História Mi angél de la guarda - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Matteo, Simón
Tags Gastina Romance, Lutteo, Simbar
Exibições 274
Palavras 1.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Magia, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Como o prometido!
Antes do almoço!
Acho que esse capítulo é o que vocêz vão gostar mais kkkk
Não surtem, leitora preciosas.
Vou parar por aqui se não vou acabar dando spoilers kkkkkk
Boa leitura anjinhos ♥♥

Capítulo 9 - Desejo incontrolável


Fanfic / Fanfiction Mi angél de la guarda - Capítulo 9 - Desejo incontrolável

Matteo já tinha bebido mais uns três copos daquale líquido colorido, ou seja, ele  estava bebâdo. Ele se agarrou com pelo menos umas cinco meninas.


Ele voltou pra casa, e eu o acompanhei é claro. Ele cambaleava mais não caía, sempre o segurava antes que ele batesse  de cara no asfalto sujo. Com muito sacrifício consegui levá-lo em segurança para sua casa.

Uma semana após a morte de Lara, o pai de Matteo se afogou na bebida, virando um completo alcólatra. Matteo cresceu vendo seu pai chegar em casa bebâbado, e quebrar as coisas. Não o culpo por isso. Além disso, ficou sem amor e carinho que uma criança deveria ter. Ele estava parcendo seu pai naquele estado.

Por sorte seu pai não estava em casa, acho que ele não gostaria de ver o filho naquela situação. Quando final mente chegamos ao quarto de Matteo, ele literalmente  cai ma cama. Seu estado é crítico, seus olhos mal consegue se manter aberto, além de falar coisas nada haver.

Suas roupas pareciam lhe encomodar. Respirei fundo e decidi fazer, o que eu nunca imaginava.

Matteo Balsano

A Camila não presta, eu lhe dei o meu amor e ela me traiu. E aquilo que ela recebeu foi pouco. Devia ter batido naquele safado quando tive a chance, mas não consegui! Porquê?

Não sei explicar direito, um tipo de força ou sei lá o que, me impediu de socar a cara dele. Ou será que foi auto-controle? Não. Não consigo me controlar sozinho.

Quero beber mais licor de cereja. Mas parece que eu não estou mais na festa? Ou estou? Não, som daquelas músicas não ecoam mai pelo meu cérebro, não ouço mais jovens malucos bebendo e conversando, também não sinto mais o aroma de bebida alcoólica misturado com outros cheiros mais.

Espera estou deitado numa cama? Minha mente está debilitada por conta da bebida, mas dane-se. Estou solteiro, e faço o que bem entendo agora.

Sinto os sapatos ser removidos de meus pés, junto a minha meia. Consigo sentir alguém se aproximando de mim, e soltando os botões de minha camiseta. Mas que droga é essa? Não estou prestes a fazer o que estou pensando, certo?

Um toque frio faz com que eu me arrepie todo. Dedos percorrem a linha do meu abdomem, e isso já está começando me deixar maluco. Quero abrir meus olhos para pelo menos tentar ver quem é a dona desses toques, porém não consigo, minhas palpepras não correspondem ao comando de meu cérebro.

Minha blusa é retirada de mim, espero essa suposta garota remover a minha calça, contudo ela não  faz. Percebo ela se afastar, não posso deixar isso acontecer. Num instinto, agarro seu braço. Me assusto com a frieza dela, literalmente. Sua pele é fria e macia.

Ela tenta se soltar, mas não a deixo.

—Matteo... me solte. —  Meu coração palpita ao ver quão suave a voz dela é. É tão doce, que quese posso sentir seu sabor.

Um desejo toma de meu corpo. Quero beijá-la, preciso beijá-la e já! Não me importa se ela é uma estranha ou não. O que interessa é os lábios dela nos meus, sua boca matando a sede da minha.

—Fique aqui comigo? Por favor. — Peço.

Noto que ela suspira, antes de sentir que ela se locomove para perto de mim de novo. Ela parece ter uma aparência diferenete, embora eu não esteje vendo, contudo estou usando meus outros sentidos para me ajuda.

Mas que droga! Meus olhos estão cerrados, quero muito abri-los, mas eles não me obedecem!

O corpo dela se junta ao meu, no lado vazio de minha cama. Seu copo ainda é gelado, mas se assemelha com uma brisa resfrescante num dia quente.

Não quero saber, a quero e é nesse exato momento. Não me importa onde estou ou quem é ela! A quero agora.

Com meu tato, apalpo sua pele que é incrivelmente macia. Que tipo de hidratante ela usa? Nunhuma garota que em que eu toquei (N/A: Toque literal. Não pense coisa, ainda não chegou o momento kkk), tem essa textura tão... gostosa? Sim, essa é a palavra. Dane-se.

Quando noto que a minha mão se está apoiada sobre suas coxas, novamente minha pulsação se descontrola. Mas que droga de coração, dá para parar? Nunhuma menina causa essa reação em mim, só eu nelas!

Subo minha mão mas ela para, e percebo  que ela se afasta novamente. A mais não vai mesmo. Agarro seu pulso novamente, a puxando de volta. Seu corpo fica por cima do meu, e adrenalina é disparada e agora corre por cada veia e artéria minha.

Embora eu esteja com os olhos cerrados, por incrivel que pareça consigo desenhar o contorno se seu corpo. Não domino mais minha ações.

Pareço involtáriamente seguir rumo ao seu lábios. Dane-se eu quero isso. O desejo cresce dentro de mim, a cada segundo que  passa sem ter sua boca grudada com a minha.

Sem perceber minhas mãos repousam em sua cintura.  Reparo que é bem definida, e o tecido de sua roupa é feito de seda. Subo minha mão, sinto sua barriga e ela é lisa, céus!

  Continuo a subir até perceber que chego na linha de seu seio, queria parar ali, mas não o faço. Não ainda. Continuo a deslizar até sentir sua clavícula.

Minha mão chega ao seu queixo, um arrepio percorre a pele fria de seu rosto, um sorriso brota em meu semblante, seguro seu rosto e com meu polegar toquei srus lábios.

—Como se chama? —Minha voz é baica e suave.

—L-luna. — Ela responde insegura. Sorrio, a voz dela é mais linda de como eu imaginava.

  Meu polegar desliza pelo o anel de seu lábio inferior. Meu desejo está me consumindo.

—Esses lábios... — Digo.

—Acho melhor não. — Ela me diz.

—Porquê não? Tens namorado? — Pergunto. E espero mesmo que ela não tenha. Odia ser o namorado dela passasse pela mesma situação que eu passei.

—Não, quer dizer não tenho namorado.

Não espero ela dizer mais nada. Apenas colo nosso lábios. Eles estão frios, porém são doces e nunca provei nada igual. É alucinante e já me viciou. Minha lígua toca a sua,  e a eletrecidade correm no meu sangue.

Seu corpo relaxa em mim, e uma mexa de cabelo cai sobre meu rosto. Me esforço para abrir um pouco meus olhos, mas não consigo vê-la direito, a luz no teto faz com que sua imagem fique escura.

Me afasto para recuperar o fôlego. Com um pouco de esforço vejo seu lábios, estão vermelhos destacando em sua pele pálida.

Levanto meu olhar para ver seu rosto e...



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