História Mi angél de la guarda - Capítulo 10


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Matteo, Simón
Tags Gastina Romance, Lutteo, Simbar
Exibições 521
Palavras 619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Magia, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey mis angels! Como estan? Espero que super, super, super bién!!!
Ta parei de falar en español!
Mas enfim, voltei com outro capítulo pra vocês! Espero que gostem.
Vou responder o comentários de vcs do capítulo anterior já já.
Boa leitura, se lembrar de falar mais alguma coisa deixo nas notas finais
Besos, Angels!

Capítulo 10 - Memórias


Fanfic / Fanfiction Mi angél de la guarda - Capítulo 10 - Memórias

Luna Valente

  Cada toque que Matteo me dava sentinha meus pelos se levantarem, mas por incrível que pareça eu estava gostando.

Meu subconsciente me avisa quer era errado, muito errado, mas não pude evitar me entregar aquela sensação nova e diferente, que por sinal era incrível.

Podia sentir a pele quente de seu abdomem roçando em minha barriga através de meu vestido de seda.

Matteo me pega de surpresa quando me beija. Seus lábios eram quentes e tinham sabor, acho que era da bebida que havia tomado mais cedo na festa, tinha o gosto de uma frutinha familiar, que se não me engano era de cereja. Wow, como eles fazem essa frutinha virar uma bebida. Isso eu realmente queria saber.

Ele se afasta de mim ofegante, e noto seus olhos se esforçando para abrir. Quase me desespero quando ele levanta o olhar para meu rosto.

Tapo seus olhos com a mão imediatamente. Ele não pode me ver, não posso perder meu protgido, já coloquei tudo a perder ao "interagir" com ele dessa maneira.

—Hey, porque está fazendo isso? — Ele me pergunta se atrapalhando com as palavras.

—É... não pode me ver. — Não
consigo achar argumentos.

—Claro que posso, tira a droga da mão da minha cara! — Ele diz com grosseria. Ele tenta tirar minhas mãos, mas não consegue. — Luna quer parar, deixe eu pelo menos te ver poxa.

Engulo em seco. Ele não entende, ele não podia nem estar falando comigo, quanto mais me ver.

—Por favor, pare. Não pode me ver, sei que não entende apenas pare ok?
Digo a ele. Contudo não é o suficiente, ele quase consegue tirar minha mão, porém quando ele está prestes a fazer isso o beijo de novo.

O que é que deu na minha cabeça para fazer isso? Céus de alguém descobre, mas aquele era o único jeito dele desistir. Ele envolve suas mãos em minha cintura e aperta a mesma.

Me assusto com isso, mas não paro. O choque de sua língua com a minha é maravilhosa. Ele se afasta novamente com os olhos fechados, e agradeço por isso.

—Não tento mais te olhar, prometo. — Suas palavras me surpreendem e fico aliviada. — Com uma condição.

Estava bom demais para ser verdade.

—Qual? — Pergunto receosa.

—Durma comigo. — Ele me diz e quase morro ( mesmo sendo impossível).

—Que? — Gaguejo. Isso não pode ocorrer, não entre nós.

—No sentido literal. — Matteo ri. Suspiro em alívio e concordo.

Já tinha um plano formulado em minha mente. Assim que ele dormisse saíria de seus braços, o guardando à uma certa distância para que não perceba minha presença.

E foi exatamente assim que aconteceu, ele dormiu e me afastei um pouco dele.

Matteo parece um anjo dormindo.

Matteo Balsano

Acordo com uma dor de cabeça insuportável. Me sento na cama precionando minha testa, e fechando os olhos com força.

Noto que estou no meu quarto, como cheguei aqui? E porque estou sem camisa?

Minha cabeça lateja com as lembranças da noite passada, antes de ficar completamente bebâdo. Logo após vem memórias de quando estava um pouco sóbrio, estava beijando uma garota, cujo o rosto não me lembro.

Acho que seu nome era Luna. Mas que era ela? Nunca ouvia falar nesse nome, e isso era estranho. Olho no relógio e já se passa das uma da tarde.

Mando uma mensagen para o Agus, antes de me dirigir ao banheiro e tomar um banho gelado.

A temperatura da água me lembra os lábios daquela garota, que agora não abandona meus pensamentos. Francamente, o que deu em mim? Matteo Balsano nunca ficou assim e nunca ficará!

Sacudo a cabeça para afastar esses pensamentos, e continuo meu banho.



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