História Meu vizinho - BTS V - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Nem Tags -_-
Exibições 378
Palavras 1.218
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fluffy, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Mais um idiota na vizinhança


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho - BTS V - Capítulo 1 - Mais um idiota na vizinhança


Acordei com o som irritante do caminhão de mudança, a casa vizinha foi comprada por mais um bando de idiotas que preferem ficar longe do centro. Isso é o que me faz ser um desses idiotas. Afinal, vim para o subúrbio para me isolar. Mas existe um detalhe, meus pais vieram juntos, eu amo-os, mas todo mundo precisa de privacidade. Voltando aos vizinhos idiotas, fui até a janela, ignorei o fato de estar somente com uma camiseta longa até minha coxa. E olhei pela janela, vendo um carro atrás do caminhão de mudanças, provavelmente os idiotas, já que normalmente, as pessoas não usam os carros aqui. O carro era acompanhado de uma moto escura, o motorista tinha cabelos castanhos e olhos da mesma cor, mesmo sendo quase imperceptível, já que todas atenções dos seus olhos eram voltados à seus olheiras e o avermelhado dos olhos. "Um drogado, que ótimo" murmurei irritada.

Coloquei um shorts e desci para tomar café. Passei direto pelo meus pais, na esperança de não ser notada, pois  sabia o que seria dito, algo como "Acordou tarde", "Bom dia" ou "Vai acabar se atrasando para a faculdade". Talvez até puxem assunto sobre os idiotas. Meu pai estava concentrado na TV, já minha mãe olhava atentamente para a escada esperando eu descer, para que me fale coisas inúteis que nunca vão mudar nada. Você pode achar que estou exagerando, mas acredito no que acabei de pensar.

Após o "Bom dia" e "Sabia que tem novos idiotas?" ta bom, ela disse "vizinhos", mas para mim, sempre foi e sempre será "idiotas". Fui a cozinha e peguei uma pêra, enquanto olhava feio para a maçã que estava ao lado de outras frutas. "Maçãs são estranhas, para mim, sempre se pareceram com escoceses". Você pode achar que leu errado, mas sim, maçãs são como escoceses. Após comer minha pêra, subi para trocar minha blusa e ir para a faculdade, peguei um casaco, já que estava frio. Por  acaso, sai no mesmo horário que o idiota drogado, que ficava encarando minhas costas, enquanto eu ia até a faculdade. Por um momento, pensei que aquele doido iria me sequestrar, "vai saber". Então, apertei o passo, mas ao perceber que ele continuou no mesmo ritmo,voltei a andar normalmente. Então, ele se apressou "Ai 'sinhor' eu não quero morrer" pensei, enquanto  ele se aproximava. Mais uma vez fiquei aliviada quando o idiota drogado e doido passou por mim andando mais rápido. Me perguntava do por que ele estava andando, já que tinha uma moto. Ele usava uma camiseta larga branca, calça-jeans preta. Um pano no pescoço e uma "bandana"? Não consegui identificar o que era aquilo, e chamar de tiara não soaria bem. O que quero dizer, aquele idiota drogado e doido estava atraente.

Segui até a faculdade, e me supreendi ao saber que o drogado, vulgo idiota drogado e doido estudava, normalmente eles iriam fumar, não? Nós ficamos em sala separadas, ativei meu "modo stalker" e descobri que o mesmo estudava direito "Ha! Um drogado cursando direito, essa é boa." murmurei e vi o drogado virar, fiquei nervosa, pois mesmo o corredor estando cheio, ele poderia ver que "a vizinha doida" estava seguindo-o, suspirei aliviada ao ver ele virar ignorando, como se estivesse ficando louco. Então, agradeci à Deus ou a quem quer que seja que esteja me ajudando a continuar com uma boa imagem na Universidade, não que eu me importe, só não quero que falem mal de mim injustamente.

Segui para minha sala de aula, sabe o que eu curso? Acertou, medicina. Claro, como qualquer outro estudante que quer ser bem sucedido e ter grana. Errado, só curso isso por que realmente me interessei por medicina, parece tão certo e exato, mas ao mesmo tempo é complexo e errado. Como sempre, me concentrei na aula, mas as vezes me distraía, com a barba mal-feita do professor, sim, eu sou uma aluna que se distrai com barbas mal-feitas. Bem... Perculiar, não? Como me definir? Isso, sou uma idiota peculiar. Após aquela aula sobre todas as veias e músculos corporais, e uma pequena amostra de barba mal-feita, fui para refeitório do campos, ele era completamente feito de vidro e bem gélido, o lugar que mais gosto de ficar, afinal também me fornece comida e local para estudar, as mesas. Após comer mais uma linda pêra e começar a ler mais um livro de biologia, minha concentração foi interrompida. Quem seria? O idiota drogado. Fingi que não o notei e continuei lendo, ele apoiou a cabeça na mão e ficou me encarando, quando mais tentava concentrar-me, mais irritada ficava.

- Por que 'tá' aqui? - A última palavra saiu mais aguda, me deixando constrangida. Ele sorriu e me respondeu.

- Por que meu pais transaram e me tiveram, por isso estou aqui. - Falou encarando o campo gramado lá fora. Não deixei de sorrir com seu comentário. "Por que não pensei nisso?" repetia para mim mesma, então mostrei uma expressão seria que pedia, não, ordenava-o a falar o real motivo. - Não conheço ninguém aqui...

- E o que eu tenho haver? E por que tinha que ser a minha mesa? - Perguntei, imitando-o apoindo minha cabeça na mão, com expressão de extremo tédio.

- Não tem seu nome colado na mesa, divulgando que é sua. Então posso me sentar se quiser. - Continuou falando, agora com a postura reta.

- Tudo bem, a mesa não é minha, mas eu não sou obrigada a me sentar com um drogado. - Falei já irritada com a atitude dele.

- Se 'tá' incomoda, sai, ué? - Passaram alguns segundos e a expressão séria dele sumiu, mostrando um enorme sorriso quadrado, divulgando seu divertimento. - Drogado?!? - Falou entre seus risos.

- Sim, ué? Bem, se não é, pelo menos parece. Seus olhos estão vermelhos e cheios de olheiras.

- Foram noites mal-dormidas. Você parece o tipo de idiota que julga o livro pela capa, ou melhor, toma decisões precipitadas. Isso é legal. - Ele disse com ênfase no "idiota".

- E você parece o tipo de idiota drogado e doido - Respondi fechando os olhos, me sentindo orgulhosa e o principal riu.

- Você realmente parece uma idiota legal.

- Você realmente parece um idiota divertido.

Ficamos em silêncio, e rimos juntos como se nos conhecêssemos a anos. Não que eu me incomode, mas mesmo assim, é estranho me sentir tão próxima a um estranho idiota. Sem perceber eramos o centro das atenções no refeitório, já que nos estavamos rindo um bem alto, nos olhamos e falamos "Foda-se" no mesmo tempo, acho que encontrei algum idiota que é idiota como eu. Então, continuamos a conversar e percebi o quão idiota aquele idiota era.

- O que acha das maçãs? - Perguntei e ele me olhou estranho.

- Hm, estranhas... - Involuntariamente, falei "Eu também" alto. E o idiota riu. - Como você as define?

- Escoceses - Ele me olhou confuso. - Bem, os seres estranho, vulgo maçãs, são vermelhas como os cabelos divos dos escoceses e são brancas por dentro, como a pele deles. Sinceramente, acho maçãs racistas. - Após meu comentário sem noção, o idiota riu desesperadamente.

- Você é bem...

- Peculiar...

- Peculiar... Isso! Peculiar! - Ele disse sorrindo - Bem, não posso te zoar, afinal também sou um idiota peculiar.



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