História Mi Destino - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Matteo, Personagens Originais, Simón
Tags Disney, Gastina, Lutteo, Patins, Romance, Segredos, Simbar, Sing Fic, Sou Luna
Exibições 80
Palavras 3.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom, eu nem sei por onde começar, foram tantas coisas que me aconteceram que eu podia escrever um livro, eis um dos motivos de minha ausencia, estou literalmente escrevendo um livro que ainda nao posso estar dando spoilers, pois ainda estou na fase de desenvolver a historia e as subshistorias", também estou sem celular pra variar, e emfim, poderia ficar horas aqui explicando todos aqueles fatos ocorridos, mas vamo ao que interessa, que rufem os tambores " tantantarã" Sim, estou de volta! E nem pensem que desisti da fic, pois esta mais um capítulo fresquinho, pra matar as saudades.

Capítulo 19 - Em busca da verdade


​Pov.Luna Valente (Menina Delivery)

​" A verdade pode ser o mais puro veneno que existe, apenas um gole, e o inesperado é revelado, assim como em certos casos, ela é vista como um enigma, nem todos tem a capacidade de desvenda-la, mas aqueles que conseguem, muitos temem ao provar o seu sabor, por conter consequencias mortais que podem ocorrer levitalmente em um futuro próximo".

(...)

​Era apavorante prestigiar uma cena como aquela, quando nunca se sabe o que pode acontecer, e derrepente, ser surprendido de uma forma inesperada. Não sabia se Ambar estava apenas atuando, ou se o universo estava me chamando para atuar, em uma de suas histórias previstas, onde a unica protagonista, se tratava de mim, mas nao podia me cubrir com um mar de dúvidas e depois pagar pelas consequencias, sem ter me dado a chance de ter tentado. Por mais que as vezes, fazer nada, seja uma boa opção, há coisas que realmente valem a pena, principalmente aquelas que tem o propósito de serem descobertas, pois simplesmente elas podem  te levar a um rumo surpreendente.

Após acalmar Ambar e faze-la adormecer, de uma forma mais ràpida de amenizar o impacto do susto, me retirei do local, me dirigindo até meu quarto, porém algo no corredor me chamou a atenção.

Mas o que isso faz aqui? 

O mesmo mapa encontrado por mim no jardim, estava exposto em meio ao corredor, me aproximei para pega-lo do chão, e tive a sensação de que estava sendo observada, assim que me levantei com a folha jà em mãos, ouvi um barulho, vindo do andar de baixo. 

Meu deus! O que foi isso? 

​Isso jà estava me assustando e eu esperava que fosse alguma brincadeira de mal gosto. Segui na direção da porta de meu dormitório e o barulho se repetiu, porém numa dose mais forte, retirei meu aparelho celular de meu bolso, ligando seguidamente a lanterna, quando a luz iluminou o meu caminho, segui adiante em direção a escada. Ao me aproximar, noto que tudo parecia imune, desci degrau por degrau cautelosamente para evitar um acidente, e no instante em que estava no andar de baixo, avisto algo passando rapidente na janela e decido ver o que era. 

Adentrei na cozinha caminhando até a porta dos fundos, onde me levava ao jardim, e desde então, o relogio bateu,anunciando a chegada da meia-noite, senti meu coração pular dentro de mim, por conta do susto, estranhei o relogio ter batido agora, pelo fato disso nunca acontecer durante a semana, a menos que alguém teja feito isso, mas quem faria uma coisa dessas, a nao ser minha tia Sharon?

Ao sair là fora, um frio constante predominou dentro de mim e um arrepio percorreu minha espinha, gelei de medo ao me ver naquela situação, sabendo que em algum lugar daquele  jardim intenso, alguém estava me fazendo companhia, esperando o momento certo para me pegar de surpresa. Mirei a lanterna de meu celular a esquerda, sem dar um passo sequer, o vento balançava as copas das àrvores e tudo estava tão escuro, me dando a sensação de estar em um filme de terror.

Não estava com um pressentimento muito bom e isso é o que me deixava a cada segundo mais apavorada, minhas mãos estavam tremulas e minhas pernas bambas, sentia que assim seria capaz de ter um treco a qualquer instante. Suspirei fundo e mirei o aparelho na direção oposta, e no momento  em que a luz clareou o caminho que me levava ate ao balanço, pensei ter visto alguem correndo na direção do mesmo, nao sei se era o certo, mas algo me dizia que eu devia segui-lo, seja quem fosse. 

Segui a pequena trilha de pedras que se formava no chão em meio a grama, virei a direita caminhando perto  dos arbustos de flores, ate o instante que me deparei com o balanço,  havia algo relusente exposto em cima da madeira branca, me aproximei para ver o que era, e me surpreendi com o que estava diante de mim.

- Minha...Medalinha! - arregalei os olhos espantada.

Meu deus! Nao, nao, nao pode ser! Mas como? Co-mo isso é possível? 

Me perguntava assustada ao deparar com a mesma no balanço. Passei a mão por meu pescoço a procura da mesma, e notei a ausencia dela, me pegando de surpresa. Como isso é possivel? A minutos atras eu ainda estava com ela, ceus o que é que està acontecendo?

No instante em que a apanhei em mãos, a apertei fortemente sobre minha palma, me certificando de que ela realmente estava comigo. Olhei ao redor e tudo parecia normal, até que ao voltar meus olhos para o balanço, aparento uma criança me observando a alguns quilometros de distancia dali, nao consegui ver seu rosto direito, mas ela rapidamente correu fugindo de minha visão, ela corria entre as arvores, tinha cabelos castanhos e cacheados como o meu, ela sorria brincalhona ao me olhar e passava entre as arvores como se estivesse brincando comigo. A segui ate o instante em que a perdi de vista, olhei ao meu redor a procura da garotinha, até que escuto passos vindo das arvores, varro o local com o olhar, e a vejo proxima ao portão que levava até ao lugar que estive esses dias, qur agora estava entreaberto, ela sorriu pra mim como se me convidasse para entrar, quanto mais me aproximava, mais distante ela parecia ficar na escuridão, até que ela adentra no local, e sinto algo tocar meu ombro, levando meu coração a mil. Céus, eu iria infartar. 

- Senhorita Valente! O que pensa que faz aqui a uma hora dessas ? - virei para encara-lo a voz que me interrogaria agora, e me deparo com Rey, com um olhar desconfiado.

E Agora? O que eu digo?

- Vamos senhorita, eu lhe fiz uma pergunta e exijo de uma resposta imediantamente! - Ele gritou.

Droga! Estou ferrada.

- Rey! Rey! - a voz de sharon se exalou entre aquele silencio constrangedor que estava se formando entre nós e ele desviou o olhar de mim por um instante, suspirando fundo. - Se dirija imediantamente ao seu quarto. - ele voltou a me encarar - E nem pense que a nossa conversa acabou aqui. - finalizou ele firme. 

Assenti com a cabeça e ele me encarou como se estivesse me fuzilando com os olhos, me revirei para voltar para dentro da mansão, e segui o caminho que fiz antes até aqui, sentindo seus olhos fixados sobre mim, mantendo a certeza de que fizesse o que ele havia me ordenado. Ele me seguiu em silencio, ate a escada, sem tirar os olhos de mim, e so no momento em que eu ja me encontrava no andar de cima, ele se retirou, a procura de Sharon que o gritava a minutos atràs. Prossegui em silencio, ainda com aquele pressentimento dentro de mim, de algo eu tinha certeza, eu não sussegaria com esse estranho ocorrido, ate que eu acordasse pela manhã. 

Assim que adentrei em meu quarto, me joguei sobre minha cama, ficando de barriga para cima, prendendo meus olhos sobre o teto branco, e me encontrei pensativa ainda com a minha correntinha em mãos. Mas que diabos teria sido aquilo? O que aquela garotinha fazia no jardim da mansão? Sera que ela estava realmente la fora ou era apenas algo da minha cabeça? E como minha medalinha foi parar la fora? Eu nao me lembro de ter ido novamente no balanço desde aquele dia. E por qual motivo Rey estaria la fora como se soubesse exatamente onde eu estava? Eram tantas perguntas,que eu só conseguia pensar no fato de haver realmente alguem rodeando a mansão, sera que eu estava tão segura ali quanto devia? 

Não sabia como iria ter certeza disso, mas algo me dizia que logo iria descobrir o que era. Derrepente o sono foi tomando conta de mim e minhas palpebras ficando pesadas, ate que eu adormecesse.

(...)

Na manhã seguinte, acordei com um dor latejando minha cabeça, por causa do tempo que permaneci em claro durante essa madrugada. Guardei minha medalinha em minha caixinha de jóias na gaveta do criado mudo, e em seguida fui para o banheiro tomar uma boa ducha para iniciar o dia. Jà tomada banho e vestida com o uniforme do blake, coloquei meu melhor sorriso em meu rosto e desci para o que me esperava. 

Estava descendo as escada, quando minha tia Sharon adentra o local, andando desperadamente gritando por Rey, que apareceu seguidamente atràs dela. Ela parecia tensa. 

- Estou a vossa vontade srta.Sharon. - Rey se aproximou mantendo uma expressão séria em seu rosto. - em que posso ser útil? - Ele a encarou. 

- Jà fez aquilo que eu ti pedi? - ela o olhou desconfiado, parecia se tratar de algo intimo ou confidencial.

- Sim, como a senhora pediu. - confirmou ele, parecendo estar seguro de que fez o certo. 

- ótimo, quanto mais rapido melhor. Me avise imediante quando esses documentos chegarem. Ninguém pode saber da existencia deles, ou você pagara pelas consequecias. Estamos entendidos? - Ela alterou a voz com ele. 

Documentos? O que pode ter de tão importante que ninguém pode saber de sua existencia? 

- Sim, srta. Sharon, dou a minha palavra de que ninguém dentro ou fora dessa mansão sabera da existencia deles. - ele tentou mostrar confiança em suas palavras, porem estava soando frio.

- Espero contar com a sua confiança Rey, caso ao contrario, pagara com sua vida. Não me faça se arrepender disso. - Ela o fuzilou com o olhar. 

- Seu desejo é uma ordem srta... - o interrompeu 

- Sem mais delongas, certifique-se de que se tudo esta ocorrendo certo com Tino e Cato. Definitivamente eu não espero encontrar esses dois perambulando por ai. Não confio neles. - ordenou se sentando sobre a poltrona próxima a janela. 

- Farei isso agora mesmo. Se me permite - lançou um olhar para se retirar e a mesma assentiu em silêncio. - Com licença. - Ele saiu de cena seguidamente, deixando-a sozinha.

Pensei que fosse a hora exata para...Meu deus o blake ! Nem vi a hora passar! Céus, estou atrasada. 

Desci as escadas as pressas, e adentrei como um vulto na cozinha, e todos os olhares se direcionaram para mim. Estava tão distraida, que acabei esbarrando em alguém.

- Luna, pra onde vai com tanta pressa? Vejo que acordou bastante energica essa manhã. Não? - Minha mãe perguntou em tom de sarcasmo. 

Sorri ao ve-la 

 - Srta. Valente, tenho que concordar com sua mãe, é surpreendente ve-la disposta a uma hora dessas, srta. Sharon se orgulharia disso. - Rey disse me escarneando com o olhar.

Ele adentrou na cozinha,  interrompendo a " quase conversa" que eu estava prestes a ter com a minha mãe. Mas quem esse cara pensa que é afinal? Ai meu deus, serà que ele veio comentar algo sobre ontem a noite?

-  Bom dia Rey, cuidando da vida alheia? - Provoquei em tom de deboche. 

- Luna ! Tenha bons modos. - Repreendeu minha mãe me fuzilando com o olhar.

- Não se preocupe srta.Mônica, opiniões inuteis não mudam o meu desempenho dentro desta mansão. - Ele disse rigído. - Não me leve a mal, mas comportamentos assim não são muito toleraveis pela Srta. Sharon, agora se me permite, com licença, tenho coisas mais importantes para fazer. - ele me deu uma piscadela e se retirou em seguida.

Argh! Que direito  ele  acha que tem pra se intrometer assim na vida? Depois sou eu que preciso de bons modos.

- Viu, Mocinha ! Quem diz o que quer, acaba ouvindo o que não quer. - Afirmou minha mãe, retirando algumas coisas da mesa.

- Mas mãe... - fui interrompida por Tino, Cato e Amanda, adentrando na cozinha.

- Eu jà disse pra ter cuidado Cato, esses carpetes são muito caros e exclusivos. - Amanda dizia apavorada atràs daqueles dois desastrados.

- Calma, minha Panda Amanda, esse carpetes estão em mãos exelentes. - Confirmou ele achando que dava conta  serviço. 

- Nã-o me chame de "Panda Amanda"... Que eu saiba ninguém te deu liberdade pra essa intimidade que você pensa ter comigo. - gaguejou ela, sendo grossa.. - E andem logo com isso,antes que a srta. Sharon perceba que estão demorando e tome alguma providencia em relação a isso. - Ela tentou alerta-los 

- Tão exelentes que nem consegue segurar direito. - Retrucou Tino enquanto segurava a outra ponta. - Parece que estamos séculos carregando isso, pra um lado e pro outro, bem que a gente merece um descanço né? - palpitou ele reclamando do peso do utensilio.

- Bem que mereciámos mesmo, bateu uma fome! - Cato comentou umidecendo os lábios.

- Ah! Faça-me um favor! Como vocês podem pensar em uma coisa dessas diante do tempo de trabalho? A única coisa que vocês tem que se preocupar é com as ordens da Srta. Sharon e realiza-las conforme a hora pedida. Lembrem-se que estamos aqui por ela  pra provarmos que somos dignos de daro nosso melhor, e não pela comida. - Rebateu ela com a voz meio falha, parecia nervosa.

Tentei segurar o riso, ao assistir a cena.

- Concordo Plenamente, Mileide. - Cato segurou uma das mãos de Amanda, soltando a ponta do carpete, derrubando as taças de cristais que estavam sobre o balcão. 

- Olha o que você fez! Seu Insolente inútil! - Ela gritou alterando a voz, ao se deparar com as taças quebradas e os cacos de vidros espalhados pelo chão.

- Meu Deus, A Dona Sharon vai ficar uma fera! - Disse Tino espantado tampando com as mãos sua boa que se formou em um perfeito "O".

- Sim, e GRAÇAS ao desastre de vocês dois. - Gritou Amanda dando ênfase no "graças".

- Mas que diabos està acontecendo nesta cozinha? - Foi a vez de minha tia entrar as pressas no local. 

- Mas madrinha... o que aconteceu aqui? - Ambar entrou em  seguida, se colocando ao lado de Sharon.

- Meu deus! O que houve aqui? - Logo atràs meu pai adentrou,perguntado com um ar preocupado. Prontos, estavámos todos nós da mansão reunidos novamente. Uma ótima forma de se iniciar o dia.

- Quem faz as perguntas aqui sou Eu! - Gritou Sharon, jà impaciênte. - O que està acontecendo aqui? - Ela fuzilou cada um de nós com o olhar. 

- Srta. Sharon, eu posso explicar - Minha mãe se ofereceu.

- Permitasse, mônica. - Ela assentiu afirmando, e todos olhares foram na direção de minha mãe. 

- Parece que houve um conflito entre alguns funcionàrios... - Rey se intrometeu, porém foi imterrompido de imediato por Sharon. - Cale-se, como ousa me dirigir a palavra sem sequer for chamado na conversa? Não me lembro de lhe dar liberdade para me interromper quando sequer bem quiser. - ela o fuzilou com o olhar, fazendo  engolir em seco. - CHEGA! Não vou mais aceitar irresponsabiliessas desnecessàrias como essas. - Ela gritou, respirando profundamente, como se tentasse controlar a raiva. - Muito Bom, Mônica ajude Amanda a limpar essa bagunça antes que alguém se machuque e eu teja que tomar fortes providencias. Rey certifique-se as coisas estão ocorrendo tudo conforme lhe pedi. Miguel certifique-se se os documentos de cada funcionario desta mansão està  em ordem e eme entregue o mais breve possível. Cato traga esse carpete com todo o cuidado possivel para o meu quarto e Tino leve as meninas imediatamente para o Blake. Vão, vocês tem afazeres para realizar, é uma ordem. 

- Sim Srta. Sharon - todos respoderam em uníssono e rapidamente se colocaram a se comprometerem com seus devidos  trabalhos.

- Tino, você ouviu minha Madrinha, então é melhor se apressar, antes que eu me atrase e você pare na sarjeta. - Ambar o alertou se dirigindo para o carro.

- Sim srta. Ambar, as suas ordens - afirmou ele com clareza. - Vamos srta. Luna, o automóvel do Tino, jà ira partir. - avisou ele brincalhão, sorridente.

- Só vou pegar minha mochila e já embarco Tino. - Avisei com um sorriso.

- ótimo, não demore. - disse ele antes de sumir de minha visão. 

Céus! Aonde foi que eu deixei a mochila? Olhei ao redor, me certificando de que ela estava pela cozinha e nada. Nenhum sinal dela. Deus, eu jà estava atrasada, logo no meu primeiro dia de aula, e pra variar, minha mochila resolve querer brincar de esconde-esconde. Passei pela sala procurando-a loucamente com o olhar, até que por instante a vejo sobre degrau de marmore da escada. A apanhei  em um gesto rapido e corri até ao Astra esperando por mim para me levar ao Blake Soufth College. No automovel Ambar se mantia quieta enquanto teclava no celular, eu apenas coloquei meus fones de ouvidos e prossegui o caminho em silêncio.

Alguns minutos depois estacionavamos em frente ao tão famoso Blake Soufth College, o qual fui obrigada a ouvir minha mãe falar sobre o seu desemvolvimento e a boa qualidade de ensino que ele me proporcionaria para o meu futuro. Após descermos do carro, caminhei até o halls do colégio apenas admirando o local, o quanto parecia ser gigante e bastante movimentado por alunos populares e mimados, o que não me animava muito em saber que apartir do momento que eu passasse pela halls Colegial eu teria que aprender a conviver com eles  minha vida jàmais seria a mesma. 

Ao subir a escada da entrada, Ambar resolve quebrar o silencio que nos rondava.

- Seja Bem-vinda ao Blake, Luninha. - Ela sorriu gentilmente. 

- Obrigada,eu acho ... -  Respondi tímida com um sorriso.

 Pensei em perguntar a ela em como acharia minha  sala, mas a mesma não me deu  chance e adentrou adiante. Ao passar pelo portão, vi uma multidão de alunos eufóricos em volta de alguém, como se fosse uma pessoa famosa ou muito popular, nao consegui ver o rosto de quem estava sendo cercado pela multidão, mas podia ouvir gritos e que a chamavam de " Rainha da pista".

Não entendi a quem se referiam, mas parecia ser alguém muito mimado e importante pra eles, ou mais alguma filinha de papai, que se a chava a "Rainha de todos", fazendo deles de seus súditos amaveis e cruéis servos. Ignorei aquela cena, e por um momento, senti um pressentimento de que estava se esquecendo por algo, até que sinto a ausência de meu celular em meu bolso. 

Droga! Mas ele estava aqui agora pouco... Eh Luna, você e a sua facilidade de perder as coisas, só não perde a cabeça porque està no pescoço, ainda... Onde ele està, onde ele està... - Começei a revirar minha muchila no meio do corredor, ate que vejo meu fone, e finalmente o encontro. - Ufa! Achei! 

Sorri aliviada por ter encontrado meu aparelho e antes que eu pudesse dar mais um passo, percebo que sua tela estava acessa, mostrando que havia uma mensagem recebida, de cujo nome era de: Simón Alvares, que concerteza estava procurando por mim, neste exato momento, deslizo com o dedo sobre a tela e automaticamente deixo o aparelho na altura de meu rosto, quando de repente, me esbarro com alguém, ergo cautelosamente meu olhar indo de encontro com o indivíduo que estava em minha frente e me deparo com aqueles mesmos por de olhos castanhos. 

- Menina Delivery? - Ele arqueou uma sombrancelha e arregalou os olhos, me dando a impressão de que estava surpreso ao me ver.

- Você? 

 

 

 

 


Notas Finais


Bom amores, demorei mas està ai... Espero poder recompensá-los por esses dias em off, me desculpem mesmo e não me matem por favor.
Emfim deixem ai aquelas teorias que eu AMOO e suas reações ... Não percam os próximos capitulos, estão surpreendentes. Beijus e até a proxima ^-^


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