História Objeto de Estudos - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Lay, Suga, V
Tags Homossexualidade, Jihope, Jikook, Jikookship, Vmin, Yoonmin
Exibições 14
Palavras 2.501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou? Eu. TiaUni

Desculpa os dias sem postar. Eu poderia por culpa nas provas ou trabalhos, mas só era a preguiça diária de revisar o capítulo. Desculpa

Bom vamos falar de umas coisinhas aqui:

📌 Eu vou (tentar) postar um capítulo a cada quinze dias.
📌 Eu troquei algumas coisas, como por exemplo, eu tirei a tag masoquismo, Vkook, o NamJoon e o Jin. Porque essas eram adicionais, e eu resolvi não colocar.
📌 Eu sou péssima em Betar minhas próprias fanfics, então desculpa qualquer erro.

Vamos a leitura📖

Capítulo 2 - # Capítulo um #


Fanfic / Fanfiction Objeto de Estudos - Capítulo 2 - # Capítulo um #

Gemidos de prazer eram ouvidos pelo quarto inteiro. Quem ouvi-se falaria que o casal se amava, nunca que iriam pensar que era só mais uma das cenas do novo filme.

Jimin odiava quando era obrigado a fazer sexo - com penetração - com aquela mulher só por causa iriam gravar partes mais íntimas. Ele estava xingando todos os diretores daquele filme naquele momento - em pensamento, claro.

O Park soltou o último gemido se desfazendo dentro da mesma.

No mesmo instante que ouviram as palmas, Jimin se levantou saindo de perto daquela mulher, que ele considerava no minimo nojenta, indo até um dos assistentes - ali presente, para qualquer coisa que precisassem, como água, borrifadores, é tudo mais - pegando um roupão limpo o colocando.

— Parabéns! Foi uma bela cena  – falou o assistente

Sorriu minimamente saindo daquele quarto. Ele não gostava dessas cenas, e claro o trabalho dele era esse, mas ele não pensará que teriam tantas cenas assim. Ele foi até o outro quarto indo direto para o banheiro tirando o seu roupão na frente ao espelho vendo várias marcas visíveis de arranhados.

— Merda! – exclamou – Eu falei para não deixar marcas – murmurou irritado logo depois bufando

Foi até o chuveiro ligando-o logo entrando de baixo da água fria. As costas do Park ardia por causa dos arranhados. Ele odiava a sua colega de trabalho porque ela não entedia as palavras "não marque algo que não é seu" . Sim, essa não eram a primeira vez deles fazendo esses tipos de cenas.

O pior e que ele não podia reclamar, pois ela era uma das principais, e se por acaso eles brigassem assim desencadeando uma demissão, antes mesmo do filme acabar todos eles iriam sair perdendo, pois teriam que refazer todas as cenas ou simplesmente fingir que não estavam pretendendo nenhum filme, - o que seria ridículo para fama do Park.

Desligou o chuveiro saindo de baixo do mesmo, logo pegando uma toalha e se secando. Pegou a sua roupa a vestindo rapidamente, queria logo sair desse motel e ir para casa dormi um pouco. Só que o dia não estava o ajudando pois quando ele saiu do quarto apareceu a cínica Kim Cho-Hee. Ele a olhou com nojo por ainda estar de roupão que consequentemente o levou a pensar que não havia ido se lavar. Passou direto por ela, mas a mesma segurou o seu pulso.

— Te deixei muito marcado? – perguntou ela com sarcasmo.

— Não. Não se preocupe vovó Kim – sorriu vitorioso ao ver a outra fechar uma mão em forma de punho e a outra aperta ainda mais o seu pulso – Vovó, até que você antigamente me deixava bem marcado, mas agora está chegando nos 40 – Falou tranquilo, logo se soltando saindo daquele local com um sorriso vitorioso nos lábios.

Adorava irritar Hee, pois a mesma se irritava por tudo. O que fazia o jogo ser mais divertido. Por que não brincar com a pessoa que você transa profissionalmente, não e mesmo?

Caminhou até o seu carro, que estava do outro lado da rua, de cabeça baixa o que consequentemente não olhou para os lados pois estava tão distraído olhando pro chão pensando sobre a vida que não viu o carro passando em uma certa velocidade. Só sentiu o baque no quadril o fazendo voar para uma distância considerada.

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O Dr. tinha acabado de chegar na Coréia estava de carro, ele normalmente não dirigia, mas hoje estava sem motorista é também teria e queria passar no seu novo consultório.

Tinha coisas pendentes para resolver, como achar um secretário pessoal, e principalmente achar o novo objeto de estudos, também falar com os pretendentes, saber se eles eram compatíveis com o que ele queria.

É, ele iria fazer isso se não fosse o atropelamento, sim, estava tão distraído que não percebeu quando um homem ia atravessar a rua.

Quando percebeu que o corpo estava estirado no chão sem se mover, nem que fosse um músculo. Se desesperou, não sabia o que pensar. Desceu do carro e andou rapidamente até o homem que estava desmaiado no chão. Ele o chamou varias vezes, mas só silêncio reinava naquela rua. Não passou mais nenhum carro o que foi sorte para o Jeon, que não teria que explicar o porque de uma pessoa desmaiada no meio da rua.

— Okay, vamos ligar para uma ambulância.

Jeon pegou o celular digitando com rapidez para a ambulância passando o endereço e as outras informações que a mulher do outro lado da linha lhe pedia. Depois de um tempo, a ambulância tinha chegado, o moço ainda estava desmaiado, se o maior não tivesse tirado os batimentos cardíacos falaria que estaria morto. O maior o acompanhou até o hospital assinando alguns papéis de responsabilidade sobre qualquer dano físico ou mental.

Ele era um médico muito respeitado e conhecido na área medica, pela suas pequisas e estudos da reação mental em cada um, por isso quando chegou no hospital como responsável de uma pessoa atropelada que atropelou, foi uma grande fofoca, algumas pessoas conhecia o ator então as fofocas só aumentaram.

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O ator se despertou com dor de cabeça, o quarto onde se encontrava estava muito claro pra sua visão ainda embaçada, piscou algumas vezes se acostumando com a claridade em seus olhos. Já acostumado, olhou para os lados não encontrando ninguém, tentou se levantar da cama mas desistiu quando se sentou e sentiu uma dor insuportável em seu quadril. Então a única coisa que ele pode fazer foi deitar e ficar olhando o teto branco.

Alguns minutos depois foi ouvido a porta do quarto se abrindo, apresentando se um homem jovem e belo, andou até o paciente com um sorriso gentil nos lábios carnudos. O ruivo sorriu - também - em resposta.

— Como se sente senhor Park? – perguntou enquanto olhava uma prancheta que estava em suas mãos, logo pegando uma pequena lanterna a ascendendo iluminando os olhos do outro – Bom, você pode ter um estresse pós-traumático, tontura. Nenhum traumatismo craniano. É, o senhor ficara bem.

— Estou bem mas... uh... quem me levou para cá? O idiota que me atropelou? – perguntou sarcástico.

— Fui eu, mas eu não sou um idiota, você que é um estúpido por ter atravessado a rua sem no mínimo olhar para os lados – respondeu Jeon tranquilo. Jimin não se sentiu nem um pouco bem com a presença do outro, para ele, o outro tinha alguma coisa de ruim. Então fez o que qualquer outra pessoa com a mentalidade infantil faria, mostrou língua virando o rosto. – Há que isso, não vai nem me agradecer por ter te trazer ao hospital? – falou sarcástico.

— Claro, vou sim agradecer – sorriu fofo. Sentou-se, mesmo com o quadril dolorido, logo se referenciando.

Dr.Park achou aquilo ridículo, ele sabia como o amigo era - uma pessoa cheia de si -, mas nunca imaginou que pediria para agradecer uma coisa que estava - visivelmente - errado. Mas como sabia que se fala alguma coisa ia acabar saindo perdendo então só ficou calado olhando o chão fazendo cara de paisagem até ouvir - o que parecia - algo metálico cair no chão, ele instantaneamente olhou para o Jeongguk vendo o mesmo com uma das mãos na sua testa.

— Obrigada por me fazer perde cinco cenas de um filme em menos de um minuto, idiota – falou em um tom mais alto.

— VOCÊ TACOU UM COPO EM MIM? VOCÊ ESTÁ LOUCO? – gritou o moreno.

— E VOCÊ ME ATROPELOU! SEU ANIMAL – retrucou o ruivo.

— Vocês tem algum problema mental, estamos em um hospital. Então fechem essas bocas. – repreendeu o mais velho.

Park bufou.

Jeon suspirou.

— Vocês dois estão parecendo duas crianças... mimadas, agora vamos parar de coisinha porque aqui e um hospital e ninguém aqui e obrigado a ouvir gritos de vocês dois. – Brigou ele.

Uma coisa que o irritava era barulho ou brigadas desnecessárias. Chanyeol era muito pacífico, mas perdia a cabeça quando alguém brigava - por qualquer coisa, mas principalmente quando é algo desnecessária - ou quando mexiam com a sua gata - mas isso era outra história. A sala se calou total, as únicas coisas que poderiam ser ouvidas era a brisa batendo na cortina fazendo a mesma se mexer.

— Hum... Dr.Park quando eu vou receber alta? – perguntou Jimin, tentando quebrar o silêncio.

— Bem... Você está sentindo alguma dor? – respondeu ele.

— Não, só uma dor no quadril mas acho que isso é normal. Pois fui atropelado por um babaca.

— Imbecil, eu não sou um babaca, você que é trouxa de não ter olhando pros lados. – falou Jeongguk. Ele já estava de saco cheio.

— Sabe, bem que podia te processar, né? Estava na minha preferência, e você podia muito bem ter me deixar paraplégico ou até mesmo ter me matado. Mas como você é bem idiota, não farei isso, e também não cairia bem para a minha reputação.

Jeon JeongGuk simplesmente perdeu a cabeça.

Quem ele acha que é? Todos ali sabiam que qualquer ação judicial contra ele, o trabalho do mesmo ia pro lixo; anos de pesquisa e estudo iam servir de nada para os diretores que o patrocinava.

Em menos de segundos já estava indo pra cima do paciente sem mais nem menos. Se não fosse o médico ali presente, Jimin não teria mais nenhum dente.

— Doutor Jeon, se recomponha. – sussurrou o doutor para o moreno, controlando aquela situação. Por sua vez o maior só se soltou e deu as costas ameaçando sair do quarto. Mas como a vida não é pétalas de rosas, sempre tem algo para atrapalhar, não é.

— Olha quem se chateou, tadinho. – falou com falsa pena – Vai logo, chispa. – falou Jimin, esse não perdia uma para erritar o maus velho como ele mesmo falou, não foi com a cara dele.

Jeon podia simplesmente voltar lá e soca a cara daquele nanico até ele desmaiar de novo ou até morrer - agora ele estava eternamente arrependido por não ter o matado.

Mas não faria isso, talvez algo pior que socos.

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Se passava da meia noite, e o Park ainda estava acordado. Não conseguira dormi desde que chegou do hospital, era frustante para ele não conseguir dormi, sempre foi bom de cama.

A mente dele não o deixava dormi, toda vez que fechava os olhos vinha a imagem do Dr.Jeon. Não que o Park sentia alguma coisa mais profunda, era pura curiosidade.

Curiosidade do que ele escondia.

Ele estranhamente passava um ar de misterioso e ao mesmo tempo sexy, era difícil entende-lo. Isso já estava dando nos nervos de Jimin. Querendo ou não, sempre foi bom em ler pessoas com os simples gestos, como: O jeito de falar, de articular, até mesmo o modo de piscar.

Mas Jeon, não. Talvez seja o jeito sarcástico dele ou o jeito nervoso do mesmo, Jimin não saberia explicar o porque. Mas não iria pensar muito nisso.

P.O.V Jimin on

Depois de rolar muito pela cama finalmente consegui dormir. Mas não tive aqueles meus sonhos onde eu e minha irmã viaja pelo mundo. E sim um pesadelo.

Minha irmã estava do meu lado morta com as roupas sanguentadas, mas em frente tinha um homem(?) ele sorria sadicamente enquanto segurava uma faca cheia de sangue.

Ele estava me encarando.

O olhar dele me chamava atenção como se já tivesse visto esse olhar, como se me chama-se até ele. Eu estava assustado, não por minha irmã estar morta ou por causa do homem que segurava uma faca sanguentada. Eu estava com medo de não chegar até ele, minha mente era atraído por ele. Eu queria correr até lá, pedi para ficar comigo e não me deixar, mas meu corpo não obedecia. O mesmo não se movia, estava imóvel.

Ele começou a andar para trás ainda me olhando, e eu sorri com isso(?). Estava confuso com isso, não sabia se isso era algo bom ou ruim. Quando o mesmo desapareceu na escuridão eu gritei no frio pedindo para ele voltar, mas o mesmo não me ouvia - ou fingia que não - comecei a correr até aquele beco escuro e frio

P.O.V Jimin off

Jimin acordou assustado e ofegante, ligou o abajur e se sentou na cama.

— Quem era aquele homem? – perguntou para si mesmo em um sussurro.

Aquilo estava o assustando pois nunca sentiu nada comparado o que sentiu vendo aquele homem. Foi tão forte e intenso, mas ao mesmo tempo tão confuso, realmente não sabia se sentia excitado ou se sentia medo.

Ele sabia que aquilo tudo só foi um sonho. Mas parecia tão real.

Para o Park os sonhos tinham significados, desde de criança sempre acreditou muito em sonhos. Seus pais eram ex "ciganos", então sempre teve muito contato com visões, pragas - de uma certa forma -, leituras de mão. O ruivo não poderia simplesmente ligar o " foda-se" para o seu próprio sonho.

Sabia que o sonho se tratava de algo perigoso mas ao mesmo tempo excitante, pois havia sangue, facas e sorrisos chamativos. A sua irmã morta ali podia mostra que ela tentaria me proteger desse "algo". O homem que se encontrava na escuridão significa que ele era falso ou não mostraria de primeira o que deseja. Ele indo embora mostra que seria algo passageiro, que vinha e vai rápido. Mas ao que eu percebi ele ia de passos lentos então prontamente ele não queria ir ou queria que eu fosse com ele.

Jimin riu de si mesmo, mas que merda que ele estava fazendo? Fazia tanto tempo que não traduzia nenhum sonho por si mesmo sempre pedia para sua irmã mais velha, ela tinha mais experiência com traduções, como ele realmente nunca se interessou por esse mundo de "cigano". Nunca achou certo o que eles seguiam, o que sempre resultou em grandes intrigas entre ele e seus pais.

A irmã era um anjo para o Park, ela era a única que não o julgava por não querer seguir o ciganismo, a morena sempre esteve ao seu lado, sem se importa se ele não gostava de cigano ou se era um ator de filmes maiores de 20 anos. Ela simplesmente não se importava, e era isso que o Park amava em sua irmã.

Ele se levantou da cama calçando as suas pantufas, se direcionando para o quarto de sua irmã, fazia um tempo que eles não dormiam juntos. Adorava ficar deitado com a sua irmã, ela passava uma segurança tão boa. Chegou na porta do mesma batendo suavemente, logo ouvindo um "Entre".

— Posso dormi com você? – ele falou preocupado, pois a mesma ainda lia alguns livros – possivelmente livros de estudo por causa da faculdade – mesmo se passando das três horas da manhã.

— Claro Minnie – sorriu guardando os livros dentro da gaveta da escrevania que ficava do lado da sua cama,  levantou o coberto para o mesmo se deitar – vem deitar aqui com a sua maninha. – falou com voz de criança.

Jimin correu até a cama pulando na mesma, JungSun o puxou para um abraço dando-lê um beijo na testa.

— Sunnie, eu tive um pesadelo. Mereço carinho – falou manhoso se aconchegado mais na mais nova.

— Eu estou aqui agora, não precisa ter medo, sim? vamos dormi. Amanhã eu tenho que trabalhar cedo. – falou abraçando por trás - uma mania muito estranha da Park mais nova - o Park mais velho ali presente.

— Boa noite – falou já de olhos fechados.

— Boa noite.


Notas Finais


Então foi isso.
Desculpa se estiver muito ruim, culpem a minha criatividade😜

Espero que tenham gostado e... até daqui uns dias😘


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