História Meu vizinho (Imagine Suga) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Fluffy, Meu, Suga, Vizinho, Yoongi
Exibições 80
Palavras 2.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI AMORAS ^~^

TUDO BEM COM VCS?

HOJE VIM COM MAIS UM CAPITULO PRA VCS E ESPERO QUE GOSTEM

ME PERDOEM QUALQUER ERRO, POIS ESTOU ESCREVENDO PELO CELULAR

BOA LEITURA TE AMO VCS <3

Capítulo 2 - Gêmeas


Fanfic / Fanfiction Meu vizinho (Imagine Suga) - Capítulo 2 - Gêmeas

Sua altura decente é ok, então ok
Eu gosto de você assim tão tanto
O que fazer, o que eu faço?
Seus olhos brilhantes estão ok, então ok
Eu gosto tanto de você
Eu caí para o perfeito você

Strawberry milk - Ok

 

_______(Seu nome)

Depois de ter conhecido cada canto da casa, voltei para sala e vi uma coisa que me chamou atenção, era uma foto de quando eu era pequena, mais eu não estava sozinha, eu estava com 7 garotos, eu não lembrava daqueles garotos a não ser de Jimin, o fundo da foto indicava que estávamos em um parquinho, fiquei observando atentamente cada garoto da foto até que escutei o grito de minha madrasta, o que me fez tira a atenção do quadro e olhar para os lados tentando identificar de onde vinha o grito, minha madrasta gritava meu nome e ela parecia brava.

Notei que os gritos vinham do andar de cima, aonde ficavam os quartos, subi correndo antes que minha madrasta descesse para me dar um tapa.

Minha madrasta estava no corredor me olhando seria, assim que a olhei lembrei que eu cheguei e deixei tudo jogado no quarto, cocei a nuca e soltei um risinho sem graça

Não estou de brincadeiras ___, acabamos de nos mudar e você já chega jogando tudo? arrume isso já! e depois tome um banho e desça para jantar – ela disse friamente e logo saiu dali

Quando eu disse que meus pais, estariam se mudando para perto de Jimin, vocês devem ter pensado que eu estivesse com minha mãe, bem eu não estava com minha mãe,e nem estou, meus pais se divorciaram quando eu e Jimin ainda éramos crianças, meu pai havia se casado novamente no ano retrasado, eu chamei minha madrasta de mãe por um bom tempo mais...ela foi se mostrando muito ruim comigo do começo do ano pra cá, então parei completamente de a chamar de mãe, minha mãe de verdade era um amor de pessoa e morava no centro de Seul, eu não a visitava com frequência  por eu morar em Busan, mais agora ficaria bem melhor e eu a veria com mais frequência, meu pai era o melhor pai que alguém poderia ter, ele e minha mãe lutaram na justiça para ver quem, iria ficar com a minha guarda e a de Jimin, bem Jimin ficou com a mamãe e eu com Papai, meu pai sempre dedicou toda sua vida para cuidar de mim e me dar um bom ensino.

Agora eu estaria estudando em uma escola que fica ali por perto, eu não gostava muito de mudar de descola, não por ser anti social mais sim por deixar meus amigos da outra escola pra trás, agora eu teria que conviver com pessoas novas em lugar novo

Eu esperava ansiosamente para fazer 18 anos, e sair de perto da minha madrasta,eu queria ser independente.

Soltei um suspiro e entrei no quarto para arrumar minhas coisas, deixei tudo arrumado e peguei minha toalha para tomar um banho.

Entrei no banheiro, tirei a roupa e joguei no cesto de roupas sujas, liguei o registro em uma água morna e iniciei um banho rápido para não ouvir comentários como: Saia logo desse banho porque você não paga as contas da casa.

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Assim que vesti meu pijama,  peguei meu celular do carregador apaguei a luz do quarto antes de sair e assim que sai fechei a porta.

Desci para a cozinha mexendo no celular e assim que cheguei, afastei a cadeira da mesa ainda com atenção no celular, apenas meu pai estava na mesa junto a mim, como era meio tarde minha madrasta havia ido se deitar

Filha? – Meu pai chamou tentando dispersar a minha atenção do celular.

Ah – Tirei a atenção do aparelho e olhar para os lados, até que percebi que era meu pai que chamava –– Desculpe, papai. eu estava distraída

Tudo bem, filha. – ele sorriu – Encontrei alguém que não gosta do sobrenome Park, igual a você – ele riu.

Quem? – perguntei e soltei um riso, afinal sempre pensei que fosse eu só eu que não gostava do sobrenome Park.

Arin, ela não gosta nem um pouco de ser chamada de Park Arin – ele riu um pouco.

Isso porque ela ainda nem se casou com Jimin, imagine quando o sobrenome for colocado mesmo no nome dela – digo rindo – Eu acho o sobrenome bonito mais não gosto, Park ____, olha como isso fica esquisito no meu nome, eu queria ter o Kwon da mamãe

Vi ele ficar triste por eu ter falado em minha mãe, então tentei mudar de assunto para não ver ele triste

Papai...quem são os garotos que estão comigo na foto lá da sala, um deles eu sei que é o Jimin, mais...e os outros 6? – Perguntei pois realmente eu queria saber quem eles eram

Eles são as 7 pessoas a quem você deve a vida...eles eram crianças quando te salvaram – ele sorriu ao se lembrar

Me salvaram? de que? – perguntei já querendo me aprofundar no assunto

bem...você sempre foi uma garotinha muito curiosa, você tinha uns 5 anos e os garotos tinham 7, vocês estavam no parquinho brincando de jogar bola um para o outro, Jimin cuidava de você e muita das vezes jogava a bola bem baixinho pra você pegar,eles tinham muita paciência com você, neste dia eu estava sentado em um banco olhando vocês, eu não lembro o que aconteceu mais tive que deixar vocês por uns 10 minutos sozinhos, nesse meio tempo os meninos acabaram se distraindo e a bola rolou pra rua, como eles não estavam prestando atenção você foi pra rua pegar a bola, mais você não conseguiu ver um carro desgovernado que vinha em sua direção

Fiquei impressionada com o que ele contava e pedi para que ele continuasse

A hora que os meninos viram, o carro já estava quase em cima de você, Jimin entrou em desespero e não pensou duas vezes, ele saiu correndo para rua para tentar de alguma forma evitar que você fosse morta, os outros seis foram atrás um deles se jogou na sua frente te empurrando para calçada os outros gritavam para o carro parar mais o carro no parou já que o motorista estava bêbado, o garotinho que entrou na sua frente se machucou feio e os outros também já que estavam no meio da rua, mais o que te empurrou ficou com ferimentos mais graves

Meu deus..e eu? – perguntei

 você apenas ralou os joelhos e ficou com uma marca feia na coxa – ele contava me olhando – sabe quela marca que voce tem na coxa direita? aquela que você acha horrível e detesta? então...foi uma marca disso

Se o garoto não tivesse entrado na minha frente eu nem...estaria mais aqui – levantei um pouco o short do pijama vendo aquela marca – você sabe quem é essa garoto? sabe o nome dele? por onde ele anda? e os outros cinco?

Infelizmente não tenho memória boa, não lembro o nome de nenhum deles, e nem sei por onde anda o garotinho que entrou na sua frente, eu sei que ele era bem branquinho, e quase nem saia pra brincar por ser o mais sonolento da turma, ele adorava brincar com você, ele também era bem bonitinho, era uma belezinha de menino

Será que Jimin se lembra quem é? vou perguntar pra ele amanhã – digo determinada a tentar descobrir quem era o garotinho branco que havia entrado em minha frente

Faça isso, quem sabe ele lembra – meu pai disse colocando os pratos para jantar na mesa

Afirmei com a cabeça ainda impressionada pelo que papai tinha dito, como eu não me lembrava disso?

Comecei a jantar e conversava sobre diversas coisas com meu pai, fazia tempo que não conversávamos daquela forma

Vi o relógio da cozinha marcar dez para meia noite, e como tinha aula no dia seguinte me levantei da cadeira dei boa noite ao meu pai e subi para o quarto, ainda com a historia que ele havia me contado na cabeça

Dia seguinte...

As luzes fortes daquela manhã, agitavam meus olhos me fazendo resmungar coisas sem sentido algum. em minha falha tentativa de me livrar daquela luz que me impedia de novamente voltar a dormir, grunhi me virando para o lado esquerdo de minha cama, ao fazer isso meu corpo se enroscou em meu lençol roxo, me virei tentando de alguma forma me sentir confortável em minha cama.

Soltei um pequeno e fino grito ao senti o baque de meu corpo caindo no chão duro e frio, me xinguei mentalmente pela idiotice que eu tinha acabado de fazer.

Me levantei do chão com muito custo, a pouca vontade de levantar me fazia querer ficar ali e consolar o chão, que precisava de carinho.

Filha... – meu pai dava leves batidas na porta com a intenção de me acordar, porém eu já estava acordada e caminhava em direção ao banheiro em passos lentos, pois o sono ainda era presente em meu corpo

Entre, Papai. – disse com uma voz sonolenta

– Filha, você tem que ir para escola. já está na hora – meu pai alertou.

Vou só tomar um banho, rápido. – digo fechando a porta do banheiro que ficava dentro do meu quarto.

Não demore, filha. – meu pai disse dobrando os cobertores que eu havia derrubado no chão sem querer, a hora que cai. ele ria se perguntando como eu conseguia bagunças tanto.

Sou rápida – disse tirando minha peça de roupa e joguei dentro do cesto de roupa suja.

Depois de uns minutos que eu estava no banho, meu pai ainda estava no quarto terminado de arrumar minhas coisas, ele havia deixado meu uniforme na cama, dobrado e passado com meu perfume favorito, ele já havia recebido diversos elogios vindos de mim por conta disso.

____ agilize, não quero que se atrase. – novamente meu pai tornou a me chamar. eu passava o sabonete por meu corpo me limpando totalmente, havia agilizado meus atos já que ouvi meu pai me chamando, não queria chegar atrasada na escola

Pai? – chamei por ele.

Sim, filha. – meu pai respondeu pegando meus sapatos da caixa

Já terminei. – fiquei na ponta de meus pés enquanto me inclinava para fechar o chuveiro, assim que fechei passei a mão por meus braços molhados, tentando controlar o frio que eu sentia.

Tome – meu pai pegou a toalha branca e abriu a porta do banheiro em um tanto que a toalha passasse, já que ele queria me dar a toalha não me ver nua.

Peguei a toalha e fechei a porta, logo tratei de me secar, não suportava o frio que ali fazia, eu tentava o máximo não demorar, não queria que meu pai falasse outra vez que eu deveria ser rápida.

                                                                                           ------

Agora eu caminhava em direção ao pátio de minha nova escola, terminava de comer a maçã que meu pai havia me dado. fiquei incomodada com o uniforme daquela escola, a escola que eu estudava em Busan não tinha um uniforme como aquele, o uniforme da minha escola era uma saia, com uma blusa e uma gravatinha esquisita que estava quase me sufocando, as sapatilhas pretas e a meia branca.

Eu tinha detestado aquele uniforme, a saia era curta mais não muito ao ponto de mostrar aquela marca horrível que eu tinha na coxa.

Afrouxei um pouco o aperto daquela gravata e me sentei em um banco.

Gemi de dor quando sem querer mordi minha própria língua ao invés da maçã, fiquei ali observando as pessoas que estavam no pátio até que pouco afastados de mim, vi seis garotos e arregalei os olhos ao ver que um deles era Suga, meu vizinho que eu havia conhecido no dia anterior, me virei para lado e vi duas garotas se aproximando, eram fofas e andavam os braços entrelaçados, elas escutavam música no fone de ouvido, cada uma com um lado do fone, elas cantarolavam a música que tocava nos fones e eram igualzinhas, cocei os olhos para ver se ela isso que eu estava vendo, duas meninas iguais.

Elas se aproximaram de mim e me olharam dos pés a cabeça, uma delas tirou o fone e sorriu fofa acenando pra mim.

Oie, voce deve ser aluna nova, não é? me chamo Choa e essa daqui é minha irmã ,Way. – Choa disse olhando a irmã e logo sorriu – voce deve ter notado que somos gêmeas.

Como voce é burra,___. elas são gêmeas. pensei comigo e sorri para as duas pequenas garotinhas.

Sim...prazer em conhecer Choa e Way, voces são lindas sabiam? – me levantei sorrindo – me chamo ___, e sou nova aqui.

Obrigada, ____. seja bem vinda – as duas disseram juntas – Quantos anos voce tem? – uma delas perguntou, e eu não sabia quem, pois as duas eram iguais e dava pra confundir.

tenho 17 e voces? – perguntei admirando a fofura e beleza das duas

Uma unnie! – as duas falaram juntas novamente –– temos 16.

Que fofas – sorrio ao ver elas falarem juntas – como consigo saber, quem é Choa e quem é Way? – perguntei pois queria muito saber diferenciar as duas

Simples, eu uso um colar com a letra W, eu sou a Way. – ela me mostrou o colar – Choa usa um com a letra C – olhei o colar de Choa com atenção.

Ah sim, Okay, Way. – sorri e escutei um barulho alto e insuportável, assim que aquele barulho parou todos do pátio entraram nos corredores, aquele só podia ser o sinal.

Vamos ___! – Choa segurou em meu braço e saiu correndo me puxando, Way apenas nos seguia correndo.

Pra onde estamos indo? – perguntei com dificuldade na respiração pelo tanto que eu estava correndo

Para a sala de Aula! – as duas disseram parando aos poucos de correr – somos no primeiro ano C, e voce é do segundo ano B, voce é da sala de nossos amigos, acho que voce vai gostar de lá – Way disse parando em frente a porta onde estava escrito segundo ano B.

Aqui – Choa apontou para a porta aonde ainda entravam alguns alunos

Boa sorte aqui – Way disse sorrindo – nos vemos no intervalo, Unnie – elas acenaram e saíram saltitando pelo corredor.

Sorri fofa e respirei fundo antes de entrar na sala, e ao entrar olhei o fundo da sala onde estavam sentados os seis meninos do pátio, Suga estava dormindo na carteira e eu estava paralisada sabendo que iria estudar na mesma escola e sala que meu vizinho, suga.

Meio envergonhada andei até o único lugar vazio que havia na sala, todos estavam me olhando já que eu era nova.

Afastei a cadeira da mesa e me sentei, meu lugar era proximo ao lugar de Suga e de outro garoto , que era um dos seis, me virei para o lado vendo que aquele garotinho fofo, sorria pra mim. retribui o sorriso dele com vergonha e vi a professora entrando na sala

Me virei para frente e ouvia Suga resmungando por ter que copiar a materia que a professora passava no quadro, assim que me virei para o lado, Suga me reconheceu e acenou sorridente sussurrando um oi, para que a professora não ouvisse.

Acenei de volta e sorri voltando atenção para o caderno.

Enquanto copiava acabei batendo o braço na minha borracha que com o ato, acabou caindo no chão, suspirei ao reperar que ela havia caído e me abaixei para pega-la.

Assim que coloquei a mão na borracha, senti uma mão em cima da minha, levantei o olhar e vi que era Suga, soltei um sorrisinho sem graça e tirei minha mão deixando ele pegar a borracha.

Obrigada – peguei a borracha e sorri com vergonha.

De nada – ele sorriu e voltou a copiar

Voltei a copiar para ver se terminava logo a aquele texto, que parecia não ter fim.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


GOSTARAM?
ESPERO QUE SIM
OBRIGADA POR LER
E ATÉ A PRÓXIMA
SARANGHAE:3


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