História Meu Tomate Bipolar - Repost. - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel
Exibições 106
Palavras 2.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


MANO NA MORAL ESSE CAPÍTULO FOI UM SACO PRA FAZER PQ ESSA DESGRAÇA DO SPIRIT APAGOU O CAPÍTULO DUAS VEZES MANO, ISSO MESMO, DUAS VEZES. ENTÃO EU ESPERO QUE VCS GOSTEM, E SE NÃO GOSTAREM, NÃO POSSO FAZER ABSOLUTAMENTE NADA ALÉM DE CHORAR, PQ EU TÔ COM MUITA RAIVA, DE VERDADE! BOA LEITURA É O MEU OVO TAMBÉM AFF MANO QUE PORRA VAMOS TODOS TOMAR NO MEU CU PQ EU MEREÇO

desculpa

GENTE! A Anne né (a que ia fazer o hot pra mim) estava sem tempo pra dedicar-se à fazer um hot mesmo, ela perguntou se não tinha problema se ela mandasse um que já teria feito, eu disse que não né (pq nn queria deixar vcs na mão, pq tinha problema sim), então ela me mandou um hot do Cameron Dallas que ela já tinha feito. Se vc já tinha lido ele, eu sei que não vai ter muita graça, mas eu não tenho culpa se eu não manjo nos hots pra fazer um, né? Mas de qualquer forma, espero que vcs gostem do capítulo tanto quanto eu gostei, tá?

Boa leitura <3

Capítulo 14 - Capítulo 14


[...] 

 Eram 18hrs quando decidimos voltar, quase não aproveitamos, eu sei, mas era preciso voltar já que meus pais já estavam me ligando. A festa foi legalzinha, por mais que o Castiel não saia do meu pé quando Carol, Rosalya e eu estávamos dançando, segundo ele estavam nos olhando de mais e ele não gostava disso. Se não pegassemos trânsito chegaríamos por volta das 22hrs em casa, eu avisei para o meu pai que já estava me apressando, avisei também que eu levaria um amigo, ele deixou numa boa — até achei estranho, mas tudo bem. 

 Enfim chegamos em casa, chegamos ás 22hrs como eu falei, Leigh deixou Castiel e eu na minha casa e foi embora. Olho pro Castiel e vejo que o bichinho estava soando frio. 

— Carinha de quem vai aprontar alguma... — Digo, antes de bater na porta de casa. 

(Castiel): Eu não vou aprontar nada. 

— Hum... Será? — Minha mãe abre a porta. 

(Luísa): Nossa, até que enfim chegou! — Olhou pro Castiel. — Oi, Castiel, tudo bem? — Castiel confirma com a cabeça e minha mãe dá espaço pra passarmos. 

— Cadê meu pai? — Digo, assim que entramos em casa e minha mãe fecha a porta. 

(Luísa): No banheiro. — Foi em direção à cozinha.

(Castiel): Tô nervouso... Seu pai tem mó cara de bravo!

— Você nem conhece ele.

(Henrique): Alinne! — Olho para trás, era o meu pai, corro até o mesmo e o abraço.

— Pai, esse é o Castiel... O amigo que eu disse que traria. — Meu pai olha Castiel de cima abaixo, o bichinho fica vermelho na hora.

(Henrique): É um prazer. — Estende a mão pra Castiel, que aperta. — Você tá bem? — Castiel confirma com a cabeça, sem jeito. — Está soando frio...

(Castiel): Eu tô bem. — Sorri.

(Luisa): Já podem vir! — Minha mãe gritou da cozinha.

Fomos até a cozinha e nos sentamos na mesa — quer dizer, lavamos as mãos primeiro —, minha mãe não tinha feito mada de muito diferente, além da lasanha que ela costuma não fazer. Enquanto jantavamos meu pai fazia perguntas idiotas pro Castiel, como "Você fuma?", "Já foi preso?" ou "Seus pais estão presos?", o bichinho ficou todo vermelho e constrangido, minha vontade era de tacar o garfo na cara do meu pai e mandar ele calar a boca, mas né. Depois de jantarmos meu pai ajudou minha mãe à tirar a mesa, enquanto Castiel e eu fomos pra sala.

— Desculpa pelo meu pai...

(Castiel): Tudo bem, eu sei que tenho cara de nóia. — Me deu um selinho.

Não demorou muito pros meus pais chegaremeles se sentaram no sofá e ficaram olhando pra nossa cara.

— Ai gente, credo! — Cubro meu rosto com as mãos.

(Castiel): Então... É... Aproveitando a oportunidade... Eu... Ai velho, eu não sou bom com as palavras, provavelmente eu vou falar alguma besteira e o senhor vai me odiar pelo resto das nossas vidas, porém foda-se, eu sou assim e se não gostar é só lamentações. Já faz um bom tempo que eu conheço a Alinne e pode até ser muita gayzagem o que vou falar, mas é a realidade e eu não posso fazer absolutamente nada em relação à isso, mas desde o dia que nos conhecemos eu senti alguma coisa por ela e não é muito diferente hoje em dia, o jeito escroto de ser dela me fascinou de uma forma que seria quase impossível explicar com apenas algumas palavras. Até entendo que minha cara é de drogado e que eu pareço um "Senmãe", entendo também que posso até não ser o melhor cara pra namorar a sua filha e é bem capaz que o senhor seja contra o nosso possível namoro, mas o que importa é que eu tentei. — Nessa altura eu já estava chorando como uma condenada, minha mãe estava quase chorando também, não sei porquê. — Eu posso namorar a Alinne?

(Henrique): Olha... Eu não vou dizer que não tive uma má impressão de você, pois eu realmente tive... Mas é impossível negar que a sua coragem de vir pedir foi muito maior de qualquer moleque, e eu admiro isso em você. Quem precisa gostar de você é a Alinne, não sou eu e bem menos a Luísa, se ela quiser namorar com você... Tudo bem. Mas... Eu vou ficar de olho nos dois, principalmente em você, Castiel. Não quero ver minha filha chorando por macho nenhum, eu não a criei pra isso!

(Castiel): Ela não vai chorar por "macho" enquanto estiver comigo, disso o senhor pode ter certeza!

(Henrique): Vou lembrar disso mais tarde! — Olhou pra minha mãe. — Quer falar alguma coisa, Luísa?

(Luísa): Eu quero chorar...

(Henrique): E você, Alinne?

— Eu também quero chorar...

(Castiel): Você já tá chorando.

— Verdade...

(Henrique): E então, Castiel... Não vai pedir pra ela?

(Castiel): Pedir o que? — Meu pai iria responder, mas o Castiel o corta. — Ah! É.. Ok. Namora comigo, Alinnezinha?

— O que eu ganho em troca?

(Castiel): Meu cáralho. — Disse no meu ouvido.

— Vai pro inferno, menino, credo!

(Castiel): Então, você quer namorar comigo ou não?

— Eu tô com vergonha!

(Luísa): Vai logo, Alinne!

— Não, meu pai ta me olhando...

(Henrique): Vou fechar os olhos então, pode ser? — Confirmo com a cabeça e ele fecha os olhos.

(Castiel): Vou pedir pela última vez... Você quer namorar comigo ou não?

— Ah... Eu quero. — Digo, sem graça, Castiel sorri e me beija.

[...]

Um bom tempo se passou, meu pai ficou conversando com o Castiel a sós enquanto eu e minha mãe estávamos no quarto, não acho que meu pai tenha falado alguma coisa pra envergonhar Castiel, já que quando voltamos Castiel estava rindo um pouco. Eram 23hrs quando Castiel diz que precisa ir pra casa, minha mãe ainda disse que estava CEDO pro Castiel ir, mas ele sabia que estava tarde e era melhor ir pra casa.

— Ôh pai... — Digo, assim que Castiel se levanta pra ir embora.

(Henrique): Lá vem...

— Deixa o Castiel dormir aqui hoje?

(Henrique): Pra quê?

— Ah pai... Eu juro que vamos ficar quietinhos... O Castiel pode dormir em um colchão...

(Henrique): Eu sei o que vocês querem fazer...

(Luísa): Já fomos jovens!

(Castiel): Não, não é nada disso! Eu vou casar virgem.

(Luísa): Até parece que você ainda é virgem, Castiel!

(Castiel): Mas eu sou!

— Hein pai? Pode?

(Henrique): Não sei...

(Luísa): Deixa, Henrique. Você conhece a sua filha, sabe que ela vai continuar insistindo!

(Henrique): Vocês juram pra mim que vão ficar quietinhos?

(Castiel e eu): Sim!

(Henrique): Então tá... Nós vamos dormir agora e não queremos que façam nenhum barulho.

(Luísa): Eu vou colocar um colchão lá no seu quarto, depois vocês decidem quem dorme na cama e quem dorme no colchão. Lembrem-se que amanhã tem aula e vocês precisam acordar cedo! — Meus pais vão até o corredor onde ficam os quartos.

(Castiel): Amanhã é domingo...

— Eu sei, ela é louca. — Nos sentamos no sofá. Castiel me olha e dá um sorriso pervertido. — Não.

(Castiel): Vai, amor... Rapidinho. — Beijou meu pescoço.

— Você disse que ia casar virgem.

(Castiel): Eu estava brincando... Nem virgem eu sou!

— Juramos que iriamos ficar quietinhos.

(Castiel): E vamos. — Me beija.

— Não, Castiel. — O empurro.

(Castiel): Por que? — Colocou a mão em uma das minhas coxas e a subiu lentamente, me fazendo ficar arrepiada pelo seu toque. — Hein? — Prensou seus dedos contra a minha intimidade, ainda coberta pelo fino tecido da minha calcinha.

— Para, Castiel! — Afastei sua mão, Castiel sorriu.

(Castiel): Parar com o que? — Colocou a mão dentro da minha blusinha.

— De me provocar, seu porra! — Sua mão foi até um dos meus seios.

(Castiel): Eu tô te provocando? — Apertou.

— Quer saber? Foda-se! — Castiel me olha confuso, até eu subir em seu colo.

Começamos à nos beijar, de uma forma desesperada. Desço meus beijos até o seu pescoço, onde distribuí mordidas e algumas chupadas pelo local. Após livrar-se de meu vestido e do meu sutiã, Castiel massageia um dos meus seios, enquanto me olha transmitindo todo o desejo que estava sentindo, e então, ele ataca meu seio esquerdo enquanto massageia o direito, me arrancando gemidos e arfadas. Nessa altura, já era visível o volume que se formou lá embaixo, e isso estava me deixando louca!

— V-Vamos pro quarto. — Castiel para de chupar meus seios e começa à dar uma atenção maior à minha boca.

(Castiel): Onde é? — Disse em meio ao beijo.

— Segunda porta à direita. — Desce seus beijos até meu pescoço. Castiel se levanta comigo ainda em seu colo, vamos até o corredor. — Aqui. — Ele empurra a porta com o pé e faz o mesmo assim que entramos.

Castiel me joga na cama e tira sua camisa e sua calça jeans, ficando apenas com uma box vermelha. Começa a engatinhar em minha direção, ficando por cima, e faz uma tripla de beijos do meu pescoço até a barra da minha calcinha, ele me olha com um sorriso malicioso enquanto passava a mão pela minha intimidade ainda coberta pelo fino tecido da calcinha completamente molhada. Livra-se de minha calcinha e passa a língua por toda a minha intimidade, me arrancando um gemido longo e rouco, graças a Deus que ele não foi alto, começou a fazer movimentos circulares em meu clitóris e me penetrou com um de seus dedos.

— Ahwn — Coloco a mão na boca, tentando abafar meus gemidos. Puxo o cabelo de Castiel.

Ele volta a me beijar e tira seu dedo de minha intimidade, penetrando três de uma só vez. Era indescritível o prazer que estava sentindo naquele momento. Ao perceber que eu já estava à beira de um orgasmo ele para de me penetrar com seus dedos.

— Não para... Por favor! — Imploro. Meu tom de voz era baixo e rouco, quase inaudível.

(Castiel): Não é com meus dedos que farei você gozar... — Mordeu meu lábio inferior. — Tenho algo melhor para você.

— Então me mostra! — Passo meus dedos pelo seu abdômen até chegar no cós de sua box. Ele tira a cueca e a joga por um canto aleatório do quarto, deixando livre seu pênis ereto, diria que 19cm duro.

Ele se posiciona em meio às minhas pernas e segura minhas coxas com força, roça a cabecinha de seu pênis em minha entrada e, por fim, penetra de uma só vez, arrancando um gemido de ambos, um gemido abafado, pois Castiel me beijou, fazendo com que abafasse nossos gemidos.

(Castiel): Você é tão gostosa! — Diz e chupa meu lábio inferior, enquanto aumentava aos poucos seus movimentos.

— M-Mais rápido! Ahwn... Castiel! — Tombo minha cabeça para trás e, para a minha surpresa, o filho da puta para de me penetrar. 

(Castiel): Quero você de quatro. — Ordenou. — Agora! — Faço o que ele pediu, e recebo um tapa em uma de minhas nádegas. Ele volta a me bombardear, mas dessa vez mais fundo, conseguindo alcançar meu ponto G.

— Ôh Deus! — Fecho os olhos, meu orgasmo estava chegando.

(Castiel): Castiel. Me chamo Castiel! — Distribui beijos pelas minhas costas. Começou à massagear meu clitóris, me levando à loucura.

— C-Cas...Tiel — Me dá mais um tapa na bunda e encosta a testa em minhas costas.

(Castiel): Ôh... — Gemeu, estocou mais três vezes e eu sinto seu gozo me invadir. Castiel estocou mais uma vez, e eu gozei. — Meu Deus! — Nossas respirações voltam ao normal e ele sai de dentro de mim e se senta na cama.

— Ainda não terminei... — Dou um sorriso sapeca e o olho com luxúria, me aproximo e começo à masturba-lo.

(Castiel): Me chupa... — Fechou os olhos enquanto gemia coisas inaudíveis.

Peguei seu membro pela base, logo passando a língua por toda a extensão, mas como não conseguia colocar tudo na boca comecei a masturbar o que não cabia, Castiel faz um rabo de cavalo mal feito em meu cabelo e empurra minha cabeça, para ir cada vez mais fundo. 

(Castiel): Caralho... — Respirou fundo e gozou mais uma vez, dessa vez em minha boca, eu engoli e ele me olha com uma expressão satisfeita. Após controlar a respiração ele me puxa para um beijo, um beijo calmo.

— Agora é só rezar, esperando que meus pais não tenham ouvido nada. — Me jogo do outro lado da cama.


Notas Finais


Como eu disse, foi a Anne que fez o hot e eu vou deixar o link da Fanfic de imagines dela, caso queira ler e fazer um pedidozinho né é (ou nao, só ler mesmo) djskdjskdjdk

Link: https://spiritfanfics.com/historia/imagine-hot-6846917

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ALINNE, O UE ACONTECEU COM OS CAPÍTULOS? VOCÊ APAGOU ELES?

Naaaaaao, eu só juntei eles, como por exemplo os capítulos que foram divididos em partes. mas eu não mudei nada, só juntei mesmo

GALERI, FOI ISSO! Um beijo pra quem quer e até o próximo <3

AH! Eu revisei a parte hot por cima, então se tiver algo como "Cameron" ou coisa assim, ignore e finja que é o Castiel rsrsrsrs


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