História Meu vizinho Chanyeol - Capítulo 44


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Baeksoo, Bangtan Boys, Bts, Chanbaek, Hunhan, Kaisoo, Sulay, Taoris, Vkook, Xiuchen, Xiuhan, Xiuhunhan, Xiukaisoo
Exibições 445
Palavras 2.843
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chanbaek nao eh titanic pra afundar doidas
mas hoje eu vim mete o loko
mentira
sentiram saudades? c: eu amo vocês
eu escrevi o capítulo quase inteiro nesse exato instante porque, deixa eu explicar... eu escrevi esse capitulo (ou o que era pra ser ele) num caderno, mas eu plotei tudo de novo agora, neste exato instante enquanto escutava Chopin
MAS KROTH QUEM DIABOS OUVE MUSICA CLASSICA ESCREVENDO COMÉDIA
Eu
pse
sou bugada
mas eu gosto c:
e eu mudei mais coisas no rumo da fic, eu tenho que parar com isso senão nunca vou acabar AAAAAARF
Eu estou respondendo os comentários hoje e mds, eu amo muito vocês e todo o amor com a fic, muito obrigado por isso, vocês são o máximo!

Mas espero que gostem do cap ><
boa leitura!

Capítulo 44 - XLIV - Sonhos e Park Chanyeol



— Baek?


Acordei com Chanyeol sussurrando no meu ouvido e me apertando como se fosse um brinquedo. Lentamente abri os olhos e dei de cara com meu namorado a me encarar, cúmplice a um sorriso lindo, diga-se de passagem.


— Oi, channie... — perguntei, coçando os olhos com o dorso da destra. Ele riu.


— Nada.


— Nada? — franzi o cenho, ele assentiu;


— Eu só queria ouvir a sua voz.


Dei um sorriso (besta) involuntário para a resposta de Chanyeol, virando e abraçando-o de volta. Estava frio, pude constatar isso graças aos meus pés fora da coberta, congelando por causa da corrente de ar gélida que vinha da janela — provavelmente aberta por Chanyeol. Aproximei meus pés dos dele, sentindo seu calor e me encolhendo um pouco mais.


— Está muito frio. Seus planos de me levar para a lua vão ter que esperar. — Comentei, mordendo a ponta de seu nariz e voltando a esconder o rosto na curva de seu pescoço. Eu estava pronto para passar o resto do meu dia naquela posição,  a sós com Chanyeol no meu quarto e bem longe de tudo o que estivesse acontecendo lá embaixo, mas, como de praxe, meu namorado decidiu ir contra mim enquanto mexia nos meus cabelos.


— Na verdade, não vão, não.


— Como não? — Franzi o cenho e o encarei, ao que Chanyeol mordeu meu lábio inferior e agarrou a minha cintura.


— Eu não preciso sair da cama para te levar até o universo, ou fazer você ver estrelas, ou coisas assim. -— ele murmurou com o tom de voz carregado, tão rouco que me fez rir.


Rir de nervoso.


— Meu deus você é muito convencido.


Sentei na cama e bufei, encarando a parede lisa e ignorando o "olha só quem fala" vindo de Chanyeol e sua boca maldosa.


Calúnias sobre minha pessoa, eu nunca fui convencido. Se fizessem um concurso de pessoa menos convencida do mundo, eu com certeza ganhava. Mas enfim, bocejei e estalei meus dedos enquanto minha visão ficava menos turva, e para a minha infelicidade minhas lembranças da noite passada começaram a voltar  aos poucos junto com a voz da minha mãe ecoando na minha cabeça, falando que eu "precisava crescer e aceitar a realidade". É claro que eu não pretendia mencionar a Chanyeol nada sobre aquela parte da conversa, por mais que ele estivesse incluso e que suportar as palavras de Chaerin sozinho fosse extremamente pesado. Eu achei melhor guardar tudo o que havia ouvido apenas para mim, afinal, eu não queria que ele e minha mãe também se estranhassem igual meu pai o estranhava, e eu também não queria repetir tudo o que havia escutado da minha mãe e causar ainda mais discórdia, então decidi manter boa parte daquele assunto apenas para mim mesmo.


Apertei as laterais da cabeça e tentei afastar as lembranças da noite passada, mas depois de alguns minutos cogitei desistir. A minha vontade era de tomar um banho, vestir um pijama, fechar a janela e dormir pelo resto do século bem aconchegado ao lado — ou não — de Chanyeol; por outro lado eu realmente não queria ficar em casa naquele dia porque meus pais estavam ali, meu vizinho havia falecido e na casa de Chanyeol eu me sentia ameaçado pela irmã mais velha do mal. Desse lado da moeda, tudo o que eu queria era que ele realmente me arrastasse pra bem longe por um dia inteiro, uma semana, uma vida. Eu só não queria mais ficar ali.
 
Existem momentos da vida que se definem por situação vermelho-azul, sabe? é quando você quer duas coisas totalmente opostas ao mesmo tempo e na mesma proporção. Ficar nessa posição é a pior coisa do mundo porque você nunca sabe o que fazer. Eu estava nessa posição e com sono, então fiz aquilo que eu faço de melhor: fiquei triste, fechei os olhos e me alienei.


O problema é que eu não estava sozinho para ouvir Lana Del Rey e chorar até ficar feio — o que levaria algumas encarnações — e meu namorado não parava de falar sobre o sonho estranho que havia tido naquela noite, e isso apenas cooperava para que meus planos de fazer uma cena digna de dorama fossem anulados. Respirei fundo e assim que desisti do plano A tentei pensar em algo que pudéssemos fazer juntos.


Eu estava bastante para baixo graças ao senhor Albert e queria barra precisava espairecer um pouco , mas Chanyeol pareceu perceber isso quando parou de falar e sentou ao meu lado, apoiando a bochecha em uma das mãos.


— Você não prestou atenção em uma palavra do que eu disse, não foi?


Neguei, fazendo bico.


— Desculpe.


Passei a mão nos cabelos e deitei a cabeça na coxa de Chanyeol. Ele sorriu, mexendo nos meus cabelos e puxando uma boa quantidade de ar nos pulmões apenas para suspirar exageradamente em seguida.


— O que lhe perturba, jovem Jedi?


— Cara, você é muito idiota.  — dei uma risada de canto enquanto Chanyeol se afastou, logo em seguida deitando ao meu lado, de frente para mim. passei o polegar sobre sua bochecha antes de apertá-la e puxar. — Já soube o que aconteceu com o senhor Albert?


Perguntei em um quase sussurro, como se doesse dizer cada uma daquelas palavras, e de certa forma doía. Mas eu sabia que precisava falar, por mais que fosse uma noticia mais do que inesperada, Chanyeol merecia saber o que havia acontecido tanto quanto eu, ou até mais. Só me partiu o coração vê-lo negar com a cabeça e sorrir fraco, também acariciando meu rosto.


— Ele foi para o hospital, até onde eu sei.


Apertei os olhos e parei de puxar sua bochecha depois de ouvir aquilo. Meus pés esfriavam gradativamente, e dessa vez nem era mais culpa da temperatura externa ou da minha burrice por não ter pego o cobertor elétrico antes de dormir, era uma coisa um pouco mais complicada, sentimental e inevitável: o frio que eu sentia era de nervosismo. E eu, como a ótima pessoa nervosa que sempre fui, acabei agarrando Chanyeol e derrubando o conteúdo todo de uma vez.


— Minha mãe disse que ele morreu. Não sei lidar com morte.


Não sei lidar com morte soou quase como um "me desculpe por não saber como dizer isso pra você", já que eu acabei ignorando o choque que ele levaria escutando aquilo. "Não sei lidar com morte" foi tudo o que eu consegui dizer sem tremular a voz, e então eu me calei. Chanyeol se calou. Congelou. Minha respiração ficou barulhenta a ponto de me dar agonia.


Eu não sei dizer se Chanyeol primeiro achou triste, chocante ou engraçado. Triste pela morte, chocante pela notícia, engraçado pela velocidade e voz na qual eu havia lhe dito aquilo. Eu só sei que ficamos quietos na cama, imóveis e por minha parte, bem desconfortáveis. Eu queria que ele dissesse algo para que aquele silencio sufocante terminasse logo, mas compreendia que ele ainda estava digerindo aquilo e, caramba, eu nem sabia quanto tempo ele poderia levar. Mas descobri que Park Chanyeol era bem mais forte para aceitar perdas do que eu, já que assim que se recuperou da notícia eu o escutei pigarrear, assim como senti seus braços me puxando para si conforme me encaixava perfeitamente em seu corpo.


Apertei o antebraço de Chanyeol e dei alguns tapinhas, torcendo para que ele não fosse tão emotivo quanto eu para que se recuperasse logo. Ele beijou o topo da minha cabeça e suspirou.


— Eu não sei o que dizer, eu realmente não tenho palavras suficientes para dizer o quanto eu sou grato a ele.  — ele começou, passando a mão pela minha nuca enquanto eu me acalmava. — Shh, fica calmo. Eu tenho certeza que onde quer que esteja, ele não gostaria de te ver chorando, Baekkie. — Chanyeol beijou o topo da minha cabeça. — Ele não gostaria de ver, assim como eu também não gosto. Agora olha pra mim.


Neguei com a cabeça.


— Não posso ficar chorando na sua frente, você vai pensar que eu sou um fracote.


— Não vou não. — Chanyeol respondeu em um tom tão manhoso quanto o meu, ao que fechei os olhos e fiz bico. — E já que você prefere assim, eu vou ter que tomar medidas drásticas. Agora, com licença...


Senti um arrepio percorrer meu corpo assim que Chanyeol passou as mãos pela minha cintura, sorrindo fraco antes de aproximar seus lábios quentes e cheinhos aos meus. O toque viera tão suave que por alguns instantes eu mantive os olhos abertos, analisando cada detalhe do que logo passou a formar um beijo de verdade. Eu quase podia jurar que sua língua era a coisa mais doce que eu já havia provado em toda a minha vida, e só não o fiz porque eu amo pudim e seria blasfêmia.


De qualquer forma, eu apreciei aquele beijo em cada movimento de sua língua contra a minha, em cada estalo, em cada toque bobo das mãos de Chanyeol, que as vezes pareciam conectadas a um imã na minha...


— Eu estou triste e você vêm e me apalpa.


— Desculpe.


Respirei fundo, engolindo de vez a vontade de chorar e encarando Chanyeol. Ele então sorriu fraco, mordeu minha bochecha e sentando na cama outra vez, só então notando o quão sujas estavam suas roupas, assim como as minhas. Em um flashback rápido para a noite passada lembrei de ter dormido sujo ao lado de Chanyeol, que estava ainda pior do que eu, com cheiro de mato e tudo. Minha metade limpinha chegou a tremer quando vi as meias dele ainda nos pés, e Chanyeol, que bem conhecia os meus hábitos, logo se desesperou, retirou a camisa e correu para o banheiro, voltando vestido com uma camisa minha que não fez a mínima diferença, já que também estava suja. Mas fingi que nada havia acontecido e lhe encarei, começando a remover minha camisa ainda deitado na cama. 


Chanyeol me olhou pelo canto dos olhos e coçou a cabeça quando comecei a remover a calça, mas não demorou muito para que ele ficasse sobre mim, encaixado entre as minhas pernas e trilhando beijos dos meus lábios até o meu pescoço.


— Agora você fica aqui e toma um banho, eu vou descer e preparar algo pra gente comer. — Chanyeol ditou baixinho ainda por cima de mim, ao que agarrei a barra de sua calça e desci seu zíper, ignorando a minha paranóia com sujeira e tentando fazê-lo ficar um pouco mais.


— O certo seria "pra você comer". — Sussurrei, mordendo seus lábios e prendendo as pernas em torno de sua cintura. Chanyeol arqueou uma sobrancelha e riu.


— Mas eu estou com fome.


— E eu sou uma delicia em forma de gente. - Enchi as bochechas de ar, fazendo Chanyeol rir enquanto sua calça ficava na altura dos joelhos, que naquele momento já estavam apoiados sobre a  cama. Seu corpo colava-se ao meu a ponto de me aquecer, e assim que senti suas mãos agarrarem a minha cintura eu soube que havíamos achado a primeira distração do dia.


— Se eu ficar com você, Baekhyun, você promete que não vai mais chorar?


— Posso fazer um esforço.


Fechei os olhos e me apoiei bem a Chanyeol assim que ele arrumou a postura e caminhou comigo no colo para o banheiro, entrando no box e terminando de tirar a roupa ali mesmo. Aproveitei aquele meio tempo para correr atrás da minha escova de dentes para mim e uma para ele — influências da minha paranóia — e assim que voltei senti minhas bochechas esquentarem, mesmo depois de apagar a luz do banheiro.


Ok, está certo que não era a minha primeira e não seria a última vez a ver meu namorado sem roupas, mas não importa quantas vezes aquilo ocorresse, eu sempre me sentia estranho, como se um milhão de borboletas dentro de mim não apenas se mexessem, mas arrebentassem as minhas paredes estomacais, sangue pra todo lado e pá. Chanyeol notou meu olhar congelado em si e sorriu, mexendo nos cabelos e tomando banho naturalmente.


Me aproximei e tirei minha roupa também, e ainda que estivesse um pouco desconfortável, Chanyeol fez o favor de piorar tudo com uma unica frase:


— eu vou dar banho em você.


Até arregalei os olhos.


— Eu sinto muito, mas eu não vou deixar você tocar em mim desse jeito. Não precisa. — Entreguei uma das escovas a Chanyeol e abracei meu corpo, escondendo a minha barriga, totalmente desconfortável, mas pelo menos fui sincero. Mesmo que eu amasse toca-lo e ser tocado, eu queria evitar ao máximo fazer isso sem roupas, pelo menos enquanto estivesse com a barriga mais mole que o normal.


Chanyeol riu de canto.


— Não precisa mas eu quero mimar você. Vem...


Mordi os lábios em nervosismo assim que Chanyeol agarrou a minha cintura, me fazendo lembrar do estado em que o meu corpo estava. Não que eu fosse paranóico de verdade, 100% pistola, mas depois de algum tempo botando a cara no sol eu percebi que havia subido de peso, e quem pagava pelos meus pecados eram os meus quadris e coxas — o que não era nada legal considerando também minha medíocre altura.


Tentei sair do box e esperar que ele tomasse banho primeiro mas ele simplesmente ignorou meu corpo duro a seu toque e me puxou mais para perto, me apertou, me beijou enquanto passava as mãos pelas minhas costas e me fez sentir solto o suficiente para aceitar seus toques delicados sobre a minha pele. Eu até mesmo estava gostando de ser tratado assim, de ouvir sua voz rente ao meu ouvido enquanto as mãos deslizavam por todo o meu corpo, me fazendo rir em alguns momentos, me sentindo uma criança.


A verdade é que eu me via como quem mandava na relação, então ser tratado como o mais "frágil" era estranho. Chanyeol era meu bebê e eu amava cuidá-lo, mas até que eu estava gostando de inverter os papéis. 


Ao fim daquele banho nós voltamos ao quarto para nos trocar. Vesti a primeira bermuda e camisa que encontrei pela frente e Chanyeol precisou se enfiar em uma das minhas calças de moletom, que por serem maiores em mim, lhe caíam perfeitas. Eu o via tão lindo que por alguns instantes me peguei distraído de tudo o que havia acontecido antes, admirando meu namorado. Chanyeol parecia tão lindo quando deitado na minha cama, tentando ler algo que havia escrito no meu notebook e se atrapalhando todo em busca de seus óculos. Ele me parecia incrível desde o momento em que se ofereceu outra vez para pegar algo para comermos até o momento em que atravessou a rua e foi até sua casa, voltando com o óculos de armação redonda no rosto e um sorriso radiante. Eu quase podia dizer que ele era perfeito, mas descobri que seu maior defeito era a rejeição por Kholat  — o que me ofendeu bastante quando descobri, mas segui firme.


Logo que descobri que meu namorado não gostava de jogos eu simplesmente lamentei muito, porque eu não deixaria meu amadinho e cor de rosa Yandere simulator para ficar lhe vendo editar coisas, então me deitei entre suas pernas, coloquei o notebook no colo e o obriguei a me assistir por longas horas até que meus dedos estivessem cansados de tudo. Ou quase tudo.


Afinal, cutucar Chanyeol assim que notei que estava adormecido me pareceu algo extremamente tentador.

 


XxX


Chanyeol.dorme.muito.meu.deus.do.ceu.


Eu já estava quase arrancando meus cabelos quando Kyungsoo me distraiu pelo Twitter, mandando suas típicas mensagens diretas e comentando coisas aleatórias, como saudades do colégio. Conversamos por algum tempo enquanto Chanyeol permanecia dormindo e agarrando a minha cintura, Kyungsoo até mesmo deu uma sugestão de como acordá-lo: "dá um tiro pra cima que ele levanta". 


Eu até pensei em aderir, mas os braços dele começaram a me apertar com mais força, e aquilo era tão bom...


Imagine um abraço da pessoa mais carinhosa do mundo e multiplique. 


Imagine um abraço da pessoa mais cheirosa do mundo e multiplique.


O de Chanyeol é ainda melhor. Só não é melhor do que um abraço meu, os os biscoitos de Kyungsoo nas aulas de economia doméstica.


Fechei os olhos e virei de barriga para baixo, deitando a cabeça no peito do meu namorado e escutando seu coração bater. Estava tão quieto la fora que o único som além do quarto era o que parecia a porta da frente sendo trancada, e a constatação de que meus pais estavam de saída veio quando meu celular notificou uma mensagem. 


Eu quase podia sentir as chamas atrás de mim quando liguei os pontos. Estávamos sozinhos em casa, Chanyeol estava dormindo e nós ainda tínhamos duas horas antes de anoitecer. Eu até mesmo cogitei acordá-lo com a boca quando escutei sua voz rouca murmurar algo, mas hesitei segundos depois, quando criei vergonha na cara. Vergonha na cara e uma surpresa mais do que inesperada. Nós havíamos tido um dia tão tranquilo que não poderia terminar bem, claro. Se fosse assim não seria eu, mesmo que aquela situação fosse a que eu menos esperasse.


Mesmo que aquela situação me parecesse impossível até Chanyeol começar a se remexer e chamar pelo nome que eu menos esperava que viesse de si enquanto dormia.

— Kyung...soo...


Notas Finais


Beijinhos e até a próxima!


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