História Mi Corazón Es Tuyo - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella
Visualizações 319
Palavras 2.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Um capítulo bem divertidos pra vocês. Desculpa a demora. Espero
que vocês gostem. ❤

Capítulo 23 - Parque de Diversões


Fanfic / Fanfiction Mi Corazón Es Tuyo - Capítulo 23 - Parque de Diversões

Francesca e Lucas ficaram surpresos novamente. Pra eles parecia que aquela conversar no intervalo foi só um diálogo da vida. Mas parece que o destino resolveu voltar e dar mais um daqueles empurrãozinhos que só ele sabe fazer. Paola e Henrique se levantaram encarando os olhares dos filhos que encarava eles surpresos e confusos.

- Então ele é seu… Namor… - Francesca perguntou com olhar sério. - Sí é ele é meu namorado. Estamos juntos. - Paola interrompeu a menina, e respondeu de uma vez direta.

- Eu acho que eu preciso me sentar. - Ela se sentou no banco. - Não acredito que vocês namoram esse tempo todo. - Diz ela.

- E esse tempo todo a gente nem percebeu. - Agora era a vez do menino responder se sentando do lado de Francesca.

- Me belica para ver se eu não tô sonhando? Ela ordenou olhando para o menino ao lado. Lucas beliscou como ela pediu. - Ai Lucas! - Ela murmurou com uma careta. - Não é sonho! - Respondeu. - Porque você não escolheu outra pessoa pra namorar ao invés de ser o Pai do meu melhor amigo Mãe? - Francesca encarou o olhar da Mãe séria.

- É você Pai. Não poderia ter escolhido outra pessoa. Ao invés de ser a Mãe da minha melhor amiga? - Diz agora Lucas encarando o olhar do Pai. 

O silêncio se fez e Paola e Henrique se encarava desconcertados sem saber como responder as perguntas dos filhos. Mas nada se fez.

- PAROU! - Henrique gritou com os meninos que se assustaram em seguida. E recebia o olhar também das pessoas que estavam ali no parque. - Desculpa Paola! - Ele olhou mirando o olhar o dela.

- Tudo bem! - Diz ela. - Meninos… - Agora ela vez dela a dizer. E eles encaram ela com uma feição sérios. - A gente não manda no coração. Aconteceu, a gente se apaixonou. Eu não sabia que Henrique era seu Pai Lucas. - Concluiu ela.

 - E eu jamais saberia que você Francesca, era filha de Paola. - Apontou pra Argentina. - Pode ter certeza que a gente não sabia de nada. - Diz Henrique.

- Vai dizer que é a culpa e do destino, agora? - A menina perguntou de braços cruzados encarando eles.

- Destino eu não sei. Mas realmente ele caprichou. - Diz Henrique com um sorriso irônico. - Paola bateu de leve no braço dele.

- A gente não escolhe com quem a gente fica. O coração quem escolhe. Ele que pode mandar e desmandar. Ele que controla, foi em vão. - A Argentina respondeu a eles.

Eles ficaram em silêncio por alguns minutos refletindo com que acabaram de ouvir dos Pais. E Henrique resolveu tirar aquele clima tenso que estava presente alí. - Porque ao invés de ficarmos parado aqui, e resolvemos aproveitar esse belo dia nesse lindo parque? - Diz ele com um sorriso no rosto. - Eu apoio! - Concordou Paola.

Eles se levantaram na tentativa de concordar. Os Pais seguiram para comprar algo para comer depois de horas de diálogos e a fome já tava presente. Os dois filhos seguiram os Pais de cara feia atrás deles em silêncio. Henrique parou e Paola confusa ficou sem entender.

- Porque paramos Henrique? - Ela indagou confusa. - Henrique se virou e Paola fez o mesmo encarando novamente os olhares dos filhos. - Se esses dois continuar com essas caras feias. Não vai dar para ter um belo dia.

- Não dá para vocês colaborar, só um pouquinho? - Perguntou a Argentina.

- NÃO! - Os dois se pronunciaram juntos. 

- Tá difícil! - Paola bufou.

- Se vocês quiserem, podemos ir embora? - Henrique perguntou na tentativa que eles fiquem.

- NÃO! - Novamente eles se pronunciaram juntos olhando um ao outro. - A gente fica. - A menina respondeu. - Isso, a gente fica. - Diz o garoto. - A gente vai para os brinquedos.

Tudo bem! Vê se não se percam. - Diz Paola.

Francesca puxou o braço do Lucas pra ir junto a ele. E eles seguiram deixando os Pais a sos.

- Sabe que eu tô amando esse momento em família! - Henrique respondeu enquanto comia a maçã do amor junto com sua amada.

- Eu acho que a gente está muito longe de ser uma família Henrique.

- Se depender dos nosso filhos, talvez sim, talvez não. Só depende deles.

Francesca e Lucas seguiram para um dos brinquedos em silêncio. O fato da Mãe e o Pai namorando mesmo eles não ter sabido de nada, já tava incomodados eles.

- Francesca? - Diz o garoto chamando a atenção dela.

- Oi! - Ela encarou o olhar dele.

- Como você está se sentido?

- Nem sei explicar. Muita coisa. Tô confusa com tudo isso. - Ela respondeu. - E você?

- Eu também! Eu achei que você tinha gostado da ideia de ver meu Pai namorando a sua Mãe. Não foi você quem disse? - Ele relembrava aquela conversa no intervalo.

- Não! Quer dizer foi. Mas eu falei brincando, não falei sério. Nunca pensei que eles iriam namorar um dia. Só nos meu sonhos. - Ironizou.

- A gente pode dar um chance a eles. - Francesca olhou para o amigo arqueando a sobrancelha surpresa e confusa. - A gente pode sentir como é ter uma familia. Apesar de você não ter um Pai, e nem eu uma Mãe. - Ele falava com uma voz fraca.

- Eu nunca pensei nisso. Sentir como é ter uma família com outra pessoa, pra mim nunca fez parte da minha vida.

- Porque a gente não tenta fazer essa parte? - Ele perguntou a ela.

- Vamos ver onde essa parte vai nos levar! - Respondeu ela com um sorriso. - Eles correu rapidamente para os brinquedos.

Francesca e Lucas se divertiram nos brinquedos enquanto Paola e Henrique namorava escodindo naquele imenso parque. Eles apreciava a companhia um do outro, e aproveitavam o momento como se fosse o único. Como se não tivesse ninguém ao redor deles como se estivesse só. Os jovens tinha energia de sobra, eles rodavam por cada brinquedo e se divertinham. Ali eram mais do que amigos, se tornaram verdadeiraos irmãos. Paola e Henrique já se encontravam no carrossel. Henrique pude ver a felicidade estampado no rosto Argentina. A felicidade de estar com Paola já era presente, como se ele pudesse ter voltado no passado e sentindo a presença de Fernanda ali naquele lugar. Era isso que ele sentia. Eles trocavam carinhos, e gargalhava feito duas crianças rodopiando e comendo algodão doce. Os olhos de mesma brilhavam como as luzes no briquendo que emanavam. Francesca e Lucas voltaram ao encontro dos Pais puxando os braços dos adultos indo em zigue-zague explorando o máximo que o parque puderam oferecer. Desde a adrenalina dos brinquedos aos mais temidos até a alcamaria. As horas passaram e eles se divertiam como nunca, ziguezagueando pelo parque de diversões como crianças. Os quatro pararam no último brinquedo, a tão famosa roda gigante, e ficaram observando atentos. A iluminação já refletia naquele belo dia que já estava mais que iluminado a noite.

- Roda gigante! - Francesca falava encarando o brinquedo encantada o seus olhos brilhavam a iluminação.

- Deus me livre e guarde! - Diz Paola encarando a roda gigante aflita.

- Não vai dizer que você tem medo da roda gigante? - Henrique perguntava a ela.

- Medo no! Altura sim. - Diz ela com a voz trêmula e dando paço para atrás.

- Shiii eu acho que alguém vai ter que encarar o seus medos aqui. - Francesca falou risonha.

- Vamos lá! - Henrique segurou o pulso de Paola e puxou em direção a tão almejado brinquedo. Os filhos já estava posicionados juntos.

- No Henrique, eu no vou! - Diz ela murmurando.

- Vai sim, nem que eu tenho que te puxar. - Diz ele puxando para o brinquedo que já tava próximo.

- Será que dá para parar de palhaçada Mãe? É só um brinquedo, e não é um bicho de sete cabeças. - Diz Francesca que aumentou o seu tom de voz como se fosse gente adulta e sua Mãe uma criança que tava prestes a sair correndo.

- Até a sua filha fala como gente grande e encara coisas que adultos fazem, porque você não segue o exemplo dela? - Perguntou Henrique olhando para a feição medonha de Paola.

- Porque eu no sou ela! - Respondeu.

- Vamos lá minha Esquentadinha... - Não me chama de esquentadinha. - Ela interrompeu irritada. - Tudo bem! Diz ele com um sorriso Irônico. Vamos! Você consegue, não deixa de se levar pelo medo. O medo é um ato que precisa ser encarado. - Diz ele finalizando.

Henrique ofereceu a sua Mão para que ela pegasse, e ela pegou retribuindo com um sorriso de orelha a orelha. Assim por fim eles entraram no brinquedo, o coração de Paola parecia se soltar pela boca. Ela que nunca andou de roda gigante jamais poderia perder o seu medo junto a pessoa mais importante da sua vida, o seu tatuado. O brinquedo entrou em movimento permitido ver o altura ampla e diferente. Paola apertou forte as Mãos do tatuado para diminuir o seu nervosismo e se sentir mais segura ao lado dele. Dé la de cima, eles podiam contemplar a paisagem, as pessoas, e as luzes que viam minúsculos embaixo.

- É lindo Henrique! - Ela falava admirada.

- Não quanto você! - Ele encarou o olhos achocolatados dela que fitava. Ele chegou um pouco mais perto dela. E colocou uma mecha atrás da orelha. Eles não perderam tempo a linda paisagem e celaram um longo beijo apaixonado das alturas, repleto de magia e desejo. Agora ela tinha certeza, o medo não é um bicho de sete cabeças, é só um ato que você cria para poder encarar.

***

Paola e Henrique e os filhos depois de horas no parque se divertindo no lindo fim de semana. Eles decidiram parar para comer algo antes de ir pra casa. O cansaço já estava presente e as energias já havia se esgotado. Eles comeram, conversavam, e gargalhavam, e o casal não parava de trocar trocas de olhares. Ela esboçava um lindo sorriso para ele, e ele retribuia da mesma forma. Eles voltaram para casa, mas Henrique e o filho decidiu ir para a casa da Argentina. Eles chegaram, e os quatros se jogaram no sofá cansados. O silêncio se fez e em seguida começou a soar uma gargalhada gostosa naquele ambiente. A felicidade estampado no rosto de cada um, era inevitável. Como se ali visse um retrato de uma família completa.

- Que tal assistirmos um filme para terminar essa noite? - Francesca falava interrompendo o momento. Ela pegava alguns filmes na mesa de centro.

- Eu acho uma boa idéia. - Lucas concordou pegando alguns filmes junto a menina.

- Não filha, já terminamos a nossa noite. Vocês estão super cansados, amanhã vocês tem aula, e eu e Henrique temos que ir trabalhar. - Paola concluiu vendo a feição meio triste da filha.

- A sua Mãe tem toda razão! - Diz Henrique.

- Mas é só um filme. Por favor? - Ela fez biquinho para a sua Mãe.

- Eu não vou cair na sua. - Diz ela. - A carinha da jovem, fazia qualquer um cair no seu jogo. Principalmente a sua Mãe. Ela nunca escapava. - É Henrique precisa ir, amanhã vai ser um longo dia. - Concluiu ela.

- Tá me despachando Argentina? - Perguntou ele irônico.

- Jamais! - Diz ela. - Eles se encarava alguns segundos trocando olhares e Francesca notou o clima do casal. Ela tossiu para tirar aquele clima que já tava presente. Eles voltaram a sair daquele desconforto e encararam os olhares dos filhos. - Eu acho que eles venceram! - Diz Henrique com um sorriso, e Paola finalmente se rendeu a filha.

- Já escolhemos o filme! - Francesca respondeu mostrando a capa do DVD para o casal. "Invocação do Mal" era o filme. E Paola olhava incrédula.

- Terror não. Pela amor de Deus! - Diz Paola.

- Romântico que não vai ser. - Francesca  escancarou a Mãe que revirou os olhos.

O tempo passou o suficiente para que eles tivesse prontos para assistir o filme. Paola e Henrique levou a pipoca e o suco para os filhos. O casal se sentou no sofá e Paola deitou no ombro do tatuado. E os filhos se sentaram no colchote que Francesca tinha guardado a um tempo que ela usou um dos seus acampamentos . Eles assistiram o filme atentos, algumas cenas deixaram Paola assustada, ela tampava o seus rosto, é abraçava o tatuado para que sentisse protegida ao lado dele. Henrique não perdeu a aportunidade de rir da carinha assustada dela que estava medonha. As horas passaram e eles nem perceberam, e o sono já estava presente. Os quatros já estavam sonolentos na sala. Paola dormia em cima do peito do tatuado no sofá e os filhos todo encolhidos no colchonete. A familia compreta simplesmente apagou, e finalizaram aquele grande dia, que dia.


Notas Finais


🤗👫💑✨🎡📽💀❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...