História Mi pequeño ángel - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Bts
Exibições 16
Palavras 2.869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong *-*
Espero que gostem, e por favor, ignorem os errinhos tá kkkkk foi sem querer se tiver algum. ^-^

Capítulo 1 - Sra. Black & Sra. Dark


Fanfic / Fanfiction Mi pequeño ángel - Capítulo 1 - Sra. Black & Sra. Dark

    Londres, Abril de 1878       

O demônio explodiu em um banho de icor e entranhas. 

Park Jimin puxou de volta a adaga, mas era tarde demais. O ácido viscoso do sangue da criatura já começava a corroer a lâmina brilhante. Ele praguejou e jogou a arma de lado; ela aterrissou em uma poça imunda e começou a se extinguir como um fósforo mergulhado na água. O demônio em sí, é claro, já desaparecera -despachado de volta para qualquer mundo infernal do qual viera, mas não sem deixar uma bagunça para trás.


- Kook! - chamou Jimin, se virando - Onde você está? Viu isso? Morto com um só golpe! Nada mal, hein?



     Mas não ouve resposta ao grito; o parceiro de caça estivera atrás cobrindo sua retaguarda na rua úmida e torta há poucos instantes, Jimin tinha certeza, mas agora estava sozinho nas sombras. Franziu a testa com irritação - era muito menos divertido se mostrar quando Kook não estava lá para ver. Olhou para trás, onde a rua se estreitava em uma passagem que dava nas águas negras e agitadas so Tâmisa ao longe. Pela abertura Jimin podia ver oa contornos escuros dos navios ancorados, como uma floresta de mastros, um pomar sem folhas. Nada de Kook ali; talvez tivesse voltado para a Narrow Street à procura de mais luz. Dando de ombros, Jimin voltou pelo caminho pelo qual tinha vindo.
     A Narrow Street passava por Limehouse, entre as docas ao lado do rio e os pardieiros amontoados a Oeste em direção a Whitechapel. Era bastante estreita, repleta de armazéns e construções assimétricas de madeira. No momento estava deserta; mesmo os bêbados cambaleando para casa vindos do Grapes no Alto da rua haviam achado algum lugar para cair no sono. Jimin gostava de Limehouse, gostava da sensação de estar na beira do mundo, onde os naviam saiam diariamente para portos tão distantes que era difícil imaginá-los. O fato de que a área era frequentada por marinheiros, e consequentemente cheia de antros de jogatina e ópio, além dos bordéis, também não eram ruim. Era fácil se perder em um lugar como este. Ele nem se importava com o cheiro - fumaça, corda e alcatrão, temperos estrangeiros misturados ao fedor de água suja do Tâmisa.
     Olhando para todos os lado a da rua vazia, ele esfregou a manga do casaco no rosto, tentando limpar o icor que ardia e queimava a pele. O tecido voltou manchado de verde e preto. Havia também um corte, bem feito, na parte de trás de sua mão. Um símbolo de cura seria bom agora. Um dos de Charlotte, de preferência. Ela era particularmente boa em desenhar iratzes.
     Uma forma surgiu das sombras e foi na direção de Jimin. Ela avançou rapidamente, mas logo parou. Não era Kook, mas um policial mudano com um capacete em formato de sino, um sobretudo pesado e uma expressão confusa. Olhou para Jimin, ou melhor, através de Jimin. Por mais acostumado que ele estivesse a feitiços, eram sempre estranho que olhassem em sua direção e não o vissem. Jimin foi dominado por um impulso repentino de agarrar o cassetete do policial e observar o homem olhando em volta, tentando imaginar onde tinha ido parar; mas Kook o censurou nas poucas vezes em que fizera isso, e apesar de Jimin jamais ter entendido direito às objeções dele em relação a se divertir, não valia a pena irritá-lo.
     Dando de ombros e piscando, o policial passou por Jimin, balançando a cabeça e murmurando para sí mesmo algo sobre parar com o gim antes que realmente começasse a ver coisas. Jimin chegou para o lado a fim de permitir que o homem passasse, depois gritou :

 - Jeon Jungkook! Kook! Onde você está, seu canalha desleal?


Desta vez, houve uma resposta fraca:

 

- Aqui. Siga a luz enfeitiçada.


     Jimin se moveu em direção ao som da voz de Jungkook. Parecia vir de uma abertura escura entre dois armazéns; um brilho fraco era visível entre as sombras, como a luz de um fogo-fátuo


- Você me ouviu antes? Aquele demônio Shax achou que pudesse me pegar com aquelas malditas pinças, mas eu o encurralou em um beco e...

 - Sim, ouvi.
 

O jovem que apareceu na entrada do beco estava pálido a luz do poste; mais pálido do que o normal, que já era bastante. Estava com a cabeca descoberta, o que atraía qualquer olho imediatamente para seu cabelo. Era de um estranho tom prateado brilhante, como um xelim Novo. Os olhos tinham a mesma cor prateada e o rosto fino era angular; a leve curva dos olhos oferecia a única pista de sua origem.
    Tinha manchas escuras na frente da camisa branca, e as mãos estavam ensopados de vermelho.
    Jimin ficou tenso.

- Você está sangrando. O que aconteceu?
    Kook afastou a preocupação de Jimin com um gesto

- O sangue não é meu - virou a cabeça, apontando o beco atrás de sí - É dela.

    Jimin olhou para além do amigo, para as sombras na escuridão, mas quando Jimin olhou de perto, conseguiu identificar uma mão pálida e um tufo de cabelo claro.

- Uma mulher morta? - perguntou Jimin- uma mudana?
- Uma garota, na verdade. Não mais de 14 anos.

    Com isso, Jimin soltou um palavrão alto e bem claro. Kook esperou pacientemente até que ele acabasse.

- Se ao menos tivessemos passado um pouco mais cedo - disse Jimin finalmente- Aquele maldito demônio...
- Isso que é estranho. Não acho a seja obra do demônio - Kook franziu o rosto- Demônios Shax são parasitas, parasitas de ninhada. Ele teria levado a vítima de volta para a toca para depositar ovos na pele enquanto ainda estava viva. Esta menina foi esfaqueada, repetidas vezes. E também não acho que foi aqui. Não há sangue o bastante no beco. Acho que foi atacada em outro lugar e se arrastou até aqui para morrer.
- Mas o demônio Shax...
- Já disse, não acho que tenha sido o Shax. Acho que o demônio a perseguiu, caçando-a por alguma outra coisa, ou outra pessoa.
- Shaxes têm um olfato apurado - concedeu Jimin - Já ouvi falar em feiticeiros utilizando-os para seguir rastros de desaparecidos. E ele realmente parecia estar se movendo com algum propósito estranho - Olhou para além de Kook, para a miudeza deplorável em forma encolhida no beco. - Não encontrou a arma, encontrou?
- Aqui - Kook sacou alguma coisa de dentro do casaco, uma faca, enrolada em tecido branco. - É uma espécie de misericórdia, ou adaga de caça. Veja como a lâmina é fina.

    Jimin a pegou. Era fina de fato, acabando em um cabo de osso polido. A lamina e o cabo estavam manchados de sangue seco. Com o rosto franzido, limpou-a no tecido espesso da manga, esfregando até que um símbolo, marcado a fogo na lâmina, se tornasse visível. Duas serpentes, uma mordendo a cauda da outra, formando um símbolo perfeito.
- Ouroboros - disse Kook, ainda olhando para a adaga e com um pequeno sorriso se formando na boca -, e o começo

    Kook franziu a testa.

- Entendo a simbologia, Park. Quis dizer, o que você acha que significa ele estar marcado na adaga?

    O vento do Rio sacudida o cabelo de Jimin; ele o tirou dos olhos com um gesto impaciente e voltou a estudar a faca.

- É um símbolo alquímico, não de um feiticeiro, ou do submundo. Geralmente significa coisa de humano, do tipo tolo que acha que trafegar pela magia é o passe para conseguir riqueza e fama.
- Do tipo que gosta de espreitar nas partes do submundo da nossa adorável cidade - Após enrolar cuidadosamente o lenço na lâmina, Jimin a colocou no bolso do casaco - Acho que Charlotte vai me deixar cuidar da investigação?
- Acha que você é confiável no submundo? Os antros de apostas, os civis de vício mágicos, as mulheres sem moral...

    Jimin sorriu do mesmo jeito que Lúcifer deve ter sorrido momentos antes de cair do Paraíso.

- Você acha que amanhã seria cedo demais para começar a procurar?

Kook suspirou. 


- Faça o que quiser, Park. Você sempre faz

            Southampton. Maio.

    Tessa não conseguia se lembrar de uma época em que não tivesse amado o anjo mecânico. Outrora pertencera à sua mãe, que o usava no momento de sua morte. Depois disso tinha permanecido na caixa de joias, até que seu irmão, Nathaniel, um dia o pegou para ver se ainda funcionava.
    O anjo não era maior do que o dedo mindinho de Tessa, era como uma minúscula estatueta de bronze com asas metálicas dobradas, não maiores do que as de um grilo. Tinha um rosto delicado de metal com pálpebras fechadas em forma crescente e mãos cruzadas sobre uma espada na frente. Uma corrente fina que passava sob as asas permitia que o anjo fosse usado no pescoço como medalhão.
    Tessa sabia que ele era mecânico pois se o colocasse na orelha podia ouvir o ruído do mecanismo, como o som de um relógio. Nate ficara surpreso por ainda estar funcionando depois de tantos anos e procurou, em vão, por algum arranhão, amassado ou qualquer coisa que pudesse ter danificado o anjo. Mas não havia nada. Dando de ombros, entregou-o a Tessa. Desde aquele instante, ela jamais o tirou; mesmo à noite, o anjo ficava apoiado contra seu peito enquanto dormia, o tique-taque, tique-taque constante, como as batidas de um segundo coração.
    Ela o segurava apertado entre os dedos agora, enquanto o Primordial passava em meio as outras embarcações a vapor a procura de um local para ancorado porto de Southampton. Nate havia insistido para que ela fosse para lá em vez de Liverpool, aonde a maioria dos transatlânticos apontava. Ele alegara que era por Southampton ser um local mais agradável para se chegar, então Tessa não conseguiu deixar de se decepcionar um pouco com sua primeira visão da Inglaterra. Era assustadoramente cinza. A chuva batia nos pináculos de uma igreja distante enquanto fumaça negra se erguia das chaminés de navios e marchava o céu já opaco. Uma multidão de pessoas com roupas escuras, empunhando guarda-chuvas, esperava no porto. Tessa se esforçou para ver se o irmão estava no meio, mas a bruma e o vapor do navio eram espessos demais para que pudesse identificar qualquer pessoa.
    Tessa estremesseu. O vento do mar era gelado. Todas as cartas de Nate alegavam que Londres era linda, o sol brilhando todos os dias. Bem, pensou Tessa, com sorte o tempo lá seria melhor do que aqui, já que não tinha roupas quentes consigo, nada mais substancial do que um xale de lã que pertencera a tia Harriet e um par de luvas finas. Ela vendera quase todas as roupas para pagar o enterro da tia, segura de que o irmão compraria novas para ela quando chegasse a Londres para morar com ele.
    Um estrondo soou. O Primordial, com seu casco prero brilhante reluzindo com as gotas de chuva, habia ancorado, e rebocadores abriam caminho pela agua cinzenta, prontos para levar bagagens e passageiros até a costa. Torrentes de pessoas deixavam o navio, claramente desesperados para sentir terra sob os pés. Tão diferente da partida de Nova York. Naquela ocasião o céu estivera azul, e uma banda de metais tocava. Mas, sem ninguém la para se despedir dela, não foi uma ocasião feliz.
    Curvada, Tessa se ajuntou à multidão que desembarcava. Gostas de chuva ferroavam sua cabeça e seu pescoço desprotegidos como agulhas de gelo, e suas mãos, dentro das luvas leves, estavam pegajosas e molhadas. Chegando ao cais, olhou em volta ansiosa, tentando achar Nate. Fazia quase duas semanas desde que falará com alguém, tendo passado quase todo o tempo isolada a bordo do Primordial. Seria maravilhoso ter novamente o irmão para conversar.
    Mas ele não estava lá. Os ancoradouros estavam cheios de pilhas de bagagem e todo tipo de caixas e carga, até montes de frutas e legumes murchando e se despedaçando sob a chuva. Uma embarcação a vapor partia para Le Havre ali perto, e marinheiros de aparência desanimada se abrigaram perto de Tessa, gritando em francês. Ela tentou se mover para o lado, quase sendo pisoteada por uma multidão de passageiros que desembarcavam, apressados para chegar ao abrigo da estação de trem. 

    Mas Nate não estava em lugar algum.

- Você é a srta. Gray? - a voz era rouca, com um sotaque pesado.

    Um homem se moveu para se colocar diante de Tessa. Era alto e vestia um casaco preto e um chapéu alto, cuja aba acumulava água da chuva como uma cisterna. Tinha olhos peculiarmente esbugalhados, quase protuberantes, como de um sapo, a pele de aparência tão áspera quanto uma cicatriz.
    Tessa teve que combater o impulso de se encolher. Mas ele sabia o nome dela. Quem saberia seu nome, além de alguém que também conhece Nate?

- Sim?
- Seu irmão me mandou. Venha comigo
- Onde ele está? - perguntou Tessa, mas o homem já se afastava. Suas passadas não eram uniformes, como se algum antigo ferimento o fizesse mancar. Após um instante, Tessa segurou a saia e se apressou atrás dele.

    Ele costurou pela multidão, avançando com velocidade decidida. Pessoas pulavam para o lado, murmurando sobre sua grosseria enquanto ele passava abrindo caminho com os ombros, com Tessa quase correndo para acompanhar. Ele virou abruptamente ao passar por uma pilha de caixas e parou diante de uma carruagem grande, preta e reluzente. Havia letras douradas pintadas na lateral, mas a chuva e a bruma estavam espessas demais para que ela conseguisse ler.
    A porta da carruagem se abriu e uma mulher se inclinou para fora. Usava um enorme chapéu de plumas que escondia seu rosto.

- Srta. Theressa Gray?

    Tessa assentiu. O Homem de olhos esbugalhados se apressou para ajudar a mulher a saltar - e em seguida outra, atrás dela. Cada uma abriu um guarda-chuva imediatamente. Em seguida fixaram os okhos em Tessa.
    Formavam um par estranho, as mulheres. Uma era muito alta e magra, com um rosto os sido e pontudo. Os cabelos sem cor estavam amarrados em um coque atrás da cabeça. Trajava um vestido de seda violeta brilhante, ja manchado aqui e ali com gotas de chuva, e luvas combinando. A outra mulher era baixa e roliça, com olhos pequenos afundados na cabeça; as luvas rosas brilhantes esticavam-se sobre as mãos largas e as faziam parecer patas coloridas.

- Theresa Gray - disse a mais baixa - Que prazer em conhecê-la afinal. Sou a Sra. Dark. Seu irmão nos mandou para acomopanhá-la até Londres.

    Tessa - abatida, com frio e espantada - enrolou o xale molhado com mais firmeza em volta de sí

- Não entendo. Onde está Nate? Porque não veio pessoalmente?
- Ficou retido por negócios inadiáveis em Londres. Mortmain não pôde liberá-lo. Mas enviou um bilhete para você - A sra. Black entregou um bilhete enrolado, já molhado pela chuva.

    Tessa o pegou, virando-o para ler. Era um bilhete curto do irmão, se desculpando por não estar no Porto para recebê-la, e informando-a de que confiava na Sra. Black e na Sra. Dark - as chamo de Irmãs Sombrias, Tessie, por razões óbvias, e elas parecem achar o nome adequado! - para trazerem-na em segurança até sua casa em Londres. Elas eram, dizia o bilhete, suas senhorias e também amigas de confiança, e tinham sua mais alta recomendação.
    Isso a fez decidir. A carta certamente era de Nate. A letra era dele, e ninguém mais a chamava de Tessie. Ela engoliu em seco e guardou o bilhete na manga, virando-se novamente para encarar as irmãs.

- Muito bem - disse, combatendo a sensação de decepção, pois estava muito ansiosa para ver o irmão - Devemos chamar um carregador para buscar minha bagagem?
- Não precisa, não precisa - O tom vibrante da Sra. Dark não combinava com suas feições cinzentas - Já providenciamos para que fosse despachada - Ela estalou os dedos para o homem de olhos arregalados, que se posicionou no assento de guia da carruagem. Ela pôs a mão no ombro de Tessa. - Vamos, criança; vamos tirá-la da chuva.
 
    Enquanto Tessa se movia em direção a carruagem, puxada pela garra esquelética da Sra. Dark, a bruma clareou, revelando a imagem dourada pintada na porta lateral. As palavras "O clube Pandemônio" se curvavam elaboradamente ao redor de duas cobras mordendo a cauda uma da outra, formando um círculo. Tessa franziu o rosto.

- O que significa?

- Nada com que precise se preocupar - disse a Sra. Black, que já tinha entrado e espalhara a saia sobre um dos assentos de aspecto confortável. 

    O interior da carruagem era ricamente decorado com bancos macios de veludo roxo, um de frente para o outro, e as cortinas douradas penduradas nas janelas.
    A Sra. Darem ajudou Tessa a subir e entrou em seguida. Enquanto Tessa se ajeitava no banco, a Sra. Black esticou o braço para fechar a porta atrás da irmã, bloqueando o céu cinzento. Quando sorriu, os dentes brilharam na escuridão como se fossem de metal.

- Acomode-se, Theressa. Temos um longo caminho à frente.

    Tessa colocou a mão no anjo mecânico no pescoço, confortando-se com a batida firme, enquanto a carruagem partia balançando através da chuva. 

 


Notas Finais


Está muito grande? O que acharam?

Bjs de nutella ^3^


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