História Mi mejor amigo - One Shot - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Gaston, Luna Valente
Tags Gaston, Luna, Luston
Exibições 129
Palavras 1.895
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey meninas lindas do meu core! <3

Antes de mais nada já vou avisar, olha é o seguinte é UMA FANFIC LUSTÓN ( LUNA + GASTÓN), ME JULGUEM!

OU MELHOR, SE FOR PRA ME CRITICAR É MELHOR NEM LER, SE NÃO GOSTA DESSE CASAL, O PROBLEMA É SEU NINGUÉM É OBRIGADO A LER, E OUTRA NÃO ESCREVO PRA AGRADAR NINGUÉM, ESCREVO PORQUE EU GOSTO!

MINHA MENTE ESTÁ SEMPRE TRABALHANDO, E SEMPRE TENHO IDEIAS PARA NOVAS FANFICs, E TIVE ESSA IDEIA DIFERENTE, E RESOLVI ESCREVER

''Nossa mas vc não shippa Lutteo, nem Gastina'' SIM EU SHIPPO, MAS COMO JÁ DISSE É UMA IDEIA DIFERENTE, E EU GOSTEI, E NÃO É POR CAUSA DAS CRÍTICAS DE PESSOAS IGNORANTES QUE VOU DEIXAR DE ESCREVER O QUE EU GOSTO! JÁ TEVE PESSOAS ME CRITICANDO POR CAUSA DISSO, E SIMPLISMENTE IGNOREI, PQ ELAS NÃO ENTENDEM A MINHA INTENÇÃO. E SÓ MAIS UMA COISA, SE EU QUISESSE SHIPPAR LUSTON EU SHIPPARIA E NINGUÉM IA TER NADA HAVER COM ISSO!

E NÃO ME IMPORTA SE NÃO VAI TER FAVORITOS OU COMENTÁRIOS, NÃO VOU DEIXAR DE ESCREVER E POSTAR POR CAUSA DISSO!

Perdão as leitoras maravilhosas, que respeitam isso, vcs não deviam nem estar lendo aquilo <3
- Primeira fanfic Luston do Spirit. (Sim já procurei como não tinha, resolvi escrever eu mesma)

Capítulo 1 - Only Chapeter


Já estava evitando o Gastón, fazia duas semanas, e tudo porquê acho que estou me apaixonando por ele, mas é claro que eu sei que é apenas uma fase na minha vida, e que vai passar é apenas questão de tempo. Espero eu.

Porém, minhas tentativas de me manter afastada foram falhas. Minha mãe, simplesmente decidiu que íamos jantar na casa dos Perida's. Tentei arranjar a desculpa que tinha que estudar para as provas, contudo ela apenas riu, dizendo que estou de férias. Às vezes sou tão atrapalhada com as coisas que sinto raiva de mim mesma por isso.

Minha tarde estava chata. Não tinha nada para fazer, a não ser ver TV ou mexer no celular. Queria me distrair dos meus pensamentos, do que poderia ocorrer essa noite, mas não consigo... meu melhor amigo não sai da minha cabeça.

Minha mente não para de passar imagens, do seu cabelo castanho claro, e de seu sorriso, que iluminava meus dias. Meu peito dói com a distância entre mim e ele, mas isso é para não perder ele, não perder a nossa amizade.

Me viro de lado, apanhando meu celular. Na galeria, rolo as fotos, onde na maioria estou com ele. Sinto as lágrimas molharem meu rosto, e aperto meus olhos com força. Precisava pensar, esclarecer as ideias.

—Luna? Acorde. — A voz doce e tão conhecida invadiu meus ouvidos. Abri os olhos lentamente, e lá estava ele lindo como sempre.

—Gastón?! — Não evitei sorrir. Meu peito aqueceu com o sorriso que Gastón me mandou. Ele estava de joelhos, no pé da minha cama.— O que faz aqui?

—Vim te ver meu amor, estava com saudades de você. — Meus batimentos cardíacos aceleraram, e o ar me faltou, por conta de sua palavras. — Eu te amo tanto Luna...

Delicadamente, Gastón colocou meu cabelo atrás da orelha, e começou a se aproximar de mim. Em instinto, fechei meus olhos, esperando seus lábios encostarem nos meus.

Minha decepção foi grande, quando não senti nada. Abri os olhos rapidamente, e meu quarto estava vazio, foi apenas um sonho. Sento na cama, e estou confusa... queria mesmo que isso fosse verdade?

Sacudo a cabeça em negação. Olho no ecrã do meu celular, e vejo que são cinco e meia. Droga! Tenho uma hora para me arrumar. Levanto da minha cama rapidamente, indo em direção ao banheiro.

Me olhava no espelho, estava com aquele vestido... que ele me dera de aniversário. Era rosa, de renda. Era bem menininha, porém sei comprimento e os detalhes na alça, o deixavam menos infantil.

Em meu cérebro, ainda rodava meu sonho... quero arrancar isso da minha cabeça, mas é impossível, está grudado em mim.

Quando papai finalmente estacionou o carro em frente a casa tão conhecida estava mais nervosa do que nunca. Até parecia que ia cometer um crime. Essa casa me trás tantas lembranças boas, tantos sorrisos involuntários.

Me lembro muito bem, de quando éramos crianças, numa tarde de verão, nesse mesmo jardim, debaixo daquela mesma árvore, Gastón me deu um selinho. Foi sem querer, claro, mas despertou coisas desconhecidas em mim, que agora estão me afetando, como se tivesse acontecido à poucos instantes.

—Luna, querida! Como está linda. — Lara, mãe do meu melhor amigo me desperta dos meu pensamentos.

—Obrigada! — Ela tem o mesmo sorriso brilhante que o Gastón tem, e eu admiro muito isso. A abraço, e logo em seguida ela convida a mim e a meus pai para entrar.

Assim quem entro me deparo com a imagem do moreno, sentado no sofá conversando com seu pai. Gastón está o mesmo, usando um casaco esportivo, e o cabelos levemente bagunçados, com alguns fios caídos sobre sua testa.

—Valentes! — Gustavo se levanta, fazendo Gastón virar-se para nós, especificamente para mim. Seus olhos me analisam de cima abaixo, antes de se levantar e me abraçar.

Esse abraços me pegou desprevenida, após alguns segundos correspondo o seu abraço, o apertando. Aspirar seu perfume novamente é tão bom.

Ma belle! — Amo seu sotaque italiano.

Achei que ele estaria bravo comigo, mas me enganei. Ainda é amoroso e carinhoso comigo. Por isso que eu amo ele, pelo fato de nunca desistir das pessoas, de nunca tratá-las mal, independente do que elas façam, e me sinto mal por tudo isso. Sou uma péssima melhor amiga.

O jantar foi agradável, repleta de risadas calorosas. Nem parecia que eu e Gastón não nos víamos há duas semanas, e fico feliz por ele não contar nada ao seus pais. Odiaria o fato deles pensando que sou uma péssima pessoa, pelo fato de não falar mais com seu filho, sem motivos que justificasse meu ato.

Estávamos na varanda da frente. Todos conversando sobre assuntos aleatórios.

—Que calor! Gustavo, por que não vamos comprar sorvete? Acho que essas formigas iriam adorar. — Lara, diz divertida s referindo a mim e ao Gastón. De fato amamos doce.

—Claro meu amor. Podemos comprar na sorveteria aqui perto, que tal? — Gustavo sugere.

—Amei a ideia. Nós adultos vamos, e vocês ficam, se não é capaz de querem levar a sorveteria inteira. — Lara da ênfase em "adultos" arrancando gargalhadas minha e do Gastón.

Nossos pais pediram para entrarmos, e logo em seguida saíram, a pé.

—Quer um suco? — Gastón me pergunta e nego com a cabeça.

Enquanto ele se servia o suco de maracujá, uma pergunta se passa em minha cabeça, que infelizmente acabei falando em voz alta.

—Não está chateado comigo?

Gastón bebe um gole do suco.

—Não, porque eu estaria. — Encaro o chão. Não quero olhar em seus olhos.

—Porque me afastei de você por duas semanas... — A culpa está me invadindo.

—Não... seja lá porque fez isso, deve ter tido seus motivos. — O encaro, e seu semblante alegre aquece minha alma.

—E não vai me perguntar o porque? — Suspiro.

—Não. — Ele fica de frente pra mim. — Respeito a sua decisão de não me contar.

Ele é sincero em suas palavras. O amo por não forçar a barra em nada.

— Eu te amo, Gastón. — Ao serem pronunciadas essas palavras meu coração acelera.

—Eu sei que sim! — Ele me abraça. — Agora, chega de sentimentalismo, quero um sorriso no seu rosto, se não eu mesmo vou ter que colocá-lo aí.

—A é? Como? — Pergunto o desafiando.

—Assim!

Ele começa a beijar todo o meu rosto, me fazendo dar risada. Só ele tem o poder de fazer isso. Gastón continuou a distribuir os beijos pelos meu rosto, e minha barriga já estava começando a doer de tanto rir.

Quando virei o rosto, seu lábios se chocaram contra os meus, fazendo com que uma corrente elétrica percorresse por todo meu corpo. Nos encaramos por alguns segundos, até ele me dar outro selinho, e outro, e mais outro.

Quando me dei conta, sua língua já exploravam minha boca, assim como a minha explorava a dele, sentindo o sabor do maracujá. Seus braços estavam envolvidos em minha cintura, me apertando mais contra si.

Estava na ponta dos pés, e isso estava me deixando desconfortável, e antes que pudesse fazer alguma coisa, suas mãos seguraram firmemente minhas coxas, e minhas pernas envolveram em sua cintura.

O toque dele minha pele exposta, me fez gemer em seus lábios. Senti um sorriso se formar em sua bocas, e logo em seguida os beijos desceram até meu pescoço, me arrepiando toda.

Ele me levou até seu quarto, me deitando em sua cama, e ficando por cima de mim. Gastón estava ofegante, e seus olhos fechados.

—Luna... — Antes que ele pudesse terminar essa frase estúpida, o interrompi.

—Gastón eu quero isso... eu quero que me faça sua, porquê... — Respirei fundo. — Porque eu te amo! Mesmo que tenha demorado pra assumir isso... eu te amo Gastón, e não quero te perder.

Seus olhos se encontraram com o meu.

—Eu também te amo Luna, e nunca vai me perder. — Quase chorei com aquela frase, mas meus nervos foram acalmados ao sentir seus lábios ternos contra os meus.

Coloquei minhas mãos por debaixo de sua camiseta, e pude sentir seu abdômen definido, e o arrepio na sua pele com meu toque. Minhas unhas arranharam seu tronco, lentamente, o fazendo gemer contra minha boca.

Me afastei um pouco para que pudesse retirar sua camisa. Ele é maravilhoso, um deus grego. Logo em seguida, me livrei de sua calça jeans, o deixando apenas de box... branca. O volume em sua cueca, fez um fogo se ascender dentro de mim, quero ele dentro de mim.

Gatón voltou beijo que era cada vez mais quente. Gastón retirou meu vestido, junto ao meu sutiã, deixando meus seios expostos. Minhas bochechas ganharam cor, pela maneira que ele estava me olhando. O puxei para beijá-lo novamente, porém ele não ficou por muito tempo na minha boca.

Desceu os beijos para meu pescoço, mordendo e chupando com força, que com certeza vai deixar marca. Gastón chegou ao meu seio, chupando o esquerdo, e massageando o direito.

Desceu os beijos até a minha intimidade, tirando o tecido que a cobria.

—Já está pronta pra mim, Ma Belle. — Mordi os lábios, ele é muito sexy.

Seu lábios foram de encontro com a minha intimidade, chupando-a intensamente. Minhas unhas agarrava o colchão com o trabalho poderoso que a sua língua estava fazendo.

—Gastón... — Gemi seu nome. Estava quase gozando quando ele parou o que fazia. Murmurei em frustação, a cada minuto que passamos aqui, mais o quero dentro de mim.

Seus dedos entraram em mim. Me fazendo arquear sobre a cama. Os movimentos lentos, foram ficando rápidos. Gastón, estava demonstrando muita experiência, e isso provoca minha raiva, em pensar o que ele já se deitou com outras garotas...

Quando senti que ia gozar novamente, ele retirou seus dedos de dentro mim.

—Perida! — Gritei seu sobrenome. Ele estava me torturando e isso não é certo.

Ele voltou para meus lábios, me beijando intensamente.

Não vi quando tirou a última peça que nos separava, apenas senti ele entrar lentamente em mim... senti-lo dentro de mim é maravilhoso, é tão grande e gostoso. A sensação parecia me drogar em prazer, e no movimento de vai e vem lento me viciava... quero mais rápido e mais forte.

—Gastón... Céus... — Tentei falar, com a adrenalina correndo em meu sangue. — Céus... vá mais rápido, esta tortura está me matando.

Implorei, jogando minha cabeça para trás. Como alguém pode ser maravilhoso. Ele acelerava os movimentos lentamente... mas que merda, quero de uma vez.

—Não sou mais virgem ok? Agora pare com isso.— Disse impaciente.

—A é?— Gastón, me responde, com sua voz rouca.

Ele começou a se movimentar rapidamente dentro de mim, dando estocadas fortes, me fazendo gritar seu nome, em prazer.

—Valente... você não se deitará com mais ninguém além de mim, entendeu? — Sua voz com um tom mandão me fez querer gargalhar. Não queria ter contado isso pra ele, mas foi necessário, caso o contrário continuaria a me tratar como uma virgem.

Concordei com a cabeça, encravando minhas unhas em suas costas. Atingi meu orgasmo primeiro do que ele.

Já estava exausta, porém não parou até o líquido quente jorrar dentro de mim.

—Luna, você é maravilhosa. — Ele me puxa para deitar no seu peito.

Apesar de tudo seu cheiro continuava divino. Seu peito subia e descia, tentando controlar a respiração. Puxei o lençol para nos cobrir, e após senti-lo beijar o topo da minha cabeça.

Ficamos ali por um tempo, até que enfim tomamos coragem de nos levantar, nos trocar e descer, antes que nossos pais chegassem.


Notas Finais


É minhas lindas foi isso! Vou escrever uma fanfic Nitteo, a pedido de uma amiga

Recomendo esses videos:
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