História Meus Maiores Heróis - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Clichê, Colegial, Comedia, Drama, Ficção, Romance, Sobrenatural, Super Poder
Visualizações 5
Palavras 1.502
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Suspense
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 31 - 28: Errado? NÃO!


Depois da aula Jack foi visitar Rene.
Ele se sentou na cadeira que fica embaixo da janela. Ela olhou para ele.

- Ela foi a aula hoje — Disse ele a ela.

- Pensei que ela teria ido embora.

- Eu também. Eu não sei mais o que ela tem de valioso aqui.

- E o Yan, ele ficou sabendo de tudo?

- Não, nenhum de tem contato com ele, só a Psi.

- Ela foi embora não foi? — Ela parecia chateada.

- Foi.

- Eu... Eu não sei o que essa garota tem contra mim! Eu nunca fiz nada pra ela, e mesmo assim... — Rene foi interrompida por Jack.

- Calma Rene, ninguém sabe o que ela tem contra você. Ela sempre tem seus próprios propósitos, por isso ninguém sabe porque ela colocou a Katerin na escola.

- Ela colocou a Katerin na escola?

- Sim, o Frank disse que teve uma conversa com ela, e ela disse que ajudou a Katerin a entrar na escola. Provavelmente forjou um nome, e usou de sua influência na diretora para colocar ela lá dentro.

- Essa garota é... Horrível! — Exclamou Rene.

- E o pior de tudo é que ela nem mesmo aparece para falar sua versão da história, ela simplesmente sumiu!

- Isso tudo é por minha culpa, ela me odeia! Tudo isso porque você terminou com a Sofi pra ficar comigo!

-É...eu acho que a Psi não consegue entender que o meu relacionamento com a Sofi nunca foi perfeito, e que mesmo se você não tivesse aparecido, não teria durado por muito mais tempo, então... Fico feliz de você ter aparecido.

Rene corou e agradeceu. Jack se levantou da cadeira foi até ela, lhe dando um beijo.

                             ****

Enquanto Jack foi visitar Rene, Frank e Lilan, foram visitar outra pessoa.
Eles chegam a porta e tocam a campainha.

Eles ouvem passos, e pouco tempo depois alguém abre a porta. Ele era um garoto de 13 anos, tinha cabelos pequenos, era pardo, e tinha olhos verdes.

- Vocês? — Diz ele.

- Nós precisamos falar com você. — Frank iniciou.

- Entrem, meu pai não está em casa, então é melhor para conversarmos.

Eles entram, e se sentam no sofá.

- Gostariam de alguma coisa?

- Thomás você tem algum contato com o Yan? — Pergunta Lilan a ele.

- O Yan? Mais é claro que não.

- Do jeito que você fala nem parece que são irmãos — Frank revirou os olhos.

- Somos irmãos, mas não somos grudados. O Yan é um adulto, irresponsável mais adulto. Ele nunca me disse nada da vida dele.

- Nem sobre a Katerin? — perguntou Frank.

- Quem é Katerin? E outra ficante? — Ele suspirou alto — Quando ele vai parar com essa mania?

- Para uma criança de 13 anos você é bem maduro. — Lilan parecia impressionada.

- Tem que ser, quando seu pai fica mais no trabalho que em casa, e seu irmão é um imprestável que não sabe fazer outra coisa sem ser ficar com mulher — Exclama Thomás.

- Você não notou nenhuma mudança no Yan desses tempos pra cá?

- Mudança? — Ele parecia surpreso diante da pergunta da garota.

- É, ele não ficou mais responsável ou mais carinhoso? — Frank estava curioso.

- Comigo? O último carinho que eu recebi do Yan foi quando eu tinha 5 anos e cai do balanço.

- Nossa... Eu não imaginava que a relação de vocês fosse tão complicada

-Sabe como é, coisa de irmão — Disse Thomás

- É, eu sei —  Lilan riu.

- É melhor nós irmos embora, já que você não pode nos ajudar — Disse Frank se levantando.

- Não posso, mas... Por que vocês querem tanto assim entrar em contato com o Yan?

- Nós precisamos...—Lilan olhou para Frank — Resolver alguns
problemas.

O celular de Thomas toca, mas ele só atende depois que os dois vão embora.

- Eae Irmãozinho como você está?

- Bem — Thomas trancava a porta.

- Estou com muita saudade de você! e o papai está?

- Ele está dormindo.

-E a Katerin? Sabe me dizer se ela está bem?

-Tá sim, ela acabou de sair daqui com os seus amigos; sabe aqueles dois que moram juntos.

-Sei! A Lilan e o Frank. E eles não moram mais juntos. Você passou o meu novo número pra eles?

- Passei, mas parece que alguns não tem mais telefone e outros não tem crédito, enfim, se tiver qualquer coisa pra falar pra eles pode deixar que eu falo.

- Tá...Vou ter que voltar a treinar, a gente se fala depois.

- Tá, se cuida.

- Você também.

Thomás desliga o celular.

- Você é tão inocente Yan —  Diz a sí mesmo.

Thomás calmamente foi até o banheiro, tirou do bolso o celular de Frank que pegou escondido, e jogou na privada.

- Menos um. — Ele disse enquanto via o celular se encharcar de água.

                          ****

Eles estavam ficando próximos demais, e aquilo era estranho.

Macki ainda tentava descobrir as coisas por trás de Jane, e não entendia completamente o porque de ela ter feito aquilo.
Ele esperou que ela voltasse a se vestir, se virando, a vendo prender os cabelos.

-Você escutou o que eu te disse?

Ele cuspiu a água.

- Não sei do que está falando.

Ela arqueou uma sobrancelha.

Ela claramente não tinha perguntado sobre aquilo, mas teve a leve sensação de que ele tinha escutado.
Ele não podia consertar a situação, e naquele ponto, ele não queria consertar.

- Posso dar um palpite, sobre você.

- Qual é o seu palpite?  — Ela perguntou, tendo esperanças de que ele não acerta-se.

- O meu? —  Ele fingiu pensar — Que você é filha de alguém do FBI. Eles estavam estudando como " Raptar" a Psi, e você como boa filha, apenas se voluntáriou. Sua missão era arrumar um romance com algum de nós, e com isso digo eu ou o Yan; porém o Yan nunca foi fácil, e eu... Sempre fui...Como posso dizer?

- Necessitado por amor? — Ela brincou.

- Exatamente! — Ele sorria — Eu descobri o seu plano, agora vai me matar?

- É exatamente isso que deveria fazer.

Macki se aproximou de Jane, não se importando com o fato de ela estar se afastando.

- Eu tenho uma queda por garotas perigosas. — Ele disse baixo, quase como um sussurou.

- O que você quer?

- Eu? Uma troca justa.

- Você não está na posição de trocar algo —Ele mantinha um sorriso no rosto, e isso irritava Jane. Ela se rendeu —  Diz logo, o que você quer.

- Quero que seja sincera com o August. Não faça ele de idiota.

- E ai o quê? Vai ficar comigo?  Você não sabe nada sobre mim.

- Então talvez esteja na hora de conhecer.

Entre tantas outras regras de se ser um agente, existem 3 que são as fundamentais, fora é claro não revelar nunca a sua identidade. Elas são:

1° Não se apaixone pela laranja.

2° Não aceite a vida como se fosse a sua.

3° Não crie afeto pelo alvo.

Jane tinha quebrado as 3, e outras tantas existentes.

Porém esquivou do beijo de Macki.

Sua consciência não poderia ficar mais pesada ainda. Ela não merecia August, por isso não faria da situação pior de que era.

Assim que bateu a porta da enfermaria deu de cara com o garoto, que deu um passo para trás assim que ela saiu.

- Aug...— Ele a cortou, a entregando os livros que tinha pegado emprestado, se virando — Espera!

Ele se virou, lembrando de algo.

Então voltou, tirando a aliança de namoro, a devolvendo.

- Não precisa me explicar — Ele sorria — Estava esperando que isso acontecesse. Gosto dos dois juntos, mais do que nos dois.

Ela não estava entendendo.

- Nunca foi amor Jane, e você sabe disso. "Namorados" era apenas uma faixa. Você me mantinha como seu namorado para seus superiores não desconfiarem de você, e eu como uma maneira de meus pais não pensarem que eu era gay só por nunca ter namorado ninguém. E por não pensar nisso, querendo cuidar de mim.
Faça o que quiser. Obrigado por ter mantido isso por quanto tempo pôde. Meus pais não vão mais pegar no meu pé, mas se quiser continuar essa mentira, eu fingo que estou com você, e enquanto isso fica com ele.

Ela queria chorar, mas ao invés disso o deu um abraço.

- Faria isso?

- Faria se ainda fosse nos meus jantares de família. Minha mãe faz a melhor macarronada, mas fala demais.

Suas mãos tocaram as dele, as apertando. Nesse ponto Macki também estava na porta.

- Até mais amor. — Ele olhou para Macki — Desculpa, estava brincando.

Macki revirou os olhos.

E eles o observaram ir, dando um grito, parecendo se sentir livre. Estava livre das neuras dela, e se suas reclamações. Estava livre! Poderia ficar quanto tempo conseguisse em seu mundo preferido, não precisando aguentar os olhares que ela o lançava cada vez que aparecia com uma olheira.

"Macki leve! Seja feliz com ela! Adoro os dois juntos!", sentiu vontade de dizer isso, mas não disse. 


Notas Finais


Vejos vocês no próximo? Espero que sim.
Tenham paciência com a tia, que ela vai postando os capítulos quando sempre que der.😊


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...