História Mi dulce Sol - Capítulo 8


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Categorias A Feia Mais Bela, A Madrasta, A Usurpadora, Angélica Vale, Betty, A Feia, Jaime Camil
Personagens Aldo Domenzaín, Alicia Ferreira, Angélica Vale, Beatriz "Betty" Aurora Pinzón Solano, Fernando Mendiola, Jaime Camil, Julieta Solís de Padilla, Letícia "Lety" Padilha Solís, Márcia Vilarroel, Omar Carvarral, Personagens Originais, Tomás Moura Gutiérrez
Tags A Feia Mais Bela, A Usurpadora, Adultério, Angélica Vale, Drama, Ferlety, Jaime Camil, Romance, Sol, Valecamil
Exibições 12
Palavras 959
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello td beleza? Que bom!😍😍😍
Espero que gostem!
Boa leitura. Vamos bater a meta de 100 favoritos! 😘😘

Capítulo 8 - Angélica passando vergonha e... mais uma notícia


Fanfic / Fanfiction Mi dulce Sol - Capítulo 8 - Angélica passando vergonha e... mais uma notícia

Acordo com Perla lambendo minha boca e dou um pulo da cama.

- Desculpa minha bebê. - a beijo.

Perla era a gatinha que eu tinha comprado há alguns meses, semana que vem ela irá fazer 3 meses. Olho para o lado e vejo a "bela" visão de Juh toda aberta na cama e babando no meu travesseiro. Começo a rir.

- Ei bêbada! - digo.

- Hmmm.

- Acorda. - olho e relógio. - Não, melhor dormir, ainda tá cedo.

Cubro Juh, pego Perla no colo e saio do quarto indo até a cozinha. Ponho a ração e o leitinho da Perla e começo a preparar um café bem amargo para Juh. Meu telefone começa a tocar.

- Que droga, Rodrigo! - atendo. - Rodrigo?

- Sol, o... o que aconteceu ontem? Eu acabei de acordar e não me lembro de nada.

- Não aconteceu nada. - seguro meu riso. - Nós... fizemos o que todo casal normal faz ué.

- Nós... nós fizemos algo?

- Você não lembra!? - me faço de ofendida.

- Na... não sei.

- Está bem. Já que você não se lembra, eu vou contar. Nós passamos a noite juntos.

- E... que mais?

- Passamos a noite juntos, é pouco pra você? Quer saber? Não temos mais nada! Acabou! - desligo.

Daqui a pouco ele liga de volta e eu "perdoo" ele. Só quero um tempinho longe dele. Juh acorda e vem até mim.

- Oi. - diz num tom inaudível.

- Oi. Dormiu bem? - pergunto interessada.

- Sim, eu acho. Você... por que estamos aqui?

- Ah porque você bêbada sozinha em casa não dá certo. - rimos.

- Verdade. Mas eu tenho que trabalhar.

- Hoje é terça, relaxa.

- Puts! Hoje eu tenho uma reunião, meu Deus!

- Tinha.

- Que horas são? - pergunta desesperada.

- Não sou um relógio?

- Te odeio Sol!

- Também te amo. - começo a rir alto.

- São oito horas ainda! Graças à Deus! Eu tenho que tá lá oito e meia, amiga beijo, tchau.

- Ok. Vai tomar banho e escovar esses dentes logo! E não toma café.

- Ok. Você me espres...

- No meu armário tá cheio de roupa, vai logo!

- Ok, tchau.

Ela corre pro banheiro e em 10 minutos no máximo, ela sai do banheiro já maquiada e se veste em 5 minutos, me dá um beijo rápido e sai correndo.

- Muito louca. - rio.

Me arrumo e vou rumo à minha casa. Chegando lá, vejo Luna se esfregando com um garoto qualquer, reviro os olhos e a chamo.

- Luna.

Ela se assusta.

- Por que não bateu na porta?

- Porque não te enteressa. Vaza daqui, idiota.

O garoto sai correndo.

- A sua mamãezinha sabe disso? - pergunto.

- O que você quer?

- Luna, Luna; toma cuidado, você cada dia que passa está mais vagabunda. Tanto em trabalhar, quanto... no que você estava fazendo agora.

- Sua...

A corto.

- Ei! Abaixa o tom, garota. Menos, porque não sou sua mãe pra aturar suas graças.

- Tá.

- Vai chamar a sua mãe.

- Ela não tá.

- Não?

Saio do quarto e vou até à cozinha.

- Ana, a Angélica tá em casa?

- Sim, ela está no jardim.

- Obrigado.

Vou até o jardim e encontro Angélica e mais um velho sorrindo que nem um trouxa junto com ela. Deve ser mais um ricasso que ela quer agarrar.

- Com licença. Bom dia mamãe.

- Bom... dia minha filha. - estranha minha forma de falar.

- Não vai me apresentar?

- Alejandro, essa é minha filha Sol; Sol esse é o Conde Alejandro Márquez, meu novo...?

- Amigo e sócio. - diz ele sorridente.

- Então vejo que vocês já são namorados?

- Sol! - minha mãe grita.

- Não, o que é isso! - riu. - Sou um homem muito bem casado.

- Que pena. Minha mãe está há muito tempo sem... bom, o senhor sabe, sem movimentar a casa de festas do andar de baixo.

- Sol! Pelo o amor de Deus!

- Como assim, ela tem uma casa de festas no porão? Por que não me disse antes, Lorena? Eu te ajudo com prazer.

- Não... a casa está até com teias de aranhas... E viu mamãe? Ele disse que ajuda com prazer.

- Desculpe a Sol, ela...

- Sou o que minha mamãe me ensina, né Angelica? Alejandro, muito prazer em te conhecer. Até mais.

- Igualmente.

- Sol, você precisa ficar, porque temos um assunto pendente. - Angélica fala como se mandasse em mim coitada.

- Hmm... bom, eu vim ver como você estava, mas eu vejo que você está muito bem acompanhada, né mamãe? Com licença, preciso ir pra empresa.

- Sol. Estou mandando.

- Está o quê?

- Esqueça.

- Ótimo. Beijos.

Meu Deus! Tô quase morrendo aqui de tanto rir. Acho que de todas as vergonhas que fiz a Angélica passar essa foi a pior de todas! Mas bem feito mesmo. Meu telefone toca.

- Alô?

- Senhorita Sol Vale Solis?

- Sim, sou eu mesma. No que posso ajudar?

- Senhora, precisamos conversar sobre um assunto muito importante sobre a herança de seu ex-marido.

- Mas... espera. Ele...

- Sim, ele faleceu há alguns dias e a senhora está incluída no testamento dele.

- Mas como assim? Como eu não soube disso?

- Ninguém sabia. Ele foi encontrado ontem morto e as notícias sairão hoje nos jornais, revistas e entre outros. Estou lhe informando, porque era uma vontade dele.

- Ok, mas quando eu devo comparecer e, onde?

- Nós daremos o endereço e o número, só un instante(...)

Depois do desenrolo, eu consegui pegar o endereço e outros dados, mas realmente estou chocada com a morte do Oscar. Ele não era uma má pessoa. Só um pouco chato. Tô curiosa pra saber o que ele deixou pra mim. Mas... mudando de assunto, onde será que está o meu moreninho lindo? Ah que ele é pobre eu sei, mas... e se eu, sei lá, fosse atrás dele? Má ideia não seria.


Notas Finais


E aí, gostaram? Comentem e favoritem! 😘😍😍


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