História Meu vizinho - BTS V - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Nem Tags -_-
Exibições 309
Palavras 1.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fluffy, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Um idiota que eu não conheço...


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho - BTS V - Capítulo 2 - Um idiota que eu não conheço...


Passei o meu tempo precioso do almoço, com assuntos peculiares e divertidos com o meu vizinho idiota que não conheço. Pensei em ousar e perguntar seu nome, mas acabei hesitando. Provavelmente, aquilo não era o inicio da minha primeira amizade, mas sim somente um idiota tentando acabar com seu tédio. Não posso culpa-lo por querer fazer o tempo passar, afinal foi o motivo d'eu conversar com ele. Por que perderia meu tempo conversando com um idiota peculiar como eu? Não sei, afinal eu mesma não vejo algo útil em falar comigo! Só várias idéias absurdas  peculiarmente idiotas e filosóficas, acrescentadas à uma cabeça que não vai fazer nada para realizar a mesmas idéias. Estava me perdendo em meu pensamentos até a professora chegar com um coque mal-feito, sim, maçãs, barbas e coques mal-feitos me chamam a atenção. Mais peculiaridades, acho que deveria mudar o nome dos meus pensamentos para "Minhas peculiaridades", mas acho mais interessantes chama-las de "Meu vizinho", afinal pode ser interessante viver como personagem secundário na própria vida e deixar o idiota que acabou de conheçer ser o principal, não é? Provavelmente não, mas fazer o que? Não vai me custar nada... Após aulas constrangedoras sobre o corpo humano e muita vontade de voar na cabeça da professora e arrumar o maldito coque dela, voltei para casa, novamente tendo as costas fuziladas pelos olhos do idiota drogado que não é drogado. Muitas vezes, senti vontade de virar e falar "Olá, que tal fazermos como no refeitório e falar sobre a semelhança entre maçãs e escoceses", mas seria muito estranho até pra mim. Estranho, é a primeira vez que me defino como "estranha", bem... São só verdades. Eu sou estranha, como todos os outros idiotas.

Chegando em casa, as típicas perguntas de familias americanas típicas, foram muitas "típicas" para mim, foram citadas, minha mãe e pai falavam "Como foi o dia?" ou "Aprendeu muita coisa?", respondi respectivamente um "Bom" e "Sim, como sempre". Eu deveria parar com esse mal hábito de ser grossa com meus pais, afinal eles são legais e carinhosos. Me sentei a mesa de jantar junto com eles, o último dia puxado da semana, agora posso, enfim descançar. "Nossa, pareceu frase de suicida" pensei, parando a garfada que estava prestes a dar no prato de lasanha. E ri baixinho, meus pais me olharam sorrindo como de estivessem dizendo "Eles crescem tão rápido", clichê, não? Dei "Boa noite" ao meus pais e subi para meu quarto. O que me resta é estudar até o sono chegar. Se passou a primeira hora, e já queria não estar fazendo aquilo, quando escutei alguém me chamar na janela com um "Ei, idiota peculiar vem cá" percebi que seria o idota drogado sem nome.

- O que? Já sentiu saudades?? - Falei me apoiando na janela e o mesmo sorriu quadrado.

- Se quiser pensar assim, tudo bem. Mas quero sua ajuda!

- E por que eu aceitaria? - Fiz que parecesse que ele estava me pedindo em casamento, de forma orgulhosa.

- Idiota, você aceitaria por que somente uma idiota peculiar aceitaria. - Não estava tão convencida, mas aceitei, coloquei meu shorts e continuei com a camiseta larga de hoje mais cedo. - Seu pais estão dormindo?

- Agora, somos idiotas adolecentes rebeldes? - Perguntei encarando-o desafiante.

- É por que sempre fica mais divertido se os pais não saberem. - Ele disse com o mesmo olhar que lancei. - Me espera na porta.

Fiz o que o idiota drogado falou, vi a garagem da casa do mesmo ser levantada devagar sem quase nenhum barulho, e vi o idiota saindo com uma moto. Ia perguntar para aonde iamos, mas não ousei, subi na moto, me sentando atrás dele e assim que a moto acelerou, me prendi na sua cintura, como se fosse uma criança assustada com um pesadelo. Após meu show de medos, comecei a me acostumar com a velocidade e com o vento batendo contra minha pele. Naquele momento, me senti uma adolescente rebelde e idiota... De 20 anos.

- Ei! - Falei em seu ouvido quase gritando, e ele perguntou "O que?" - Eu não queria ousar tanto, mas qual é o seu nome??

- Kim Taehyung, mas achei que me chamaria de idiota drogado. - Falou debochado.

- E vou, só que seria legal saber o seu nome, sabe? Idiota drogado?

- Sim, por isso que pergunto! -Ele disse e a moto parou em frente a um posto. - Qual é o seu nome?

- Hm... Acho que meu nome é Emma Watson - Falei e ele riu.

- A garota do Harry Potter?

- Droga, me descobriram! - Falei brincando - Não sabia que havia assistido/lido.

- E não fiz...

- Só que o nome escolhido era óbvio - Falamos juntos, "nós dois temos ótimas peculiaridades" foi que disse, enquanto descia da moto e o principal concordou descendo em seguida.

Enquanto Taehyung, vulgo idiota drogado enxia o tanque, eu parti em direção à loja de conveniência, a procura de doces e pêras, pena que não pude achar a segunda opção de alimento, mas ainda sim comprei vários doces e voltei de encontro ao idiota.

- Olá! Quanto tempo! - Disse, cumprimentando-o

- É, bastante, cerca de 10 minutos. - Disse rindo.

- Admita que morreria se eu demorasse mais 1 minuto! - Falei brincando e o mesmo respondeu do mesmo modo.

-É claro, nos conhecemos hoje e nem sei seu nome, mas você já se tornou vital para mim. - Eu respondi "Digo o mesmo de você, idiota".

Voltamos a andar de moto e paramos numa praça central, nós matávamos a fome com os doces que havia comprado mais cedo, bem, eu estava, já que Taehyung não comeu nada além de um pirulito irritante que ainda está em sua boca. Era estranho para uma garota peculiar que sempre viveu no subúrbio, vir para o centro, é bem iluminado e barulhento, o meu primo Yoongi odiaria viver aqui. Ao lembrar do meu primo, acabei por lembrar do meu irmão Seokjin, faz um bom tempo que não nos falamos.

- Ei!! Eu não sou almofada - O idiota falou, me fazendo perceber que eu estava usando seu ombro como o objeto denominado almofada.

- Desculpa, só estou com sono, sabe? É tediante ficar com você - Falei bricando.

- Ora sua...

- Idiota peculiar?

- Idiota peculiar... - Ambos estavamos sorrindo. Parabéns para mim, consegui meu primeiro amigo.



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