História Meus dias comuns - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Personagens CUL, Gumi Megpoid, Kaito, Len Kagamine, MAYU, Miku Hatsune, Mikuo Hatsune, Ring Suzune, SF-A2 Miki, Tonio
Tags Amizade, Amizade Na Escola, Comedia, Drama, Gablychan, Gumi, Kagamine, Len, Megpoid, Mikaito, Miku X Kaito, Romance, Vida Escolar
Visualizações 106
Palavras 1.959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEY! CHEGUEI ATRASADA, MAS CHEGUEI!
E estamos a 4 dias para o fim da Semana Mikaito! :3 Já que eu faltei um e vou ter que estender até terça. ¬u¬ kukuku'

Através das enquetes, eu percebi que praticamente 97% das pessoas que me acompanham ou curtem Lenku ou curtem Mikaito. Eu sou super justa com os leitores de Lenku, afinal, eu posto várias fanfics! Tem mais atualização em Lenku que em Mikaito; mas durante essa semana, eu notei que eu tenho meus leitores que curtem Mikaito, e pelo amor doido que eu estou por Lenku, acabei me esquecendo completamente desse pessoal, até sentindo falta de alguns pelos comentários.

Então, com carinho, eu posto mais uma fanfic Mikaito! Trarei outras Semanas Mikaito (MDS, PARA DE FALAR MIKAITO, KCT ;O;), enfim... kkkk' Trarei outras semanas como esta! Para me dedicar a shipps mais "esquecidos", digamos. Terei que fazer com RinLen, Gumi x Gumiya e Miku x Mikuo (;u;), para ser justa! u3u

(Agora, relendo essa bagaça que eu tô escrevendo, tô vendo que eu tô ferrada! ;^;)

Mas então!
Curtam essa fic! ^^ <3

AVISO:

* Não aceito plágios! Caso encontrem fanfics parecidas demais, peço que entre em contato comigo por MP para que eu possa resolver. :3 Plágio é CRIME e não deve ser apoiado. Sei que vocês já estão cansados dessa ladainha (que de ladainha não tem nada) de que "plágio é feio e blá-blá-bla", mas esse quesito deve ser destacado! E não é só para mim que vocês devem avisar. Caso leiam uma história, e encontrem uma cópia dela pelo site, você deve contar ao autor original, a pessoa que postou primeiro.

* Como eu disse, essa fic é Mikaito! Sei que eu venho postando muito Lenku ultimamente, mas também quero dar destaque a esse shipp que eu amo de paixão.

* Imagens adquiridas na internet e editadas por mim, sem comprometimento, apenas para enfeitar.

* E é aquilo que vocês sabem, capítulos sairão quando der! :P

CHEGA DE DELONGAR!
BOA LEITURA~ ><

Capítulo 1 - Sonho


Fanfic / Fanfiction Meus dias comuns - Capítulo 1 - Sonho

Tudo começou com um sonho...

Oh, quão clichê isso poderia ser?

Eu podia ver a igreja lotada. Meus amigos do fundamental, meus pais e claro, meu noivo, estavam ali. O rosto dele era sempre tampado pela luz do sol que entrava no lugar, entretanto, eu podia ver os ombros largos e um pouco do sorriso gentil que fazia meu coração disparar loucamente.

Apesar de ser só um sonho, quando suas mãos tocavam as minhas, eu podia sentir um calor confortável. Sentimento que me fazia querer saber logo quem ele era e o que exatamente eu sentia por ele, o porquê de estarmos nos casando. Seria um sonho premonitório?

Hatsune... Eu te amo.

De repente, a luz cessou, como se tivesse sido apagada por um interruptor.

Assustei-me ao ver o rosto do meu suposto noivo; os cabelos azulados e desgrenhados, o sorriso bobo e os óculos fundo de garrafa.

Estava diante de Shion Kaito, um garoto estranho da minha classe que vive sofrendo bullying. Ele estava sempre sentado em seu lugar, rabiscando algo no caderno ou ouvindo música; eu nunca tinha nem sequer reparado nele daquela forma. Bom, apenas uma vez, quando tivemos uma gincana esportiva e ele parou a corrida – prejudicando seu grupo – para me ajudar quando eu caí.

Não trocou palavras comigo, apenas me ajudou a levantar e voltou a correr.

Apesar de não ser lá muito bonito, ele me pareceu realmente incrível naquele momento.    

 

POW!

 

Só senti algo muito forte bater em minha nuca e levantei a cabeça no susto. Minha cara de sono – que mais parecia uma expressão de ressaca – não passou batida pela professora de matemática, Tsukushi Cul, uma bela mulher de longos cabelos vermelhos e corpo de dar inveja. Porém, sua cara era amarga.

Mulher amargurada!

Ela segurava firmemente um livro enrolado, que provavelmente usou para me acertar enquanto eu dormia sobre a carteira. Olhei à volta e todos me olhavam risonhos, inclusive minhas amigas, Miki e Mayu – que estavam em carteiras mais distantes. Kaito até olhou por um minuto, mas depois voltou ao seu caderno.

— Bonito, Hatsune-san! Para estar dormindo em minha classe, a senhorita certamente estudou muito para a prova que vai acontecer em uma semana.

“P-Prova?”, pensei em desespero, apesar de mostrar um sorriso descarado para a professora. Rapidamente, pensei em uma resposta, ainda sorrindo por não saber mais que expressão fazer:

— Claro! Claro! Aquela prova! Estava até pensando nela, a prova... — respondi rindo e a classe riu junto comigo; Cul continuou séria.

— Que isso não se repita, Hatsune — ela rebateu com uma expressão severa, desenrolando o livro e voltando para a frente da classe, o que me fez suspirar de alívio.

Ajeitei-me na cadeira, bocejando e olhando para os livros que estava sobre minha mesa. Sério, matemática era um verdadeiro tédio! Eu não entendia nada, era como uma aula de filosofia sobre a essência que uma cadeira tem. Aqueles símbolos e formas... Para mim, era mais um alfabeto grego.

Ao término de aula, a professora me surpreendeu com uma pilha de papéis gigantesca. Olhei para ela e para a pilha, não acreditando que aquela filha de uma cachorra prenha me faria trabalhar após uma aula tediosa como aquela; todos já desciam para o intervalo, e Miki e Mayu me esperavam na porta da sala. Ambas olhavam para mim e para a professora com expressões curiosas.

— Leve até a sala dos professores para mim, isso é por dormir na minha aula — ela disse com um sorriso sádico, saindo da sala e fazendo aquele “toc-toc” irritante dos sapatos altos a cada passo.

— Hu. Sabia que não ia sair de graça — Miki dá de ombros, rindo.

— A Senhora Tsukushi gosta de pegar pesado com você, Miku — Mayu ria também.

Já tinha lágrimas em meus olhos...

— Ela uma tirana! Tirana! Vocês vão me ajudar, né — virei-me para concluir a pergunta, mas as duas não estavam mais na porta, provavelmente por deduzirem que eu pedira ajuda — Traíras!

***

Aqueles papéis faziam meus braços doerem; eu nem conseguia ver o caminho sem ter que desviar a cabeça da pilha. “Um corredor com tantos caras fortes, mas ninguém me ajuda”, choraminguei, e foi nesse momento que um mal educado esbarrou em mim com força, sem se importar em se desculpar – e talvez ajudar uma jovem e bela donzela com aquela pilha horrenda de folhas. Depois tomar de volta o equilíbrio, virei-me com cautela, vendo o rapaz loiro de costas, que estava com as mãos dentro dos bolsos e chutando tudo que via pela frente.

— Presta atenção, idiota! Punk! — reclamei, mas ele já estava longe.

“Há. Ainda bem, porque ele podia acabar comigo”, pensei com um sorriso de alívio, tomando meu caminho de volta para a sala dos professores. Com certeza aquela sadista estaria me esperando com aquele sorriso de vitória e comendo algo delicioso (podia até ouvir meu estômago roncar).

No andar térreo do colégio, encontrei a sala dos professores. Finalmente! Descer escadas com aquela coisa não era tarefa fácil. Tentei soltar as folhas para arrastar a porta e abrir passagem, mas quando eu tirava um dos braços, a pilha voltava a desequilibrar-se e eu tinha que voltar com ele para segurá-la novamente.

“D-Droga”, pensei frustrada.

Tentei com os joelhos, eles escorregavam.

Depois, com o bumbum, mas ele deslizava na madeira.

Bati o pé, enfurecida.

— Merda! Será possível?! Eles fazem o que com isso? Passam vaselina?! — perguntei, me referindo à porta que se recusava em me ajudar.

— Ah... Com licença — uma mão pálida arrastou a porta —, v-você estava precisando de ajuda, né? — a voz gentil me fez virar-me emocionada em direção de uma garota.

E eu a conhecia:

Megpoid Gumi, ex representante de classe – agora vice – da minha turma; ela acabou sendo rejeitada por ser muito tímida e não conseguir organizar os eventos. Também não a via muito com pessoas pelo colégio, também nunca tinha tentado me aproximar dela. Eu estava em uma zona de conforto junto às minhas amigas, por isso quase nunca pensava em correr atrás de outros pelo colégio.

— Ah! Obrigada, Megpoid-san!

Ela esboçou um pequeno sorriso, escondendo os olhos na franja. Disse um breve “não há de quê”, mas bem baixinho, depois saiu correndo. Assisti-a um pouco antes de entrar. “Realmente, muito tímida”, pensei enquanto entrava e, como imaginei, a bendita sádica estava sentada em uma mesa larga – com pequenas divisórias entre os professores –, comendo um sanduíche e conversando com mais duas professores aleatórias.

Aproximei-me.

— Aqui está! — coloquei a pilha com força sobre a mesa e a vi me encarar com um sorriso vitorioso. Essa mulher me irritava profundamente!

— Obrigada, Hatsune-san!

— De nada — respondi com uma expressão de desgosto.

— Estude para a prova, ok?

— Tá — respondi quase que ignorando-a, saindo da sala.

Finalmente podia esticar os meus braços. Tudo o que eu queria naquele momento era subir até a minha sala e comer do meu lanche. Com certeza, aquelas traidoras (Miki e Mayu) estariam lá também. Apressei meus passos, mas os desacelerei quando vi algo que chamou a minha atenção; bem, era uma cena bem corriqueira:

Mais um cara esbarrando Shion Kaito contra a parede. As pessoas que passavam no corredor no momento olhavam de relance, mas não faziam nada para ajudar. Fui desacelerando mais e mais os passos, olhando para os dois; Kaito estava de joelhos no chão, catando as folhas de papel que provavelmente foram derrubadas pelo rapaz de cabelos negros que ria da cara dele.

Não ia fazer nada, mas... Quando o vi pisar na mão do Shion, me estressei:

— Ei! — berrei e o cara me olhou, irritado.

— Que é?

Aproximei-me de ambos.

— Pare com isso! Que chato, o que ele fez para você?

— Se ficar se metendo, vai acabar sobrando para você!

— Uh-hum. Conhece o diretor desse colégio?

Hein?! — perguntou com um tom irritado, como se fosse me bater.

— Ele é o meu pai.

— Hum! Está blefando — riu, sem dar importância.

— Quer testar a minha paciência? Podemos resolver. Eu, você e o meu pai.

Ele deu um risinho, forçando valentia.

— De qualquer jeito, eu não gosto de bater em mulheres — falou, dando de ombros e passando por mim, encarei-o firmemente até não vê-lo mais pelo corredor. Bem, vi alguns alunos cochichando, provavelmente isso seria o assunto do colégio por alguns dias. Por fim, olho para baixo.

Kaito estava de cabeça baixa, catando suas coisas. Era um mero caderno que estava desfolhado. Juntei-me a ele, ajudando-o a catar as folhas, meus olhos acabam batendo sem querer em um desenho de um personagem de anime. “Kazu”, era um anime de fantasia sobre um garoto – Kazuhiro – que se perdia em um mundo onde criaturas e seres humanos viviam em harmonia.

Normalmente, eu não assistia muitos animes, mas gostava de Kazu! Pela ação e o romance fofo entre ele e a garota elfa.

Assustado por eu estar assistindo seu desenho – muito bem feito, inclusive –, Kaito o tomou da minha mão; olhei assustada para ele, mas o Shion não olhava nos meus olhos. Não conseguia ver bem seu rosto com aqueles óculos enormes, isso me frustrava. Mas, olhá-lo assim tão de pertinho, fazia-me lembrar do sonho que tive durante a aula.

— Você assiste Kazu, Shion-kun? — perguntei e ele me olhou meio tímido. Concordou com a cabeça enquanto nos levantávamos, me fazendo sorrir. — Legal, eu-

— Eu preciso ir. Obrigado.

Foi a primeira vez que eu ouvi sua voz; ele disse isso e saiu andando em passos rápidos, abraçando as coisas que tinha derrubado antes. Fiquei um pouco triste por algum motivo, pensei que nos daríamos bem e que iríamos começar a conversar sobre o tal anime.

— Ainda assim, conversar com ele é meio... — falei sozinha, olhando na direção em que o Shion tinha acabado de sair.

“Hatsune... Eu te amo”, lembrei-me do sonho novamente, corando. “Bem, foi só um sonho, não significa que ele seja assim”, pensei, rindo e voltando ao caminho para a minha sala. “Pensando bem, a voz dele me é familiar”, estranhei por ter certeza que já tinha ouvido aquela voz; mesmo que ele tenha dito baixinho, sem um pingo de firmeza, aquele tom me era familiar demais!

Depois passar pelas escadarias e chegar à porta da sala:

“[...]Miku...” — ouvir meu nome me fez parar atrás da parede. Eram Miki e Mayu conversando; ri um pouco, já que eu queria pegá-las no flagra fazendo alguma fofoca de mim. — “Ah! Não aguento mais essa garota.”

— Nem me fale! — Miki respondeu. — Ela é muito tonta, e quase sempre nos faz passar vergonha com os professores! Devíamos nos afastar, senão as pessoas vão achar que somos idiotas como ela.

Do jeito que ela é bebê chorona e carente, bem capaz de implorar pela nossa amizade!

— Né?! — Miki dá gargalhadas junto de Mayu.

Paralisei e elas continuaram a brincar com o meu nome de forma cruel; quando senti que as lágrimas queriam descer, engoli o choro. “Tudo bem, essas coisas sempre aconteceram comigo”, pensei. “Não é agora que vai ser diferente, não é?”, toco na porta, tomando coragem para abri-la.

Eu tinha uma personalidade diferente das outras garotas: não me interessava pelo popular ou falava de músicas que estavam em alta. Gostava de games de vários tipos e outras coisas relacionadas com o mundo geek, por isso era considerada meio boba ou infantil para as demais pessoas à minha volta. Às vezes, até mesmo para os meus próprios pais.

Respirei fundo e passei pela porta, Miki e Mayu me encararam um tanto assustadas, mas logo colocaram sorrisos bobos em seus rostos.

— Nossa, maria-chiquinha! Você demorou! — Miki comentou.

— A Senhora Tsukushi pegou no seu pé de novo, né? — Mayu perguntou.

— É, né? Como sempre! — disse, rindo e indo até a minha mesa. Sentei-me e escondi minha cabeça entre os braços, não queria olhar para ninguém.

Miki e Mayu não perguntaram o porquê da minha indiferença.

Para elas, eu sou apenas uma boba.

Um estorvo.    


Notas Finais


AIIII! Depois dessa semana, irei hibernar. ;^; Fala sério!
Kkkk Espero que tenham gostado!

UM KISSUZÃO BEM GRANDÃO nas sobrancelhas esquerdas de ocês! *3*

Inté os próximos capítulos.


Qual será o segredo que Kaito tem escondido.........? ¬u¬


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