História Meu vizinho - BTS V - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Nem Tags -_-
Exibições 251
Palavras 1.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fluffy, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Um jantar idiota


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho - BTS V - Capítulo 4 - Um jantar idiota

--Naquela noite--

Que droga!! Por causa dos meus pais, meu joguinho de nomes com Taehyung terminará, ele irá descobrir meu nome... _____... Isso é chato!! Eu estava me contorcendo na cama agoniada, não queria que meu joguinho acabasse, era divertido! De onde eu tirei Kimbler? Se aquele idiota me chamar assim... Eu vou morrer, bem... Será melhor que "Emma Watson" ou "Idiota peculiar". Meu pensamentos desesperados foram cortados pelo o chamado de minha mãe, avisando que o ser humano e sua tribo tinham chegado. Então, fui para a sala nervosa, eles estavam conversando sentados no sofá, ri quase imperceptível pela cara de tédio estampada nada cara de Taehyung, o mesmo com Seokjin, mas ele se esforçava para parecer interessado.

- ____!! - Minha mãe quase gritou ao me perceber, o que me assustou um pouco, pelo menos estou a salvo e sem apelidos constrangedores de Taehyung, o principal suspirou. Então, o idiota sabia que eu estava mentindo quanto meu nome... VOU MATA-LO!! Ele sorriu para mim ao ver meu ódio serem disfarçados por um sorriso torto. - Venha, querida, se apresente a Sr.a e Sr. Kim! - Minha mãe falou tentando parecer o mais natural, ela é um completo desastre em se comunicar, minha mãe "fofis".

Como minha mãe mandou, apresentei-me aos pais de Taehyung e logo após, me sentei ao lado do mesmo. Notei seu casaco de couro, que deixara seu cabelo e pele mais claros, o que eu posso falar sobre isso? Completamente pegável! Sorri torto com meus pensamentos e Taehyung notou, então ficamos por segundos nos encarando e sorrindo. Nossos olhos conversavam, mesmo não pronunciando nada, parecia mesmo um diálogo. É estranho sentir que conheço Taehyung à anos, sendo que conheci-o ontem, que estranho, deve ser assim que as pessoas reagem ao encontrar alguém completamente, ou quase, igual a você. Voltei minha atenção a conversinha chata dos mais velhos, sem ter Seokjin incluído, tinha certeza de que se houvesse uma chance, mesmo que minúscula, ele se jogaria da janela e sairia correndo. Ria mentalmente e meu querido irmão me matava do mesmo modo, minha atenção foi chamada quando algo foi perguntado à minha pessoa.

- Então, filha, quando se conheceram? - Meu pai falou ao perceber o clima tenso entre os três mais novos, comigo incluída.

- Na faculdade... - Respondi seco. Pra economizar água. Vi que meu pai implorava para que eu continuasse, as conversas entre eles não deviam ir bem. - No intervalo... Eu estava lendo quando ele se sentou comigo, então começamos a conversar sobre... Nossos pensamentos... - Só para não falar que estávamos falando de coisas peculiares e idiotas, como maçãs e escoceses.

Os pais de Taehyung sorriram, provavelmente nunca imaginaram o filho numa situação "profunda" ou filosófica, um silêncio foi seguido de uma tensão após o sorriso da mãe que pariu o ser humano inigualável idiota drogado sumir. Quase senti vontade de rir, antes de perceber o desespero da minha mãe. Então, meu pai sugeriu que saissemos para jantar. Eu decidi ir na moto de Taehyung, já que desde ontem, passei a amar motos. Meu irmão foi no carro dos meus pais, enquanto os mesmo foram no carro dos idiotas, vulgo vizinhos.

- Parece que a idiota peculiar agora ama motos? - Ele perguntou,  eu não via, mas sentia que ele estava sorrindo sádico, afinal eu faria isso.

- Gosto sim, mas o motivo principal, foi querer evitar a conversa chata e velha dos nossos pais. - Me prendi mais em sua cintura, fazendo-o gargalhar, ao ver que ele acelerou.

- E seu irmão tem conversas ruins também, para não querer ir com ele? - Droga, me descobriram!!

- Não, meu irmão é legal... - Ficamos em silêncio por alguns segundos, até eu criar coragem para perguntar: - Só queria que me contasse o fim da noite passada. - Encostei minha cabeça em suas costas.

- Hm? Não lembra? - Respondi que não - Engraçado, eu também não. - Ele riu soprado e eu fiz o mesmo. Somos realmente iguais, ou quase.

Chegando ao tradicional restaurante de filme romântico, vi Taehyung rir baixinho, então soltamos um "Que clichê" baixo, para que nossos pais não reclamarem da nossa ideologia chamada "viciados em filmes". Nos sentamos na tradicional mesa ao lado de fora, só falta começar a chover, pensei olhando para o céu nublado. Me peguei olhando para Taehyung e vi que o mesmo observava o céu também, acabei rindo alto, gerando uma "interrogação na testa" dos mais velhos, incluindo Seokjin. O idiota drogado olhou para mim com a mesma dúvida, encarei o céu, então ele percebeu.

- Só falta começar a chover... - Falamos juntos logo rindo, deixando os mais velhos mais confusos. - Nossos pensamentos são tão sincronizados... - Falamos mais uma vez juntos nos encarando, sorrindo. Percebi sorrisos alheios, droga! Estão interpretando errado!!

-Duas horas depois-

Depois da inútil tentativa minha e de Taehyung de "explicar" que nossas almas estão ligadas e a dependência vital de um com o outro e não que namoramos, nós fomos para casa ainda constrangidos. Chegando a minha casa, acenei para Taehyung sorrindo fraco, antes de nós entrarmos em nossas respectivas casas. Meu pai olhava bravo para mim, enquanto os olhos de minha mãe brilharam em minha direção.

- Taehyung não é meu... N-Namorado - Falei hesitando, antes de entrar em meu quarto. Bosta de interpretação individual!! Me joguei na cama ainda com vergonha, quando você acha alguém legal, que quer ser seu amigo, seus pais e sua "interpretação" arruinam tudo. Antes de dormir e até tal ato, fiquei pensando o quanto eu era estranha, sou uma das raras pessoas que usam as palavras "peculiar", "idiota" ou "clichê" entre outros sinônimos em 9/10 palavras em uma frase única, tirando Taehyung.

-Naquela manhã de domingo-

- Q-Que ódio... - Murmurei irritada. Era pleno domingo, eu poderia estar lendo, passeando, aproveitando meu tempo com meu irmão idiota e precioso, mas é impossível ao meu devido cansado, dormi só por duas horas, já basta termos chegado tarde ontem, fiquei até altas horas imaginando coisas inúteis e IMPOSSÍVEIS! Eu poderia estar dormindo também, mas o fato das minhas cortinas serem claras e não segurarem qualquer luz além da branca, ignorem se não forem bons de física, me impede de conseguir dormir, é muito claro, e luminosidade é algo que me faz ficar muito acordada. Afinal existe algo chamado melatonina (Se não me engano).

Fui com os olhos inchados e vermelhos com enormes olheiras, parecendo que chorei a vida toda, até a cozinha e chegando lá disse "Bom dia", fui respondida por ambos os pais, mas minha mãe se assustou ao me ver naquela situação.

-Após milhares de perguntas sobre minha vida amorosa, inexistente-

Sai de casa sem paciência, meus olhos só se mantinham com as olheiras, caia entre nós, estou atraente, mesmo parecendo uma drogada. Desci a rua voltando à praça do dia anterior, em sentando no mesmo banco de sempre, o que vi o idiota drogado brigando com sua ex ou namorada. Ainda estou confusa quanto isso. Meus pensamentos resumidos a Taehyung foram interrompidos pelo mesmo.

- Você sente saudade da "praça idiotas", mesmo tendo passado somente dois dias desde aquela noite? - Ele disse me encarando e sorrindo torto. Eu acenti e disse brincando:

- Kim Taehyung, um idiota drogado que não é drogado, estás me seguindo? - Falei sorrindo da mesma forma...



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