História Meus Devaneios - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 7
Palavras 808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nem sei porquê estou postando isso aqui
Massss ok asdfghjkl


Baseado em uma história real

Capítulo 2 - Uma quase história de amor


 

Eu a conheci em um dia qualquer, ela estava com seu namorado e eu com os meus amigos. Ela veio cumprimentar um deles e ele a chamou para vir ficar com a gente qualquer dia, pois fazia tempo que eles não se viam. 

Então um dia ela veio ficar com a gente, e eu e ela conversamos e nos demos muito bem. Falamos sobre muitos assuntos e descobrimos muitas coisas em comum, como gosto musical, literário e várias outras coisas. Ela era mais velha, bem mais velha, apesar de não parecer nem de longe. 

Viramos grandes amigas, ela me fazia entrar em seu mundo, enquanto eu a permitia descobrir pequenas partes do meu. Eu sempre fui fechada, mas ela me abria. 

A amizade foi virando um pouco mais, eu já não sabia direito o que sentia. Era atração, eu a desejava. E sabia que ela pensava o mesmo. E então ela me beijou, e achei fofinha a reação dela após o ato. Ligou para seu melhor amigo e contou o que havia acontecido.

Ela ainda namorava, e mesmo assim nós ficávamos. 

Nossos amigos sabiam, e alguns desaprovavam por ela ser muito mais velha que eu, mas não ligávamos.

Eu não a amava, mas gostava dela e a admirava muito. 

Mas ela sempre foi daquelas que se apegava muito fácil. 

Os beijos eram incríveis, os momentos entre quatro paredes eram maravilhosos.

Ela exigia muito de mim. Queria que eu estivesse sempre lá, que eu demonstrasse mais. E eu queria demonstrar, queria estar lá. Mas era difícil pra mim, eu nunca soube lidar com sentimentos.

Ela já não namorava mais, ela era só minha. Mas eu não queria ser só dela. 

Então um dia nós discutimos, na frente de todo mundo. Começou por um motivo bobo, mas foi o suficiente pra ela jogar tudo na minha cara. 

Ela disse que eu era fria, distante e não sabia demonstrar nada. Disse que eu fazia descaso com as pessoas. 

E então ela parou de falar comigo. 

Eu fiquei bem, afinal eu não sentia algo tão grande por ela, pelo menos eu me convencia que não.

Ela falava de mim pelas costas, dizia que eu era infantil e eu ria, já que a infantil era ela. E era ainda mais engraçado, porque eu agia com mais maturidade que ela. 

Então um dia nós nos resolvemos. Esclarecemos tudo que tinha de ser esclarecido. 

Mas eu descobri que ela estava ficando com um garoto um pouco mais velho que eu, mas não tanto. Ele era da minha escola. 

Eu odiava esse garoto com todas as minhas forças. Eu encontrava qualquer desculpinha para dizer que sentia nojo dele. Ciúmes dela? Claro que não! 

Nós saímos juntas e ela não parava de falar dele. Só falava nele e isso me dava nos nervos! O que esse garoto tinha de tão especial? 

Nós saiamos pra beber, e ficávamos só depois de beber bastante. Eu e ela não conseguíamos nos beijar antes de ficarmos bêbadas. E isso se repetiu por meses. Uma música que definiria esses momentos é Why'd you only call me when you're high dos Arctic Monkeys, já que toda vez que eu ouvia essa música, eu pensava nela.

Ela começou a gostar mais desse garoto, mas dizia que me amava. Ela até me pediu em namoro, acreditam? E eu uso a droga do anel até hoje. 

Mas eu comecei a namorar um outro menino. No começo era mais pra enganar a minha mãe, eu não gostava realmente dele. E ele era nosso amigo e sabia da nossa situação, mas gostava de mim ainda assim. 

Um dia estávamos todos no RPG, e ela saiu chorando após conversar com aquele garoto que ela gostava. A esse ponto, eu e ele já éramos amigos e eu não o odiava mais. 

Eu fui atrás dela, saber se estava bem e ela disse algo que partiu o meu coração, rim sei lá onde ficam as drogas dos sentimentos. 

"Eu o amo como jamais amei alguém" 

Eu a abracei, e disse que ia ficar tudo bem. 

Mas eu estava destruída. 

Aos poucos eu consegui me livrar do que eu sentia por ela, e hoje só consigo sentir pena. Pois ele pisa nela, maltrata, diz que não quer nada com ela. Ela chora e diz que não vai desistir dele. Afinal, ela o ama como jamais amou alguém. 

Ela sempre foi daquelas que se apegava muito fácil. 

Hoje eu amo o garoto que namoro, e eu realmente o amo como jamais amei alguém. Ele me faz feliz, como ela nunca tentou fazer. 
 

Nós continuamos amigas, mas não é como antes.

Ela ainda tenta me guardar como um troféu em sua estante. 

E eu ainda uso o anel que ela me deu. Não por um valor sentimental ou algo assim, mas sim porquê é um belo anel e seria um desperdício não usar. 
 

 

:)


Notas Finais


Ainda não sei porquê postei isso aqui


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