmente não ligaria, nem meu pai, mas as pessoas dessa cidade são fofoqueiras e julgadoras, com certeza diriam que ele é incapaz de comandar uma civilização se não é capaz nem de tomar as rédias em casa.
 - Verdade, que merda.
 - Eles nem dormem mais no mesmo quarto, são alheios um com o outro. - ele disse com desdem.
 - E isso não te incomoda? - perguntei.
 - Não, é melhor do que ouvi-los discutindo. - ele diz.

 Ele para o carro na frente do portão enorme que dava entrada ao enorme condomínio onde ele morava com seus pais. Eles eram bem, bem ricos.
 Ele abaixa o vidro para se identificar para o porteiro.
 - Olá, Steve! - eu digo para o porteiro de pele negra e olhos azuis cintilantes.
 - Olá, Srta. Trina! - ele diz alegre.
 - É só Trina, Steve - eu digo pela centésima vez.
  Ele sorri e abri o portão para o Nathaniel, ele entra com o carro e segui até sua casa, onde estaciona e abri a porta para que eu saia, ele segura minha mão e diz:
 - Se eu não te conhecesse diria que está caidinha por aquele monstro.
 Eu puxo minha mãe da dele fingindo estar ofendida como todas as vezes.
 - Ele não é um monstro, Gaston. Você é!
 Ele sorri e sela nossos lábios.
 A gente tinha o costume de fazer essa cena do nada justamente porque nos apaixonamos quando ensaiávamos para a peça "A Bela e a Fera" no oitavo ano, onde ele era o Gaston e eu a Bela.
 Era o nosso "Eu te amo" disfarçado.

 - Olá, Trina! - Adélaide disse alegre ao me ver, ela caminha em minha direção e me envolve em um abraço carinhoso como de costume.
 -  Oi, Adél! - Ela adorava ser chamada pelo apelido.
 - Você está maravilhosa! O que fez com o cabelo?
 - Uma hidratação nova  eu vi na internet, é milagrosa.
 - Sério? - ela disse curiosa - Eu comprei uma caríssima vinda da França que é uma porcaria.
 - Perda de dinheiro. Essa é caseira, eu faço e aplico no seu cabelo se quiser
 Ela abriu um amplo sorriso.
 - Eu quero sim!
 Adél me adorava, ela vivia dizendo que eu era como uma filha para ela, talvez porque Ambre não costuma ficar muito em casa ou fazer as unhas e tratamentos de beleza com ela.
 Adél é muito vaidosa, adora papo de garotas e ficar compartilhando receitas saudáveis, e quando venho aqui ela pode fazer comigo essas coisas.
 Não que eu seja extremamente vaidosa como ela, mas fico feliz que ela goste de me ter por perto.
 - Está bem, - Nathaniel disse me puxando para as escadas para seu quarto - mas depois, agora deixa minha menina respirar.
 Ele fechou a porta do seu quarto quando entramos e eu larguei minha mochila no chão, me virei para encontrá-lo e ele segurou minha cintura com firmeza e fitou meus olhos.
 - Eu te amo - ele disse.
 - Eu te amo - eu lhe respondi sem dúvida alguma.
 Eu sorri e puxei sua nuca para que nossos lábios se colassem e nos unissem em um só, e então dei o primeiro passo para que caminhássemos até a cama.
 Ele se sentou e eu sentei em seu colo, suas mãos passaram a passear por minhas coxas por baixo o vestido azul marinho me causando aquela excitação familiar, passei os lábios para seu pescoço e senti sua mão andar para minha intimidade no mesmo momento levei minhas mãos para o botão da sua calça e o abri, percebi seus olhos me fitando com aquele olhar de "safado", abaixei seu zíper grudando meus olhos nos dele e coloquei minha mão para dentro da sua cueca box branca e o puxei já completamente ereto para fora, desci de seu colo ajoelhando em sua frente, o segurei em minha mão ainda o fitando, ele parecia memorizar cada movimento meu. Muito devagar o lambi de baixo para cima, seus olhos reviraram e então ele segurou meus braços, eu sorri maliciosamente satisfeita com o efeito, coloquei todo o seu membro em minha boca e fiz movimentos de vai e vem repetidamente, quando percebi que ele estava quase chegando lá parei e o sugando tirei da boca.
 Ele se concentrou em mim novamente e me observou levantar do chão, eu tirei minha sapatilha preta e fiquei parada por alguns segundos em sua frente o olhando, eu gostava da forma como o excitava, do seu cabelo desaliando como agora, e seus olhos cor de mel que demonstravam toda a sua vontade desesperada de estar dentro de mim.
  Sem separar seus olhos do meu segurei meu vestido pela barra e o tirei pela cabeça, ficando apenas de lingerie preta, tirei a calcinha e caminhei até ele sentando em seu colo sentindo seu membro roçar em minha intimidade, ele rapidamente agarrou em minha cintura e me fitando me ergueu e me encaixou em seu membro me fazendo gemer entre os dentes, eu agarrei seu pescoço com força e ele minha cintura e então comecei a me mexer, subindo e descendo em seu colo enquanto ele me apertava com força para que eu ele estivesse cada vez mais dentro, eu gozei e continuei até que ele chegasse lá também, e quando finalmente gozou seu braços ao meu redor se afrouxaram, e ele caiu de costas na cama me levando junto, puxou o edredom da cama e nos cobriu, eu me aninhei em seu peito e fechei os olhos quando senti seus lábios quentes tocarem minha testa suada, segundos depois dormi.

 


Notas Finais




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